terça-feira, 29 de março de 2011

Transportes

A rede de transportes que serve Oeiras, não é tão abrangente como seria necessário não tendo acompanhado o aumento dos novos aglomerados habitacionais. As populações reclamam mas os resultados têm sido quase nulos e nem o Combus, apesar de alguns ajustamentos, resolve este problema continuando a sua frequência espaçada de hora a hora e terminando às 18h30. As carreiras da Vimeca nunca mais se ajustam às reais necessidades deixando muitas pessoas sem modo de se deslocar senão com carro. Por outro lado as tarifas praticadas são elevadas e não são integradas, em alguns casos, nos passes sociais e nem o Combus parece fugir aos aumentos. Os comboios da Linha de Cascais também estão a sofrer “ajustamentos” encurtando horários e transferindo serviços para máquinas dificultando a sua utilização.

O carro eléctrico 15 que servia a Cruz-Quebrada/Dafundo foi substituído pela carreira da Carris 76 que liga Algés à Faculdade de Motricidade Humana mas neste mês de Março também sofreu alterações nos horários da primeira e última carreiras que deixarão de existir. Assim, quem utilizava este horário da madrugada vai ficar sem transporte.

Os “ajustamentos” feitos pelas transportadoras e a falta de carreiras estão a deixar as populações perplexas e até revoltadas por se sentirem abandonadas. E as reclamações não têm parado, esperando que os eleitos autárquicos as apoiem nestas justas reivindicações por transportes que sirvam as pessoas que moram e trabalham neste Município de Oeiras.



Maria Clotilde Moreira / Algés



Artigo publicado hoje no Correio dos Leitores do JO

sábado, 26 de março de 2011

Contra a energia nuclear

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Se é contra a energia nuclear assine e divulgue:


"Obama: No More Subsidies for Nuclear Energy!" petition at

A jogada de Socrates

A jogada de Socrates


Opinião

É óbvio: José Sócrates escolheu a trapalhada do anúncio do PEC 4 para continuar no controlo do tempo político. Agora a demissão. Depois a votação que o colocará de novo à frente do PS com uma maioria norte-coreana. Depois, ainda, a aclamação num congresso onde o clima pré-eleitoral decapitará qualquer tentativa de reflexão socialista. Finalmente, a campanha, seguida de legislativas. Sócrates acredita que pode ganhar.

Por: Octávio Ribeiro

Ora, mesmo um homem com a retina deslocada da realidade poderá estar convencido de nova vitória nas urnas? Pode.

É simples – com PEC 4 ou sem ele, Sócrates já sabia que o caos anunciado estava por meses. Talvez em Abril, talvez em Maio, a ajuda externa formal irá impor-se. Sócrates tem a mão sobre ‘o pote’. Só ele sabe o quanto está vazio. Incapaz de saciar clientela e Função Pública.

A forma inaceitável como no anúncio do PEC lidou com as regras da democracia, ignorando PS, PR, Governo e AR, teve o resultado esperado.

Na tarde do debate parlamentar, Sócrates pôde escrever e treinar a longa mensagem de demissão nos seus afinados telepontos, enquanto na casa da democracia se discutia o garrote do povo sem a sua exigível presença.

Mas neste combate final pela manutenção do poder pessoal, Sócrates conta com dois aliados inesperados à direita: o PSD aparece ainda desunido, com vozes dispostas a exercícios de raiva interna. E Portas bate-se já contra a inexorável dieta de votos.

Para chegar ao poder, Passos Coelho tem de descolar da imagem de um ‘Sócrates do PSD’.

Canil Municipal de Oeiras

Oeiras – A falta de vontade para mudar o que quer que seja, por pouco que seja!



sexta-feira, 25 de março de 2011

«Até novo PEC, não digo se há aumento de impostos»


Política

Passos Coelho diz que «ninguém se pode comprometer a não mexer na carga fiscal sem ter noção exacta da situação financeira» do país


(...)


A salvação está nas batatas

A próxima reforma da PAC está em discussão. Há cerca de vinte e cinco anos foram aceites e tomadas decisões que conduziram a um desequilíbrio grave que resumidamente se pode dizer que foi morta e enterrada a agricultura portuguesa. Aquelas opções liquidaram um número apreciável de explorações rentáveis reduzindo a superfície agrícola e o número de postos de trabalho e o País tornou-se um importador compulsivo aumentando a nossa divida externa. Esta política também contribuiu para a desertificação de muitos Municípios e o aumento da pobreza por falta de planos de escoamento do pouco que alguns teimaram em produzir.

Porém, as muitas reclamações e o finca pé de algumas estruturas em demonstrar os erros do passado, a consciencialização de que é necessário garantir o acesso a produtos nacionais com preços justos e a oportunidade de fixar as populações nas suas terras, criando-se postos de trabalho e reconhecendo-se o direito de organizar a produção de acordo com as necessidades, estão a obrigar a repensar novos caminhos para uma agricultura sustentável e sustentada que conduzirá a um independência alimentar.

