quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O aumento brutal de impostos explicado em 30 segundos


Luis Cunha

A 2ª Mostra Social da Freguesia de Algés


   Este evento ocorreu, como anunciado, no fim de semana de 22 e 23 de Setembro no Parque Urbano de Miraflores e teve a participação do triplo das Instituições do ano passado. O programa era bastante diversificado e apelativo tanto para adultos como para as crianças com os diversos carrosséis. No meio de coisas apetitosas havia farturas e muito algodão doce.
   A sessão de esclarecimento “Menos Sal Mais Sabor”, muito participada, acabou com a prova de uma iguaria, ali cozinhada por um jovem Cozinheiro, que animou os participantes para irem experimentar, logo que possível, os conselhos ali prestados, substituindo o sal por ervas aromáticas como alfazema, salsa, coentros, manjericão, louro…
   Foram muitos os que aproveitaram também para fazerem rastreio e verificarem os estado da sua saúde e tomarem contacto e obterem informações sobre as diversas instituições sociais onde poderão obter algum apoio. Também a PSP chamou a atenção de todos, mas em especial dos idosos, para comportamentos de segurança face ao actual momento inseguro que se vive.
   E além de demonstração de várias actividades físicas apelativas para todas as idades, houve actuação de bandas e coros que animaram os muitos espectadores que movimentando as cadeiras foram acompanhando as sombras que o Sol teimava em ir roubando.
   O saldo foi certamente positivo e já há quem esteja a pensar que para o ano se poderá incluir novos desafios para este espaço do Parque Urbano.

Maria Clotilde Moreira / Algés


Artigo publicado no Jornal de Oeiras de 2.10.2012

QUANTO MAIS ME BATES MAIS GOSTO DE TI



Quanto mais me bates mais gosto de ti

Vítor Gaspar, em alternativa à solução TSU, prevê sobretaxa no IRS e revisão dos escalões do imposto. Funcionários públicos e pensionistas veem reposto um subsídio mas podem acabar por perdê-lo com o agravamento fiscal.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/irs-aumenta-346-em-atualizacao=f757616#ixzz28FWteDhe

O HOMEM DO SACO

http://henricartoon.blogs.sapo.pt/568104.html


O homem do saco
SAPO Notícias

sábado, 29 de setembro de 2012

Projecto para Oeiras - CDS-PP Oeiras





Um (dos muitos) exemplo de Despesismo nas Freguesias de Oeiras de Hoje



No Verão de 2011 as juntas das freguesias de Caxias, Oeiras e Paço de Arcos compraram 5 bicicletas para equipar a PSP de Oeiras com um meio de patrulhamento e policiamento de proximidade muito eficaz. Pagaram um valor
total de 4.200€, (i.e. 840€ cada bicicleta).

Numa consulta feita a um fabricante de bicicletas, produzidas em Portugal,
com modelos desenvolvidos especialmente para forças policiais, verificamos
que cada bicicleta equipada custaria somente 133€ cada.

Por 6 vezes menos equipariam a polícia com as 5 bicicletas solicitadas,
sendo estas fabricadas e equipadas em Portugal.


CDS-PP Oeiras

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Governo SS



  • Governo SS
    Défice de 694,1 ME
    A fórmula da troika não resulta e Vitor não acertou uma até agora.
    PSD e CDS acabou-se a desculpa do Sócrates!
    Estamos a ser governados por uma cambada de incompetentes
    A Segurança Social poderá registar um défice de 694,1 ME em 2012 e assim contribuir para um agravamento do défice pela primeira vez em pelo menos 11 anos, de acordo com as estimativas do Governo enviadas pelo INE para Bruxelas.

