Sábado, Novembro 21, 2009

Adivinha!

Adivinhem quantas fotos a oposição xucialista representada pelo sr. Emanuel Martins, aparecem no Boletim Municipal " Oeiras Actual" de Outubro de 2009.

  • 1 foto
  • 5 fotos
  • 12 fotos e meia (por causa do bigode que também conta ....)
Gostava mesmo de perceber se. o Partido Xucialista que diz que vai "expulsar os militantes" que nas autárquicas estiveram com os "outros" que não eles, também vai mandar o sr. Emanuel Martins para a rua ... claro, após a devida aplicação dos estatutos do partido ... (essa lenga-lenga que eles costumam dizer).

Ó ricos olhem que para este senhor é indiferente dado que já está muito bem empregado .....

A corrida do costume!


(foto que integra o Boletim Municipal " Oeiras Actual" n.º 198 - Outubro de 2009)

Adivinhem quem são?


Exactamente! É isso mesmo que estão a pensar: 1- O Paulinho, 2-O Xanoca 3- O Zézinho, "ambos os três" corredores de fundo e sabedores da arte de bem enganar um munícipe incauto.

Reparai como o Xanoca que, embora seja ainda um aprendiz de feiticeiro e conte com um currículo muito aceitável nestas andanças, está visívelmente em esforço para acompanhar os coleguinhas.

Estes três estarolas, mais outros que não ficaram na foto, tudo fizeram para "ajudar "Isaltino Morais, a manter o lugar .

Dois laranjas-esverdengados e um xucialista-liberal, os representantes do "urbano trash" a suarem em conjunto. Que lindos! Os bicepes desenvolvidos e trabalhados, os músculos expostos à determinação do esforço e o calor do entusiasmo estampado na t-shirt. Verifica-se que é muito ginásio ... muito " Solplay"

São estes momentos doces onde se reproduz a "tolerância do compadrio", que dão ânimo aos munícipes para dizerem que: Tudo isto é triste, tudo isto é fado!

Um ponto é tudo

Uma admirável ministra

DN por Ferreira Fernandes
Hoje


Diz-se que é a maior fraude de sempre no futebol: 174 desafios traficados em campeonatos europeus. Mas não é a maior fraude de sempre no futebol. São 174 roubos, caso a caso: falseavam-se os resultados para se ganhar apostas. Os clubes dos jogos falsificados eram meros instrumentos, perdiam só o jogo, não estavam inseridos numa estratégia, como a do escândalo recente num campeonato italiano todo ele feito para beneficiar a Juventus. Claro que traficar um só jogo também é feio, mas não tem a dimensão mafiosa de traficar um campeonato. O que eu quero dizer é: num mundo de trapaças há que escalar valores. Por outro lado, estes jogos mal jogados por causa do jogo (apostas) foram revelados na semana em que a França vai ao Mundial injustamente. É a mão de Henry igual aos jogos falseados pelas apostas? Não. A mão de Henry foi uma trapaça momentânea (apesar das enormes consequências). Repito, é preciso escalar valores: ele há grandes crimes e ele há menores. Dito isto, ouçamos a ministra francesa Christine Lagarde (da Economia, e, portanto, pouco interessada em arranjar problemas suplementares) sobre esse França-Irlanda: "É necessário repetir o jogo. É triste ganhar com esta batota." Perceberam? As trapaças podem ser pequenas e maiores. Mas com qualquer delas, só isto: não.

Juiz de Aveiro recusa ordem para destruir escutas

Caso 'Face Oculta'

por CARLOS RODRIGUES LIMA
Hoje

António Gomes, juiz de instrução do processo, respondeu ao despacho do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, afirmando que Noronha do Nascimento não tem competência para dar ordens para um processo que lhe é alheio. Hoje, o procurador-geral da República vai anunciar qual o destino de mais cinco escutas entre Armando Vara e José Sócrates.

António Costa Gomes, juiz de instrução do processo "Face Oculta", não vai cumprir o despacho do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, que ordenou a destruição das escutas que envolvem José Sócrates e Armando Vara. O DN sabe que o magistrado de Aveiro já enviou uma resposta ao presidente do Supremo, na qual terá afirmado que o presidente do STJ não tem competência para dar ordens a outro juiz. Contactada pelo DN, a LPM, agência de comunicação que trabalha para o Supremo, apenas disse que Noronha do Nascimento não pretende fazer comentários e prestar declarações sobre o processo.

