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sábado, 8 de março de 2014

A MULHER




A mulher não é só casa
Mulher-loiça, mulher-cama
Ela é também mulher-asa,
Mulher-força, mulher-chama

E é preciso dizer
Dessa antiga condição
A mulher soube trazer
A cabeça e o coração

Trouxe a fábrica ao seu lar
E ordenado à cozinha
E impôs a trabalhar
A razão que sempre tinha

Trabalho não só de parto
Mas também de construção
Para um filho crescer farto
Para um filho crescer são

A posse vai-se acabar
No tempo da liberdade
O que importa é saber estar
Juntos em pé de igualdade

Desde que as coisas se tornem
Naquilo que a gente quer
É igual dizer meu homem
Ou dizer minha mulher


Ary dos Santos

quinta-feira, 7 de março de 2013

Dia Internacional da Mulher - Rastreios gratuitos ao CANCRO DA MAMA

From: Junta de Freguesia de Algés [mailto:atendimento@jf-alges.pt]
Sent: quarta-feira, 6 de Março de 2013 10:17
To:
Subject: FW: Dia Internacional da Mulher - Rastreios gratuitos ao CANCRO DA MAMA



Sobre o assunto supra referenciado, vimos por este meio solicitar a melhor colaboração de V. Exa., no sentido de promover a melhor divulgação do cartaz que junto anexamos, referente à Sessão de Esclarecimentos sobre a Prevenção do Cancro da Mama e respectivo rastreio clínico individualizado, que serão realizados no próximo dia 08 de Março 2013, na Sede da Junta de Freguesia de Algés, no âmbito do Dia Internacional da Mulher.



A sessão de esclarecimentos bem como os rastreios serão abertos a todas as Mulheres que desejem comparecer.



Sem outro assunto de momento, apresentamos os nossos melhores cumprimentos.



O Presidente



Joaquim Manuel Carvalho Ribeiro







quarta-feira, 6 de março de 2013

Comemoração do Dia Internacional da Mulher “De Igual para Igual, contra a Violência”

Junta de Freguesia de Carnaxide



Comemoração do Dia Internacional da Mulher 
        

Dia Internacional da Mulher 2013

A Associação Portuguesa de Solidariedade e Desenvolvimento (APSD) numa parceria com a Junta de Freguesia de Carnaxide realizam o evento “De Igual para Igual contra a Violência”, no âmbito das comemorações do Dia Internacional da Mulher.


Esta iniciativa decorrerá no dia 8 de Março, pelas 14h30m, no Auditório Ruy de Carvalho, em Carnaxide, no âmbito dos projetos PIGO - Plano para a Igualdade de Género em Oeiras e CLDS Oeiras VIPP+ Valorização e Inserção Pessoal e Profissional.

Este evento conta com o apoio do Municipio de Oeiras na cedência do auditório Ruy de Carvalho e ainda com o apoio da SUMOL+COMPAL.

Debate "O Dia da Mulher no século XXI"



Faz ainda sentido, nos dias de hoje, comemorar o Dia Internacional da Mulher?

A Câmara Municipal de Lisboa promove, no dia 8 de Março, entre as 14h e as 15h30, no Centro de Documentação do Edifício Central do Município, Campo Grande, um conjunto de conversas sobre a temática "O Dia da Mulher no século XXI".

A evolução política, económica e social com a crescente globalização, a crise económica, as novas tecnologias, e acções legislativas referentes à igualdade e direitos das mulheres, marcaram o aparecimento de novos modos de pensar e de vivenciar este dia.

Conversas com:

- Simonetta Luz Afonso, Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa
- Maria do Céu Guerra , actriz;
- Alice Vieira, escritora, 
- Isabel Cruz, chefe de divisão de Apoio aos Projectos Desportivos


Via Câmara Municipal de Lisboa
 

terça-feira, 8 de março de 2011

SOMOS APENAS MULHERES

.

Não queremos ser recordadas

por sermos mães

Não queremos ser recordadas

por sermos filhas

irmãs

companheiras...

Não queremos ser recordadas

em nenhuma data especial.

Lembrem-se que apenas somos MULHERES

e que todos os dias são NOSSOS!


De: Maria Clotilde Moreira



8 de Março: 1910 – 2010, cem anos

Porquê o 8 de Março?

segunda-feira, 8 de março de 2010

8 de Março: 1910 – 2010, cem anos

Porquê o 8 de Março?

