Assinalou-se na passada 3ª feira dia 14 de Fevereiro, o 8º
ano do Jornal de Oeiras e eu enviei-lhe os
Um ponto de encontro. Um espaço de cultura. Um local onde falamos do concelho de Oeiras, de Portugal e do Mundo.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Autarcas de Oeiras inventam assembleias de freguesia para ganharem 25€ à hora!
Recebido por email
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Os
Autarcas em Oeiras das assembleias de freguesia inventam assembleias
atrás de assembleias sem qualquer objectivo para ganharem senhas de
presença com o nosso dinheiro.
As inúmeras assembleias extraordinárias nas freguesias do Concelho de Oeiras têm levantado algumas dúvidas aos munícipes sobre a utilidade das mesmas.
Para além do facto de estarem sempre às moscas, estão a ser convocadas assembleias para simplesmente os políticos do nosso Concelho dizerem que estão contra a fusão das suas freguesias ou com outros motivos completamente esvaziados de conteúdo e até em certos casos em assembleias que não chegam a existir.
As criticas começaram a soar posteriormente à ultima assembleia de Caxias que foi um caso paradigmático do cúmulo da inutilidade.
Esta assembleia de freguesia de Caxias foi a terceira reunião extraordinária consecutiva convocada por um militante do Partido Socialista para os autarcas dizerem uns aos outros aquilo que já tinha sido dito anteriormente em duas assembleias...
Outro caso que está a dar que falar é a anedótica bancada do PSD da Cruz Quebrada-Dafundo que se dá ao luxo de boicotar assembleias e receber o dinheiro como se tivesse aparecido e participado nas reuniões. Esta bancada do PSD ainda teve o desplante de recentemente convocar mais 2 assembleias inúteis à população para simplesmente andar a mudar as virgulas do regimento da assembleia de freguesia.
Algés também é um caso duvidoso, são marcadas assembleias em que nada é resolvido e a única preocupação que aqueles autarcas têm em consideração é testar os nervos do actual Presidente da Junta, criticando-o sem razões aparentes.
Este grupo de munícipes preocupado com a situação política em Oeiras comunicou que irá fazer o levantamento das verbas já gastas com as assembleias inúteis em Oeiras e irá lançar brevemente a temática na Comunicação Social nacional
As inúmeras assembleias extraordinárias nas freguesias do Concelho de Oeiras têm levantado algumas dúvidas aos munícipes sobre a utilidade das mesmas.
Para além do facto de estarem sempre às moscas, estão a ser convocadas assembleias para simplesmente os políticos do nosso Concelho dizerem que estão contra a fusão das suas freguesias ou com outros motivos completamente esvaziados de conteúdo e até em certos casos em assembleias que não chegam a existir.
As criticas começaram a soar posteriormente à ultima assembleia de Caxias que foi um caso paradigmático do cúmulo da inutilidade.
Esta assembleia de freguesia de Caxias foi a terceira reunião extraordinária consecutiva convocada por um militante do Partido Socialista para os autarcas dizerem uns aos outros aquilo que já tinha sido dito anteriormente em duas assembleias...
Outro caso que está a dar que falar é a anedótica bancada do PSD da Cruz Quebrada-Dafundo que se dá ao luxo de boicotar assembleias e receber o dinheiro como se tivesse aparecido e participado nas reuniões. Esta bancada do PSD ainda teve o desplante de recentemente convocar mais 2 assembleias inúteis à população para simplesmente andar a mudar as virgulas do regimento da assembleia de freguesia.
Algés também é um caso duvidoso, são marcadas assembleias em que nada é resolvido e a única preocupação que aqueles autarcas têm em consideração é testar os nervos do actual Presidente da Junta, criticando-o sem razões aparentes.
