
Um ponto de encontro. Um espaço de cultura. Um local onde falamos do concelho de Oeiras, de Portugal e do Mundo.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Quiz de Verão IV - Isabel Meirelles e o debate na TVI24

A PIADA DO DIA
Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Cinema no "OL""
Olhe, se eu pertencesse à antiga P.I.D.E., pode crer que calava-lhe a boca para sempre, Isabelinha.
Seja moderada.
Feche-me essa boca, e não meta mesmo o foice em seara alheia.
É assim que o blogue OL, cresce.
Vá trabalhar que o seu mal é não fazer nenhum e viver à custa do partidinho.
Publicada por Anónimo em OEIRAS LOCAL a 8 de Setembro de 2009 17:49
LEGISLATIVAS
Percorreram algumas ruas da baixa de Algés, seguindo depois para Tercena estando a tarde reservada para a Outurela.
Quiz de Verão III
Trabalho útil para Oeiras
Nestes tempos em que muitos já começaram a andar em campanha autárquica, quase todos os dias vai haver inaugurações: vereadores, deputados municipais e juntas de freguesia acompanhados por altos dirigentes não vão parar, acompanhados pela comunicação social. E este frenesim irá aumentar à medida que se aproximar a data da votação. E se não houver nada para inaugurar serão visitas às freguesias com brainstorming ("tempestade cerebral") no local.
Mas… e o que ficou por fazer? E o que desde há décadas tem sido adiado? E as coisas pequenas que nuca mais têm solução? E a falta de transportes, a falta de iluminação, as ruas e os passeios esburacados, e os carros abandonados, as ribeiras?
Era interessante que as populações contribuíssem para se saber o que faz falta fazer. E todos podemos ajudar utilizando a Internet para a Câmara ou para a respectiva Junta de Freguesia dando conta do que não está bem na nossa Freguesia ou deslocando-nos à Junta e preenchendo o impresso com a informação do que falta fazer.
Todos temos obrigação de ajudar a solucionar os problemas do sítio onde vivemos.
Inauguração da Tertúlia do Jardim de Algés.
O Caravela d’Ouro, no centro do Jardim de Algés cede, amavelmente, um espaço entre as 15h00 e as 17h00 na 1ª sexta feira de cada mês, e um grupo junta-se para falar e dizer poemas. Às vezes há tema, ou trabalhos de casa, ou letra de canções; outras vezes é livre como os pássaros que voem por cima das árvores. Muitas vezes acompanhados pelo barulho do comboio.
Esta Tertúlia de Poesia é coordenada pela Professora Helena Marques que pacientemente vai pondo ordem nas intervenções. E há livro de registo de presenças. Depois lanchamos todos juntos e até para o mês que vem.
(Nota especial - Como neste Município todos os dias há inaugurações e como não quero destoar, vou informando das que faço por minha conta)
Não guardes os sonhos só para ti:
atira-os ao ar,
deixa que o vento os leve…
e que alguém,
lá longe,
os agarre e possa também sonhar
(A fotógrafa não é encartada; ainda anda num curso de novas oportunidades.)
Londres confirma luvas do Freeport
Investigação: Descoberta de ‘luvas’ em Londres faz mais suspeitos
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
2009 – Algés – 29
Há ainda, na ponta dos terrenos do Quartel dos Bombeiros, uns restos do estaleiro mas gostava de assinalar que o pavimento alcatroado reposto está muito liso e não "às ondas" como os remendos que a CMO fez aqui há tempos.
Bomba de Gasolina – Continuam a dizer que na ponta dos terrenos dos Bombeiros, curva para a CRIL vai nascer uma Bomba de gasolina. Estará muito perto de uma escola. Gostava que não passasse de um boato.
Escola Secundária de Miraflores – Esta escola fica entre a Av. dos Bombeiros e a Av. General Norton de Matos. A sua envolvente tem muito mato; precisava mesmo de uma grande limpeza. Já chamei a atenção da CMO em 19 de Agosto, mas estão as aulas a começar e tudo continua na mesma.
Esta escola fica junto à Rotunda acabada de arranjar com os tais canteiros redondos (2009-Algés-27) e ninguém reparou que a envolvente da Escola está uma miséria.
Pensamento: Todo o homem é culpado do bem que não fez. (Voltaire)
Fotos: Clotilde Moreira
ISABEL MEIRELLES no encerramento das Festas de Paço de Arcos
No dia 27, vamos todos correr com o Sócrates?