Concerto de Homenagem ao Movimento Paralímpico




O Teatro Nacional de São Carlos promove no dia 29 de Setembro, pelas 21:00 horas, a realização de um concerto coral sinfónico de homenagem ao Movimento Paralímpico, em particular aos atletas portugueses que participaram nos Jogos Paralímpicos de Londres, pela forma digna e prestigiante como representaram o nosso país na maior edição de sempre daquele evento. www.saocarlos.pt


 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

A NÃO REFORMA AUTÁRQUICA DE OEIRAS

A Câmara Municipal de Oeiras votou desfavoravelmente, no dia 26 de Setembro, a Reforma Administrativa Territorial Autárquica (RATA) determinada pela Lei n.º 22/2012, de 22 de Maio. O Presidente Isaltino Morais e os vereadores IOMAF, os vereadores PS e o vereador CDU votaram CONTRA, os vereadores PSD abstiveram-se!
Refere a Câmara Municipal que “de acordo com o Anexo I da referida Lei, o Município de Oeiras, nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 4º, é classificado como município de nível I, devendo, por via da aplicação da alínea a) do n.º 1 do artigo 6º, reduzir o atual número de freguesias para 5”, omitindo que, nos termos da mesma lei, artigo 7.º - 1, as assembleias municipais que apresentarem à Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território a sua proposta de reforma têm um acréscimo de 20%, ou seja, o município de Oeiras ficaria com 6 e não 5 freguesias. O seu a seu dono.
Concordamos substancialmente com a análise que a Câmara Municipal faz à chamada Lei 22 ou Lei da RATA (que raio de sigla), pois a proposta governamental é um mar de intenções que desagua num oceano de indefinições. Nem o prometido acréscimo de 15% nas transferências financeiras nos pode convencer (artigo 10.º - 4), pois a experiência diz-nos que, em época de “vacas tísicas”, o Governo não cumprirá o prometido.
A deliberação da Câmara Municipal de Oeiras deambula pelos propósitos e objectivos generalistas da RATA, que se aplica a todo o território nacional, fazendo uma incursão pela AML, descurando a sua aplicação no município.
Entendemos que o concelho de Oeiras é estruturalmente harmonioso nos seus 45,8 km2, pelo que a manutenção das suas 10 freguesias seria um acto normal.
Mas aqueles que nada querem mudar, designadamente a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e a Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), poderiam ter exigido ao Governo a realização de um Referendo, pois não é líquido que a maioria dos portugueses seja contra esta reforma, sobretudo nas áreas metropolitanas e no litoral.
A posição do Partido Socialista (PS) de Oeiras raia a hipocrisia política: no acordo com a Troika está, ou não, a redução do número de autarquias? Quem o assinou? Memória curta dos socráticos e sócretinos “socialistas”.
A Câmara Municipal da Amadora, dirigida pelo “socialista” Joaquim Raposo, tem pronta a sua proposta de RATA, que obteve o apoio do PSD. Muda a posição do Partido Socialista, consoante seja oposição (Oeiras) ou seja poder (Amadora). É o caso clássico de oportunismo demagogo e populista.
A posição do PSD também não se entende. Ou talvez sim. Esperar-se-ia um rotundo “NÃO” à proposta, à não proposta de Isaltino Morais, em cumprimento da política oficial do Partido ou, em confronto com esta, o “SIM”. Qualquer uma delas seria aceitável e respeitável, o “NIM” é estilo “Maria vai com as outras”.
Se Oeiras é um caso de sucesso, vejamos o panorama nacional:
Será que Barcelos deve continuar com 89 freguesias, ou seja, a sua Assembleia Municipal tem 179 membros?
Fará sentido que Braga tenha 60 freguesias?
Fará sentido que a freguesia de São Salvador, concelho de Mirandela, terra natal de Isaltino Morais, com 223 habitantes (censos 2011), se mantenha nos actuais moldes?
Terá sentido a continuidade da freguesia das Antas, concelho de Penalva do Castelo, com 284 habitantes (censos 2011)?
É aceitável a existência da freguesia de Bigorne, Lamego, com 46 habitantes (censos 2011)?
Como em muitas situações estruturantes para Portugal e para os Portugueses perdeu-se uma oportunidade de ouro para um enorme debate nacional, cujo fórum privilegiado poderiam ser a RTP e a RDP que, assim, prestariam um verdadeiro Serviço Público de Rádio e Televisão.
Lamentamos que Oeiras tenha fugido ao debate, o que vai contra a sua matriz inconformista.
Quem não debateu, quem não ousou propor, quem não se quis pronunciar, não venha amanhã acusar terceiros pela redução de 10 para 5 freguesias, que poderiam ser 6 ou o máximo de 7 se houvesse um debate sério.
É caso para dizer: Oeiras abortou a sua RATA (Reforma Administrativa Territorial Autárquica).