Este grupo de munícipes preocupado com a situação política em Oeiras comunicou que irá fazer o levantamento das verbas já gastas com as assembleias inúteis em Oeiras e irá lançar brevemente a temática na Comunicação Social nacional
Isaltino é “case study mundial”
Procurador exige que Isaltino seja preso para cumprir pena
Isaltino é “case study mundial”
Magistrado Luís Eloy faz duras críticas à juíza que não prende Isaltino
Por:Ana Luísa Nascimento
Autarca de Oeiras (à esquerda) foi condenado a prisão efectiva por crimes económicos
COMENTÁRIO MAIS VOTADO
"Deviam era investigar a Juiza para ver qual as ligações...ainda dizem que não há MÀFIA!! grandes exemplos sim senhor..."
Jorge Antunes
Hoje, 7h28m
Preocupações
"Os problemas económicos são os que mais nos preocupam: o custo de vida,
o desemprego, o bem-estar das pessoas. E também a eficácia
administrativa, a organização do Estado no sentido da ordem
democrática." Francisco Sá Carneiro (1979)
.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Pintura de Francis Bacon vendida por 25,4 M€ em leilão
Pintura de Francis Bacon vendida por 25,4 M€ em leilão
Um quadro do pintor irlandês Francis Bacon foi arrematado por 21,3 milhões de libras (25,4 milhões de euros) na terça-feira em Londres, durante uma venda de obras de arte do pós-guerra e contemporâneas, anunciou a casa de leilões Christie’s.
O «Retrato de Henrietta Moraes», pintado por Bacon em 1963 e representando uma mulher nua no leito, foi comprado por telefone por um comprador não identificado.
A obra é descrita no catálogo de venda como «a mais sedutora pintura de uma mulher jamais realizada por Francis Bacon».
O «Retrato de Henrietta Moraes», pintado por Bacon em 1963 e representando uma mulher nua no leito, foi comprado por telefone por um comprador não identificado.
A obra é descrita no catálogo de venda como «a mais sedutora pintura de uma mulher jamais realizada por Francis Bacon».
Fonte: Lusa
Venda Solidária
A Loja Solidária da Freguesia de Linda-a-Velha vai organizar uma Venda Solidária. A acção vai decorrer no Mercado Municipal de Linda-a-Velha, nos dias 17, 18, 21, 25 e 26 de Fevereiro, entre as 15.00h e as 19.00h.
A preços simbólicos (1,00€ / 3,00€ / 5,00€) vão ser colocados à venda alguns dos artigos, doados à Loja Solidária – roupas / calçado / artigos para o lar / brinquedos / livros infantis.
O valor angariado com esta iniciativa vai ser canalizado para apoios de emergência às famílias mais carenciadas da freguesia.
Aproveite a oportunidade e... seja Solidário!
Prisão de Isaltino. Procurador acusa juíza de actuação kafkiana contra o Ministério Público | iOnline
Prisão de Isaltino. Procurador acusa juíza de actuação kafkiana contra o Ministério Público
Por Ana Sá Lopes, publicado em 16 Fev 2012 - 03:10
Há uma sentença transitada em julgado que manda que Isaltino cumpra dois anos de prisão. O prazo de prescrição corre e a juíza não aceita os mandados. O procurador recorreu para a Relação
Uma “reinvenção de Kafka”. Esta é a expressão duríssima que o procurador do Ministério Público de Oeiras usa para descrever as decisões da juíza do processo Isaltino Morais, que têm permitido ao presidente da Câmara de Oeiras continuar em liberdade.
No seu recurso para o Tribunal da Relação, o procurador Luís Eloy diz que a não emissão dos mandados de detenção para que Isaltino cumpra a pena de dois anos “representa uma gravíssima violação de regras básicas de funcionamento do sistema judicial e de princípios basilares de confiança no Estado de direito que carecem de reposição rápida e integral”.
