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quarta-feira, 3 de outubro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 12 de outubro de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
IRS entrou ontem em vigor mas governo fala em Junho
IRS entrou ontem em vigor mas governo fala em Junho
O aumento deste imposto está amaldiçoado. "É mais um erro, mais uma asneirada", diz o fiscalista Tiago Caiado Guerreiro
O aumento deste imposto está amaldiçoado. "É mais um erro, mais uma asneirada", diz o fiscalista Tiago Caiado Guerreiro
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Portugueses deixam de trabalhar para o Fisco a partir de amanhã
Portugueses deixam de trabalhar para o Fisco a partir de amanhã Económico
Impostos
Portugueses deixam de trabalhar para o Fisco a partir de amanhã
Económico com Lusa
12/05/10 19:15
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Os portugueses precisaram de trabalhar 133 dias para pagarem os impostos ao Fisco este ano.
Só a partir de amanhã os portugueses começam a ganhar para si próprios, depois de 133 dias necessários para pagar impostos.
Este ano os portugueses tiveram de trabalhar 133 dias para ganhar os rendimentos que lhes vão permitir ter o suficiente para pagar os seus impostos, isto é, mais um dia do que em 2009, e só esta quinta-feira passam a trabalhar exclusivamente para si próprios, refere um estudo da Associação Industrial Portuguesa (AIP), hoje divulgado.
O estudo não leva, contudo, em conta os previsíveis aumentos de impostos que deverão ser anunciados ainda esta semana.
A data também conhecida pelo "Dia da Libertação dos Impostos" pretende sensibilizar e dar um contributo para a análise da Fiscalidade e da Despesa Pública, em si mesmas e na sua ligação, uma vez que despesa pública é igual a impostos, no presente ou no futuro.
"O resultado deste indicador corresponde a mais um dia do que o calculado em 2009 e menos cinco dias do que em 2008. Este facto dá, no caso de Portugal, uma boa medida dos efeitos da crise económica nas receitas fiscais", adianta a AIP.
À semelhança deste estudo, a AIP estimou um outro importante indicador, o do "Dia da Libertação do Sector Público", que procura levar em conta todo o tipo de tributação, nomeadamente a tributação que tem a ver com o défice orçamental.
Neste sentido, os portugueses irão trabalhar 188 dias (até 7 de Julho) para pagar a totalidade dos impostos do sector público, mais dois dias do que no ano passado.
Esta estimativa baseia-se essencialmente na informação relativa à execução orçamental de 2009 e dos primeiros meses do corrente ano e no crescimento da receita fiscal previsto no Orçamento do Estado para 2010, não incorporando ainda os previsíveis aumentos de impostos que deverão ser anunciados esta semana.
Há já alguns anos que a AIP-CE, com a colaboração do Gabinete de Análise Económica da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, assinala o "Dia da Libertação dos Impostos" e o "Dia da Libertação do Sector Público (DLSP)".
Impostos
Portugueses deixam de trabalhar para o Fisco a partir de amanhã
Económico com Lusa
12/05/10 19:15
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Os portugueses precisaram de trabalhar 133 dias para pagarem os impostos ao Fisco este ano.
Só a partir de amanhã os portugueses começam a ganhar para si próprios, depois de 133 dias necessários para pagar impostos.
Este ano os portugueses tiveram de trabalhar 133 dias para ganhar os rendimentos que lhes vão permitir ter o suficiente para pagar os seus impostos, isto é, mais um dia do que em 2009, e só esta quinta-feira passam a trabalhar exclusivamente para si próprios, refere um estudo da Associação Industrial Portuguesa (AIP), hoje divulgado.
O estudo não leva, contudo, em conta os previsíveis aumentos de impostos que deverão ser anunciados ainda esta semana.
A data também conhecida pelo "Dia da Libertação dos Impostos" pretende sensibilizar e dar um contributo para a análise da Fiscalidade e da Despesa Pública, em si mesmas e na sua ligação, uma vez que despesa pública é igual a impostos, no presente ou no futuro.
"O resultado deste indicador corresponde a mais um dia do que o calculado em 2009 e menos cinco dias do que em 2008. Este facto dá, no caso de Portugal, uma boa medida dos efeitos da crise económica nas receitas fiscais", adianta a AIP.
À semelhança deste estudo, a AIP estimou um outro importante indicador, o do "Dia da Libertação do Sector Público", que procura levar em conta todo o tipo de tributação, nomeadamente a tributação que tem a ver com o défice orçamental.
Neste sentido, os portugueses irão trabalhar 188 dias (até 7 de Julho) para pagar a totalidade dos impostos do sector público, mais dois dias do que no ano passado.
