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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Uma pequena nota

A Liberdade conquista-se e os Direitos adquirem-se. E quem, por mau carácter e/ou falta de educação, vem assiduamente destratar e insultar os colaboradores do Oeiras Local e até mesmo os outros leitores/comentadores que 'cometem o delito de ter opinião diferente' perdeu, há muito, o direito a comentar neste espaço. Às 'características' supra junta-se a estupidez de insistir - à exaustão - e não perceber o que é básico; neste espaço não há lugar para cretinos obtusos ressabiados. Pelo cansaço não nos vencem mas, de facto, não há pachorra para tanta anormalidade.

Os comentários continuam sem moderação e a CESTA SECÇÃO é de grande capacidade.

quinta-feira, 3 de março de 2011

1 - Linda-a-Velha - 2011

Local: Rua Bernardo Santareno (Bairro dos Moínhos)


Há mais de uma semana que as papeleiras deste pequeno logradouro junto à Cooperativa não são despejadas. Ontem vi uma camioneta camarária, das de caixa aberta, com motorista e ajudante, a despejar as papeleiras da Av. D. Pedro V mas, infelizmente, os moradores da Bernardo Santareno não foram contemplados. Arrisco mesmo dizer que o presidente da CMO não tem conhecimento destas anomalias. Não pode ter...





Imagens: MMM; hoje às 17:30


Na rua Actor António Silva, em ambas as esquinas com a rua Bernardo Santareno, quer as ilhas ecológicas quer os recipientes de lixo - vulgo contentores - estão há dias a transbordar e a zona envolvente está pejada de mobiliário diverso - sofás, maples e pequenos móveis, estrados de colchões, colchões - e diversos materiais de construção - portas várias e estores.

Na entrada/saída da Praceta António Enes a situação é recorrente e as fotos têm sido largamente publicadas neste blogue. Os moloks estão sempre a transbordar e o lixo e materiais diversos alegremente espalhados à volta.

Também na Av. Duque de Loulé, junto ao ginásio, o vidrão de superfície está a deitar por fora há mais de duas semanas mas, curiosamente, parece que há quem continue a tentar "meter o Rossio na Rua da Betesga". A área à volta está cheia de vidros - um perigo para quem circula a pé e se dirige ao ginásio ou à mata. Fica a pergunta: Avariou a camioneta de recolha deste tipo de vidrões? E ainda outra pergunta: O presidente da JF de Linda-a-Velha ainda exerce o cargo?

sábado, 29 de janeiro de 2011

Falemos de lixo – 1

Alguns pingos de recordações



Lixo = a restos da cozinha o chamado “orgânico” (quem tinha quintal com capoeiras, este lixo era muito reduzido pois aproveitava-se parte para alimentação dos animais)



* Por volta de 1944 na Rua Costa Pinto em Paço de Arcos, Concelho de Oeiras cada morador tinha um caixote de madeira onde punha o lixo



e que à noite era colocado na entrada da porta do prédio uns em cima dos outros, conforme o espaço disponível.

Depois pela manhã vinha uma carroça recolher o lixo




O condutor da carroça ia parando na entrada dos prédios, tinha umas falas para o cavalo parar, depois despejava um a um os caixotes para dentro da carroça e com outras falas fazia o cavalo andar.


A carroça foi mais tarde substituída por uma camioneta.


As garrafas, trapos e algum cartão era “recolhido” por umas mulheres que andavam pelas ruas a “apregoar “ - quem tem trapos ou garrafas que queira vender – e por uns tostões levavam este tipo de lixo. Havia o ferro-velho a quem se vendiam móveis e outras coisas que iam sobrando nas nossas remodelações.



* Por volta de 1964, em Algés e como já havia sacos de plástico, o lixo era posto na borda do passeio, à noite, em sacos, ou embrulhado em jornais que os homens das camionetas recolhiam e também alguns moradores deixam em baldes ou outros recipientes que depois recolhiam quando a camioneta passava. Depois vinham os varredores e limpavam o resto.



