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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Comentários do Oeiras Local

Ontem vi na 'tele' uma entrevista em que a sra ministra (que - aparentemente - escreve bastante melhor do que fala) tentou explicar que não disse o que disse, ou que disse o que não queria dizer, ou que foi mal interpretada, ou... sei lá! Sei que mencionou a Finlandia mas ter-se-á esquecido que em Portugal as turmas têm quase o dobro dos alunos, são turmas multiculturais com elevada percentagem de alunos que não dominam a língua do país, com alunos que não respeitam o professor (qual Lei, qual quê! o que impera é a falta de educação vigente e o exemplo - mau exemplo - de muitos dos progenitores), com um enorme fosso entre as crianças porque desde Guterres - o tal que tinha 'paixão pela educação' - o que se fez foi criar cada vez mais pobres e gente mal educada, além de terem retirado autoridade aos professores e aos auxiliares de acção educativa que são cada vez em menor número. Portugal é um país de faz-de-conta. E não é só no ensino!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

“Este teste foi uma chachada”

Educação


Os alunos ouvidos ontem pelo CM na Escola Josefa de Óbidos, em Lisboa, consideraram todos que a prova de Língua Portuguesa do 9º ano do Ensino Básico foi fácil. "Foi mais fácil do que os testes que fiz ao longo do ano", disse Filipa Silva, de 16 anos, enquanto Madalena Abreu foi mais longe: "Este teste foi uma chachada, muito mais fácil do que o exame do ano passado

(...)

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Ministra da Educação terá o ordenado penhorado

Justiça
Ministra da Educação terá o ordenado penhorado

O Tribunal obrigou Maria de Lurdes Rodrigues a pagar 10% do salário mínimo, por cada dia de incumprimento de uma sentença judicial.


Em causa está uma acção interposta em 2007 por um professor, para anular as eleições para o conselho executivo da Escola Secundária Dr. João de Araújo Correia, no Peso da Régua.

Depois de ter perdido todos os recursos, o Ministério da Educação tinha três meses para cumprir a ordem judicial e repetir o acto eleitoral. Como não o fez, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela decidiu que Maria de Lurdes Rodrigues deve pagar «10% do salário mínimo nacional» por cada dia de atraso no cumprimento da sentença que deu razão ao professor Pedro Pombo. O prazo começa a contar quinze dias depois do trânsito em julgado desta decisão – no dia 13 de Março.

«Enquanto cidadão, tenho o direito e, sobretudo, o dever de pugnar para que a legalidade seja reposta», afirmou ao SOL o docente, que diz esperar «que a tutela assuma, agora, as suas responsabilidades».

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Ministra vai ao Parlamento explicar fim dos chumbos

Educação
O Parlamento aprovou hoje por unanimidade a audição da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, e do Conselho Nacional de Educação sobre a proposta para acabar com as reprovações de alunos no ensino obrigatório


O requerimento aprovado hoje foi apresentado pelo CDS-PP. O deputado democrata-cristão José Paulo Carvalho disse à Lusa que o objectivo é esclarecer qual a posição do ministério face a um parecer do Conselho Nacional de Educação que recomenda ao Governo que estude soluções alternativas às repetições de ano.

Os deputados aprovaram também a audição dos dois relatores do documento do Conselho Nacional de Educação, órgão consultivo do Governo.

José Paulo Carvalho afirmou concordar que os alunos com mais dificuldades tenham mais acompanhamento desde que «isso não signifique que se generalize um sistema de passagens administrativas».

De acordo com a edição de quarta-feira do Diário Económico, um projecto de parecer do Conselho Nacional de Educação recomenda que o Ministério da Educação estude «soluções adoptadas noutros países que encontraram alternativas às repetições, obtendo bons desempenhos por parte dos alunos e resolvendo os problemas do insucesso».

Em declarações ao Público, o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, explicou que o Governo não quer proibir os chumbos, mas pretende reforçar «as estratégias e as medidas de apoio à recuperação de alunos, de forma a que a retenção e a repetição de ano deixem naturalmente de acontecer».

Lusa / SOL

segunda-feira, 19 de maio de 2008

O currículo da "sinistra"

Interessante é ver como em Portugal um Professor que NUNCA FOI AVALIADO chega ao topo da Carreira Docente (Ministra da Educação!) e se põe a disparar em todos os sentidos contra os Professores-não-avaliados.
Vejamos, a Drª Maria de Lurdes tirou o antigo 5º (5º - actual 9º) ano e ingressou no Magistério Primário (naquele tempo eram dois anos de curso).
Deu aulas na Primária até se inscrever no ISCTE (com o 5ºano + 2 anos de Magistério Primário).
Ao fim de 5 (CINCO) anos de estudos em curso nocturno, sai com um DOUTORAMENTO que lhe permitiu dar aulas(?!) no ISCTE, por acaso onde o sr. Engenheiro fez a pós-graduação(mestrado?) a seguir à "licenciatura" da UNI.
Digam lá que não lhe deu um certo jeito nunca ser PROFESSORA AVALIADA!
Do outro lado da barricada, também era CONTRA a avaliação dos Professores, não era Drª Maria de Lurdes? Pelo menos o seu ex-Professor Iturra diz que sim... e ainda nenhum ex-aluno veio aqui para os fóruns gabar-lhe os dotes docentes!
Não teremos mesmo melhor?
Os professores poderão lidar com os alunos como a Srª lida com os professores?
Exigir-lhes tudo ensinando pouco e com tão parco exemplo?
[recebido por e-mail]

UM DOCUMENTO HISTÓRICO

Professor da Ministra escreve-lhe uma carta aberta!

