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sábado, 7 de junho de 2014
sábado, 5 de maio de 2012
Iniciativa "Linda-a-Velha Saudável"
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Linda-a-Velha Saudável
Rastreio Auditivo
Numa parceria entre a Junta de Freguesia e a Empresa Acústica Médica, a acção decorrerá no próximo dia 1 de Junho, na Casa Alexandre de Gusmão (largo do mercado).
Todos os fregueses de Linda-a-Velha, com mais de 55 anos de idade, têm assim a oportunidade de, gratuitamente, fazerem um exame ao seu aparelho auditivo.
Horário: 09.30h - 12.30h / 14.00h – 17.30h
Via JFLaV
segunda-feira, 7 de março de 2011
63 mil abortos custam 100 milhões ao Estado - Portugal - DN
As mulheres trabalhadoras que abortam recebem 100 por cento do subsídio social, enquanto uma mãe que está de baixa para dar assistência ao filho só recebe 65 por cento do salário.
sábado, 30 de outubro de 2010
'Hora de Inverno' não é boa para a saúde e para o ambiente - Sol
29 de Outubro, 2010
Retirar uma hora de luz aos dias é mau para a saúde e gasta mais energia, o que aumenta a poluição. De acordo com estudos recentes, acabar com a da mudança para a 'hora de Inverno' traria saúde e benefícios ambientais, principalmente nas áreas mais a norte do planeta.
Em vários países na Europa, Estados Unidos, Canadá e em certas zonas do Médio Oriente marca-se o início do tempo frio atrasando os relógios uma hora.
Normalmente entre o final de Outubro e o início de Novembro os cidadãos destes países perdem uma hora de luz ao fim da tarde para ganharem alguma luz pela manhã.
Mas, segundo os especialistas, há razões de sobra para mudar este costume.
Descobriu-se recentemente que a escuridão dos finais de tarde é mais prejudicial do que a da manhã. Por um lado porque é necessária mais energia para a iluminar e, por outro, porque a ausência de luz natural coloca limites às actividades ao ar livre e empurra as pessoas para casa mais cedo.
Assim, deixar os relógios em paz à medida que o Inverno se aproxima permitira beneficiar de mais luz natural e aumentaria os níveis de vitamina D. A ausência da chamada «vitamina do sol», da qual quase metade da população mundial tem níveis baixos, pode causar raquitismo e aumentar a susceptibilidade a doenças auto-imunes.
Da mesma forma, doenças como a diabetes e a obesidade sofreriam provavelmente um decréscimo, já que finais de tarde iluminados seriam mais aprazíveis à prática de exercício físico, avança a agência Reuters.
Quando em Inglaterra já se discute no Parlamente um diploma acerca deste tema, Mayer Hillman, do Instituto de Política da Grã-Bretanha, diz que «é raro encontrar um meio de melhorar a saúde e o bem-estar de toda a população sem nenhum custo».
sábado, 18 de setembro de 2010
Análises de rotina vão acabar
Ministério quer poupar 13 milhões de euros por ano nos meios de diagnóstico
Pedir ao médico de família para fazer análises de rotina para saber como estão os níveis do colesterol, anemia, diabetes ou pedir uma TAC (tomografia axial computorizada) ou um raio-x porque se sente uma dor são situações com os dias contados.
(...)
domingo, 4 de julho de 2010
Assim vai Portugal (2)
00h30m
Urgências fechadas, serviços encerrados, medicamentos trocados, atrasos, queixas, suspeitas... É esta a imagem transmitida, cada vez mais, pelos nossos hospitais. De quem é a culpa? Dos cortes orçamentais do Estado? Dos médicos? Das administrações? Ou de todos?
(...)
sábado, 26 de junho de 2010
CDS propõe obrigatoriedade da prescrição de medicamentos por substância activa
Nacional
CDS propõe obrigatoriedade da prescrição de medicamentos por substância activa
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Assim vai a Socratilândia
As urgências de pediatria dos hospiatis de Setúbal e do Barreiro vão passar a estar encerradas à noite durante 3 meses. Entre 15 de Junho e 15 de Setembro fecham à meia noite e só reabrem às nove da manhã.
