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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

RUA DAMIÃO DE GÓIS – ALGÉS


No último trimestre de 2008 a Rua Damião de Góis – a rua dos eléctricos – sofreu obras de vulto. Os passeios foram alargados e cobertos de lajes de granito, mudaram-se candeeiros e o seu subsolo foi preparado para evitar as cheias que, com alguma frequência, nos surpreendem.

Apesar de alguma confusão as obras acabaram quase nos prazos previstos antes do fim de Dezembro. Mas, logo nos primeiros dias de Janeiro, o asfalto parece que começou a desaparecer junto aos carris em frente os nºs. 28/32 e a abater do lado do estacionamento das camionetas.

E abateu. Quinta feira, 22 de Janeiro, o buraco que lá está é digno de registo. Como é possível esta ocorrência numa obra tão recente?
Maria Clotilde Moreira / Algés
[Correio do Leitor - Jornal de Oeiras - 27 de Janeiro de 2009]

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Alguém me explica...?




Vi hoje no site da CMO a notícia "Rua Damião de Góis, Algés: 950 mil euros investidos na requalificação urbana." (Link para a notícia)

A modificação visual do espaço da rua foi o objectivo definido como prioritário para a intervenção em curso naquela que é uma das principais artérias da freguesia de Algés e uma das portas de entrada no concelho de Oeiras. A obra abrange toda a Rua Damião de Góis, prolonga-se pela antiga Alameda Hermano Patrone e termina na Rua João Chagas, junto ao entroncamento com a Rua do Parque Anjos, dizem eles para informar assim o munícipe.


Mas, é bom ter memória. Reparem no valor da obra informado pela CMO, no cartaz que em tempos idos aí colocaram.
Pois é, se tudo fosse transparente eu não teria dúvidas.

Mas no artigo que vos cito, para além de
tentarem explicar o que aí vão fazer em termos de requalificação urbana, e eu ainda fico com mais dúvidas, porque a bota não bate com a perdigota, refere e cito "os trabalhos actualmente em curso na rua são da responsabilidade dos SMAS, que assegura a instalação de novos colectores de drenagem de esgotos domésticos e pluviais, tendo como objectivo evitar inundações na baixa de Algés." Bom... seja !

Mas parece que é só da responsabilidade do SMAS os colectores de drenagem e essa empreitada segundo a revista municipal
" Oeiras Actual " de Setembro/Outubro de 2008, corresponde a um investimento de 600 mil euros. Afinal em que ficamos ?

Mais, agora afirmam que a requalificação da zona custa 950 mil euros.

Mas bolas, qual é na verdade o valor total da requalificação urbana - € 950.000 ou € 1 027.041? e o valor dos colectores € 600.000 ou € 650.000? É que sem os valores certos eu não consigo saber o valor da requalificação urbana da zona. (E as diferenças não são "peanuts" para além de me aborrecer a falta de rigor )

É que eu desejava mesmo saber quanto custaram estes singelos passeios, segundo consta os mais caros do concelho, que substituíram a calçada portuguesa.

Alguém me consegue explicar ?


segunda-feira, 7 de julho de 2008

ALGÉS - Rua Damião de Góis

Obras incómodas na entrada de Algés
A Rua Damião de Góis é uma das principais entradas no município de Oeiras servida pelo eléctrico articulado 15. (...) O asfalto encontrava-se muito degradado. Agora está em obras. Informações esclareciam que esta rua ia deixar de ter estacionamento para melhor fluidez do trânsito, que posteriormente será feito um estacionamento subterrâneo à entrada do jardim. Que iam ser redimensionadas as redes das águas pluviais, os esgotos, novos candeeiros de iluminação publica e que o seu pavimento era de placas de granito (...). As obras estariam prontas em Novembro próximo. Tem sido um pequeno inferno as tais obras. O estacionamento continua nos dois lados entremeado com as máquinas e os materiais, com o levantamento das pedras dos passeios, o barulho e o pó das placas de granito a serem cortadas, com o trânsito e as pessoas a passar e os buracos do asfalto a crescerem e sem uma autoridade que ajude. Muitos questionam o porquê das placas tão caras de granito pois, algumas já colocadas, foram agora partidas para ajuste na colocação dos candeeiros. E quando estará pronto o tal estacionamento: não deveria ter sido feito antes?
Maria Clotilde Moreira, Algés
[Publico, 7.7.2008 – secção LOCAL, pág 26, na Tribuna do Leitor