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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

NÃO AO AUMENTO DOS TRANSPORTES



Marcha de Protesto dia 1 de Fevereiro, Quarta-Feira, às 18h00
do Rossio (CP) para o Largo do Camões

 

sexta-feira, 2 de julho de 2010

sábado, 22 de maio de 2010

IRS entrou ontem em vigor mas governo fala em Junho

IRS entrou ontem em vigor mas governo fala em Junho


O aumento deste imposto está amaldiçoado. "É mais um erro, mais uma asneirada", diz o fiscalista Tiago Caiado Guerreiro

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O 'mundo mudou' em apenas um dia!

Nova taxa de IRS avança já e apanha subsídios de férias


.A maioria dos 675 mil funcionários públicos recebe o subsídio de férias em Junho

Não é um ano, mas são sete meses - a taxa agravada do IRS entrará em vigor um mês mais cedo do que o previsto, a 1 de Junho, o suficiente para apanhar a maior parte dos subsídios de férias no sector privado e a totalidade do subsídio pago aos cerca de 675 mil funcionários das Administrações Públicas, recebidos em Junho.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Post dedicado aos votantes no amigo Sócrates | FLISCORNO

Crónica hoje no Público:


Carga fiscal: um aumento pela calada
Pedro Pereira - 2009-11-11

Mais uma vez o Governo encontrou uma forma de aumentar a carga fiscal sobre os portugueses

No Diário da República de 16 de Setembro de 2009, já em período pré-eleitoral, foi publicada a Lei n.º 110/2009 - o Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social - sem que a comunicação social em particular, e a opinião pública em geral, lhe tenham dado a devida importância, e que na prática vem promover o aumento de impostos, ou melhor, neste caso, um aumento significativo das contribuições para a Segurança Social dos trabalhadores e das empresas.

A leitura deste documento suscita (ou deve suscitar) enorme preocupação. Já em 2010, e de forma progressiva até 2012, as contribuições para a Segurança Social irão aplicar-se a todos os tipos de rendimentos auferidos: salário (o que obviamente já acontecia no passado), mas agora também ao subsídio de almoço, às participações nos lucros, aos bónus, às viaturas, às despesas de representação e às ajudas de custo.

Se por um lado se pode considerar como justo e razoável o aumento do "perímetro" de rendimentos sujeitos a tributação, ajustando-o à prática remuneratória, o que não é justo nem razoável é que o trabalhador e a empresa vejam os seus descontos aumentados, sendo que, no caso do empregador, tal aumento vai repercutir-se directamente nos custos do factor trabalho (qualificado, na grande maioria dos casos), com repercussões directas na competitividade das empresas; quanto ao trabalhador, não terá qualquer contrapartida ao nível da sua pensão de reforma.

Vejamos. Para as empresas, o que esta alteração legislativa implica é um forte incremento dos custos dos quadros qualificados, pois, como é sabido, o peso destes fringe benefits na remuneração dos trabalhadores é significativa. Assim, desta forma os descontos para a Segurança Social vão aumentar substancialmente, tanto mais quanto maior o peso destas variáveis (os referidos fringe benefits) em relação ao salário na remuneração total do trabalhador. Como será difícil às empresas reduzir e/ou alterar estes benefícios, o que elas vão enfrentar é, num contexto particularmente adverso como o que hoje vivemos, um aumento dos seus custos, o que pode pôr em causa a sua (frágil) sustentabilidade financeira e degradará a sua competitividade.

Por outro lado, para os empregados, a reforma também não lhes traz qualquer vantagem. Para todos os trabalhadores que entraram no regime de Segurança Social antes de 2001, a sua pensão de reforma é calculada tendo como limitação o valor de 12 IAS (indexante de apoios sociais - aproximadamente o valor do salário mínimo). Assim, o resultado prático das alterações agora introduzidas é muito simples: o trabalhador irá descontar mais, o que pode não se traduzir em qualquer benefício na sua pensão de reforma que continuará limitada aos 12 IAS.

Em suma, mais uma vez o Governo encontrou uma forma de aumentar a carga fiscal sobre os portugueses e mais uma vez essa subida não nos trará qualquer benefício, destinando-se apenas a alimentar a pesadíssima máquina do Estado. Economista


Post dedicado aos votantes no amigo Sócrates FLISCORNO

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Aviso à navegação


Taxas cobradas pelas câmaras aumentam no próximo ano

A nova lei das taxas municipais entra em vigor no primeiro dia de 2010 e vai obrigar muitos autarcas a subir essas taxas cobradas por vários serviços. Porém, os prazos para a sua aplicação são apertados. E quem não aprovar cada uma das novas taxas até ao fim do ano pode ficar impedido de cobrar seja o que for aos cidadãos.