A argumentação utilizada por António Costa Gomes passará pela tese já defendida publicamente por Manuel da Costa Andrade, professor catedrático de Direito Penal na Universidade de Coimbra. No fundo, o juiz deverá argumentar que o presidente do Supremo não tem competência para interferir nos actos por si praticados, uma vez que - ao contrário do Ministério Público - os juízes não estão integrados numa estrutura hierarquizada. Tal como diz a lei, os juízes são independentes. Os seus actos apenas podem ser sindicados em sede de recurso.

Ou seja, António Costa Gomes poderá contestar a decisão de Noronha do Nascimento que, de acordo com o último comunicado da PGR, ordenou "a destruição de todos os suportes" relativos às conversas. "O presidente do Supremo pode mandar destruir as escutas da certidão. Do processo original, a competência é do juiz de instrução", disse ao DN um juiz desembargador.

O caso das certidões está, como se tem observado, envolvido numa acesa polémica jurídica. A questão central é saber se foi ou não aberto um inquérito-crime. "Se não foi, a decisão do presidente do Supremo nem é nula, é inexistente", afirmou o mesmo magistrado de um tribunal da Relação. "Os actos dos juízes só têm validade nos processos e não em meros expedientes", precisou a mesma fonte. Neste sentido também se pronunciou o professor de Direito Penal Paulo Pinto de Albuquerque, ontem em artigo de opinião. O colunista do DN foi ainda mais longe: "Há dois magistrados no nosso país que fazem um juízo de valor gravíssimo sobre o conteúdo dessas escutas. A questão que qualquer cidadão comum se coloca é a seguinte: como é possível que sejam destruídas escutas que dois magistrados de duas magistraturas distintas entendem indiciarem a prática de um crime gravíssimo pelo primeiro-ministro sem que o povo português conheça o teor dessas escutas?" É mais uma pergunta (esta não jurídica) sem resposta na polémica.

O DN tem questionado a Procuradoria-Geral da República (PGR) se foi ou não aberto um inquérito-crime e se as certidões estão em segredo de justiça, pedindo autorização para consulta das mesmas. Perguntas simples, a que a PGR respondeu desta forma: "Os elementos recebidos não permitem, pela sua natureza, a solicitada cedência para qualquer tipo de consulta".

Para hoje está previsto um comunicado de Pinto Monteiro, que pretende revelar qual o destino de mais cinco escutas telefónicas entre José Sócrates e Armando Vara, que o Ministério Público de Aveiro considerou relevantes do ponto de vista criminal. Recorde-se que o Procurador-geral considerou as primeiras seis escutas sem relevância criminal, ao contrário do defendido pelo procurador do caso "Face Oculta" e do juiz de instrução. Estes eram da opinião que as primeiras conversas entre Armando Vara e José Sócrates indiciavam o crime de atentando contra o Estado de direito, previsto numa lei especial.

Alunos do concelho de Sintra, visitam o IST-Taguspark


http://www.amrad.pt/

Notícias da AMRAD:
Alunos do concelho de Sintra, visitam o IST-Taguspark

Sexta-feira, Novembro 20, 2009

José Rodrigues dos Santos deu tareia a Teixeira dos Santos | FLISCORNO

José Rodrigues dos Santos deu tareia a Teixeira dos Santos FLISCORNO

PS e PSD de acordo


A existência de um acordo entre PS e PSD marcou ontem o debate na Assembleia da República de oito diplomas sobre a avaliação dos professores. Os dois maiores partidos não assumiram o entendimento mas a convergência de posições ficou evidente e, no final do debate, o líder da bancada socialista, Francisco Assis, assumiu que o seu partido "está disposto a não inviabilizar" a proposta do PSD. O acordo, sabe o CM, está a gerar mal-estar no PSD. »»»


Quinta-feira, Novembro 19, 2009

Oeiras: mais de uma centena de árvores cinquentenárias cortadas

Ambiente

Professores, alunos e funcionários queixam-se da medida

Mais de uma centena de árvores cinquentenárias foram cortadas em Setembro na Escola Secundária de Oeiras. A decisão, tomada no âmbito de um projecto de requalificação paisagístico do espaço, está a levantar protestos por parte de professores e alunos.

De acordo com a agência Lusa, o novo projecto prevê a duplicação do espaço verde, em 18 meses, com a plantação de 257 novas árvores e quase 16 mil arbustos e herbáceas, num investimento de 24 mil euros.