* A seguir a 1974, aqui na baixa de Algés lembro-me de haver um problema qualquer com a recolha e, o caos de lixo acumulado nas bermas dos passeios era tal, que os bombeiros vieram vigiar umas queimas feitas pelos moradores.



Nota: Às vezes faz bem recordar, apesar de se tratar de lixo … é que já nesse tempo havia a recolha porta a porta da rua, claro.


Imagens: da net


sábado, 22 de janeiro de 2011

Andar de cavalo para burro

Clique na foto para ampliar

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Oeiras: Comunicado à População sobre o Fim da Recolha Porta-a-Porta

FIM DA RECOLHA PORTA-A-PORTA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS RECICLÁVEIS


Caro(a) Munícipe,
A Câmara Municipal de Oeiras vai deixar de fazer a recolha porta-a-porta dos resíduos sólidos recicláveis ou seja, dos resíduos de embalagem (papel, cartão, embalagens e metal).
Esta medida tem por base a suspensão do n.º 1 do Artº 16º do Regulamento Municipal de Resíduos, que impunha para as construções, ampliações ou remodelações de edifícios a existência de um compartimento para armazenamento colectivo dos recipi-entes normalizados para a deposição de resíduos urbanos, as denominadas “casas do lixo”. Esta suspensão foi aprovada pela Assembleia Municipal de Oeiras, no dia 8 de Março de 2010.
Refira-se, no entanto, que:
- Não haverá qualquer alteração ao nível da recolha dos resíduos urbanos (matéria não reciclável tal como restos de comida, matéria vegetal, etc…);
- A recolha porta-a-porta em escolas, no comércio e nas empresas irá continuar, uma vez que nestas entidades já é efectuada a total separação dos lixos;
- Esta tomada de decisão da autarquia só será efectivamente ocializada após o garante do reforço da contentorização em todo o concelho.
A base desta medida camarária tem por génese a necessidade de fomentar junto dos munícipes a deposição dos resíduos de embalagem já devidamente separados, preferencialmente na grande contentorização enterrada, designada por ilhas ecológicas ou moloks. O objectivo é terminar com a mistura de todos os resíduos de embalagem num único contentor ou saco, tal como era prática até agora em alguns locais deste concelho.
De facto, esta facilidade proporcionada pela autarquia aos munícipes revelou-se prejudicial na sua posterior triagem no universo da Tratolixo (entidade gestora dos resíduos produzidos no concelho, que recepciona também os RSU – Resíduos Sólidos Urbanos dos municípios de Cascais, de Sintra e de Mafra), já que a mistura de resíduos de embalagens se tem vindo a revelar cada vez mais inecaz no que concerne à sua posterior valorização. A quantidade de resíduos não contaminados nesta mistura, passíveis de valorização após triagem, começou a revelar-se escassa face às metas estabelecidas e aos custos inerentes a essa triagem, tendo por consequên-cia a recusa da sua recepção por parte das entidades retomadoras, devido à não-conformidade dos níveis de contaminação aceitáveis das cargas. Rera-se que, no universo Tratolixo, Oeiras era o único município que promovia a recolha misturada de resíduos de embalagens.
Desta forma, concluiu-se que a deposição de resíduos recicláveis devidamente separados na fonte traduz-se numa melhoria substancial da quantidade e da qualidade dos mesmos, aumentando a percentagem de cargas aproveitadas para valorização, visando alcançar as metas superiormente estabelecidas, quer no contexto nacional, quer comunitário. Esta medida permitirá a reorganização de todo o sistema de recolha selectiva, visando sempre a melhoria e a eciência da quantidade de matéria reciclável valorizável e não contaminada. Dá-se, assim, prosseguimento à Política Ambiental do Município, numa perspectiva de melhora-mento dos resultados alcançados com a quantidade de matéria reciclável produzida e entregue pela autarquia, passível de valorização efectiva.
O objectivo é a valorização ambiental, como é apanágio a história da recolha selectiva do concelho, que remonta a 1993, quando o Município foi pioneiro a nível nacional na introdução da recolha selectiva de vidros de embalagem, vulgo vidrões. Recorde-se que, em 1994, através de um projecto piloto, este Município começou a efectuar a recolha selectiva porta-a-porta de papel, de cartão, de embalagens e de metal, para a qual criou, em Vila Fria, uma unidade de triagem que lhe valeu o Prémio Nacional do Ambiente na área das autarquias.
Em 1997, este tipo de recolha selectiva foi alargado a todo o concelho com uma recolha semanal e, em 2000, passou a duas recolhas semanais, o que levou à atribuição do galardão PLASTVAL atribuído pela Sociedade Ponto Verde ao Município de Oeiras, pelo facto desta ser a autarquia que maior quantidade de plástico por habitante enviava para reciclagem. Esta contínua política de promoção da recolha selectiva e posterior valorização valeu ao Município, entre 2001 e 2003, o Prémio Cidades Limpas e, em 2005 e 2006, o galardão ECO XXI, atribuído pela ABAE.
Queremos manter-nos na vanguarda no âmbito ambiental. Queremos contribuir para um melhor Ambiente para todos.
Sabemos que os Munícipes de Oeiras vão colaborar. Contamos consigo!

