quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Atenção Oeiras! Cão perdido/ abandonado.

Olá boa tarde, 

o meu nome é Sérgio Neto, resido e trabalho na zona de Oeiras.

Perto do meu local de trabalho, desde há dois dias atrás, que apareceu um cão de porte médio com coleira verde, que envio fotos em anexo.

Nota-se claramente que o cão anda perdido ou abandonado pois não tem abandonado o local. Seguem algumas fotos em anexo. 

É normal ouvi-lo ladrar ou ganir num tom aflito. Digo isto porque sempre tive cães e consigo com alguma facilidade reconhecer os comportamentos.

Envio este email na esperança que alguém tenha apresentado o seu desaparecimento e ande à procura dele.

Alguma ajuda adicional que possa dar o meu contacto é 91 6606964.

Os melhores cumprimentos,
Sérgio Neto






quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Contra o AO90


O estigma da função pública - Opinião - DN

O estigma da função pública - Opinião - DN



Diário de Notícias
PAULO BALDAIA

O estigma da função pública

 

por PAULO BALDAIA 19 Fevereiro 2012

 
Há um patrão um patrão que não gosta dos seus empregados ou, se gosta, desconfia que tratá-los mal é a melhor forma de garantir o aumento da produtividade. Contra estes funcionários há muitos anos que existe uma campanha para que eles sejam vistos como malandros que vivem dos nossos impostos e nos tratam com desprezo. Quando eles não nos complicam a vida, já conseguimos uma vitória. São cada vez mais e fazem parte de uma clientela partidária. É esta imagem que fomos construindo.


Como se não chegasse, com o actual Governo, também pusemos no currículo destes funcionários um vencimento acima da média e excesso de regalias. Por causa disto, o Executivo decidiu confiscar- -lhes os subsídios de férias e de Natal e, agora, quer retirar-lhes as regalias que justificaram o confisco.


É verdade que há na função pública quem não mereça o emprego que tem, mas também há no sector privado. Em nenhum dos sectores a generalização é boa política. Já estou a ficar cansado de ver serem tratados com os pés os portugueses de quem eu preciso para que ao País funcione. Funcionários públicos são os professores que ensinam os nossos filhos, são os médicos e os enfermeiros que cuidam da nossa saúde, são os magistrados, os polícias e os juízes que garantem a justiça... Ora, convinha que parássemos um bocadinho para pensar no que andamos a fazer. Queremos uma função pública desmotivada? Queremos funcionários públicos que vivem com o estigma de serem trabalhadores de segunda?


Não tardará o dia em que só quererá ser funcionário público quem não tiver competência para trabalhar no privado. Haverá problema na Saúde e na Educação públicas, mas esses são sectores em que há uma aposta clara na privatização. Na Segurança e na Justiça não estou sequer a ver como resolvem o problema.


Na mira de cortar a despesa pública, os funcionários públicos foram apontados como principal problema. A eles cabe-lhes pagar por todos os pecados do País. De tal forma que a boa decisão do Governo de não considerar feriado o dia de Carnaval aplica-se quase em exclusivo aos funcionários públicos. Para os outros há contratos colectivos a dar folia, como que a provar que afinal as tais regalias não são em excesso comparadas com o privado. Afinal, a grande diferença está no patrão que cada um tem. O patrão dos funcionários públicos tem a faca e o queijo na mão, pode mudar a lei a seu bel-prazer. Lá chegará o dia em que haverá despedimentos na função pública.


Ler Artigo Completo    (Pág.1/2)

Cães perigosos à solta


Jornal de Oeiras de 21 Fevereiro de 2012

Contra o AO90


Questões do Estado de Direito - Opinião - DN

Questões do Estado de Direito - Opinião - DN



VASCO GRAÇA MOURA

Questões do Estado de Direito

por VASCO GRAÇA MOURA

 
O que é que haverá de comum entre personalidades tão diferentes como Pedro Santana Lopes, Jorge Bacelar Gouveia, José António Saraiva e Henrique Monteiro? Face aos jornais das últimas semanas, a resposta é muito simples: todos defendem o Acordo Ortográfico, todos discordam das posições que tenho sustentado, todos, pelos vistos, entraram em alerta vermelho com os textos publicados no Jornal de Angola, e todos evitam tomar posição sobre questões que são essenciais.

A primeira dessas questões é a da entrada em vigor do AO. Toda a gente sabe que, não tendo sido ratificado pelas Repúblicas Populares de Angola e de Moçambique, ele não entrou em vigor.

A ratificação é o acto pelo qual um estado adverte a comunidade internacional de que se considera obrigado nos termos do tratado que subscreveu juntamente com outros estados. No que a este caso interessa, o tratado entra em vigor na ordem jurídica internacional logo que ratificado por todos os estados signatários. A partir do momento em que entre em vigor na ordem jurídica internacional, essa convenção será recebida na ordem jurídica interna do estado signatário. Antes, não pode sê-lo.