«Sempre que faltava alguma coisa no liceu respondiam-nos que não tinham dinheiro. Agora é esta obra megalómana», disse à agência Lusa a professora Helena Simões, um dos docentes que lançou um abaixo-assinado contra o projecto.

«Aquilo de que o liceu precisava era de obras de consolidação do edifício (...) não de novas árvores. O projecto revela uma falta de respeito pelo património e não é educativo. Como é que ensinamos os alunos a terem respeito pelo património?», realçou.

O abaixo-assinado, entregue ao Ministério da Educação, conta com 300 assinaturas de alunos, ex-alunos, professores e funcionários.

A Parque Escolar referiu que estas obras «decorrem em estreita colaboração com a Escola» e que o processo foi «iniciado com a elaboração de um Plano Estratégico, cuja responsabilidade compete à direcção das escolas».

Fonte da Parque Escolar explicou à Lusa que a doença e mal formação de parte das árvores, a expansão do edifício escolar e a existência de espécies invasoras, algumas delas tóxicas, motivaram o abate. A Lusa tentou contactar a direcção da escola, que não se esteve disponível.

Justificações não calam queixas

«Mostrem-nos os relatórios, os estudos, os levantamentos. Nunca cá vimos ninguém. Tem de haver transparência no acesso aos projectos. Uma obra do Estado tem de ser exemplar, definida com transparência e no direito à informação», referiu Helena Simões.

Alguns alunos, contactados pela Lusa junto à Escola, questionaram também a necessidade do abate das árvores, já que «não pareciam estar doentes, nem em risco de queda em cima de nada».

O projecto arquitectónico de requalificação da escola prevê a construção de dois novos campos de jogos, um deles coberto e novos refeitório, cafetaria e laboratório. A biblioteca, as salas de artes e o salão nobre serão «melhorados».

TVi 24

Modelismo Ferroviário

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Mais uma iniciativa que terá lugar dentro em breve no Museu da Carris para assinalar os 10 anos do Museu e que contempla uma exposição de modelismo.

Reguladoras

CM 19 Novembro 2009 - 09h00


Da vida real

As entidades reguladoras têm de ser independentes de partidos políticos, empresas ou Governo.


É suposto certas actividades e respectivos agentes públicos e privados serem regulados/fiscalizados por entidades comummente designadas por reguladoras.

Ora, as entidades reguladoras querem--se independentes do poder político, cuja administração também regulam e fiscalizam. Daí que os seus membros gozem de um conjunto de prerrogativas que supostamente visam garantir a sua total independência.

Recentemente, um membro do gabinete do primeiro-ministro foi nomeado para uma entidade reguladora. Independentemente das qualidades pessoais e profissionais das pessoas que transitam dos gabinetes ministeriais para ‘entidades independentes’, a verdade é que não é a melhor forma de garantir a natureza e características que deveriam ter. É quase impossível ser-se independente do que se foi.

A nomeação de agentes políticos directamente dos gabinetes ministeriais – pelo menos no imediato – para entidades reguladoras é uma má prática e veicula a ideia de colocação das clientelas políticas e partidárias de que as Instituições estão enxameadas.

As reguladoras têm de ser absolutamente independentes de partidos políticos, empresas ou Governo: de outra forma as respectivas actuações estarão sempre sob suspeita. Essa suspeita que, a mais variados títulos, larva hoje pela nossa Sociedade sem dó nem piedade, aliada a uma falta de clareza de procedimentos, que tudo coloca em crise, mesmo quando nada ou quase nada se passa. O desencanto já é tanto, a desconfiança tal, que se criou um juízo prévio negativo sobre as Instituições, valha a verdade que públicas ou privadas. Do meu ponto de vista, apesar de tudo, hoje as perversões conhecem-se, o que não sendo muito, já é um pequeno passo. Pena é que, em Portugal, mesmo quando se importam Instituições de outros países onde até funcionam bem, há logo forma de dar cabo delas.

Em geral, entre nós, as entidades reguladoras estão transformadas em meras extensões da Administração Pública, funcionando mal e de forma lenta. Muito longe do figurino das suas congéneres anglo--saxónicas. Verdade que muitas vezes lhes faltam os meios. Mas essa, como se vê, não é a génese do problema. A génese do problema é a cultura dominante.