O Presidente
Isaltino Morais
Oeiras, Março de 2010

(Este documento começou a ser distribuído hoje, dia 5 de Abril)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Oeiras: PS lança petição para que continue a ser obrigatória a construção de "casas do lixo" no concelho

Oeiras, Lisboa, 05 fev (Lusa)


O PS Oeiras lançou uma petição para que continue a ser obrigatória a construção das "casas do lixo" no concelho, salientando as vantagens da recolha seletiva porta a porta, depois da autarquia ter aprovado o final desta regulamentação.


Casa do lixo é a denominação usada para o armazenamento coletivo dos recipientes normalizados para a deposição de resíduos urbanos.

Em declarações à agência Lusa, a deputada municipal do PS Alexandre Moura explicou hoje que "a Câmara de Oeiras aprovou uma deliberação que retira a obrigatoriedade de construir as casas do lixo nos novos edifícios", considerando que "é prejudicial para a recolha seletivo do lixo" no concelho.


A medida, aprovada pelo movimento Isaltino, Oeiras Mais à Frente (que lidera a autarquia) e pelo PSD, com os votos contra dos vereadores socialistas e da CDU, elimina a regra, anteriormente prevista, de que "os projetos de construção, ampliação ou remodelação de edifícios prevejam a existência de um compartimento para armazenamento coletivo dos recipientes normalizados para a deposição de resíduos urbanos" - as chamadas casas do lixo.

Contra esta deliberação, a concelhia do PS lançou uma petição pública pedindo a sua "revogação (…) e substituição por regulamentação que garanta a recolha porta a porta nas zonas onde as habitações o permitam, bem como, o alargamento às zonas do concelho onde se verifique ser ambientalmente vantajoso", lê-se no documento.


Alexandra Moura disse que o PS "não pretende que a recolha porta a porta decorra no concelho todo, porque tem a ver também com a tipologia das ruas e das casas, mas nas zonas a urbanizar tem de ser mantido".

A petição salienta ainda vantagens do sistema de recolha porta a porta: "Eliminação dos custos de lavagem dos ecopontos, dos depósitos clandestinos junto aos ecopontos, da necessidade de deslocação dos munícipes, dos impactos negativos ao nível da mobilidade, bem como uma maior quantidade per capita de resíduos recolhidos, diminui a contaminação por lixos recolhidos (por mistura)".


A deliberação aguarda agora aprovação na Assembleia Municipal, que deverá acontecer ou no fim de fevereiro ou no início de março.
SYP.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/fim.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Coisas de Linda-a-velha (11)


Rua Bernardo Santareno, uma questão de competência.

