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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Aviso à navegação


Taxas cobradas pelas câmaras aumentam no próximo ano

A nova lei das taxas municipais entra em vigor no primeiro dia de 2010 e vai obrigar muitos autarcas a subir essas taxas cobradas por vários serviços. Porém, os prazos para a sua aplicação são apertados. E quem não aprovar cada uma das novas taxas até ao fim do ano pode ficar impedido de cobrar seja o que for aos cidadãos.

As câmaras vão aumentar as taxas municipais já em 2010, consequência directa de uma nova lei, que estava congelada há dois anos, mas que começa a aplicar-se no primeiro dia de 2010. Em causa estão os custos de inúmeros serviços prestados e cobrados pelas câmaras aos munícipes, desde os esgotos, recolha de lixo à electricidade, espaços públicos, mercados e feiras, passando pela construção, até aos funerais.

"Serão os técnicos dos municípios a fazer os estudos, às autarquias caberá apresentar à população e aprovar nas câmaras e respectivas assembleias municipais". in Diário de Notícias

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Aos eleitos nas Autárquicas:

Estaremos muito atentos ao que se irá passar na Assembleia Municipal. E avisamos já que não são os munícipes que devem suportar os desperdícios, as mordomias e a má gestão da CMO.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

FECHAR A TORNEIRA DO DESPERDÍCIO





"Arrancou ontem a campanha dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Oeiras e Amadora. O objectivo da campanha é incentivar ao consumo de água da torneira, referindo a sua excelente qualidade."

Mas porquê fazer campanhas de marketing para consumo de um bem indispensável, que temos de pagar ao preço que eles nos impõem acrescido sempre da tarifa de utilização, da quota de disponibilidade, dos resíduos sólidos e IVA?

Sabiam que, num consumo de água de cerca de €3, se paga nestas taxas todas, cerca de €5?

Sabia que a nova quota de disponibilidade que veio substituir o aluguer de contadores, fica na módica quantia de €3,10?

Verificou que a mudança de nome está a ser paga todos os meses pelo cidadão?

E não pode contestar. Quem é que se arrisca a ficar sem o precioso líquido?

Como cidadã pagante sem opção alternativa de consumo, arrogo o direito, pela transparência, de tentar fechar a torneira do desperdício.

Quero saber quanto é que esta campanha custou. Quero avaliar correctamente o desperdício destes gestores tanto mais que, neste momento de crise, água engarrafada para consumo corrente não é primeira prioridade de um cidadão.