Não estando em vigor na ordem jurídica internacional, nem ele nem, por identidade de razão, o bizarro segundo protocolo modificativo, uma vez que também não foi ratificado por aqueles estados, o AO não está nem pode estar em vigor na ordem jurídica portuguesa.

Nenhuma das individualidades referidas toma posição quanto a este ponto.

Ora, sem o AO estar em vigor, a solução é muito simples: continua a vigorar a ortografia que se pretendia alterar. Como estamos num estado de Direito, a solução é só essa e mais nenhuma. E a lei deve ser cumprida por todos.

A segunda questão prende-se com a exigência, feita pelo próprio AO (art.º 2.º), de um vocabulário ortográfico comum, elaborado com a participação de instituições e órgãos competentes dos estados signatários. Não existe. Qualquer outro vocabulário que se pretenda adoptar, seja ele qual for, será uma fraude grosseira ao próprio acordo...

A resolução do Conselho de Ministros do Governo Sócrates (n.º 8/2011, de 25 de Janeiro) raia os contornos de um caso de polícia correccional: produz uma distorção ignóbil da verdade ao afirmar, no preâmbulo, que adopta "o Vocabulário Ortográfico do Português, produzido em conformidade com o Acordo Ortográfico". É falso. 

Nenhuma das individualidades referidas toma posição quanto a este ponto.

Mesmo que entendessem que o AO está em vigor, uma coisa é certa: nenhum entendimento, nenhum diploma, nenhum sofisma político ou jurídico pode dar existência àquilo que não existe.

Sendo assim, e não se podendo aplicar o AO por falta de um pressuposto essencial à sua aplicabilidade, continua em vigor a ortografia que se pretendia alterar por via dele. Como estamos num estado de Direito, a solução é só essa e mais nenhuma. E a lei deve ser cumprida por todos.

O grande problema é portanto o de que cumprir o Acordo Ortográfico, no presente estado de coisas do nosso estado de Direito, implica não o aplicar! Ou, dizendo por outras palavras, fazer de conta que se aplica o AO é violá-lo pura e simplesmente, na sua letra e no seu espírito...

Nenhuma das individualidades referidas toma posição quanto a esta situação paradoxal de que, certamente, tiveram a argúcia de se aperceber.

De resto, há muitas outras questões que têm sido levantadas, mas que as mesmas individualidades se dispensam de considerar, mostrando uma suficiência assaz discutível em relação a assuntos que não estudaram e de que, pelos vistos, percebem pouco. Não as abordaremos para já, mas elas não perdem pela demora. Diga-se apenas que nem mesmo o Brasil aceita a carnavalização da grafia que está a ser praticada em Portugal!

Acrescento que estou um tanto ou quanto farto de ter de voltar a estas coisas com alguma frequência. Mas tenho mais apego à minha língua do que a muitos outros interesses pessoais. E voltarei ao assunto as vezes que for preciso. 

Para já, trata-se de instar quatro pessoas que considero e com quem tenho uma relação cordial, a que respondam aos pontos que levantei e aproveitem para ponderar as judiciosas considerações que sobre o assunto o Jornal de Angola tem publicado. Não perdem nada com o exercício.

Artigo Parcial

 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Governantes sem cartão de crédito

Governantes sem cartão de crédito

Lisboa
16º C
António José/Lusa

Ministro Miguel Relvas diz que agora as coisas estão mais claras


Governantes sem cartão de crédito

Nenhum membro do actual Governo tem cartão de crédito pago pelo erário público, ao contrário do que acontecia no anterior governo de José Sócrates. A garantia foi dada ontem ao CM pelo ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas.

Por: José Rodrigues

O ministro, que reagia à manchete de ontem do CM, que revelou que governantes socialistas usavam cartão para despesas sem orçamentação, lembrou que a medida foi decidida após a tomada de posse do Governo, numa deliberação do Conselho de Ministros de 5 de Julho de 2011. Efectivamente, no ponto 8 da deliberação lê-se: "Não são emitidos cartões de crédito de contas governamentais para realização de despesas."
"Ninguém tem cartão de crédito", disse o ministro, acrescentando que isso se aplica não só aos ministros e secretários de Estado, mas também aos chefes de gabinete, directores-gerais e presidentes de institutos.
Miguel Relvas explicou que os membros do Governo que tenham de fazer despesas no exercício de funções "têm de pagar do próprio bolso e depois, se tiver cabimento, poderão ser ressarcidos".
Apesar de não ser ainda possível avaliar o nível de poupança desta medida, o ministro considerou que desta forma "as coisas ficam mais claras".


