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quarta-feira, 14 de março de 2012

Lusoponte pede indemnização de 100 milhões - Economia - Sol


Mais um contrato armadilhado para agradecer ao governo PS/sócrates.




A Lusoponte entregou um pedido de indemnização por parte do Estado no valor de 100 milhões de euros, revelou hoje o Secretário de Estado dos Obras Publicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Silva Monteiro.

De acordo com o governante, o pedido de indemnização da empresa da Mota Engil deve-se ao facto de o anterior governo ter assinado em 2008 um acordo em que se compromete a compensar a Lusoponte pelo «risco de variação dos impostos».


Segundo Sérgio Silva Monteiro, este pedido de indemnização compreende apenas o período entre 2008 e 2012.


Frederico.pinheiro@sol.pt

quinta-feira, 1 de março de 2012

Santa ignorância... ou concorrência desleal!

Consumo

Nova publicidade do Azeite Gallo é acusada de "racismo" no Brasil

 

A nova campanha publicitária da marca portuguesa Gallo está a ser alvo de críticas no Brasil. Em causa está o facto da nova embalagem do produto ser em "vidro escuro", uma alegação que envolve "racismo", segundo o reclamante.



Ler mais: 

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Parcerias com privados custam este ano mais 18% do que o previsto - Economia - PUBLICO.PT

Parcerias com privados custam este ano mais 18% do que o previsto - Economia - PUBLICO.PT


Estado já não realiza quase 40 por cento da despesa prometida no PIDDAC

Os encargos do Estado com as parcerias público-privadas (PPP) estão a derrapar, enquanto o Plano de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) tem uma taxa de execução cada vez mais fraca.

(...)

sábado, 22 de maio de 2010

Finanças vão vender 15 imóveis

Finanças vão vender 15 imóveis - Economia - DN


O património que vai ser leiloado em Junho deverá proporcionar um encaixe mínimo de 5,7 milhões de euros

O Ministério das Finanças vai levar 15 imóveis do Estado sob a sua jurisdição a hasta pública, dias 22 e 23 de Junho, que se forem vendidos apenas pelo preço-base de licitação vão permitir um encaixe total de 5,658 milhões de euros.

Na lista do anúncio publicado no site da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças há de tudo um pouco - prédios rústicos e urbanos, lojas e terrenos. Desde uma casa abarracada, com 102 metros quadrados e um anexo com 14, em Loures, que vai à praça por 33,2 mil euros de preço-base, a um prédio de seis pisos, na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa, que se apresenta a leilão com um lance de 1,5 milhões de euros.

Este último é, aliás, a proposta de preço mais elevado, a concorrer quase ex aequo com uma parcela de terreno de 11 500 metros quadrados, no complexo do Jamor, com uma base de licitação de 1,315 milhões de euros. (...)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

PSD: Passos Coelho propõe corte de 2,9% no vencimento de políticos e gestores públicos

PSD: Passos Coelho propõe corte de 2,9% no vencimento de políticos e gestores públicos - Notícias Lusa - SAPO Notícias



11 de Maio de 2010, 23:08

Santarém, 11 mai (Lusa) -- O presidente do PSD propôs hoje perante o Conselho Nacional social democrata que haja um corte sobre os vencimentos de políticos e gestores públicos de 2,9 por cento, equivalente ao aumento que obtiveram no ano passado.

"Num momento em que pedem aos portugueses sacrifícios excecionais, a classe política e os gestores públicos têm a obrigação ética de dar o exemplo", defendeu Pedro Passos Coelho, no início de uma reunião extraordinária do Conselho Nacional do PSD, em Santarém.

Esta foi uma das cinco condições que Pedro Passos Coelho propôs aos conselheiros nacionais sociais democratas que o PSD apresente ao Governo durante a negociação de medidas para reduzir o défice orçamental.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Corte nos subsídios começa aos 516 euros

Corte nos subsídios começa aos 516 euros - Economia - PUBLICO.PT

Os cortes no subsídio de desemprego que o Governo se prepara para aprovar já afectarão os beneficiários que recebem subsídios próximos dos 516 euros.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Carga fiscal portuguesa é das mais duras da Europa

Carga fiscal portuguesa é das mais duras da Europa

Subidas maiores só na Grécia e em Espanha. Aumento do peso dos impostos indirectos em Portugal é o maior da Europa.