Leiam o texto e vão ao endereço ler a carta do professor da nossa ministra.

Divulguem!

http://www.scribd.com/doc/2497642/Minha-querida-Maria-de-Lurdes-Rodrigues

A ministra da educação foi professora primária, tirou a licenciatura em Sociologia, no ISCTE, como estudante trabalhadora, aos 28 anos de idade. No curriculum vitae oficial, incluído no portal do Governo, esse facto é omitido.
Foi aluna de Raul Iturra. Fez tese dedoutoramento com João Freire, o sociólogo a quem encomendou o estudo que esteve na base do novo ECD. O ex-professor de Maria de Lurdes Rodrigues, no ISCTE, o prof. Raul Iturra, escreveu um texto muito crítico e irónico em relação à forma de agir da ministra para com os professores.
Vale a pena ler e verificar como é que a mente humana é uma coisa complexa. Maria de Lurdes Rodrigues foi, na década de 80, uma estudante radical, fortemente influenciada pelo marxismo. Vinte anos depois mostra uma face completamente diferente: intolerante, autoritária e inflexível.
Como é que se pode passar, em vinte anos, da extrema-esquerda para a defesa do liberalismo selvagem? Como é que é possível uma antiga professora primária mostrar tanto desamor e desconfiança pelos professores? Como é que uma antiga professora primária pode manifestar tanto desconhecimento sobre a complexidade do trabalho do professor?
[recebido por e-mail]

sábado, 26 de abril de 2008

Como vamos passar a avaliar os nossos alunos



É o que o ME está a pedir...

UMA EXCELENTE FORMA PARA LUTAR
CONTRA O ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE!

Estabeleceremos cotas em cada turma:
Em 20 alunos, só daremos 10% de nota máxima,
tal como a ministra faz connosco.
Portanto, se houver mais do que 2 alunos que mereçam 5, paciência!
Ficam com 5 os dois melhores.
Mas se um deles faltou mais de 3 dias por doença, terá que ter paciência.
Fica com 4 e sobe o seguinte a aluno-titular.
Os outros cotam-se, proporcionalmente, por aí abaixo.
10% de nível 5 e 20% de nível 4.
O resto vai corrido a 3.
Se uma turma for muito boa e tiver 10 alunos que merecessem 4 e 5,
outra vez paciência.
«Nem todos podem chegar a generais», não é?
Dois ficam com 5, quatro com 4 e os restantes terão 3.
Mesmo que, também esses merecessem 5.
Faltaram?
Quem os mandou adoecer a eles ou aos pais?
Quem mandou o carro avariar e chegar tarde uma vez?
Quem mandou o irmão mais novo apanhar sarampo?
É cotas, é cotas!
Não são os Pais que aprenderam com a ministra que
«nem todos podem chegar a general»?
Pois então? Os seus filhos também não!


Publicado por JOÃO Tilly

[recebido por e-mail]

sábado, 5 de abril de 2008

Enfastiada e indiferente

Se ainda não percebeu, a Menina Idalina explica-lhe :

Não me chega a sua indiferença, nem o seu silêncio. Deve-me a mim , como cidadã, uma explicação.

Os números que deu, secamente, são assustadores. Quero mais explicações. Quero mais informação. E deixe de arranjar bodes expiatórios e sacudir a água do capote.

Para a Menina Idalina é muito diferente ser uma criança de 6 anos apanhada com uma pistola do que ser um jovens de 15/16 anos. Diferente na leitura, na responsabilidade e na actuação.

Tem a obrigação de responder aos portugueses, e não lhe é sequer permitido, pelo cargo que ocupa, adoptar esse ar enfastiado e negligente.
Não pode também ficar indiferente que os professores sejam agredidos e ameaçados no seu local de trabalho. Está obrigada a favorecer todas as condições para que estes desempenhem as funções que lhe confiou, nas melhores condições . E está obrigada a que os alunos dessas mesmas escolas tenham todas as condições para aprenderem.

Não lhe é permitido sequer a indiferença.
Demita-se. A sua postura não contribuiu em nada para a resolução dos problemas.

Com a devida vénia à 'Menina Idalina'.


sábado, 23 de fevereiro de 2008

'professorezecos'...


O incrível sucedeu.

Este mês a ministra da educação foi à assembleia da república e alguns deputados do PS questionaram-na sobre algumas das suas políticas da educação.
Confrontada com essas dúvidas o que faz a ministra... Responde ?

Não...

Acusa antes os deputados de ao colocarem dúvidas estarem a dar voz aos 'professorezecos'...

Assim mesmo, os 'professorzecos'.

Esta notícia foi publicada no Público, mas, por alguma razão, passou praticamente despercebida, divulguem-na para que se perceba o calibre desta ministra.

http://educar.files.wordpress.com/2008/01/ps.jpg