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terça-feira, 9 de março de 2010

O Sport Algés e Dafundo hoje!

Este Clube é hoje uma referência de todo o Município de Oeiras e projecta-se para além fronteiras pelas suas participações e competições internacionais. Apesar da sua abrangência de todos os escalões etários, um dos seus grandes pilares nestes quase 100 anos que fará em 2015 é a sua aposta na formação – desportiva e humana – dos jovens, disponibilizando-lhes a prática de uma variedade de modalidades.

Apesar de algumas ajudas, de contratos-programas, do voluntariado de alguns e dedicação de todos este Clube enfrenta alguns problemas pela ausência de patrocínios, o que lhe dificulta chegar mais alto, mais rápido, mais forte - o lema olímpico ALTIUS, CITIUS, FORTIUS.

Na Assembleia Municipal do passado dia 1 de Março pedi aos responsáveis da Câmara Municipal de Oeiras uma atenção especial ao envio atempado das tranches negociadas para este ano, pois o seu atraso causa algum desconforto no não cumprimento de prazos por parte do Clube e provoca ansiedade em alguns praticantes que vão sabendo das dificuldades do seu “Algés”. E faço aqui um apelo – pelos meus netos e por todos os netos deste Município – venham apoiar o Sport Algés e Dafundo.
Artigo publicado no Correio dos Leitores do Jornal de Oeiras de hoje

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O FUTURO DO SPORT ALGÉS E DAFUNDO – SAD


Há uns tempos fixaram (quem?) que as actuais instalações do SAD não assegurariam a continuidade deste Clube e começou a falar-se dos “interesses” da sua passagem para a frente ribeirinha. Nomeada uma Comissão de Estudo e Planeamento das Novas Instalações Sociais e Desportivas em 4 de Julho último, apresentou aos presentes, na Assembleia de 5 do corrente, as recomendações a que chegou.

Entretanto já começaram as entrevistas visionárias, as vozearias sobre os verdadeiros donos da zona ribeirinha, os projectos, os planos, as parcerias, as marinhas, os hotéis… a envolvente da Cruz Quebrada, o Alto da Boa Viagem… blá blá sobre um “já está” que a ser concretizado será conversa para 50 anos se eles cá continuarem.

Apenas duas reflexões: o que está determinado, aprovado e quando estará pronta a ligação harmoniosa para viaturas e peões se moverem entre o lado de cá e o lado de lá, não esquecendo uma rede de transportes públicos?

O que está aprovado oficialmente e respectivo calendário da execução do edificado do outro lado da linha de comboio e qual a verdadeira localização das instalações do Clube?

Tudo está vago mas há uns tantos que se entretêm a calcular o valor das actuais instalações e, como há falta de casas em Algés, a idealizar projectos de apartamentos, escritórios e dois parques subterrâneos de estacionamento.

Vamos continuar a apoiar o SAD optimizando a sua organização. E alguns que só falam em mega projectos para o Município, porque não começam por limpar as ribeiras e as suas margens, a manter vivos os Jardins, a tapar os buracos dos passeios e estradas, a não deixar cair o património construído, a activar uma verdadeira rede de transportes, enfim a resolverem os etc’s de cada Freguesia?

Maria Clotilde Moreira / Algés



Nota - Este artigo também foi publicado na secção 'Correio do Leitor' do 'Jornal de Oeiras' desta data.



terça-feira, 24 de junho de 2008

Coisas deAlgés - X



O Sport Algés e Dafundo fez 93 anos


I - Assisti na passada 3ª feira a um encontro sob o título “O dirigismo desportivo do século XXI”. Esteve presente o Senhor Secretário de Estado da Juventude e Desporto, que chegou cerca de 30 minutos atrasado.

Do que ouvi retive: Hoje um clube como o ALGÉS tem de ter uma gestão empresarial dado o volume de praticantes, de atletas, de modalidades, de verbas que são necessárias movimentar e ainda está sujeito a complexas obrigações de contabilidade, de fiscalidade e de legislação. Aliás, os clubes chamados pequenos talvez já não tenham lugar numa sociedade em que a “carolice” dificilmente trará o imediatismo que todos parecem querer.

Mas houve vozes que falaram de voluntariado, de paixão, de cidadania. Falou-se dos dirigentes que chamam ao Clube a sua CASA, no empenho e disponibilidade dos funcionários, e das famílias que incentivam os seus jovens à prática do Desporto.

Hoje o nome de um clube está ligado, na verdade, não ao seu bairro mas à projecção dos resultados dos seus praticantes que são atletas nos rankings mundiais.



II – Sexta-feira fui ao Pavilhão de Miraflores ver o Sarau que começou exactamente a horas - 20h30. O tema: Os Jogos Olímpicos. O pavilhão estava cheio, a apresentação das várias classes de ginástica foi um espectáculo de cor, graciosidade: uma maravilha.

O ritmo, a movimentação dos grupos de tanta criança pequena, outros grupos mais crescidas; o entra e saí. Agora é com bolas, depois com fitas e mais as cordas e os arcos. Uma pequenina, minorca mesmo, que bem que faz, que bem que fez. Tudo saltou, graciosamente mostrou os vários desportos de uns Jogos Olímpicos. E o judo e o basquetebol, a natação e o atletismo, e os portugueses a chegarem à China… e os fatos coloridos, bonitos, alegres…

A assistência vibrou, gritou, aplaudiu. Foi uma hora e meia de alegria com professores e ajudantes muito bem organizadas e tanta criança e jovens felizes.

(Um pequeno senão para mim: a música e a narração do vários acontecimentos emitida pelas colunas chegava-nos como barulho ensurdecedor, desagradável, incomodativo – para outras ocasiões devem tornar estes sons mais agradáveis)



III – Sábado foi a sessão Solene no Palácio Ribamar. E os distinguidos muito felizes. Falaram os dirigentes e convidados sobre o papel que este Clube que já não é só de Algés.

Depois foi o almoço em moldes um pouco diferentes do jantar habitual mas muito bom: sardinhas assadas que ainda não tinha comido este ano e que adorei; depois os doces. Havia sangria. MAS O MELHOR DE TUDO FOI O CONVIVIO.

Maria Clotilde Moreira / Algés