É só Alegria! Em que outro local do planeta poderíamos ser tão felizes?

sexta-feira, 19 de março de 2010

PEC causa fractura no governo socialista de José Sócrates

PEC causa fractura no governo socialista de José Sócrates

O núcleo duro do governo dividiu-se com o Programa de Estabilidade e Crescimento. Cinco ministros têm dúvidas sobre a política seguida

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

As faces ocultas | FLISCORNO

As faces ocultas FLISCORNO

Empresas públicas e câmaras terão de entregar planos anticorrupção

por RUDOLFO REBÊLO
Hoje

O caso "Face oculta" levanta "a questão da necessidade absoluta de serem criados planos de prevenção da corrupção nas empresas públicas", afirmou ontem Guilherme d'Oliveira Martins, presidente do Tribunal de Contas (TC) e que preside ao Conselho de Prevenção da Corrupção. O organismo, desenvolvido em finais do ano passado, vai recolher até ao final do ano os planos de prevenção à corrupção desenvolvidos na esfera da actividade pública - empresas públicas, institutos, autarquias locais. O que, diz o ex-ministro das Finanças em resposta a questões colocadas pelo DN, poderá ajudar a "delimitar as fronteiras da corrupção".

Para dificultar as ocorrências de corrupção é necessário, diz o presidente do Tribunal de Contas, que sejam criadas "regras claras" nas entidades públicas. "A prevenção da corrupção é uma urgência em nome da confiança e da credibilidade do sistema", sublinhou Guilherme d'Oliveira Martins, ontem, à margem da conferência "O direito e a economia um ano depois da crise".

As empresas, câmaras e institutos públicos já deveriam ter entregue os planos de prevenção à corrupção. Mas dificuldades de implementação, que obriga a modelos particulares para cada instituição, levou o Conselho da Prevenção a dilatar a entrega dos planos para o final do corrente ano.

Os planos de prevenção à corrupção deverão levar as empresas e institutos abrangidos a definirem áreas internas de potencial perigo de corrupção e propor medidas para minorar as hipóteses de corrupção.

DN Economia

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Dinheiro de luvas terá ido parar ao PSD

Economia
JN 01h16m
NELSON MORAIS
PJ acredita que ex-responsáveis e partido beneficiaram de um milhão. Falta apurar rasto final de verbas no BPN.

A Polícia Judiciária (PJ) suspeita que os ex-administradores dos CTT Carlos Horta e Costa e Manuel Baptista, bem como o PSD, terão beneficiado de um milhão de euros em notas resultantes de luvas por negócios ruinosos. »»»

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Derrapagem de 241 milhões em cinco obras

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Economia
Derrapagem de 241 milhões em cinco obras


JN - 00h02m
ANA PAULA LIMA


Tribunal de Contas detectou desvios financeiros que variam entre 30% e 235%.

As derrapagens financeiras em cinco obras públicas custaram a Portugal cerca de 241 milhões de euros. As cinco empreitadas deviam ter custado 401 milhões de euros, mas no total ficaram por 726,4 milhões de euros.

O relatório global de "Auditoria a empreendimentos de obras públicas por gestão directa", do Tribunal de Contas, revela que o erário público despendeu mais 52,6% do valor inicialmente previsto para estas obras e recomenda medidas eficientes que travem os desvios financeiros nas obras públicas.

Dos 241 milhões de euros pagos a mais, face ao valor inicialmente contratualizado, 210,3 milhões de euros (mais 52,4%) dizem respeito ao desvio global no custo final das empreitadas, devido a encargos adicionais, como trabalhos a mais e a menos, erros e omissões do projecto, novas empreitadas, revisão de preços, indemnizações, prémios, gestão e coordenação. Os restantes 30,7 milhões de euros (mais 54%) devem-se à aquisição extra de mais bens e serviços. O relatório do TC conclui que o facto de todos os empreendimentos auditados recorrerem a encargos adicionais "atesta que esta má prática é generalizada em Portugal, pelo menos neste domínio das obras públicas realizadas por gestão directa", pode ler-se no documento.

Três das obras auditadas registaram desvios superiores a 50% nas empreitadas e no fornecimento de bens e serviços. A Casa da Música, no Porto, surge em primeiro lugar com uma derrapagem de 235,3%, a Ponte Rainha Santa Isabel, em Coimbra, terminou com um desvio de 117,6% e o túnel do Terreiro do Paço com uma derrapagem de 59,1%. A ampliação do Aeroporto Sá Carneiro e a reabilitação do Túnel do Rossio tiveram desvios de 30%.