Esta estimativa baseia-se essencialmente na informação relativa à execução orçamental de 2009 e dos primeiros meses do corrente ano e no crescimento da receita fiscal previsto no Orçamento do Estado para 2010, não incorporando ainda os previsíveis aumentos de impostos que deverão ser anunciados esta semana.
Há já alguns anos que a AIP-CE, com a colaboração do Gabinete de Análise Económica da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, assinala o "Dia da Libertação dos Impostos" e o "Dia da Libertação do Sector Público (DLSP)".
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terça-feira, 11 de maio de 2010
Natal como em 1983?
Público - Natal como em 1983?
As medidas adicionais em estudo pelo Governo não serão, caso sejam postas em prática, uma novidade para Portugal. O imposto extraordinário e retroactivo sobre o 13.º mês foi aprovado em 1983, era Mário Soares primeiro-ministro e Ernâni Lopes ministro das Finanças. O imposto incidiu sobre os rendimentos da contribuição predial, sujeitos a impostos de capital de 1982 e "independentes" (6 por cento) e sobre os salários, tanto do sector privado como da função pública, relativos ao período de Janeiro a Setembro de 1983. O imposto foi de 2,8 por cento sobre as remunerações, ou seja, cerca de um quarto do subsídio de Natal. retido na fonte entre Novembro e Dezembro.
Portugal vivia uma crise grave das contas externas que obrigou à intervenção do FMI. Para o ex-governador do Banco de Portugal José Silva Lopes, no seu livro A Economia Portuguesa desde 1960, a principal causa esteve na orientação da política económica, já que Portugal, com Cavaco Silva como ministro das Finanças do Governo PPD/CDS, executou em 1980 políticas "claramente expansionistas". Cavaco Silva explica nas suas memórias que Sá Carneiro e Morais Leitão, já falecidos, o pressionaram a aplicar medidas eleitoralistas.
Em relação ao aumento das taxas de IVA, a rapidez de obtenção de receita e a forma dissipada com que os contribuintes o sentem têm-na tornada popular entre os governos, apesar da subida dos preços, geralmente sentida por quem tem menores rendimentos.
A taxa normal de IVA subiu de 17 para 19 por cento em 2002, quando o Governo Durão Barroso, era Manuela Ferreira Leite ministra das Finanças, quis atenuar a quebra de receitas fiscais e evitar uma derrapagem do défice, mantendo-o nos 2,8 por cento.
A 1 de Julho de 2005, uma das primeiras medidas do Governo Sócrates, era Campos e Cunha ministro das Finanças, foi aumentar a taxa de 19 para 21 por cento para cortar o défice, avaliado pelo Banco de Portugal em 8,3 por cento do PIB. Mas em Março de 2008, o mesmo Governo decidiu baixar para 20 por cento, porque o défice de 2007 - de 2,6 por cento- fora, segundo Teixeira dos Santos, "o mais baixo dos últimos 30 anos".
As medidas adicionais em estudo pelo Governo não serão, caso sejam postas em prática, uma novidade para Portugal. O imposto extraordinário e retroactivo sobre o 13.º mês foi aprovado em 1983, era Mário Soares primeiro-ministro e Ernâni Lopes ministro das Finanças. O imposto incidiu sobre os rendimentos da contribuição predial, sujeitos a impostos de capital de 1982 e "independentes" (6 por cento) e sobre os salários, tanto do sector privado como da função pública, relativos ao período de Janeiro a Setembro de 1983. O imposto foi de 2,8 por cento sobre as remunerações, ou seja, cerca de um quarto do subsídio de Natal. retido na fonte entre Novembro e Dezembro.
Portugal vivia uma crise grave das contas externas que obrigou à intervenção do FMI. Para o ex-governador do Banco de Portugal José Silva Lopes, no seu livro A Economia Portuguesa desde 1960, a principal causa esteve na orientação da política económica, já que Portugal, com Cavaco Silva como ministro das Finanças do Governo PPD/CDS, executou em 1980 políticas "claramente expansionistas". Cavaco Silva explica nas suas memórias que Sá Carneiro e Morais Leitão, já falecidos, o pressionaram a aplicar medidas eleitoralistas.
Em relação ao aumento das taxas de IVA, a rapidez de obtenção de receita e a forma dissipada com que os contribuintes o sentem têm-na tornada popular entre os governos, apesar da subida dos preços, geralmente sentida por quem tem menores rendimentos.
A taxa normal de IVA subiu de 17 para 19 por cento em 2002, quando o Governo Durão Barroso, era Manuela Ferreira Leite ministra das Finanças, quis atenuar a quebra de receitas fiscais e evitar uma derrapagem do défice, mantendo-o nos 2,8 por cento.