8 de Março de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas diária para 10 horas. Estas operárias que nas suas 16 horas de trabalho recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio e morreram queimadas 129 mulheres.

Em 1910, a Conferência de Mulheres Socialistas, realizada em Copenhaga, aceitou a proposta de Clara Zetkin, dirigente da II Internacional, de declarar o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora na data daquele triste acontecimento. Assim nasceu o dia 8 de Março, como dia de luta da mulher trabalhadora e de homenagem a estas mártires. A consagração do direito a manifestações públicas só aparece em 1975 com o apoio da ONU.

quinta-feira, 19 de março de 2009

PONTOS DE VISTA por JORGE MIRANDA



PRESENÇA DA MULHER


Assinalou-se, no dia 8 de Março, o Dia Internacional da Mulher. E mais uma vez nos interrogámos sobre a actual pertinência de tal evocação, aqui e no mundo.

A mulher já adquiriu, juridicamente, na ordem internacional, a paridade em relação ao homem. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, que a Organização das Nações Unidas adoptou, consagra-a. É evidente que existem países que não respeitam nem adoptaram ainda os preceitos estabelecidos. Mas esta negação envolve tanto mulheres como homens. O que, portanto, está em causa são os direitos, as liberdades e, sobretudo, a dignidade humana. Sobre estes tópicos, independentemente da questão de género, é que deve incidir a luta pela transformação das estruturas mentais (e dos sistemas económicos) que impedem ainda a irradiação global de uma ordem justa, igualitária e dignificadora, sem entorses.

Na véspera desta data tivemos de nos deslocar à extensão de Paço de Arcos do Centro de Saúde de Oeiras. Esclarecedora da posição que a mulher ocupa na sociedade portuguesa, verificámos que o quadro clínico da estrutura comporta 14 médicos, entre os quais se contam 11 mulheres e apenas três homens!

Há 50 anos, ou mesmo 30, seria possível encontrarmos esta situação?

Muito se progrediu em Portugal – e no Mundo – em termos de igualdade de direitos. E se persistem situações anómalas, que ofuscam os consagrados direitos humanos, há que continuar a lutar pela dignificação do Homem, sem atender à diferença de sexo, pois ambos se apresentam como vítimas. A tónica deve ser colocada no ser humano.

Jorge Miranda
jorge.o.miranda@gmail.com


Com habituais agradecimentos ao Autor e ao Jornal da Costa do Sol pela cedência do artigo e ao Boletim Municipal Oeiras Actual pelo uso da foto.

sábado, 8 de março de 2008

quarta-feira, 5 de março de 2008

8 de Março, Dia Internacional da Mulher


No Dia 8 de Março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução de 16 horas de carga diária de trabalho para dez horas, e ainda, a equiparação dos seus salários com os dos homens (as mulheres recebiam um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com tal violência, as mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada, e cerca de 130 mulheres morreram carbonizadas.

No ano de 1910 na conferência da Dinamarca, ficou deliberado que o dia 8 de Março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica americana em 1857. Mas só no ano de 1975, a data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas.

HOJE NADA TERIA DE EXCEPCIONAL, ESTA CONQUISTA, SALVO O FACTO DE:

Em Portugal, no ano da Graça de Deus de 2008, haver trabalhadores que são obrigados, a ter de realizar 16 horas consecutivas de trabalho, sem que lhes sejam pagas horas ou compensações extraordinárias, com apenas 1 hora para refeição.

Mais, em diferentes lugares do Nosso país, na região de Lisboa e noutros locais, trabalhadores portugueses, em pleno século XXI, são obrigados a trabalhar sem interrupção para refeições, ou mesmo idas à casa de banho, durante mais de 6 horas consecutivas, e a paragem para uma refeição, ao fim dessas horas, reduz-se a uma sandes, e não excede os 15 minutos.

Entidades oficiais, quando colocadas ao corrente do assunto, não reagem, face à Lei do Trabalho, Direitos Liberdades e Garantias dos Cidadãos.

Assim vai Portugal na primeira década do século XXI. Onde o desemprego, o empobrecimento do Povo, já justificam todo o tipo de medidas de repressão.


[recebido por e-mail]