O TC atribui os desvios financeiros à "falta de estudos prévios, falta de revisão do projecto, a execução da em obra em simultâneo com a elaboração do projecto", entre outras causas, e recomenda ao Governo, entre outras medidas, a criação do Observatório de Empreendimento de Obras Públicas, já previsto no novo Código dos Contratos Públicos, e a publicitação de boas práticas nas fases de planeamento, execução, controlo e avaliação das obras públicas. Entre as recomendações destaca-se a necessidade de publicar legislação para a criação da figura do gestor de empreendimento, que deveria existir nas entidades gestoras dos empreendimentos de obras públicas para acompanhar as obras. Relativamente ao lançamento de concursos, o TC recomenda que "se evite o lançamento de concursos sob a modalidade de concepção/construção, devendo optar-se pelo lançamento de concurso com Projecto de Execução". O tribunal pede, ainda, que se definam "critérios objectivos de avaliação de propostas" e sugere ao Governo que legisle no sentido de todos os investimentos em infra-estruturas públicas serem precedidos de estudos prévios, incluindo análises de custo-benefício dos projectos.

O antigo ministro das Obras Públicas, João Cravinho, que criou legislação no sentido de travar as derrapagens nas obras públicas, que nunca foi aplicada, elogia o trabalho do Tribunal "em lutar contra o cancro das derrapagens que estão no centro de desvio de dinheiros públicos", mas recorda que, no seu caso particular, tentou "legislar sobre isso e essa legislação nunca foi aplicada, com graves incumprimentos até a nível da transposição de directivas comunitárias".

Há dez anos, Cravinho propôs a criação de um instituto com "competência para acompanhar as obras públicas e a quem os donos das obras tinham de apresentar contas", recorda ao JN o antigo ministro.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

CDS dramatiza queda do valor das pensões de reforma


Público - 16.04.2009, Nuno Simas e Leonete Botelho


O debate de actualidade foi agendado ontem de manhã pelo CDS-PP sobre o "soco no estômago" do Boletim de Primavera do Banco de Portugal que prevê uma quebra de 3,5 por cento no crescimento económico em 2009. À tarde, no debate na Assembleia, o presidente do partido, Paulo Portas, dramatizou os números e apresentou as suas contas: se a inflação atingir 0,2 por cento negativos, e "o Governo nada fizer", as pensões de reforma em 2010 "não só não vão aumentar como vão baixar", entre 0,2 por cento e 0,95 por cento.
"Quem menos tem, ainda ficará com menos", denunciou Portas, que, no final, assinalou que o Governo, representado pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Santos Silva, não respondeu se concordava ou não que as pensões iriam baixar. Segundo as contas do CDS, a pensão mínima poderá baixar 0,2 por cento (0,49 euros) para 242,83 euros enquanto no escalão mais alto a pensão no escalão superior a queda é de 0,95 por cento (24,24 euros) para 2.525,76 euros.
Neste cenário de crise, Portas atacou o ministro das Finanças por, na reacção aos números do Banco de Portugal, ter dito que não via necessidade de rectificar as previsões orçamentais e acusou o Governo de tomar uma "atitude de resignação".
O líder democrata-cristão defendeu um desagravamento fiscal para as pequenas empresas, para "moderar os impostos e proteger o emprego" e não "aumentar os impostos para depois assistir ao fecho de empresas".CDS e restante oposição admitiram que o executivo poderá ser obrigado a apresentar mais um orçamento rectificativo face ao agravamento da crise e criticaram a timidez das medidas do executivo de José Sócrates.
Santos Silva apresentou resultados das medidas anticrise avançadas pelo Governo, por exemplo, quanto às 26 mil empresas beneficiadas pelas linhas de crédito.
Foi preciso passar mais de hora e meia para depois se ouvir um socialista, Ventura Leite, discordar da visão do ministro dos Assuntos Parlamentares. "A crise internacional não é a causa dos nossos problemas graves, apenas os agravou", frisou o deputado numa intervenção da sua "exclusiva responsabilidade". Isto depois de mostrar, com gráficos, a evolução do PIB e do endividamento do país na última década: "Se ambos tivessem crescido ao mesmo ritmo, hoje teríamos uma PIB per capita igual ao da Alemanha", frisou. Foi aplaudido por alguns deputados do PS (que não os da primeira fila) e outros do PSD mas ninguém lhe fez perguntas.
Paulo Portas não obteve resposta do ministro Santos Silva sobre se as pensões vão ou não baixar já em 2010.