Um processo kafkiano, como diz Luís Eloy, não dirigido ao réu mas ao Ministério Público, “na sua tarefa estatutária”. “Quando se associa Franz Kafka ao processo penal costuma pensar--se numa máquina despersonalizada que esmaga os réus, seguindo regras obscuras, efectuando aplicações injustas e incompreensíveis, por assim dizer, kafkianas”. Ora para o procurador Eloy, “a cronologia recente deste processo representa uma verdadeira reinvenção de Kafka, não dirigida ao arguido mas ao Ministério Público na sua tarefa estatutária, prevista no art.o n.o 1 g) do respectivo estatuto, em que ‘compete especialmente ao Ministério Público promover a execução das decisões dos tribunais para que tenha legitimidade”.
A sentença transitou em julgado a 31 de Outubro e o Ministério Público emite os mandados de detenção para cumprimento da pena. Contudo, a 11 de Novembro o despacho da juíza considera que não está “estabilizado” o acórdão que decidiu a recusa do juiz para efeitos de emissão de mandado e não aceita “por ora” a prisão de Isaltino. O não deferimento do mandado é, na opinião do procurador de Oeiras, “completamente injustificado”: “Não se compreende que um juiz tenha estabilidade judicial para decidir todas as questões e não tenha para deferir imediatamente o pedido de execução da prisão decretada.”
O tom do recurso é muito duro: “Não há meias competências no que ao poder judicial diz respeito: ou se tem competência para todas as decisões ou não se tem competência para nenhuma.”
À nova tentativa do Ministério Público de fazer cumprir a pena de prisão, a juíza voltou a responder com um “nin”. Luís Eloy é arrasador: “Após três promoções, com uma decisão condenatória transitada em julgado na mão e com o prazo de prescrição de pena a correr, o Ministério Público continua a não ter, por ora, o deferimento da sua promoção e a não poder, como lhe compete, executar a decisão condenatória penal da Relação de Lisboa e cível do Supremo Tribunal de Justiça, numa interessante reinvenção de Kafka.”
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Casa da Pesca
Casa da Pesca
Face às notícias que recentemente vieram a público sobre a situação em que se encontra a “Casa da Pesca” na Estação Agronómica Nacional, e ao teor dessas mesmas notícias, o Município de Oeiras informa do seguinte:
1. Há vários anos que o Município de Oeiras se disponibiliza para assumir a gestão da “Casa da Pesca”, propondo a sua recuperação, utilizando para tal apenas financiamento municipal;
2. Neste sentido, decorreram negociações entre o Município de Oeiras e o Ministério da Agricultura, sem que se tenha conseguido alcançar um acordo – ao que o Município foi informado por aquele Ministério, a inviabilização deste acordo decorreu da posição de irredutibilidade por parte do Ministério das Finanças;
3. Sempre estranhámos tais posições pois, ao longo de todo o processo negocial, o Município de Oeiras nada pediu àquele Ministério;
4. A invocação de questões relativas às Parcerias Público Privadas (PPP) para argumentar sobre esta matéria é uma argumentação espúria e mal-intencionada. As PPP constituídas pelo Município de Oeiras são reais e os equipamentos contratados estão ou em utilização ou em fase de construção, pelo que, salvo questiúnculas menores, os problemas relativos àqueles equipamentos decorrem da situação de dificuldade de financiamento em que se encontra o País, situação essa exterior ao Município e imprevisível à data da constituição daquelas parcerias;
5. Até à data de hoje, exceção feita às verbas alocadas para constituição das sociedades, o Município de Oeiras não despendeu um cêntimo com qualquer das suas PPP;
6. Ainda sobre este assunto, e apesar das dificuldades económico-financeiras em que Portugal está mergulhado, nos últimos anos o Município de Oeiras diminuiu a sua dívida, pelo que, ao contrário da generalidade das instituições nacionais, Oeiras não se tem endividado, tem pago a dívida contratada e reforçado a sua situação financeira relativa.