Ao percorrermos a história de Portugal deparamos com muitas leis que tendiam à obrigação dos proprietários de cultivarem ou darem a cultivar as terras, mas pouco ou nada foi cumprido e as terras continuam abandonadas. Parece estar na hora de uma politica agrícola portuguesa. Eu tento comprar português, e vocês?



Maria Clotilde Moreira / Algés


Artigo publicado hoje nas Cartas à Directora do Público.

Em itálico a parte não publicada no jornal.


quinta-feira, 24 de março de 2011

Sem desculpas

Opinião

Sem desculpas

Portugal vive um Alcácer-Quibir financeiro, mas esse desastre não aconteceu ontem. Sócrates arranjou com o chumbo do PEC 4 uma desculpa para atribuir a outros o ónus do inevitável resgate externo, mas quem esteve ao leme do Governo nos últimos seis anos não pode culpar terceiros por erros e próprios.

Por: Armando Esteves Pereira, director-adjunto

É verdade que aconteceu em Setembro de 2008 uma grave crise económica mundial e que esse terramoto colocou a nu os crimes do BPN, que nos vão custar pelo menos 1,1% do PIB, ainda não contabilizados nas contas públicas.

É verdade também que a crise grega abriu uma caixa de Pandora sobre os países mais frágeis do euro que levou à desconfiança dos credores e à especulação sobre os juros, levando a taxas que o País não pode pagar.

A culpa do Governo foi não ter conseguido travar a espiral despesista do Estado, sem contrapartida para os contribuintes, cada vez mais pressionados. Sócrates seguiu uma política antiga: parte dos gastos do Estado foram escondidos debaixo do tapete, quer nos passivos das empresas públicas, quer nas ruinosas parcerias público-privadas.

O fim do dinheiro fácil e barato acabou com o Governo de Sócrates e deixa o País à beira da falência. A ressaca vai ser dolorosa e demorará anos. E custará ainda muitos PEC.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Escola Prof. José Augusto Lucas

Como já aqui nos referimos esta Escola Secundária de Linda a Velha tem tido falhas graves no preenchimento do quadro de pessoal não docente o que originou uma movimentação da Associação de Pais e Encarregados de Educação e a marcação de uma Assembleia para o passado dia 3. Resultante desta tomada de posição e dos contactos feitos pela Direcção da Escola, a DRELVT comunicou que estava atribuída à Escola a partir do 3º período, uma empresa especializada de limpeza, e entretanto a Escola estava autorizada a colmatar esta falta, por contratos de curta duração.

Também o Gabinete de Segurança do Ministério da Educação destacou um piquete de vigilância para colmatar insuficiências nesta área. Foi ainda garantido pelo Ministério o envio de um Técnico para uma vistoria às janelas que estão em risco de cair podendo pôr em causa a segurança dos alunos, docentes e outros.

Estes problemas do conhecimento dos responsáveis do Ministério e insistentemente lembrados pela Direcção da Escola só agora foram minimamente atendidos face à pressão da Associação e da Comunicação Social pelo que está já marcada nova Assembleia de Pais e Encarregados de Educação para o dia 7 de Abril. É com preocupação que continuamos a olhar o Ministério de Educação com desconfiança, pois não é só o desregulamento no tratamento dado ao corpo Docente das nossas Escolas mas até estas coisas pequenas de limpeza e segurança dos nossos Filhos e Netos estão negligenciadas.




Artigo publicado no Correio dos Leitores do JO de ontem.

A FAZER A TROUXA...

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Zezé Sapatilha - Recuerdo de 1986

segunda-feira, 21 de março de 2011

17 – Algés – 2011

Av. Bombeiros – Árvores



2014 – Algés – 2010

E ficamos à espera da replantação, dizia eu. Mas vamos ficar muito tempo e já não deve ser nesta minha encarnação que verei as novas árvores. É que os restos das árvores estão a ficar bem aparados,



as pedras à volta são retiradas, ficam um tempo em monte e o sítio da árvores é cuidadosamente apagado.



Dentro de pouco tempo, o sítio das árvores será só uma memória ou as fotos deste blogue.

Mas, entretanto, hoje que é Dia da Árvore e da Floresta a C. M. Oeiras está a promover – e muito bem - comemorações conforme se pode ler no seu site só que não é para Algés nem para repor as que ao longo dos anos têm sido retiradas, embora já tenha sido afirmado “.. Prevê-se que até 2017 o património arbóreo concelhio seja constituído por 170 mil exemplares”. Pode ser que nos calhe algum exemplar.


CMO

OEIRAS Sindical: Nova contratação milionária: o amiguismo continua

OEIRAS Sindical: Nova contratação milionária: o amiguismo continua:


"Denunciamos no dia de ontem o amiguismo que impera na Câmara Municipal de Oeiras. Por tudo e por nada se faz um contrato de avença, utilizan..."