Violação Regulamento RSU
A Câmara Municipal de Oeiras viola o seu próprio Regulamento de Resíduos Sólidos Urbanos
Como é do conhecimento de muitos oeirenses a Câmara Municipal tem vindo a instalar de forma desordenada, sem critério, de forma autista e prepotente, receptáculos de lixos domésticos conhecidos por “ilhas ecológicas” e “moloks”.
Moradores do Alto de Algés têm sido os mais persistentes nas denúncias das violações perpetradas pelo Departamento de Ambiente e Equipamento, que incumpre o Regulamento Municipal de Resíduos Sólidos, publicitado através do Edital n.º 558/2001, de 23 de Outubro, assinado pelo actual Presidente.
Determina o ARTIGO 16º - 1. (Armazenamento colectivo) que “Os projectos de construção, ampliação ou remodelação de edifícios têm de prever a existência de um compartimento para armazenamento colectivo dos recipientes normalizados para a deposição de resíduos urbanos, de acordo com as normas técnicas que constam do anexo III do presente Regulamento e após parecer do serviço camarário competente pela Gestão do Sistema de Resíduos Sólidos.”
Vamos por partes:
- O anexo III NÃO EXISTE!
- Os edifícios do Alto de Algés (Quinta da Formiga, Almarjão) dispõem dos compartimentos exigidos pelo Regulamento, no anexo II (II) cumprindo também as normas técnicas exigidas, e que aqui se reproduzem “ipsis verbis”:
ANEXO II
NORMAS TÉCNICAS SOBRE OS SISTEMAS DE DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM EDIFICAÇÕES DO MUNICÍPIO DE OEIRAS
1. Os projectos de construção, ampliação ou remodelação de edifícios têm de incluir a memória descritiva e justificativa do sistema de deposição de resíduos sólidos e especificar os materiais utilizados, dispositivos de iluminação, limpeza e ventilação dos compartimentos para armazenamento colectivo dos contentores dos resíduos sólidos, condutas verticais quando previstas, pontos de remoção dos contentores e de carga dos veículos de recolha, de acordo com o Artigo 16.º do Regulamento Municipal de Resíduos Sólidos.
2. Compartimento para armazenamento colectivo dos contentores de resíduos. Os novos edifícios para habitação e outros que sejam objecto de projectos de ampliação ou remodelação deverão conter um compartimento para armazenamento de contentores de resíduos e reciclagem, que deverá cumprir os seguintes aspectos:
a. localização A localização do compartimento tem de obrigatoriamente verificar-se no muro da fachada principal do imóvel ou, no caso de não existir muro, deverá localizar-se na própria fachada principal do imóvel.
b. Acesso
O acesso terá de ser autónomo e directo à via pública, à cota do passeio, não podendo distar mais de 1,5 metros relativamente ao ponto de recolha de resíduos sólidos;
As portas dos compartimentos deverão corresponder a um modelo uniforme, a constar de edital camarário, tendo as mesmas de possuir um sistema de abertura para cujo funcionamento não seja necessário o uso de chave.
c. Pavimento O pavimento deverá ser em material impermeável, resistente ao choque e desgaste. Com excepção das moradias unifamiliares e bi familiares, nas demais construções o pavimento deverá ter uma inclinação mínima de 2% convergindo para um ralo com um sifão de campainha, ligado ao colector de águas residuais domésticas.
d. Paredes As paredes serão revestidas na totalidade de materiais que ofereçam as características de impermeabilidade dos azulejos.
e. Pontos de água, luz e ventilação Deverão ser instalados um ponto de água, um ponto de luz com interruptor estanque e assegurada a conveniente ventilação do compartimento.
f. Dimensionamento O dimensionamento do compartimento em edifícios de habitação será calculado de acordo com o exposto nos quadros seguintes:
(AS especificações técnicas EXIGIDAS podem ser consultadas em www.cm-oeiras.pt, Regulamentos, Ambiente e Espaços Verdes, Regulamento Municipal de Resíduos Sólidos ou clicando no extenso link
Quer isto dizer que a Câmara Municipal de Oeiras faz tábua rasa do Regulamento que ela própria criou!
O Artigo 12.º - 3. refere que “Nas situações em que se verifique, de acordo com o previsto no art. 16º do presente Regulamento, a existência de compartimentos para armazenamento colectivo situados nas fachadas dos imóveis, directamente confinantes com a via pública e com boas condições de acessibilidade, deverão os funcionários camarários encarregues da recolha de resíduos sólidos proceder à recolha directa dos contentores, dentro de tais compartimentos e à sua posterior reposição no compartimento devido.”
Questão: Colocam-se novos equipamentos de deposição, alteram-se os procedimentos de recolha à revelia do Regulamento Municipal de Resíduos Sólidos?