Face às notícias que recentemente vieram a público sobre a situação em que se encontra a “Casa da Pesca” na Estação Agronómica Nacional, e ao teor dessas mesmas notícias, o Município de Oeiras informa do seguinte:
1. Há vários anos que o Município de Oeiras se disponibiliza para assumir a gestão da “Casa da Pesca”, propondo a sua recuperação, utilizando para tal apenas financiamento municipal;
2. Neste sentido, decorreram negociações entre o Município de Oeiras e o Ministério da Agricultura, sem que se tenha conseguido alcançar um acordo – ao que o Município foi informado por aquele Ministério, a inviabilização deste acordo decorreu da posição de irredutibilidade por parte do Ministério das Finanças;
3. Sempre estranhámos tais posições pois, ao longo de todo o processo negocial, o Município de Oeiras nada pediu àquele Ministério;
4. A invocação de questões relativas às Parcerias Público Privadas (PPP) para argumentar sobre esta matéria é uma argumentação espúria e mal-intencionada. As PPP constituídas pelo Município de Oeiras são reais e os equipamentos contratados estão ou em utilização ou em fase de construção, pelo que, salvo questiúnculas menores, os problemas relativos àqueles equipamentos decorrem da situação de dificuldade de financiamento em que se encontra o País, situação essa exterior ao Município e imprevisível à data da constituição daquelas parcerias;
5. Até à data de hoje, exceção feita às verbas alocadas para constituição das sociedades, o Município de Oeiras não despendeu um cêntimo com qualquer das suas PPP;
6. Ainda sobre este assunto, e apesar das dificuldades económico-financeiras em que Portugal está mergulhado, nos últimos anos o Município de Oeiras diminuiu a sua dívida, pelo que, ao contrário da generalidade das instituições nacionais, Oeiras não se tem endividado, tem pago a dívida contratada e reforçado a sua situação financeira relativa.
Via FB
Novas unidades hoteleiras avançam em Oeiras para acomodar turismo de negócios - Local - PUBLICO.PT
Dormidas no concelho têm aumentado
Novas unidades hoteleiras avançam em Oeiras para acomodar turismo de negócios
14.02.2012 - 11:39 Por Inês Boaventura
A procura turística em Oeiras, concelho onde há duas unidades hoteleiras em construção e outras sete em estudo, aumentou 94,1% nos últimos anos. Os números foram divulgados pela câmara municipal, cujo vice-presidente sublinha que "existem condições para que o turismo empresarial continue a prosperar".
Entre 2003 e 2011 as dormidas no concelho aumentaram de 70.000 para 136.000. Já o número de hóspedes, segundo a autarquia, subiu 75,5% em igual período.
Em comunicado divulgado esta terça-feira, a Câmara de Oeiras admite que se verificou "alguma diminuição do número de hóspedes nos últimos três anos, fruto da crise económica" mas garante que "a redução do custo/noite por quarto permitiu captar mais dormidas e aumentar o tempo médio de permanência".
Portugal, Espanha, Reino Unido, França, Alemanha, Brasil, Holanda, Itália, Estados Unidos da América e Bélgica são os principais países de origem dos turistas que escolhem o concelho de Oeiras.
Segundo a autarquia, está neste momento em curso a construção de duas novas unidades hoteleiras: um hotel de charme de cinco estrelas em Paço de Arcos e um outro de três estrelas em Alfragide. Além disso há sete outros projectos em estudo.
"O turismo em geral e o turismo de negócios em particular constituem uma área estratégica para o desenvolvimento oeirense", afirma o vice-presidente da Câmara de Oeiras em comunicado. Paulo Vistas acrescenta que para o crescimento desta área terá contribuído a criação de parques empresariais no concelho
Apesar da conjuntura económica, o vereador está convencido de que "existem condições para que o turismo empresarial continue a prosperar em Oeiras". Isto, diz, "tirando partido da sua boa oferta hoteleira, localização ribeirinha, acessibilidades privilegiadas e do forte e diversificado tecido empresarial".
aquiLusofonia // Encontro Público «A Importância da Lusofonia» »Prémio Personalidade Lusófona» Professor Adriano Moreira /•/ aquiLusofonia
A PASC: Plataforma Activa da Sociedade Civil, da qual a Associação Portuguesa de Imprensa é fundadora, irá promover no dia 24 de Fevereiro, na Sociedade de Geografia (Lisboa), mais um Encontro Público, desta vez sobre A Importância da Lusofonia, assim debatendo, uma vez mais, as grandes questões est...