Procurador Genérico da República

Depois da confissão da 'Rainha de Inglaterra' (aqui) -  sem espanto -  e do meu pior pesadelo não se ter confirmado (aqui), lembrei-me, depois de aturado estudo das personalidades disponíveis e - mais importante -  com perfil para o lugar de PGR, de lançar uma Petição Pública para desafiar a única personalidade com capacidade para acabar, de vez, com a impunidade e a pouca vergonha reinante em Portugal.

E ela aqui está:

Petição Pública : Rato Mickey a PGR

Assine aqui : http://www.peticaopublica.com/?pi=P2012N29546



Saudações Patrióticas

Há alternativa

  o 16º
Fio de Prumo

Há alternativa

 

A austeridade que fustiga os portugueses, com aumento de impostos e redução de salários, é perfeitamente evitável. Desde que o governo opte por outro tipo de medidas, que penalize menos os cidadãos e as empresas, retire privilégios aos poderosos e altere de facto a estrutura de despesas do Estado.

  • 01 Maio 2012
Por: Paulo Morais, Professor Universitário


Em primeiro lugar, devem ser renegociadas todas as parcerias público-privadas rodoviárias, que chegam a ter rentabilidades garantidas superiores a 14%; o Estado terá, desde já, um ganho anual de cerca de três mil milhões de euros. A segunda medida consiste na imediata reestruturação da dívida pública, bastando substituir os contratos de crédito ruinosos, e assim poupar cerca de dois mil milhões. Não é admissível que o Estado continue a pagar anualmente em juros nove mil milhões de euros, mais do que gasta com o Serviço Nacional de Saúde.
Impõe-se ainda reduzir os alugueres e rendas imobiliárias que o Estado paga neste momento. São centenas de milhões de euros a mais em cada ano! Numa fase em que o mercado imobiliário está em baixa e as rendas nos privados vêm diminuindo progressivamente, porque não baixa a despesa do Estado nesta rubrica? Ainda por cima, quando muitos contratos foram inflacionados para favorecer proprietários amigos!
Outra área onde se poderia também obter um ganho de mil milhões é a da formação profissional. Grande parte da formação financiada limita-se a manter os formandos ocupados, enquanto a maioria dos recursos é desviada para o enriquecimento de alguns ‘empresários’ mais habilidosos.
Se o governo tiver coragem para implementar este tipo de medidas, pode poupar anualmente até sete mil milhões, sem penalizar os cidadãos. E muda definitivamente a estrutura da despesa do Estado, retirando privilégios aos poderosos.
Só quando os governantes tiveram a coragem de ousar este caminho, Portugal progrediu. Foi assim com D. João II, que pensou os Descobrimentos, ou com o Marquês de Pombal, instituidor do Vinho do Porto, que limitaram regalias às grandes famílias do seu tempo – como os Duques de Bragança e Viseu ou os Távora. Se não souber ler a história, Passos Coelho será apenas mais um mau governante, dos muitos que os portugueses já tiveram de suportar.

Assalto aos Pobres


Altos cargos...


WEHAVEKAOSINTHEGARDEN: A partilha do saque

WEHAVEKAOSINTHEGARDEN: A partilha do saque

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Ontem o Gang do Governo esteve reunido para discutir o Orçamento de Estado para 2013. Já sabemos que grande parte foi gasta a decidir como vão conseguir roubar mais dinheiro a quem trabalha e como o distribuir aos grandes grupos económicos, aos agiotas e aos amigos, mas também terão estado a decidir como vão dividir as migalhas que restam pelos serviços públicos que o Estado presta aos cidadãos. Quanto irão cortar na Saúde, na Educação, na Segurança Social, nos transportes e na Economia.