Nota: Eu escrevo "Garcia de Orta" mas o articulista lá terá as suas razões.
sábado, 17 de abril de 2010
Sócrates dá reprimenda a ministra Ana Jorge
Saúde
Ana Jorge – que revelou, numa entrevista à SIC na semana passada, ser muito difícil implementar determinada medida – recebeu, no dia seguinte à entrevista, um telefonema do primeiro-ministro, que lhe relembrou que a unidose está no Programa do Governo e exigiu o cumprimento da promessa, sem hesitações
***
E se ligássemos para o primeiro-ministro e exigíssemos o cumprimento - sem hesitações - das promessas eleitorais constantes dos programas do PS?
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Governo corta apoio a remédios
terça-feira, 10 de março de 2009
CSO - actualização
Em 30 de Janeiro último publiquei aqui, sob o título "que se passa no Centro de Saúde de Oeiras?!", o relato dum caso desagradável de atendimento ocorrido no Centro de Saúde de Oeiras.
Na sequência dessa peça, em 4 de Fevereiro enviei um email ao exmo. sr. Director do referido Centro, relatando o acontecimento e pedindo que me fosse dada uma explicação para o sucedido.
Venho comunicar que, passado mais de um mês, não recebi qualquer email a dar-me as requeridas e justas explicações, nem sequer uma mensagem a acusar a recepção do meu email (que não foi devolvido pelo sistema).
imagem © josé antónio - comunicação visual
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
que se passa no Centro de Saúde de Oeiras?!
Ainda há pouco tempo elogiei aqui o bom atendimento de que fui alvo no Centro de Saúde de Paço de Arcos, extensão do Centro de Saúde de Oeiras, sendo este aquele ao qual habitualmente recorro quando necessito. Naquele dia, pelos motivos expostos, tive que ir a Paço de Arcos.
Se o atendimento em Paço de Arcos foi bom e rápido, o atendimento, se assim se pode designar, de que ontem à tarde, quinta-feira 29, fui o personagem principal no Centro de Saúde de Oeiras, adquire contornos, para dizer o mínimo, absolutamente irreais e kafkianos. Mas infelizmente, para mal dos meus pecados, e dos doutros doentes, foi bem real.
Passo ao relato dos factos:
Cheguei ao Centro de Saúde de Oeiras, sito na Avenida Salvador Allende, cerca das 15h45 e dirigi-me ao balcão de marcação de consultas onde nem esperei muito para ser atendido.
Eu pretendia uma consulta para mostrar exames que tinha efectuado por indicação de outro médico (o de Paço de Arcos), para obter um diagnóstico do meu problema e simultaneamente receituário adequado.
Não tenho médico de família. O que eu tinha já se reformou e eu deixei de ter médico (esta é mais uma estória que não compreendo; foi por portas travessas que soube disto). Sou aquilo a que na gíria dos serviços chamam doente sem médico.
A assistência, quando necessária, é feita nas consultas de reforço, por médicos escalados para atenderem estes doentes.
No balcão de marcação, disse ao que ia, entreguei o cartão de utente e entregaram-me duas folhas de papel dizendo que eram para entregar ao médico, uma tal dra. X (cujo nome retive), conforme nos impressos li posteriormente, a qual seria a médica a atender-me, tendo eu o n.º de ordem 06. Disseram-me ainda que fosse para a sala de espera aguardar que a médica me chamasse. Assim fiz, obdientemente.
Não estava muita gente na sala, mas nunca fiando...
Sentei-me à espera enquanto observava o movimento de doentes que apareciam, entravam, saiam e iam embora, e reflectia sobre os comentários que alguns doentes faziam, a propósito do serviço, para tentar compreender o mesmo, visto que sou daqueles doentes que passam anos sem ir ali e cada vez que lá vou as coisas estão diferentes - por diferentes refiro-me ao decor, porque o serviço é igual a si próprio...