A 1 de Julho de 2005, uma das primeiras medidas do Governo Sócrates, era Campos e Cunha ministro das Finanças, foi aumentar a taxa de 19 para 21 por cento para cortar o défice, avaliado pelo Banco de Portugal em 8,3 por cento do PIB. Mas em Março de 2008, o mesmo Governo decidiu baixar para 20 por cento, porque o défice de 2007 - de 2,6 por cento- fora, segundo Teixeira dos Santos, "o mais baixo dos últimos 30 anos".
João Ramos de Almeida
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Governo estuda imposto especial sobre salários
Governo estuda imposto especial sobre salários
Além do aumento dos impostos, o Governo está a estudar ainda um novo imposto sobre os salários. Esta é outra das medidas adicionais que está em cima da mesa para trazer o défice orçamental para os 7,3% já este ano - em vez de 8,3% - revela o “Diário Económico”.Por exemplo, segundo o mesmo jornal, o subsídio de Natal poderá ser taxado de acordo com um imposto autónomo e pontual, apenas para este ano. Segundo uma fonte próxima do Governo, o objectivo é que quaisquer que sejam as novas medidas, elas afectem o conjunto da população e não apenas os funcionários públicos. Recorde-se que a Grécia já eliminou o 13º e 14º meses da função pública.Recorde-se que, para cumprir a nova meta, o Governo será obrigado a arrecadar cerca de 1.600 milhões de euros a mais do que o que já estava previsto.
Além do aumento dos impostos, o Governo está a estudar ainda um novo imposto sobre os salários. Esta é outra das medidas adicionais que está em cima da mesa para trazer o défice orçamental para os 7,3% já este ano - em vez de 8,3% - revela o “Diário Económico”.Por exemplo, segundo o mesmo jornal, o subsídio de Natal poderá ser taxado de acordo com um imposto autónomo e pontual, apenas para este ano. Segundo uma fonte próxima do Governo, o objectivo é que quaisquer que sejam as novas medidas, elas afectem o conjunto da população e não apenas os funcionários públicos. Recorde-se que a Grécia já eliminou o 13º e 14º meses da função pública.Recorde-se que, para cumprir a nova meta, o Governo será obrigado a arrecadar cerca de 1.600 milhões de euros a mais do que o que já estava previsto.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Carga fiscal portuguesa é das mais duras da Europa
Carga fiscal portuguesa é das mais duras da Europa
Subidas maiores só na Grécia e em Espanha. Aumento do peso dos impostos indirectos em Portugal é o maior da Europa.
Subidas maiores só na Grécia e em Espanha. Aumento do peso dos impostos indirectos em Portugal é o maior da Europa.
É só Alegria! Em que outro local do planeta poderíamos ser tão felizes?
segunda-feira, 22 de março de 2010
Subida de 1% no IVA evitava cortes nos subsídios
Subida de 1% no IVA evitava cortes nos subsídios
Espanha deu o mote na subida do IVA e a UGT sugere a medida. Mas há outras: reduzir os apoios fiscais aos bancos
Espanha deu o mote na subida do IVA e a UGT sugere a medida. Mas há outras: reduzir os apoios fiscais aos bancos
Quem diz aumentar o IVA (uma solução de último recurso, já que o governo prometeu não subir impostos), diz repor a "normalidade" nos benefícios fiscais concedidos ao sector financeiro nos últimos anos, combater certos tipos de fraude que existem nos apoios sociais, limitar o desperdício, sugerem vários especialistas. Estas alternativas teriam ainda outro mérito: ajudariam a pacificar as divisões no interior do governo e do Partido Socialista, entretanto noticiadas, aliviando a pressão sobre a despesa social.
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sábado, 13 de fevereiro de 2010
Colégios pagam mais impostos do que a banca e as empresas

Associações de ensino privado e cooperativo admitem processar o Estado. Novo Orçamento diminuiu a taxa mas esta continua mais elevada que noutros sectores privados
Os colégios e outros estabelecimentos de ensino privado pagam um imposto mais elevado do que, por exemplo, os bancos e outras empresas. Esta diferenciação está a gerar descontentamento no sector de ensino privado, que admite mesmo processar o Estado.
Em causa está o regime de Taxa Social Única (TSU) a que estão sujeitos. Todas as escolas - mesmo as que têm parcerias com o Estado - pagam, ao todo, 25% de TSU, quando o regime geral é de 23,75%. (...)
sexta-feira, 31 de julho de 2009
sábado, 13 de dezembro de 2008
"Crisis? What crisis?"
Da caixa de comentários (aqui)
Oeiras disse...
Ou como diriam os Supertramp:
"Crisis? What crisis?"
A palavra "crise" já é em si mesma um "fait divers" usado por toda a gente para se desculpar das dificuldades que ainda não têm mas acham que virão a ter.
São os particulares a dizer que não investem e não compram nada porque "a crise vem aí", são os governos a inventar mais impostos para "fazer face à crise que vem aí"... é extraordinário.