SUMMAVIELLE NÃO USOU

O ex-secretário de Estado da Cultura do governo PS Elísio Summavielle confirmou ontem ao CM que tinha cartão de crédito para despesas de representação com um plafond na ordem dos 4 mil euros, mas fez questão de sublinhar que nunca o usou. "Apesar de ter direito, nunca o utilizei. A única vez que o quis utilizar não funcionou por causa do pin [código secreto] e tive de pagar do meu bolso", disse o actual director-geral do Património Cultural.

Parlamento rejeita beber água da torneira porque sai 30% mais cara do que a engarrafada

Proposta
 
 
21.02.2012 - 16:19 Por Ricardo Garcia
 
O Conselho de Administração da Assembleia da República manifestou-se, mais uma vez, contra a introdução da água da torneira nas reuniões parlamentares, argumentando que o seu custo é quase 30 vezes superior ao da água engarrafada. A ideia de acabar com as garrafas de água mineral no Parlamento tem vindo a ser defendida pelo Partido Socialista, como um exemplo contra a produção desnecessária de resíduos. Uma primeira tentativa, em 2010, aplicável a toda a Assembleia da República, recebera um parecer desfavorável do Conselho de Administração.

(...)

MARCOS PERESTRELLO TINHA TAMBÉM UM CARTÃO DE CRÉDITO COM UM PLAFOND MENSAL DE 10 MIL EUROS.

 
10 MIL EUROS /MÊS POR TITULAR


O EX-SECRETÁRIO DE ESTADO DA DEFESA MARCOS PERESTRELLO TINHA TAMBÉM UM CARTÃO DE CRÉDITO COM UM PLAFOND MENSAL DE 10 MIL EUROS.


Nesse gabinete tinham ainda cartão de crédito o chefe de gabinete e o ajudante de campo, um militar,cada um deles com um valor mensal de 10 mil euros.

Com este plafond mensal,o gabinete do então secretário de Estado tinha um valor total para cartões de crédito de 30 mil euros, montante igual ao do gabinete do então ministro. Nos dois gabinetes, havia seis cartões de crédito, cada um deles de 10 mil euros.
Ontem o Correio da Manhã contactou Marcos Perestrello,mas, até ao final da noite,não foi possível falar com o antigo Secretário de Estado da Defesa. Fonte: Correio da Manhã
 

Foi assim que o nosso dinheiro voou!


Augusto Santos Silva diz que desconhecia o valor do cartão



Defesa

 

Santos Silva tinha cartão milionário


Saiba qual era o plafond do cartão de crédito do ministro da Defesa de Sócrates e restantes membros do seu gabinete.

Por:António Sérgio Azenha

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Para quando uma análise séria dos transportes na Cruz Quebrada-Dafundo?

http://sociallaranjinha.blogspot.com/2012/02/para-quando-uma-analise-seria-dos.html

2012 – Algés – 3

Ontem houve festa no UDRA

                                   

Muito cedo começaram a aprimorar o campo


                                              
E depois foi jogar à bola

                                               
E a família a conviver com os seus meninos


                                               
Ao fim da tarde ainda havia jogo e depois foi tempo de arrumar tudo e quando a noite caiu,  ficou o silêncio.

É agradável  ver esta miudagem correr e saltar atrás da bola. Os apitos e informações sonoras e os gritos dos “Jogadores” não incomodam: são abafados pela alegria de um Domingo diferente. 
 
 

"O país precisa de trabalho geral, não de uma greve geral"

Sexta, 17 Fevereiro 2012 14:12    PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
nmagalhesO líder parlamentar do CDS-PP, Nuno Magalhães, lamentou hoje, durante o debate quinzenal como Primeiro-ministro, que o PS tenha ignorado o tema da reforma da administração pública e do setor empresarial do Estado, tema escolhido pelo próprio Governo.

Na sua intervenção, Nuno Magalhães enumerou as medidas tomadas que nos últimos meses têm sido tomadas pelo Governo neste âmbito. O líder democrata-cristão lamentou ainda que a lista de dívidas do Estado a fornecedores não seja tão exaustiva como a lista dos devedores ao Estado. “Esta situação desigual não é própria de um Estado que quer ser mais justo", disse.

O deputado do CDS-PP elogiou ainda o Primeiro-Ministro Passos Coelho por este não esconder dos portugueses o quão difícil é a situação do país e também por não ter tentado "maquilhar" os números do desemprego ontem divulgados pelo INE.
Para Nuno Magalhães, o importante é, no entanto, que os portugueses tenham a convicção de que os sacrifícios vão valer a pena e que não é parando o país que se resolvem os problemas ou se sai da crise.
Referindo-se à greve geral convocada para março pela CGTP-IN, o deputado do CDS-PP reconheceu o direito à greve como um direito fundamental e constitucional, mas frisou que este exige que se respeite outro direito fundamental: “O direito à livre circulação e a trabalhar, caso seja essa a real vontade das pessoas".

