Mostrar mensagens com a etiqueta união zoófila. maus tratos aos animais.. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta união zoófila. maus tratos aos animais.. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

O correio dos leitores


Como nem sempre os mails sobre estes temas são para apoiar estas instituições, há que informar sobre casos que envergonham a classe humana, não por abandonarem animais, mas sim por aqueles que supostamente deviam ajudar os animais os maltratarem!!

Esta reportagem está no jornal “Meia Hora” de hoje.
Podem ler a reportagem na página 7.

Cumps.
R C


UNIÃO ZOÓFILA
Os bichos nesta associação, que devia cuidar deles, são pontapeados, sovados e até esfaqueados. A UZ desmente


POR: SÍLVIA MAIA
Agência Lusa

No canil da União Zoófila há animais que sofrem maus-tratos. Entre denúncias de bichos pontapeados e sovados, um cão foi morto com um ferro e outro terá sido esquartejado.
Há quem fale em “campo de concentração”. A associação garante que os bichos são bem tratados.

A Lusa viu fotografias de um rafeiro esfaqueado e um relatório de autópsia que revela actos de agressão a uma pitt bull. Falou com voluntários e sócios que relataram casos de maus-tratos e negligência. Alguns pediram anonimato por temerem represálias. Muitos foram expulsos.

Todos falam em “caça às bruxas”: “Quem questiona ou fala tem um processo disciplinar. Por isso é que estas histórias não saem da zoófila.”É o lado negro de uma associação criada há mais de 50 anos para defender os animais.

Cadáver. Em Julho de 2006 deu entrada no serviço de Anatomia Patológica da Faculdade de Medicina Veterinária o cadáver de uma pitt bull da União Zoófila (UZ). A necrópsia realizada à “Arlequim” revelou que tinha morrido por lhe terem “perfurado o recto” com um “objecto contundente”. A cadela foi vítima de traumatismo violento, atingindo em especial a região lombar, que terá levado a hemorragia interna”. Já este Verão, a 30 de Junho, um rafeiro foi encontrado esquartejado na box. O “Mico” morreria horas depois. Fernanda Moleiro, uma psiquiatra que ocupa parte das instalações da UZ com os animais que recolhe da rua, ficou “chocada com o cenário”. “Quando cheguei, o ‘Mico’ ainda estava vivo. Saí do canil com ele nos braços, mas chegou sem vida à veterinária”, recorda Fernanda, exibindo as fotos que “provam maus-tratos humanos”. A psiquiatra confrontou a direcção, mas não teve resposta. Questionada pela Lusa, a presidente da UZ, Luísa Barroso, disse desconhecer a situação. Quanto à história da “Arlequim”, Luísa Barroso afirmou que o caso está a ser investigado pela PJ.

Assembleia. Preocupado com outros casos de violência, um grupo de sócios exigiu uma Assembleia-Geral. Em Outubro, uma sala do Hotel Berna foi palco de uma acesa troca de acusações que se prolongou noite dentro, visando sobretudo um veterinário da associação. Na reunião, um ex-elemento da direcção acusou o veterinário de ter recusado ver de imediato um animal atropelado.