A quem compete a limpeza de uma estreita zona entre a área arborizada paralela ao passeio e o gradeamento da Mata do Jamor?











Do lado oposto da rua o Jardim Bernardo Santareno, de aspecto bem cuidado, contrasta com o lixo acumulado entre os canteiros e o gradeamento.
Em anos anteriores a zona foi limpa por 'equipas de jovens dos tempos livres de verão' o que já não sucedeu este ano.
Ontem, passado mais de um mês sobre a data das fotos, o local ainda permanece por limpar.




Fotos: © IM (em 2 de Setembro 2008)

domingo, 29 de junho de 2008

mais à frente?

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Ontem, sábado, 28 Junho 2008, ao passar na Praceta Infante Dom Fernando, na Medrosa, pelas 19h11, deparei-me com este panorama:

- CLIQUE PARA AMPLIAR -

Não me demorei a observar com atenção o lixo, porque estava apressado.
Mas creio-o desnecessário porque a fotografia fala por si,
Nota-se claramente a presença de mobiliário e caixotes.
O contentor de lixo, creio que pertence a uma das moradias que ali tem um portão para o jardim e faz através dele a deposição do lixo doméstico.
Recordo que ontem foi sábado e não há recolha de lixos desta natureza (móveis), que eu saiba. A menos que eu esteja enganado...

Este problema é recorrente naquela praceta, a qual faz um recanto em ângulo recto - o local visível na imagem - não sendo possível ter visibilidade sobre ele a partir de outras artérias, da Av. das Descobertas que lhe permite o acesso automóvel ou da Praceta Conde de Atouguia que lhe acede através duma escadaria e está numa cota mais baixa.
Por este facto algumas pessoas aproveitam a falta de visibilidade para transformar o local numa montureira para todo o género de lixos, desde os domésticos aos resultantes do desbaste de quintais e ajardinados.
Há quem afiance, afirmando que o testemunhou, que algumas dessas pessoas são moradores das vivendas mais próximas.


Moradores conscienciosos e preocupados com a saúde pública têm por diversas vezes, em situações destas, feito apelo às autoridades competentes, nomeadamente à CMO, que sempre fizeram ouvidos de mercador, e os lixos permanecem ali por vezes durante semanas e semanas, espalhados pelos ventos, infestados pelos ratos e outra bicharada.

A praceta é pouco frequentada, sendo-o sobretudo por crianças que a utilizam para andar de bicicleta e jogar à bola. Serve também de atalho na ligação entre a Avenida das Descobertas e a Praceta Conde de Atouguia, que por sua vez dá acesso às Ruas Dona Filipa de Lencastre e Infante Santo.

Um caso 'exemplar' de falta de sentido cívico em Oeiras.


imagem: © josé antónio / comunicação visual
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Correio dos Leitores


AINDA SOBRE OS LIXOS EM ALGÉS

A zona assinalada na foto é uma vergonha: permanentemente lixo a céu aberto.
E não é caso único, como este há, infelizmente muitos mais.

Razões?:

1-Ou aumentaram os moradores (pouco provável);
2-Ou aumentou a sua falta de civismo;
3-Ou não é feita recolha com a frequência necessária;
4-Ou é tudo junto.

Tente-se uma solução que parece óbvia:

a- Coloque-se mais um contentor de lixo e um papelão;

Se isso ainda for insuficiente, então:

b- Aumente-se a frequência de recolhas.

E aguardemos os resultados.

F.L.R.


sábado, 5 de janeiro de 2008

Lisboa, Menina e Moça...

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Esta 'gaita' é contagiosa... ai é, é !


04 JAN 2008, 14:39h.
Trav. da Queimada, Bairro Alto, Lisboa

imagem: © josé antónio / comunicação visual - CLIQUE PARA AMPLIAR
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