Já em tempos comentei no "Oeiras Local" algo parecido com o assunto que hoje me leva a colocar este post... o ZÉ.
Perguntei - e até hoje ninguém me respondeu -, quanto custou à Edilidade lisboeta a "birrinha cautelar" deste senhor em relação ao túnel das Amoreiras...
Perguntei, também, se alguém sabia se ele já tinha pago os quatro milhões de euros (se a memória não me atraiçoa) em que tinha sido condenado num outro processo...
Perguntei, também, se alguém sabia se ele já tinha pago os quatro milhões de euros (se a memória não me atraiçoa) em que tinha sido condenado num outro processo...
Anteontem, casualmente, recebi de um amigo o e-mail que convosco partilho hoje e que, a propósito das cheias recentes, diz o seguinte:
"Imaginem este cenário / hipótese:
Imaginemos que não tinha havido eleições intercalares na Câmara de Lisboa. Carmona Rodrigues seria o Presidente da Edilidade, eleito na lista do PSD. Sá Fernandes seria Vereador, eleito da lista do Bloco de Esquerda. Sá Fernandes estaria no oposição.
Certamente, com o PSD no poder autárquico, teríamos o mesmo temporal que se abateu na grande Lisboa, na madrugada da passada 2ª. Feira.
Certamente, as televisões mostrariam as mesmas imagens, resultado do temporal. Certamente, as televisões mostrariam o túnel, no Campo Grande, completamente alagado, que levou à interrupção do trânsito durante muitas horas.
Certamente que o Vereador na oposição, Sá Fernandes, teria aparecido nas televisões dizendo cobras e lagartos dos responsáveis autárquicos do PSD.
Desta vez, certamente, o Vereador Sá Fernandes , em full-time na CML, em função do acordo "PS/BE" não apareceu nas televisões.
Há silêncios que dão nas vistas. Ou será que o "Zé já não faz falta?"
Imaginemos que não tinha havido eleições intercalares na Câmara de Lisboa. Carmona Rodrigues seria o Presidente da Edilidade, eleito na lista do PSD. Sá Fernandes seria Vereador, eleito da lista do Bloco de Esquerda. Sá Fernandes estaria no oposição.
Certamente, com o PSD no poder autárquico, teríamos o mesmo temporal que se abateu na grande Lisboa, na madrugada da passada 2ª. Feira.
Certamente, as televisões mostrariam as mesmas imagens, resultado do temporal. Certamente, as televisões mostrariam o túnel, no Campo Grande, completamente alagado, que levou à interrupção do trânsito durante muitas horas.
Certamente que o Vereador na oposição, Sá Fernandes, teria aparecido nas televisões dizendo cobras e lagartos dos responsáveis autárquicos do PSD.
Desta vez, certamente, o Vereador Sá Fernandes , em full-time na CML, em função do acordo "PS/BE" não apareceu nas televisões.
Há silêncios que dão nas vistas. Ou será que o "Zé já não faz falta?"
Ora, nem mais: há silêncios que chegam a ser ensurdecedores!
Alguém viu o sr. vereador frente a alguma câmara de televisão, zurzindo o sr. Costa?
Claro que não! O Zé, agora, anda caladinho...
Tão caladinho que até se esqueceu que foi primeira página de "O Independente", de 24 de Fevereiro de 2006! "O PS já está", dizia ele nessa data...
Este, é também o mesmo "Zé" que ameaçou romper a coligação com o PS, caso não fossem revistos os "casos" dos avençados e prestadores de serviços à CML (não falo dos assessores), injustamente despedidos pelo sr. Costa e C.ª..., todos a recibo verde e alguns com cinco a até dez anos de serviço na Edilidade
Este, é igualmente o mesmo "Zé" que ficou caladinho, quando o jornal "Global" referiu declarações (não desmentidas) de Carmona Rodrigues, sobre os vencimentos desses mesmos funcionários: antes, pouquíssimos ganhavam 2.500 euros; agora, com o sr. Costa e "novos boys", alguns já ganham qualquer coisa como 3.950 euros...
Se o presidente da Câmara Municipal de Lisboa ainda fosse um eleito PSD, "caía o Carmo e a Trindade" mas, como é do PS... alguém ouviu uma palavra do "Zé"?
Agora, pergunto: O Zé faz falta?
Claro que sim... mas caladinho, como um inocente... que não é!