Por isso a Vereadora Madalena Castro e a Directora do Departamento de Ambiente Zalinda Campilho fogem ao debate e se recusam a responder oralmente às questões que lhes são colocadas, afirmando que apenas o fazem por escrito!
Onde pára o Estudo (se é que existe) que suporte tecnicamente a alteração dos sistema de deposição?
Por que é que em determinado local do Alto de Algés foram instalados “moloks” e posteriormente retirados à pressa?
Quanto custou esta operação de abertura de vala, colocação dos equipamentos, prova de estanquicidade, reabertura e desenterramento dos mesmos?
É isto um caso de gestão danosa, negligência ou incompetência?
Será ou não de participar à IGAT esta situação?
Quem, na Câmara Municipal e fora dela, tem interesse nesta mudança de equipamentos, dos tradicionais contentores individuais de 120L, 240L, 360L e 800L, para as “ilhas” e “moloks”, à revelia do Regulamento Municipal de Resíduos Sólidos?
Fará todo o sentido a colocação de equipamentos de deposição de grande capacidade (contentores de 800L, ilhas, moloks e ecopontos) em aglomerados habitacionais que, por terem sido construídos antes da entrada em vigor deste Regulamento, não possuam compartimentos para o lixo, as vulgarmente conhecidas “casas do lixo”.
Os moradores do Alto de Algés, enquanto parte lesada pela Câmara Municipal de Oeiras, tudo continuarão a fazer para denunciar este atentado aos seus direitos, enquanto proprietários, recorrendo a todos os meios legais, incluindo a denúncia de irregularidades e gestão danosa ao Ministério Público, à IGAT, DGAL e Ministério do Ambiente.
José Fernando O. Neves
[Recebido por e-mail]
domingo, 6 de setembro de 2009
ISABEL MEIRELLES - Coligação Mais Oeiras
Foto: Paulo Lopes
"Quem me empresta 1 Euro?"

"O problema de Isaltino Morais é que a cara dele condiz com o que o tribunal o acusa de ter feito. Não apenas as provas e as suas fracas justificações: a cara, também. Ensinou-me a minha mãe, há muitos anos, que se deve olhar bem para a cara das pessoas, antes de ajuizar sobre elas. Confesso que é um conselho que nem sempre me lembro de seguir e, quando me esqueço de o fazer, normalmente acabo por me arrepender."
Confesso que gosto especialmente deste excerto de uma das crónicas do Miguel Sousa Tavares no Expresso (ver artigo completo aqui).
Vendo esta "Ilustre Galeria" , quem lhes emprestava 1 euro?
Paço de Arcos – 2009/1
Ao Joaquim Coutinho e a todos que colaboram com este jornal um grande abraço.
O Jardim – Como aqui já referi, doía-me a alma ver que continuava fechado o café (antigo Lima e ultimamente o Arte e Tapas) do Jardim de Paço de Arcos... Há pouco tempo ouvi dizer que tinha sido adjudicado e agora que, depois das obras, abrirá no próximo mês qual mês?. Espero que o serviço de café/esplanada seja uma realidade simples, ao dispor de quem apenas quer um café e um pouco de sombra e que não o tenham convertido naquela coisa impessoal dos últimos tempos.
Palmeiras - As palmeiras que bordejam a marginal desde os Socorros a Náufragos têm muitas folhas secas. Agora que tem feito tanto vento fico a pensar que um ramo mais seco se pode soltar e cair em cima de algum carro. E não só na Marginal mas as da Praceta junto à Junta de Freguesia também tinham muitas folhas secas que podem cair em cima de quem vai à bica no Picadily. Já as terão aparado?
Estacionamento na Praia – Passei de carro na marginal e continuo a ver muitos carros estacionados no túnel de acesso à Marginal em frente da Escola Náutica. Obras grandes sabem fazer – paredão – mas esquecem-se de resolver as pequenas coisas.
Foto: Clotilde Moreira"Are You Ladrating to me?"
Nesta período típico da Idade das Trevas que atravessamos no País, deixo aqui esta proposta de leitura de, como o meu amigo RP diria, um quase livro e porque rir ainda é o melhor remédio.Are You Ladrating to me?