Ah, e se a cultura dominante tende a pressionar quem revela e aponta as perversões do sistema, também há muito quem não seja impressionável e muito menos pressionável.

PCP questiona Governo sobre falta de apresentação de rendimentos de José Penedos

Publicação: 18-11-2009 20:01 Última actualização: 18-11-2009 23:38







O PCP questionou hoje o Governo sobre a falta de apresentação de declarações de rendimentos do presidente da REN, José Penedos, junto do Tribunal Constitucional, considerando que o gestor não tem condições para continuar no cargo.

Numa pergunta dirigida ao ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, hoje entregue na Assembleia da República, o grupo parlamentar do PCP cita notícias de terça-feira segundo as quais o presidente das Redes Energéticas Nacionais (REN), José Penedos, "designado pelo anterior Governo", não apresentou quaisquer declarações de rendimentos e património nos últimos dez anos.

Segundo o PCP, o responsável não cumpre a lei que obriga os administradores de empresas de capitais públicos ou de economia mista a apresentar estas declarações no prazo de 60 dias contados da data do início das respectivas funções e a renová-las anualmente caso essas funções sejam executivas.

"Perguntamos ao governo como é que avalia esta situação de alguém nomeado pelo governo para gestor de uma empresa de capitais maioritariamente públicos que não cumpre uma lei e o que pensa relativamente à continuação (de José Penedos) como presidente da REN", explicou aos jornalistas o deputado comunista Agostinho Lopes.

Para o PCP, "a confirmar-se esta notícia, o actual presidente da REN não tem condições para continuar à frente da empresa".

Lusa

Quarta-feira, Novembro 18, 2009

Caso "Face Oculta"

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Armando Vara pede a "suspenção" do seu mandato!

Armando Vara, melhor, o Dr. Armando Vara, um turbo-licenciado à pressa na Independente (apenas 2 dias antes de assumir a direcção na CGD), pede a "suspenção" do seu mandato!


No último período desta carta, não há um, mas sim 3 erros a registar: o primeiro, já está referido; o segundo, é "renuncia" que deve levar o respectivo acento agudo; o terceiro, não é "assumpção", mas sim "assunção" que se deve correctamente escrever.
E também: "afectar os seus interesses"? Os interesses do presidente do conselho de administração ou os da instituição?

Via e-mail

Isabel Alçada deixa cair divisão de professores em duas categorias

Educação

Pedro Quedas
18/11/09 06:50


A ministra da Educação entrega hoje aos sindicatos a proposta de calendário negocial para a revisão do estatuto da carreira e da avaliação de desempenho docentes.

O Governo prepara-se para deixar cair a divisão da carreira docente entre professor titular e não titular, naquele que será um dos maiores passos dados pela nova ministra da Educação, Isabel Alçada, no sentido de chegar a um consenso quanto a um novo modelo de avaliação dos professores.

O Diário Económico apurou que esta decisão surge num contexto de aproximação entre a nova ministra e a Federação Nacional dos Sindicatos de Educação (FNE) e será a principal arma do Governo para pacificar um debate que já dura desde a anterior legislatura. A divisão da carreira tem sido, aliás, um dos principais cavalos de batalha dos sindicatos na sua contestação à revisão do Estatuto da Carreira Docente. »»»

Terça-feira, Novembro 17, 2009

Jantar-Mistério


Informamos que o próximo Jantar-Ministério a realizar na Fundição de Oeiras e organizado pela autarquia, é subordinado ao tema "Decadência do Império Oeirense" cabendo ao PCMO o papel de Isaltinius Ceaser.

Embora organizado pelos patrícios ou seja, os chefes tribais do concelho, os plebeus (aqueles que integram a plebe) e os clientes (plebeu associado a um patrono patrício) podem participar desde que vestidos a rigor.

No final actuará o grupo de música da Câmara "Decadentus Musicarum de Oeiras" que vai tocar a obra inédita do compositor Oeirense, Isaltinius Vistasius Luzius, chamada "Partitura para dois chocalhos e um sino".

"Ética republicana"

Opinião






JN 00h11m

Mário Soares considera que tudo o que tem vindo a público relacionado com a investigação criminal do caso "Face Oculta" não passa, enquanto questão política, de um "problema comezinho".