Começo a acreditar naquele livro "O Segredo": só quando tivermos pensamentos positivos nos começarão a acontecer coisas boas.
Já agora, alguém me explica porque é que empresas que continuam a ter centenas de milhões de euros de lucro (embora menos lucro que nos anos anteriores) dizem que têm que despedir trabalhadores? Eu percebi mal ou essas empresas continuam a dar lucros das arábias? Os seus accionistas não poderiam ficar um ano sem ganhar tantos milhões e manter os postos de trabalho de quem lhos dá a ganhar?
Oeiras disse...
Ou como diriam os Supertramp:
"Crisis? What crisis?"
A palavra "crise" já é em si mesma um "fait divers" usado por toda a gente para se desculpar das dificuldades que ainda não têm mas acham que virão a ter.
São os particulares a dizer que não investem e não compram nada porque "a crise vem aí", são os governos a inventar mais impostos para "fazer face à crise que vem aí"... é extraordinário.
Começo a acreditar naquele livro "O Segredo": só quando tivermos pensamentos positivos nos começarão a acontecer coisas boas.
Já agora, alguém me explica porque é que empresas que continuam a ter centenas de milhões de euros de lucro (embora menos lucro que nos anos anteriores) dizem que têm que despedir trabalhadores? Eu percebi mal ou essas empresas continuam a dar lucros das arábias? Os seus accionistas não poderiam ficar um ano sem ganhar tantos milhões e manter os postos de trabalho de quem lhos dá a ganhar?
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Nem tudo o que parece é!
.
Nesta semana, não sei se repararam, publiquei intencionalmente uma série de posts. Coisas da nossa terra, dirão alguns, pois é um blog temático dedicado a Oeiras, dirão outros. Alguns até se atreverão a dizer que é um blog do PSD.
Mas nada disso me motivou. Para que fique claro, não sou apoiante de Isaltino nem tão pouco do PSD.
Nesta semana, não sei se repararam, publiquei intencionalmente uma série de posts. Coisas da nossa terra, dirão alguns, pois é um blog temático dedicado a Oeiras, dirão outros. Alguns até se atreverão a dizer que é um blog do PSD.Mas nada disso me motivou. Para que fique claro, não sou apoiante de Isaltino nem tão pouco do PSD.
O objectivo era ver mais para além do que o post dizia, problematizar o nosso quotidiano, percebendo que, mesmo nas coisas mais simples, a complexidade é uma constante. E nem tudo o que parece é.
Posto isto, o que eu me apetece dizer-vos é que o poder não é uma aptidão inata, pessoal, nem uma qualidade de um grupo. O poder apenas existe no âmbito de uma relação social ou dito de outra forma, o poder é uma relação social estruturada em termos de dominação/submissão.
Mas duvidam?
O poder de Isaltino Morais exerce-se dominando uma possível oposição, seja ela qual for, e "partilhando alegremente contributos". Lembrem-se que este ganhou as eleições e, a oposição ao seu exercício e programa (e estes dois vectores eram fundamentais para a distinção de águas) passou-se em bloco para o seu lado, salvo raras e honrosas excepções.
Donde, Isaltino Morais dominou/subjugou a oposição, e esta com motivações que não sabemos muito bem identificar,"embarcou". Quiçá, também eles queriam partilhar o poder esquecendo-se que não foi para isso que foram eleitos, mas sim para utilizar os seus conhecimentos individuais, culturais, económicos e sociais, para desmontar este tipo de dominação. Desmontar apostando na transparência e na alternativa.
Reparem, como é que pode dizer numa visita a uma entidade privada - Centro Paroquial de Miraflores - que a CMO dará meio milhão de euros para financiar inclusive a casa do pároco? Que critérios está a utilizar? A que população se destina? Como pode dispor dos impostos de todos nós, a seu belo prazer? Que tipo de alternativas se podem pôr para atingir os mesmos objectivos? Porquê a Igreja e não uma outra qualquer entidade? E porque a oposição está tão silenciosa?
Porque estamos a falar da Igreja e esta tem uma influência muito grande.
E aqui a segunda distinção: o poder não pode confundir-se com influência, dado que essa é a capacidade que se tem de modificar o comportamento de quem exerce o poder através da persuasão. É isso que a Igreja fez e faz. Usou a sua influência e condicionou o comportamento do PCMO. Que dá em troca? (não é preciso eu dizer ... já lá chegaram!)
Com este exemplo pequeno eu só quero dizer que, quem exerce o poder tem sempre uma atitude subjacente em relação ao mesmo: defender o próprio poder que exerce e assim mantê-lo "ad eternum" (no caso de Isaltino "ad nauseum").
Agora, porque é que o PSD e PS estão esfrangalhados e este senhor domina o concelho de Oeiras...? Pois será outro post . Uma coisa de cada vez.
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
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