Mesmo porque "o país precisa de trabalho geral, não de uma greve geral", concluiu Nuno Magalhães.

CDS-PP

Caridade não!

Artigo publicado hoje nas Cartas à Directora do Jornal Público

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Cardeal nega-me função essencial


FERREIRA FERNANDES
Um ponto é tudo

Cardeal nega-me função essencial

por FERREIRA FERNANDES



Não vou dizer que expulsando o que é natural nos cardeais ele volta a galope: acredito que o que disse o novo cardeal português, Manuel de Castro, foi só dele. E não vou retirar ao cardeal a legitimidade de se pronunciar sobre educação dos filhos lá porque não os faz: admito que um olhar de fora possa ser mais atento. Portanto, com o tal cardeal não generalizo, nem o excluo do direito de opinião. Dito isto, engalinhei por ele ter dito que "a mulher deve poder ficar em casa ou, se trabalhar fora, num horário reduzido, de maneira que possa aplicar-se naquilo em que a sua função é essencial, que é a educação dos filhos". Na verdade, não engalinhei, senti a crista encrespar-se! Senti a minha função essencial de pai educador diminuída. Que é isso de que cabe mais e melhor a elas educar?! Parir, de acordo; mas a educar peço meças. Acordei noites para sussurrar acalmias a choros. Admoestei muito cedo a falta de dizer bom-dia a vizinhos. Mergulhei junto para acabar com medos. Forcei-me a decorar poemas só para a acompanhar. Soube fazê-la sentir que ela estava comigo, mesmo quando estávamos longe um do outro... É certo que não fiquei em casa nem trabalhei menos para a educar, não pude, é a vida. Mas apliquei-me na minha função essencial de pai educador. E a prova é que dei à minha filha ensinamento útil: "És cidadã a parte inteira, mas, nunca esqueças, nada está garantido para sempre." Preveni-a contra si, cardeal.

Morreu Francisco Igrejas Caeiro



Morreu Francisco Igrejas Caeiro. Morreu hoje com 94 anos.

Tive o privilégio da sua amizade, da sua presença e companhia, das suas palavras amigas e de incentivo em muitas das minhas exposições na Fundação Marquês de Pombal...


O meu profundo pesar. Que descanse em Paz!



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Informação da FMP às 20:33

O Corpo do Sr. Igrejas Caeiro irá para a Fundação Marquês de Pombal.

      -Chegada do Corpo à Fundação Marquês de Pombal -15:00 - 2ª feira 20-02-12
      -Partida da FMP / Alto de S.João - 14:30 - terça feira 21-02-12
      -Cremação ás 16 00h

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Justiça On The Rocks


SAPO Notícias


Henricartoon

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20 Km CASCAIS


O Centro Comunitário de Linda-a-Velha vai estar amanhã presente às 10 h com a sua equipa de Atletismo nos 20km Cascais.

Uma prova com partida na Baía de Cascais tem o seu percurso marcado em direcção à praia do Guincho, fazendo ai o ponto de retorno, percorrendo o sentido inverso até à linha de chegada.

Um livro de homenagem ao Eugénio Lisboa

Comecei ontem a ler ontem um livro de homenagem ao Eugénio Lisboa. Um dos escritos era o de um jornalista moçambicano que andava na altura, em 1975, a "mudar de paradigma". Do ritual fazia parte uma viagem com Samora Machel à Coreia do Norte. Onde tiveram a honra de ver o "Grande" Kim Il sung. Mas antes a delegação de jornalistas, em pelota, teve de tomar banho com desinfectante, e tirar sangue e urina para análise, não vá contaminarem os camaradas coreanos. Tal e qual. Sabem o que é interessante? É que o jornalista viu e calou. Escreve agora no livro de homenagem «a reportagem que não tive a coragem de escrever». Mais de dois milhões de mortos depois. Edificante! Chama-se Fernando Magalhães.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

2012 – Algés – 2



Carnaval

Estava anunciado Desfile de Carnaval em Algés, dia 17 de Fevereiro das 10H00 às 12H00 e esta manhã a baixa de Algés viu desfilar as crianças das escolas do Ensino Básico e Jardins de Infância (públicos e privados) desta Freguesia. Depois, sempre acompanhados pela Policia, professores, educadoras, familiares e amigos acabaram no Palácio Ribamar.


Não tirei fotos pois teriam de ser muitas, mesmo muitas para verem a diversidade das máscaras. Imaginem as espanholas, as bruxas, os cow-boys, as princesas; havia de todos os gostos. Mas um grupo vinha disfarçado de espantalhos: chapéus de palha e “fato” de remendos. Estes fatos todos do mesmo estilo foram confeccionados certamente pelos envolvidos.


Mesmo em tempo de crise há pequenas coisas que, com boa organização e imaginação, podem ser feitas mantendo a tradição e animando, ao menos, os mais pequenos.