Projecto de Carta Arqueológica Subaquática de Cascais
Projecto de Carta Arqueológica Subaquática de Cascais - 16 de fevereiro - 18h00 - Museu do Mar Rei D. Carlos - Conferência de apresentação de resultados da campanha de levantamento no sítio arqueológico subaquático de São Julião da Barra – Entrada livre
Entre Outubro e Dezembro de 2011, o sítio arqueológico de S. Julião da Barra, localizado no território dos concelhos de Cascais e Oeiras, foi palco de uma campanha de investigação, para levantamento do espólio subaquático existente. Dia 16 de Fevereiro, os arqueólogos subaquáticos envolvidos vão apresentar os resultados desta iniciativa realizada pela Câmara Municipal de Cascais, no âmbito do Projecto de Carta Arqueológica Subaquática de Cascais.
Conferencistas (todos arqueólogos subaquáticos):
• José António Bettencourt, coordenador científico da campanha e investigador do Centro de História de Além-Mar – FCSH da Universidade Nova
• Jorge Freire corresponsável, investigador do Centro de História de Além-Mar – FCSH da Universidade Nova
• António Fialho, técnico da Divisão do património e Museus Municipais da Câmara Municipal de Cascais
Entre Outubro e Dezembro de 2011, o sítio arqueológico de S. Julião da Barra, localizado no território dos concelhos de Cascais e Oeiras, foi palco de uma campanha de investigação, para levantamento do espólio subaquático existente. Dia 16 de Fevereiro, os arqueólogos subaquáticos envolvidos vão apresentar os resultados desta iniciativa realizada pela Câmara Municipal de Cascais, no âmbito do Projecto de Carta Arqueológica Subaquática de Cascais.
Conferencistas (todos arqueólogos subaquáticos):
• José António Bettencourt, coordenador científico da campanha e investigador do Centro de História de Além-Mar – FCSH da Universidade Nova
• Jorge Freire corresponsável, investigador do Centro de História de Além-Mar – FCSH da Universidade Nova
• António Fialho, técnico da Divisão do património e Museus Municipais da Câmara Municipal de Cascais
Jornal de Gaveta: VOLTÁMOS ÀS MANIFS...
Domingo, 12 de Fevereiro de 2012
VOLTÁMOS ÀS MANIFS...
Com um Secretário Geral que pertence ao Comité Central do PCP, a CGTP é agora o próprio PCP! Mais do que nunca será assim.
Numa entrevista que ouvi, à pergunta se agora a CGTP seria uma extensão do PCP, o SG recém eleito reagiu perguntando se era uma provocação e a locutora encolheu-se. Mas devia ser mesmo porque ninguém pode acreditar que alguém se possa dividir de tal modo que, ao tomar atitudes na CGTP, esqueça que pertence ao Comité Central do PCP.
Em conclusão, num golpe de uma mestria que só pode enganar os tolos, o PCP pode agora manobrar uma clientela bem mais ampla do que a que constitui o seu eleitorado e, deste modo, voltar às “manifs” de que tanto gosta, distraindo o país das suas responsabilidades em momento tão grave como o que vive.
O que se pode passar é de uma extrema gravidade que só os loucos podem consentir.
Numa entrevista que ouvi, à pergunta se agora a CGTP seria uma extensão do PCP, o SG recém eleito reagiu perguntando se era uma provocação e a locutora encolheu-se. Mas devia ser mesmo porque ninguém pode acreditar que alguém se possa dividir de tal modo que, ao tomar atitudes na CGTP, esqueça que pertence ao Comité Central do PCP.