O tempo foi passando e é claro que acabei por entabular conversa com algumas pessoas, sobretudo a respeito da confusão dos serviços, sobre os desenfianços dalguns doentes, que não vão para a sala de espera, que entram pela porta do cavalo e que se plantam no corredor em frente à porta do gabinete do médico, para entrarem assim que sai quem lá está a ser consultado, passando com este estratagema à frente de doentes que estão civilizadamente a aguardar vez na sala, e, claro, o sempre presente tema da morosidade no atendimento.
Uma das pessoas presente disse que já lá estava desde as 13h30! Isto seriam umas 18h00... E confidenciou-nos ainda que um determinado médico ficava com a chave do Centro (!?) e que um certo doente que ela dizia conhecer já tinha saído de lá às 4h da madrugada...!!
Imagine-se como fiquei estarrecido, com estas revelações, convencido que não sairia dali ontem...
Entretanto as horas continuavam a passar vagarosas, como sempre acontece nestes contextos.
Os doentes iam 'desaparecendo' e a sala esvaziava-se lentamente. Eu esperava. Quando estávamos perto das 19h00, e estávamos apenas 4 pessoas à espera, interpelei-as para saber se alguma delas estaria para a mesma médica que eu e qual o n.º de ordem, para eu conhecer a minha posição e ter uma noção se ainda iria esperar muito.
Estranhamente as outras pessoas estavam para outra médica. Eu era o único para a dra. X. Mais ainda, e isto era deveras estranho, há muito tempo, como todos constatámos e confirmámos entre nós, há muito dizia que ninguém era chamado.
Decidi então interpelar o vigilante que por ali deambulava no seu serviço, questionando-o sobre a citada médica, que eu desconheço, e qual o gabinete dela.
Ele achou muito estranha a minha situação, dizendo-me que achava que ela já se tinha ido embora...
Disse-me para o acompanhar, e levou-me ao balcão de marcações, onde confirmaram que a dra. X efectivamente já tinha saído! E estranharam eu não ter sido chamado...
Perguntei se alguma das médicas que ainda lá estavam me poderia atender, para aproveitar as horas que já tinha dispendido ali, mas a resposta foi negativa pois, segundo disseram, a dra. X era a única neste dia a fazer o atendimento dos tais doentes sem médico e mais nenhum médico o podia fazer.
A referência que fiz às minhas deficiências visuais e motoras, num grau de 79% de incapacidade permanente, e à minha doença crónica, a epilepsia, em nada alteraram a resposta.
Não compreendiam o que tinha acontecido nem porquê e não havia nada a fazer.
Sugeriram-me que voltasse amanhã de manhã (hoje), para uma consulta do mesmo tipo. Vou pensar no caso...
Eram umas 19h05 quando saí do Centro e me vim embora.
Em resumo:
A MÉDICA FOI-SE EMBORA
sem me consultar!!
Enfim, alguma razão, que me escapa, existirá para o ocorrido. Ou várias, conjugadas.
Julgo que seria tão só uma questão de bom senso da parte da médica, de qualquer um ou uma, antes de fechar o escritório, de dar o serviço por terminado e ir embora, ir à sala de espera perguntar se havia mais algum doente para ela... Não é inédito, já vi acontecer.
Em especial tendo em conta o caos que parece reinar na articulação entre marcação e consulta, mais os outros problemas que referi, e que não garantem que não tenha ficado alguém esquecido na sala.
Arrependo-me, sim. Arrependo-me é de não ter pedido o Livro Amarelo!
Infelizmente, tal ideia só me ocorreu quando já estava a caminho de casa. Estava cansado, stressado e dorido do corpo. Só me apetecia chegar a casa e descansar. Claro, já não ia voltar para trás.
Talvez amanhã, se lá for, ainda faça a reclamação. É permitido fazê-la no dia posterior ao acontecimento, como se sabe.
Para já deixo aqui, para todos lerem, a denúncia deste caso lamentável que julgo deveria fazer reflectir os responsáveis.