A REVOLTA DAS PALAVRAS

Posted: 23 Sep 2012 11:52 AM PDT
Portugal tem solução possível dentro do sistema que nos governa? Não tem.
Estamos, a nível político sob uma democracia de base partidária assente na seguinte arquitectura: dois partidos, que não se distinguem já nas ideias e traduzem o mesmo núcleo essencial de interesses, o PS e o PSD, rodam na área do poder, expressando o rotativismo que tem governado a nossa vida pública desde que a revolução burguesa assumiu o poder com o vintismo e de que a ditadura do partido único do Estado Novo foi excepção; dois partidos que não têm acesso ao poder central, o PCP e o BE, e assumem franjas particulares do poder periférico, a nível de organizações territoriais autárquicas ou de classe e, enfim, um pequeno partido que convive com o poder central, o CDS-PP, não conseguindo nele impôr o seu ideário, trocando princípios por arranjos a nível das composições de Governo; enfim a grande massa dos indiferentes, a abstenção, a abulia política, o que legitima, afinal, o estado da Nação e tudo quanto nela é permitido ao Estado porque consentido ao Governo.
A nível económico-financeiro, estamos, como comanditários tecnocráticos, sob a batuta de um rearranjo estratégico do capitalismo, ditado pela Europa Central, que, por via do sistema bancário, pelo regime fiscal e através de manipulações nas Finanças Públicas, logra a simultaneidade do rebaixamento salarial, a concentração monetária nas grandes empresas e bancos e o reembolso pela Alemanha de quanto lhe custou a Europa que é o espaço vital do seu novo Reich.
A nível dos corpos separados, temos umas Forças Armadas acantonadas desde que o fim do serviço militar obrigatório as privou de ser a Nação em Armas, transformando-as num destacamento de profissionais da pura técnica militar para uma Defesa que não há.
Ninguém que tenha algo a perder quer assumir qualquer responsabilidades no Governo, todos sentem ter perdido tudo pela responsabilidade do Governo. O divórcio entre uma raquítica sociedade civil e um agigantado Estado é total. O panorama geral é de inquietação, revolta e anarquia. Todos odeiam tudo, ninguém tem esperança em nada.
Um País assim perdeu a capacidade de se regenerar pelas estruturas que criou para se governar. A democracia já não oferece nem respostas nem governantes, actualmente apenas feitores de uma política alheia, a dos credores, que os nacionais em carne viva desprezam, com a ira dos falidos.
Portugal não está só sob o domínio estrangeiro, Portugal está sujeito a ter perdido a sua soberania.
Portugal tem solução possível dentro do sistema que nos governa? Não tem. Uma revolução não é desejável, é infelizmente inevitável. O resto é agonia e vergonha. Uma doença viral toma conta de tudo, gangrena moral que mina primeiro o ímpeto, enfim o próprio respeito que um Povo a si mesmo se deve. Os conservadores, como eu me sinto tanta vez, temem a primeira faísca, que os despertará do sono e da alienação.
 
in A Revolta das Palavras - José António Barreiros

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Com todo o respeito...

Pequeno-almoço sustentado




Venha tomar um bom pequeno-almoço e ouvir, debater e propor ideias para projectos de sustentabilidade em Oeiras.


Às 9:00h, pequeno-almoço.

Das 9:30h às 11:00h apresentações e debate:
  • Indicadores de Sustentabilidade à escala local – a realidade portuguesa, por Sara Pires da Universidade de Coimbra.
  • Indicadores de Sustentabilidade na Avaliação e Monitorização de Planos, por Tomás Ramos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.
  • Sistema de Indicadores de Sustentabilidade da AML – Centro para a Sustentabilidade Metropolitana, por José Carlos Ferreira, do Centro para a Sustentabilidade Metropolitana da Área Metropolitana de Lisboa.
  • O SIDSO e o 1º Relatório de Indicadores de Sustentabilidade de Oeiras, por Cristina Garrett do Grupo Oeiras 21+ / Câmara Municipal de Oeiras.

Participação sujeita a inscrição prévia, para o e-mail oeiras21mais@cm-oeiras.pt.

Transportes:

Carreiras da Vimeca / Lisboa Transportes nºs   106,  111, 112 e 158
Carreira da Vimeca / Top Shuttle Oeiras Parque nº 30
SATU Oeiras – estação Oeiras Parque
Junto ao Centro de Saúde de Paço de Arcos existe uma paragem da carreira COMBUS – Paço de Arcos / Oeiras.

PPP - Parcerias ruinosas