Dia da Poesia, da Árvore e das Flores

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Eu queria que o tempo tivesse parado

Naquela tarde sossegada

Junto ao mar

Quando fazíamos projectos do futuro.

Mas o tempo não parou

E o mar soltou-se em ondas,

salpicou os nossos pés

e fugimos deixando correr os dias.



Eu queria que o tempo tivesse parado

Naquela tarde

Mas fomos enredados em acontecimentos

Sucessões de anos

Coisas novas, coisas boas.

Risos e descobertas e também lágrimas.



Eu queria que o tempo tivesse parado naquela tarde

… agora só recordações.



Maria Clotilde Moreira

domingo, 20 de março de 2011

OEIRAS Sindical: Nomeação de Coordenador do Serviço de Protecção Civil

OEIRAS Sindical: Nomeação de Coordenador do Serviço de Protecção Civil:


"A Câmara Municipal de Oeiras celebrou no dia 6 de Dezembro de 2010, com Carlos Jaime Fonseca Santos um contrato de prestação de serviços par..."

Clique para ver o contrato

sexta-feira, 18 de março de 2011

Museu Nacional do Azulejo - Madre de Deus



Curso de Cerâmica da China - 5 de Abril a 31 de Maio - MNAz

Escola Professor José Augusto Lucas - Linda-a-Velha


Quarta-feira 2 de Março de 2011

Alguma esperança no resultado da movimentação de Pais, Encarregados de Educação conforme comunicado de 15 do corrente






Clique na imagem para ampliar

quinta-feira, 17 de março de 2011

Um Governo preocupado com Oeiras


Têm iate? Então leiam com atenção o artº. 29º. do Cap. II da Portaria 117-A de 8 de Fevereiro de 2008

http://www.dgaiec.min-financas.pt/NR/rdonlyres/FDD31E61-0700-40A0-BFB6-9A162CB969DF/0/Portaria_117_a_2008_Isencoes_ISP.pdf

Dizem que o preço do gasóleo praticado ajuda o Turismo e traz receitas importantes para o nosso País.

E o Golfe? O IVA também não sobe, o que vai permitir continuar a receber receitas destes desporto.

Com estas decisões o Governo está a contribuir para a continuação do nosso Município de Oeiras no topo dos destinos de luxo. E o nosso Executivo não brinca em serviço. É por estas razões que continuam a apostar em mais marinas e campos de Golfe.

O golpe perfeito

O golpe perfeito

Por: António Ribeiro Ferreira

terça-feira, 15 de março de 2011

Algés – de Vila a Bairro

Num suplemento de fim de semana de um Jornal diário é-nos apresentado um mega projecto para 10 a 20 anos, que enunciando querer trazer a praia para a zona urbana da Vila de Algés, pega até em ideias já referidas há anos por algumas pessoas que pretendiam dar ares de inovação.

Lá vem referida a tal regularização da ribeira que continua adiada, a linha de eléctrico ligeiro (que já foi também chamado de metro de superfície) na Av. dos Bombeiros, e um arranha céus com vista sobre a foz do Tejo; a transferência do S. A. Dafundo e o aproveitamento do actual espaço, tão cobiçado, para escritórios (referem que lá ficaria um “quartinho” perpetuando esta memória). Os acessos viários e pedonais aos terrenos junto ao mar têm sido apenas miragens não se prevendo a sua concretização e, portanto a transferência deste clube será para entreter. Também não esquecem o actual Mercado desenhando-se uma valência comercial, etc. É interessante ver os apoios e as incriminações às entidades por não ligarem já a estas propostas.

Realmente Algés tem uma localização e densidade populacional importantes mas também é verdade que continua a existir um número apreciável de fogos novos por ocupar bem como espaços para escritório vazios (não sendo previsível que a natalidade aumente exponencialmente nem que haja uma invasão de visigodos vai ser difícil ocupar todos este imobiliário edificado)

É também de referir o número de edifícios abandonados e a degradarem-se sem que se veja qualquer actuação concreta em travar este desconsolo principalmente no centro desta Vila. Também o número de lojas fechadas não ajudam a aceitar a vertente comercial para o Mercado. Estes “suspiros” de inovação vêm recordar as tais 22 vivendas de luxo (mais 44 carros) para a Rua Mestre Avis e os problemas do escoamento de trânsito na Rua João Chagas.

E se começassem por apostar na manutenção e reabilitação e reaproveitamento do edificado?



Maria Clotilde Moreira / Algés



in Correio dos Leitores do JO desta data

16 – Algés – 2011

O Milagre



QUINTA-FEIRA, FEVEREIRO 17, 2011
11 – Algés – 2011


O tal abrigo na Av. dos Bombeiros, em Algés que diz Carnaxide



Imaginem que na paragem estava lá afixado informação que afinal é Algés.





Agora “acreditamos” que esta paragem de autocarro da Carris fica nesta Freguesia.