Em conclusão, num golpe de uma mestria que só pode enganar os tolos, o PCP pode agora manobrar uma clientela bem mais ampla do que a que constitui o seu eleitorado e, deste modo, voltar às “manifs” de que tanto gosta, distraindo o país das suas responsabilidades em momento tão grave como o que vive.
O que se pode passar é de uma extrema gravidade que só os loucos podem consentir.
Publicada por Rui de Carvalho
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Isto são os 300.000 manifestantes da CGTP...
Isto são os 300.000 manifestantes da CGTP de ontem aos olhos do jornalismo de causas, ao qual a realidade pouco interessa. Para esses senhores o Terreiro do Paço cheio na missa do Papa Bento XVI em Maio de 2010 correspondia a 80.000 pessoas.
.
Felizmente, os portugueses são sensatos...
Este homem está a fazer um apelo subliminar à violência. Felizmente, os portugueses são sensatos e não lhe dão ouvidos. Portugal só reconquista a credibilidade internacional com paz social e tranquilidade nas ruas. Exactamente o contrário do que os comunistas querem. Mas Portugal não é a Grécia nem o PCP tem o peso dos comunistas e dos anarquistas gregos.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
A VERDADE DOS ESPAÇOS - MANIFESTAÇÃO DA CGTP
Qualquer pessoa minimamente lúcida sabe bem que era impossível meter 300 mil pessoas no T. Paço. Nem mesmo 200.000.
Com contas, porém, fica mais claro!
A VERDADE DOS ESPAÇOS - MANIFESTAÇÃO DA CGTP
Ao contrário do que vindo a ser vinculado venho esclarecer a verdade das áreas e a ocupação possível dos espaços.
Primeiro avanço com uma noticia da visão onde é possível ver o Terreiro do Paço a abarrotar de pessoas quando da visita do Papa, e nesta o palco estava fora da Praça, o número avançado de pessoas no Terreiro do Paço - cerca de 100.000.
http://aeiou.visao.pt/ fotos-a-missa-no-terreiro-do-pa co=f558827
http:// ultimosegundo.ig.com.br/cs/ Satellite?blobcol=urldata&blobk ey=id&blobtable=MungoBlobs&blo bwhere=5797217842523&ssbinary= true
A metodologia empregue foi: nas ruas e em movimento 2 pessoas/m2, nas praças 0,5/m2, na praça do comércio 3 pessoas/m2. Estes valores sao por excessos porque estou a considerar tudo com uma ocupação de 100%, sem descontar estátuas, zonas ajardinadas, candeeiros, carros e camionetas estacionados, mobiliário urbano diverso, etc.
- Rua Augusta -7.300m2 - 14.600 pessoas
- Av. Infante D. Henrique (junto ao Terreiro do Paço) - 6.000m2 - 12.000 pessoas
- Av.Ribeira das Naus (junto ao Terreiro do Paço) - 8.500m2 - 17.000 pessoas
Rua da Alfandega (junto ao Terreiro do Paço) - 2.000m2 - 4.000 pessoas
Martin Moniz - 12.500 m2 - 6.250 pessoas
Praça da Figueira - 16.000m2 - 8.000 pessoas
Terreiro do Paço - 36.000m2 - 118.000 pessoas
O que dá a soma de 179.800 pessoas. um valor por excesso e muito abaixo do vinculado
Para 300.000 pessoas dava 3.4 pessoas/m2. Mas nós desde o Guterres que sabemos a habilidade para as contas da esquerda, e conforme ele disse "Façam as contas"... E nós fizemos :)))))
E porque nada deve ser anónimo
Rui Peres, Arquitecto.
Qualquer pessoa minimamente lúcida sabe bem que era impossível meter 300 mil pessoas no T. Paço. Nem mesmo 200.000.
