Mostrar mensagens com a etiqueta Joaquim Letria. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Joaquim Letria. Mostrar todas as mensagens

sábado, 22 de maio de 2010

Contra-mão




















Por Joaquim Letria, 4 de Maio de 2010


SÓCRATES PARECE aqueles velhinhos que se metem pelas auto estradas em contra-mão, com o Teixeira dos Santos no lugar do morto, a gritarem que os outros é que vêm ao contrário.
De rabo entre as pernas, fartinhos de saberem que estavam errados, não conseguem agora disfarçar o mal que nos fizeram. Ainda estão a despedirem-se, agradecidos, do Constâncio, e já deram a mão a Passos Coelho, que lhes jura que conhece uma saída perto e sem portagem.
Estamos bem entregues! Vão-nos servindo a sopa do Sidónio, à custa dos milhões que ainda recebem da Europa, andam pelo mundo fora sem vergonha, de mão estendida, a mendigar e a rapar tachos, tratados pelos credores como caloteiros perigosos e mentirosos de má-fé.
Quando Guterres chegou ao Governo, a dívida pouco passava dos 10% do PIB. 15 anos de Guterres, Barroso, Sócrates e de muitos negócios duvidosos puseram-nos a dever 120% do PIB.
Esta tropa fandanga deu com os burrinhos na água, não serve para nada e o Estado do próprio regime se encarrega de o demonstrar. Falharam todas as apostas essenciais. Todos os dias se mostram incapazes. Mas com o Guterres nos refugiados, o Sampaio nos tuberculosos e na Fundação Figo, o Constâncio no Banco Central e o Barroso em Bruxelas, a gente foge para onde?!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Catálogo de “filhas de putice”

17.12.09
Por Joaquim Letria

“FILHAS DE PUTICE” do guterrismo e socratismo estão a ser reunidas em relatório para serem apresentadas em instâncias europeias enquanto a Justiça portuguesa parece estar a julgar os casos que já recorreram aos tribunais portugueses.

Há funcionários públicos a receberem metade do vencimento, outros retirados das suas funções em situação de mobilidade especial, pessoas enviadas para casa, recebendo gradualmente parcelas cada vez mais pequenas do vencimento. Alguns funcionários recebem menos dum terço do seu vencimento, descontando o mesmo valor para a Segurança Social para, na reforma, poderem habilitar-se a pensões por inteiro.

Por trás destas situações estão simpatias políticas, discriminações, colocações a quilómetros de casa, acções de formação inúteis, favorecidos conhecidos mesmo antes de falsos concursos, perseguições psicológicas e favorecimentos partidários.

Estas e outras sevícias fazem parte dum repertório iniciado no tempo de Guterres e aprofundado, com requintes de malvadez, no tempo de Sócrates, alguns destes casos por ordens e instruções superiores. As instâncias comunitárias e a Organização Internacional do Trabalho estão ao corrente das situações.


«24 horas» de 17 de Dezembro de 2009