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 176
Editor: Bizâncio
Sinopse
"A vida, ou a forma como a encaramos, dá-nos duas alternativas: gozar com ela ou ser gozado por ela. Gosto de pensar que os textos do Rafeiro Perfumado são um exemplo da primeira alternativa: encarar a vida como um gigantesco jardim infantil, onde até nas contrariedades podemos encontrar motivos para sorrir, nem que seja de nós mesmos. Claro que alguns dos nossos «companheiros de brincadeira» mereciam uns açoites e mereciam ficar a um canto com orelhas de burro, mas no fundo, muito no fundo, a vida sem imbecis que nos façam rir seria bem enfadonha. A decoração da casa, as peripécias ocorridas nas férias e as frequentes picardias entre homens e mulheres, tudo serve de inspiração ao Rafeiro Perfumado que procura explorar os pequenos detalhes que a loucura do dia-a-dia não nos deixa perceber facilmente. E, convenhamos, um livro que emprega palavras como «peidola» ou «glândulas mamárias» só pode reflectir um grande poder de observação do seu autor. E o leitor? Qual será a sua escolha? Gozar a vida ou ser gozado pelo Rafe..., perdão, ser gozado por ela? Espero que a leitura deste livro o elucide definitivamente.
Quanto aos locais de venda, tecnicamente está disponível nos sites de venda on-line, como a Wook, FNAC, Bertrand, Bizâncio, Bookhouse. Quanto a livrarias “tradicionais”, ainda se encontra na Bertrand, FNAC, Oficina do Livro, El Corte Inglês, etc., apesar de começarem a rarear, não sei se por estar a ser um sucesso ou se por começar a ser recolhido (o mais provável)."
O foguetório…
…e quem vier a seguir que pague!
São as inaugurações diárias até ao dia 5 de Outubro, salvo erro, são as promessas de milhões para as freguesias onde Isaltino Morais vai anunciando os seus candidatos!
Leio frequentemente este blogue até porque sou parte interessada e lesada na questão da recolha dos lixos do Alto de Algés e é raro, raríssimo, alguém questionar donde Isaltino tira os milhões:
Será de alguma cartola?
Será o homem ilusionista?
Eu atrevo-me:
Exm.º Sr. Presidente Isaltino Morais
Queira fazer o favor de me responder às seguintes questões
1. Onde vai buscar os milhões para tanta obra?
2. Se a autarquia tem tanto dinheiro, por que foi contrair mais um empréstimo junto da Caixa Geral de Depósitos, no valor de 15 milhões de euros, dando como garantia as receitas de 2010?
3. Com a diminuição da actividade económica que a conduziu à estagnação, por quê “estourar” 3 milhões de euros nos 250 anos de Oeiras em festarolas, foguetório e publicidade? (A esta respondo eu: o Sr. está a utilizar os 250 Anos em benefício da sua candidatura de forma despudorada!)
4. Para além dos 3 milhões de euros o Sr. tem mais 2,5 milhões de euros adstritos ao Gabinete de Comunicação. Significa que tem 5,5 milhões para gastar à fartazana, parte substancial para catapultar a sua campanha OEIRAS MAIS À FRENTE. É este o seu conceito de pudor e credibilidade?
5. QUAL O PASSIVO DA CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS à DATA DE 31 DE AGOSTO DE 2009?
6. QUAL O PASSIVO DA CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS à DATA DE 31 DE AGOSTO DE 2009?
7. QUAL O PASSIVO DA CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS à DATA DE 31 DE AGOSTO DE 2009?
8. QUAL O PASSIVO DA CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS à DATA DE 31 DE AGOSTO DE 2009?
9. QUAL O PASSIVO DA CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS à DATA DE 31 DE AGOSTO DE 2009?
10. QUAL O PASSIVO DA CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS à DATA DE 31 DE AGOSTO DE 2009?
Esperando continuar a ser munícipe de Oeiras e desesperando continuar a tê-lo como Presidente até 11 de Outubro, subscrevo-me.
José Fernando O. Neves
[Recebido por e-mail com pedido de publicação]
Nota: No site da CMO e no Orçamento para 2009 constam efectivamente as verbas descritas: 3 milhões de euros para os 250 ANOS e 2,5 milhões de euros para o Gabinete de Comunicação.
Por que é que nos impõem os radicais sírios?