Com contas, porém, fica mais claro!
A VERDADE DOS ESPAÇOS - MANIFESTAÇÃO DA CGTP
Ao contrário do que vindo a ser vinculado venho esclarecer a verdade das áreas e a ocupação possível dos espaços.
Com contas, porém, fica mais claro!
A VERDADE DOS ESPAÇOS - MANIFESTAÇÃO DA CGTP
Ao contrário do que vindo a ser vinculado venho esclarecer a verdade das áreas e a ocupação possível dos espaços.
Primeiro avanço com uma noticia da visão onde é possível ver o Terreiro do Paço a abarrotar de pessoas quando da visita do Papa, e nesta o palco estava fora da Praça, o número avançado de pessoas no Terreiro do Paço - cerca de 100.000.
http://aeiou.visao.pt/ fotos-a-missa-no-terreiro-do-pa co=f558827
http:// ultimosegundo.ig.com.br/cs/ Satellite?blobcol=urldata&blobk ey=id&blobtable=MungoBlobs&blo bwhere=5797217842523&ssbinary= true
A metodologia empregue foi: nas ruas e em movimento 2 pessoas/m2, nas praças 0,5/m2, na praça do comércio 3 pessoas/m2. Estes valores sao por excessos porque estou a considerar tudo com uma ocupação de 100%, sem descontar estátuas, zonas ajardinadas, candeeiros, carros e camionetas estacionados, mobiliário urbano diverso, etc.
- Rua Augusta -7.300m2 - 14.600 pessoas
- Av. Infante D. Henrique (junto ao Terreiro do Paço) - 6.000m2 - 12.000 pessoas
- Av.Ribeira das Naus (junto ao Terreiro do Paço) - 8.500m2 - 17.000 pessoas
Rua da Alfandega (junto ao Terreiro do Paço) - 2.000m2 - 4.000 pessoas
Martin Moniz - 12.500 m2 - 6.250 pessoas
Praça da Figueira - 16.000m2 - 8.000 pessoas
Terreiro do Paço - 36.000m2 - 118.000 pessoas
O que dá a soma de 179.800 pessoas. um valor por excesso e muito abaixo do vinculado
Para 300.000 pessoas dava 3.4 pessoas/m2. Mas nós desde o Guterres que sabemos a habilidade para as contas da esquerda, e conforme ele disse "Façam as contas"... E nós fizemos :)))))
E porque nada deve ser anónimo
Rui Peres, Arquitecto.
http://aeiou.visao.pt/
http://
A metodologia empregue foi: nas ruas e em movimento 2 pessoas/m2, nas praças 0,5/m2, na praça do comércio 3 pessoas/m2. Estes valores sao por excessos porque estou a considerar tudo com uma ocupação de 100%, sem descontar estátuas, zonas ajardinadas, candeeiros, carros e camionetas estacionados, mobiliário urbano diverso, etc.
- Rua Augusta -7.300m2 - 14.600 pessoas
- Av. Infante D. Henrique (junto ao Terreiro do Paço) - 6.000m2 - 12.000 pessoas
- Av.Ribeira das Naus (junto ao Terreiro do Paço) - 8.500m2 - 17.000 pessoas
Rua da Alfandega (junto ao Terreiro do Paço) - 2.000m2 - 4.000 pessoas
Martin Moniz - 12.500 m2 - 6.250 pessoas
Praça da Figueira - 16.000m2 - 8.000 pessoas
Terreiro do Paço - 36.000m2 - 118.000 pessoas
O que dá a soma de 179.800 pessoas. um valor por excesso e muito abaixo do vinculado
Para 300.000 pessoas dava 3.4 pessoas/m2. Mas nós desde o Guterres que sabemos a habilidade para as contas da esquerda, e conforme ele disse "Façam as contas"... E nós fizemos :)))))
E porque nada deve ser anónimo
Rui Peres, Arquitecto.
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