José António Lourenço Martins Baptista
utente 376604175
fotografia 06-10-2006, 16h21 © josé antónio • comunicação visual
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terça-feira, 6 de janeiro de 2009
AVISO - Centro de Saúde de Oeiras
O Centro de Saúde de Oeiras, sito na Avenida Salvador Allende - Freguesia de Oeiras e São Julião da Barra -, está FECHADO (completamente INOP, em gíria militar).
Segundo um vigilante de serviço no local, o inconveniente facto deve-se a um incêndio provocado por um curto-ciruito, ocorrido ontem. Ainda segundo a mesma fonte, a previsão de reabertura aponta para a próxima 5.ª feira, dia 8.
Os doentes assistidos no mencionado centro estão a ser encaminhados para a Extensão/Centro de Saúde de Paço de Arcos.
Hoje houve transporte gratuito, garantido pelos Bombeiros, com um mini-bus, a fazer viagens entre os dois centros (de 30 em 30 minutos). Desconheço se esta facilidade se irá manter, mas faz todo o sentido que sim.
Sei deste acontecimento porque tive que recorrer a assistência médica e fui uma das 'vítimas'. Deixo aqui publicamente uma palavra de APREÇO pela forma expedita, simpática e competente com que fui atendido por todos os envolvidos, vigilantes, bombeiro, empregados, médica, nomeadamente no Centro de Saúde de Paço de Arcos. Confesso que não esperava. Mea Culpa...
fotografia: 06-01-09, 15h.53
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domingo, 29 de junho de 2008
mais à frente?
Ontem, sábado, 28 Junho 2008, ao passar na Praceta Infante Dom Fernando, na Medrosa, pelas 19h11, deparei-me com este panorama:
Não me demorei a observar com atenção o lixo, porque estava apressado.
Mas creio-o desnecessário porque a fotografia fala por si,
Nota-se claramente a presença de mobiliário e caixotes.
O contentor de lixo, creio que pertence a uma das moradias que ali tem um portão para o jardim e faz através dele a deposição do lixo doméstico.
Recordo que ontem foi sábado e não há recolha de lixos desta natureza (móveis), que eu saiba. A menos que eu esteja enganado...
Este problema é recorrente naquela praceta, a qual faz um recanto em ângulo recto - o local visível na imagem - não sendo possível ter visibilidade sobre ele a partir de outras artérias, da Av. das Descobertas que lhe permite o acesso automóvel ou da Praceta Conde de Atouguia que lhe acede através duma escadaria e está numa cota mais baixa.
Por este facto algumas pessoas aproveitam a falta de visibilidade para transformar o local numa montureira para todo o género de lixos, desde os domésticos aos resultantes do desbaste de quintais e ajardinados.
Há quem afiance, afirmando que o testemunhou, que algumas dessas pessoas são moradores das vivendas mais próximas.
Moradores conscienciosos e preocupados com a saúde pública têm por diversas vezes, em situações destas, feito apelo às autoridades competentes, nomeadamente à CMO, que sempre fizeram ouvidos de mercador, e os lixos permanecem ali por vezes durante semanas e semanas, espalhados pelos ventos, infestados pelos ratos e outra bicharada.
A praceta é pouco frequentada, sendo-o sobretudo por crianças que a utilizam para andar de bicicleta e jogar à bola. Serve também de atalho na ligação entre a Avenida das Descobertas e a Praceta Conde de Atouguia, que por sua vez dá acesso às Ruas Dona Filipa de Lencastre e Infante Santo.
