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terça-feira, 11 de outubro de 2011
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Barreto defende mais medidas de austeridade
Barreto defende mais medidas de austeridade - Política - Correio da Manhã
Crise deve-se à ausência de “políticas certas”
O sociólogo António Barreto considera ser "indispensável" a adopção de novas medidas de austeridade em Portugal e defende que a actual conjuntura económica se deve à ausência de "políticas certas" durante os últimos vinte anos.
Crise deve-se à ausência de “políticas certas”
O sociólogo António Barreto considera ser "indispensável" a adopção de novas medidas de austeridade em Portugal e defende que a actual conjuntura económica se deve à ausência de "políticas certas" durante os últimos vinte anos.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Ministro das Finanças diz que medidas de austeridade vigoram “enquanto for necessário”
Ministro das Finanças diz que medidas de austeridade vigoram “enquanto for necessário” - Economia - PUBLICO.PT
O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, afirmou hoje que as medidas de austeridade adicionais anunciadas pelo Governo na semana passada deverão manter-se enquanto forem necessárias para assegurar a redução do défice, depois de o primeiro-ministro ter afirmado que durariam um ano e meio.
O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, afirmou hoje que as medidas de austeridade adicionais anunciadas pelo Governo na semana passada deverão manter-se enquanto forem necessárias para assegurar a redução do défice, depois de o primeiro-ministro ter afirmado que durariam um ano e meio.
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crise,
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Teixeira dos Santos
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Saiba o que muda com as novas medidas de austeridade
Saiba o que muda com as novas medidas de austeridade
Crise
Económico
13/05/10 09:25
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O objectivo é reduzir o défice para 7% já este ano.
As notícias não são boas e o ministro das Finanças já avisou: as medidas de contenção que o Governo vai implementar são "impopulares" e os "portugueses não vão gostar".
Imposto especial sobre rendimentos dos trabalhadores
Os salários serão sujeitos a mais uma taxa de imposto. Quem recebe um salário mínimo (475 euros) ou menos está isento desta nova taxa. Quem tem rendimentos até 2375 euros (o equivalente a cinco salários mínimos) paga 1% a mais todos os meses - o que representa, no máximo 23,75 euros. Quem ganhar acima deste valor, é taxado em mais 1,5%.
Todas as taxas de IVA aumentam um ponto
Os impostos sobre o consumo vão ficar mais altos. A taxa normal de IVA regressa aos 21% e todas as outras aumentam também em um ponto percentual. Ou seja, a taxa reduzida de 5% passa a 6% e a de 12% passa a 13%. O aumento da taxa do IVA é a receita mais utilizada pelos Governos para conseguir baixar o défice. Em 2005, o Governo subiu para 21%, em 2008 baixou para 20%.
Empresas pagam mais 2,5 pontos de IRC
Não são só os trabalhadores por conta de outrem que serão chamados a pagar. Também as empresas terão de contribuir para o esforço de consolidação do défice orçamental. Este ano, o IRC a pagar será acrescido de 2,5 pontos percentuais. Até agora, as empresas com matéria colectável até aos 12.500 euros pagavam 12,5%. As restantes estavam sujeitas a uma taxa de 25%.
Corte de 5% nos salários dos titulares de cargos públicos
Gestores públicos, autarcas, deputados, reguladores de mercados e responsáveis pelas empresas municipais terão todos o salário reduzido em 5%. A medida foi proposta pelo PSD e o objectivo seria mostrar que todos serão chamados a contribuir. Com esta medida, o aumento de 2,9% dado a estes profissionais no ano passado será mais do que eliminado.
Cortes na despesa com autarquias e RTP
Como forma de reduzir as despesas, as transferências para as autarquias serão reduzidas em 100 milhões de euros, bem como a indemnização a transferir para a RTP. Do mesmo modo, haverá uma redução da aquisição de bens e serviços. No total, estes cortes na despesa, juntamente com a redução nos salários, permitirão poupar cerca de mil milhões de euros ao Estado.
Crise
Económico
13/05/10 09:25
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O objectivo é reduzir o défice para 7% já este ano.
As notícias não são boas e o ministro das Finanças já avisou: as medidas de contenção que o Governo vai implementar são "impopulares" e os "portugueses não vão gostar".
Imposto especial sobre rendimentos dos trabalhadores
Os salários serão sujeitos a mais uma taxa de imposto. Quem recebe um salário mínimo (475 euros) ou menos está isento desta nova taxa. Quem tem rendimentos até 2375 euros (o equivalente a cinco salários mínimos) paga 1% a mais todos os meses - o que representa, no máximo 23,75 euros. Quem ganhar acima deste valor, é taxado em mais 1,5%.
Todas as taxas de IVA aumentam um ponto
Os impostos sobre o consumo vão ficar mais altos. A taxa normal de IVA regressa aos 21% e todas as outras aumentam também em um ponto percentual. Ou seja, a taxa reduzida de 5% passa a 6% e a de 12% passa a 13%. O aumento da taxa do IVA é a receita mais utilizada pelos Governos para conseguir baixar o défice. Em 2005, o Governo subiu para 21%, em 2008 baixou para 20%.
Empresas pagam mais 2,5 pontos de IRC
Não são só os trabalhadores por conta de outrem que serão chamados a pagar. Também as empresas terão de contribuir para o esforço de consolidação do défice orçamental. Este ano, o IRC a pagar será acrescido de 2,5 pontos percentuais. Até agora, as empresas com matéria colectável até aos 12.500 euros pagavam 12,5%. As restantes estavam sujeitas a uma taxa de 25%.
Corte de 5% nos salários dos titulares de cargos públicos
Gestores públicos, autarcas, deputados, reguladores de mercados e responsáveis pelas empresas municipais terão todos o salário reduzido em 5%. A medida foi proposta pelo PSD e o objectivo seria mostrar que todos serão chamados a contribuir. Com esta medida, o aumento de 2,9% dado a estes profissionais no ano passado será mais do que eliminado.
Cortes na despesa com autarquias e RTP
Como forma de reduzir as despesas, as transferências para as autarquias serão reduzidas em 100 milhões de euros, bem como a indemnização a transferir para a RTP. Do mesmo modo, haverá uma redução da aquisição de bens e serviços. No total, estes cortes na despesa, juntamente com a redução nos salários, permitirão poupar cerca de mil milhões de euros ao Estado.
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