As câmaras vão aumentar as taxas municipais já em 2010, consequência directa de uma nova lei, que estava congelada há dois anos, mas que começa a aplicar-se no primeiro dia de 2010. Em causa estão os custos de inúmeros serviços prestados e cobrados pelas câmaras aos munícipes, desde os esgotos, recolha de lixo à electricidade, espaços públicos, mercados e feiras, passando pela construção, até aos funerais.

"Serão os técnicos dos municípios a fazer os estudos, às autarquias caberá apresentar à população e aprovar nas câmaras e respectivas assembleias municipais". in Diário de Notícias

Ler notícia

Aos eleitos nas Autárquicas:

Estaremos muito atentos ao que se irá passar na Assembleia Municipal. E avisamos já que não são os munícipes que devem suportar os desperdícios, as mordomias e a má gestão da CMO.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Opinião
Dias Gomes
O cartel gasolineiro
Tenho curiosidade em saber o porquê de a gasolina custar muito menos do que em Portugal em todos os países da Europa Comunitária, sendo a moeda similar à nossa. Para esta asserção não há argumentos que destruam esta minha questão. Não deveríamos de pagar tanto como os espanhóis e demais cidadãos europeus? Obviamente que sim. Não se entende porque é que o Governo permite a bandalheira actual com 15 aumentos desde o princípio do ano.
O exemplo do que se passa aqui ao lado, em Espanha, não me sai da cabeça. Como é isto possível? Eu tenho de viver num país onde tudo é pior para os seus nacionais do que nos outros países? Expliquem-me se são capazes. Temos os ordenados mais baixos da Europa, mas os impostos mais altos. Temos as casas mais caras e de má qualidade, pois ainda novas ficam com humidade, fissuras, e não sei mais o quê. Temos o ensino degradado e escolas que se podem adjectivar de espeluncas. Desfrutamos de estradas perigosas, com perfil difícil. Vendem-nos automóveis a preços exorbitantes e com dupla tributação o que não acontece em qualquer outro sítio europeu. Aplicam-nos portagens extremamente caras e em estradas que nem servem para carros de bois.
Enfim a lista de infelicidades dos portugueses é infinda. Porque não nos corrigimos? Não temos a qualidade de vida de um espanhol, um francês, um inglês, um finlandês um norueguês. Ninguém nos defende. O governo que elegemos está-se marimbando para os nossos queixumes. E nós continuamos a aguentar. Até quando? Um dia a paciência pode esgotar-se e pode nascer uma ETA à portuguesa.
Já esteve mais longe. Não brinquem com o fogo onde todos nos poderemos queimar.
Quem governa o país tem de intervir rapidamente. Penalizar o cartel da gasolina. Investigar as gasolineiras. A gasolina se é mais barata em Espanha porque não pode ter o mesmo preço em Portugal? Não se admite que tenha aumentado tantas vezes. Estamos a brincar e a colocar a mão no bolso dos portugueses despudoradamente. Quem está a lucrar com esta roubalheira? O governo tem de investigar. E já, se não qualquer dia nem dinheiro temos para o mais básico.
Por exemplo, o Governo que prescinda dos 60% que leva de imposto num litro de gasolina.
Porque não se juntam os portugueses num movimento único, como onda avassaladora e que varra Portugal de Norte a Sul e de este para oeste e paremos todos os veículos e deixemos que as gasolineiras bebam a gasolina? Se afoguem nela e se envenenem juntamente com os produtores e exportadores? Façam isso e vejam se o Governo não actua e não baixa os preços. A continuarmos assim, passivos, letárgicos, uns bananas, ninguém nos leva a sério. Nós, os portugueses somos a essência da nossa economia. Sem nós ela estagna. O PIB fracassa e todas as contas do Governo, dos Bancos, dos Seguros, estiola.
Somos um povo sofrido, com 48 anos virado de costas para a evolução e que agora, depois da alvorada salvadora (?) do 25 de Abril de 1974, continua a sofrer. Aumentam os preços como e quando lhes apetece. Por que raio há-de ser assim?