Um caso 'exemplar' de falta de sentido cívico em Oeiras.
imagem: © josé antónio / comunicação visual
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quinta-feira, 5 de junho de 2008
Qualidade das águas
A autarquia de Oeiras diz que Paço de Arcos e Santo Amaro são apenas areais e não praiasO Ministério do Ambiente considera que, devido à má qualidade das águas, as praias de Santo Amaro (a mais frequentada do concelho de Oeiras e uma das que registam maiores enchentes na área de Lisboa) e a de Paço de Arcos constituem um perigo para os banhistas. Isaltino Morais rejeita responsabilidades.Numa nota por escrito em resposta a questões do PÚBLICO, o gabinete do ministro do Ambiente, Nunes Correia, não poupa acusações. "Infelizmente ainda não se vêem resultados consolidados de quaisquer esforços que tenham sido desenvolvidos pela CM de Oeiras no sentido de resolver os problemas de saneamento do seu concelho. Actualmente continuam a chegar àquelas águas [das praias], através das ribeiras, águas residuais [esgoto] não tratadas ou tratadas deficientemente." Devido a estes focos de contaminação, "as águas de Santo Amaro de Oeiras e de Paço de Arcos não têm tido qualidade compatível com a prática balnear". Esta situação faz com que "seja elevado o risco de violarem a norma de qualidade" e, "sempre que se viola a norma de qualidade, o risco dos banhistas contraírem infecções aumenta". »»»
segunda-feira, 26 de maio de 2008
domingo, 3 de fevereiro de 2008
vá, relaxe!
É imperativo que não se passe a vida tenso e stressado, sempre preocupado e a pensar em problemas e nas agruras da vida.
Tal é uma porta aberta para as doenças cardiovasculares.
Temos que relaxar e repousar um pouco de vez em quando. Descansar.
Simplesmente recostar para trás na cadeira e apreciar a paisagem.
Por isso, porque aqui nos preocupamos com a saúde de todos, decidimos produzir uma pequena 'obra-prima' :) para oferecer aos leitores do Oeiras Local.
Disfrute e RELAXE.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Preço do leite sobe 15,6% em Fevereiro
O preço do leite vai subir mais de dez cêntimos por litro já a partir do mês de Fevereiro. Atendendo a que o preço das marcas mais consumidas, como a Agros, a Mimosa e a Gresso, tem rondado nos últimos tempos os 64 cêntimos por litro, o aumento esperado atinge os 15,6%, refere o jornal Correio da Manhã esta quinta-feira.
Trata-se de um aumento superior ao anunciado no início do ano e que é influenciado pela diminuição do efectivo pecuário e dos produtores que, cada vez mais, trocam a pastagem pela produção de cereais destinados aos biocombustíveis.
Aliás, explica o CM, a ruptura de stocks que se tem verificado nas últimas duas semanas em praticamente todas as grandes superfícies portuguesas, com o leite distribuído pela Lactogal esgotado vários dias seguidos, indicia aumento de preços a curto prazo.
«A questão é simples. Quem distribui não tem interesse em colocar leite nas prateleiras dos supermercados nesta altura, sabendo que o pode vender a mais dez cêntimos o litro daqui por duas semanas», disse um distribuidor, referindo que «dez cêntimos por litro representa muitos milhões ganhos assim de uma hora para a outra».
24-01-2008 8:10:39
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sábado, 19 de janeiro de 2008
cinismo

Até onde irá o cinismo do país que mais polui o mundo, matando-nos a todos, e que continua sem ratificar o PROTOCOLO DE QUIOTO!?
Los Angeles, Califórnia, 18 Jan - Uma cidade da Califórnia anunciou quinta-feira a aprovação de um regulamento que interdita, a prazo, o consumo de tabaco em 80 por cento dos apartamentos do mercado de aluguer.
Os eleitos de Calabasas, cidade de 25.000 habitantes a 50 quilómetros a Noroeste de Los Angeles e que se qualifica a si própria de «cidade sem fumo», votaram esta medida quarta-feira à noite em conselho municipal. O regulamento prevê que até 2012, 80 por cento dos apartamentos para alugar sejam para não fumadores.
Calabasas votou em 2006 a proibição de fumar em locais passíveis de prejudicar outras pessoas, medida que foi acompanhada pela criação de zonas de fumadores ao ar livre.
Diário Digital / Lusa 18-01-2008 7:07:00
in DIÁRIO DIGITAL
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