JN 31.8.2009
Estamos condenados a viver com dois indivíduos que não fazemos ideia quem são. Não sabemos o que fizeram, nem o que querem fazer. Não sabemos, sobretudo, o que podem fazer. Sabemos que não podem regressar ao seu país de origem, a Síria, porque, segundo fontes do Ministério da Administração Interna (MAI) citadas pelo SOL, pertencem a "movimentos mais radicais não tolerados pelo regime sírio". O governo português também não confia neles pois diz que os colocou "sob estreita vigilância dos serviços secretos" e não podem viajar para o resto da Europa porque a União não deixa. De resto, mais ninguém disputou a honra de receber estes prisioneiros de Guantanamo. Sabemos que a Itália, a Alemanha e a Áustria rejeitaram, como sendo um ultraje, os pedidos de Washington canalizados por Bruxelas. Sabemos que o Reino Unido aceitou um detido, Binyam Mohamed, porque foi raptado pelos americanos quando tinha residência legal no Reino Unido e que a França aceitou um argelino, Mahmmoud Boumediene, devido às íntimas relações de Paris com a sua ex-colónia. De qualquer modo, são homens com nome e com cara. Os nossos, não têm nem uma coisa nem outra. "Por razões de segurança e preservação da privacidade desses cidadãos, não serão fornecidas informações sobre identidade, residência e outros dados que lhes digam respeito" é o que diz o comunicado do MAI que proibiu a estes "militantes radicais" qualquer contacto com a imprensa portuguesa. Se este processo fosse lícito, a obrigação do governo de Sócrates era fazer uma conferência de imprensa à chegada dos detidos de Guantanamo para o país avaliar por si o risco que passou a correr. Mesmo assim, o que se sabe é já suficiente para se ter uma imagem preocupante. Sabemos que havia mais nove sírios em Guantanamo que queriam vir para Portugal e que o Governo de Sócrates escolheu estes. Sabe-se que foram torturados em Guantanamo e que não confessaram nada. Sabe-se que foram sequestrados e detidos em condições prisionais terríveis, contra tudo o que o Direito Internacional preconiza e que o Direito americano consente. Sabe-se que Portugal participou nesse horror. Não se sabe até que ponto. Será esta concessão de asilo uma forma de pagamento a Washington pelo silêncio? Pode muito bem ser. Os americanos, seja qual for a administração do momento, são impiedosos e oportunistas nestas questões. Claro que a obrigação do governo de Obama era encerrar o campo de concentração de Guantanamo ressarcindo as vítimas e acolhendo-as no seu próprio território se elas assim o desejassem. Mas não, a América de Obama decidiu tratar os indesejáveis que raptou e que "militam em organizações radicais" como trata resíduos tóxicos. É mais cómodo e barato mandar para o outro lado do mar do que assumir responsabilidades. Assim, este acolhimento não é resultado de uma preocupação humanitária do Governo de Portugal. Houve, tudo o sugere, oportunismo e conveniência de parte a parte. Como cidadãos, temos o direito de saber tudo sobre esta transacção. Há mais. Na noite de sexta-feira, ao noticiar a chegada a Lisboa dos dois sírios, a Rádio France não referiu o Governo de Portugal. Disse que a vinda dos detidos era resultado de um "acordo entre a União Europeia e os Estados Unidos". Esta sucinta maneira de descrever o que se está a passar ilustra a transferência real de soberania dos governos portugueses para os seus credores e patrões em Bruxelas e Washington. De dívida em dívida as exigências são já imposições.
Isabel Meirelles e a Coligação Mais Oeiras visitam Algés e Oeiras
No final da manhã, deslocaram-se a Oeiras, visitaram o Mercado Biológico, no Jardim Municipal de Oeiras, e a candidata a presidente da câmara municipal conversou demoradamente com os "feirantes". De seguida, visitou a primeira edição da Feira de Artesanato Urbano no Jardim Almirante Gago Coutinho.
Cinema no "OL" - Quase irmãos
" Parque Natural do Alto de Algés"
Um residente afirmou que iríamos pagar 2 vezes esta obra uma vez que, supostamente, os nossos impostos deveriam ter servido para financiar estes equipamentos mas aconselhei a não ir por aí uma vez que parte desses impostos já foram 'bem' aplicados (+ - 100.000€) na colocação das famosas e desnecessárias 'Ilhas Ecológicas'
Assim, decidimos avançar e vamos chamar a este espaço o "Parque Natural do Alto de Algés" e pedir ao Ministério do Ambiente a sua integração na 'Rede Natura'.
Convidamos todos os leitores do 'OL' a virem à inauguração no dia 1 de Outubro, data em que se comemora o 7º aniversário da Urbanização do Alto de Algés. Não vamos ter 'Caldeirada' nem 'Porco no Espeto', mas garanto-vos que o evento promete. Nas fotos em cima já antecipo parte da beleza deste amplo espaço, as variadas espécies da flora local entre outras curiosidades.
Entrada Grátis.
(Não comento o estado da rua Victor Duarte Pedroso que contorna o "Parque Natural" porque estou solidário com os numerosos industriais de oficina automóvel existentes na freguesia.)
sábado, 5 de setembro de 2009
"Em busca da identidade - O desnorte"
(clique nas imagens para ampliar)
Chega, penso eu, para clarificar a minha posição. E se muitos gostam de catalogar as pessoas do ponto de vista político-partidário, eu prefiro o rigor, a tolerância e a inteligência.