Tenho por aí um dicionário de sinónimos e, por via das dúvidas (as palavras têm ultimamente o péssimo hábito mudar de sentido de um dia para o outro), fui ver se "comezinho" continuaria ainda a significar o mesmo. Pelos vistos, continua: significa "banal", "corriqueiro", "trivial", "usual", "vulgar". É difícil, pois, não estar de acordo com Mário Soares. Um assunto que envolva, como o presente caso, corrupção, tráfico de influências, manipulação de concursos públicos envolvendo trocas de dinheiro e de favores entre gestores de nomeação política e empresários "amigos", e até alegações, sustentadas no despacho de um juiz, de crime de atentado ao Estado de Direito, tornou-se de facto hoje, em Portugal, coisa politicamente "comezinha", "trivial" e "vulgar". Custa a crer é que alguém como Mário Soares, que tão repetidamente convoca a "ética republicana", reconheça isso sem o mínimo sobressalto ético ou republicano.

Armando Vara na vara criminal

Ricardo Araújo Pereira
Quinta-feira, 5 de Nov. de 2009


Que os índices de desenvolvimento estagnem, ou até regridam, não me choca nem surpreende.
É habitual.
Mas que as actividades ilícitas andem, elas próprias, nas ruas da amargura, deixa-me deprimido…
O que se oferece a quem já tem tudo?
Um cheque de 10 mil euros é uma boa hipótese.
Há ofertas que sabem sempre bem, e um cheque de 10 mil euros é simultaneamente prático e elegante.
É elegante por ser, no fundo, uma mensagem escrita num tempo em que as pessoas já não escrevem umas às outras, o que é desde logo comovente.
É prático, porque ninguém se queixa de já ter um igual e, na hipótese remota de não gostar, trata-se de um presente que se pode trocar em qualquer altura.
Nomeadamente, por bens no valor de 10 mil euros.
Dito isto, e por muitos méritos que as hipotéticas ofertas de 10 mil euros possam ter, é forçoso assinalar que o caso Face Oculta embaraça, e de que maneira, José Sócrates e o partido socialista.
Ainda há pouco tempo, figuras importantes do PSD foram enredadas num escândalo que envolvia milhões desviados da banca.
Quando militantes destacados do PS aparecem ligados a crimes, o melhor que conseguem é uma suspeita de pagamento ilícito de 10 mil euros, levado a cabo por um sucateiro.
De um lado, o glamour social-democrata da alta finança, das off-shores, dos grandes grupos económicos; do outro, a falta de estilo do ferro-velho e do lixo.
Estamos perante corrupção pelintra, que é um oximoro difícil de compreender: na origem da corrupção costuma estar a ganância.
Aceitar subornos de 10 mil euros ao mais alto nível é como ser depravado a dar beijinhos na testa.
Quando surgiu, o caso Face Oculta foi justamente recebido por todos com algum entusiasmo, pelo contributo que dava para desenjoar os portugueses dos escândalos do Freeport, do BPN, do BPP e dos submarinos, entre outros.
Era um caso cujo processo seria interessante acompanhar, desde o momento inicial da investigação até ao dia em que, vários anos depois, uma prescrição ou um vício de forma acabe por absolver todos os arguidos menos o mais pequenino.
No entanto, quando começaram a ser conhecidos os pormenores, o caso passou de simpático a aflitivo.
Se se confirma que administradores de grandes bancos recebem 10 mil euros em troca de favores, quanto receberá, hoje em dia, um vereador corrupto, um administrativo gatuno, um vulgar funcionário vigarista?
Eu sou do tempo em que fechar ilegalmente uma marquise custava mais do que 10 mil euros só em luvas.
O que está a acontecer ao meu país?
Que os índices de desenvolvimento estagnem, ou até regridam, não me choca nem surpreende.
É habitual.
Mas que as actividades ilícitas andem, elas próprias, nas ruas da amargura, deixa-me deprimido.
Falhar onde nunca fomos bons não é novidade; fraquejar onde sempre fomos grandes, mói um bocadinho…

APCA - Associação de Protecção aos Cães Abandonados

Bulletin
by Ana Pino


Caros sócios, padrinhos e amigos da APCA,

É com muito prazer que vos endereçamos este convite para o almoço anual da APCA que terá lugar no Centro Cultural de Cascais, no próximo dia 22 de Novembro (Domingo), pelas 13h. O almoço tem um preço por pessoa de €30 e as receitas revertem para os cerca de 200 cães albergados no nosso canil. O convite é extensível aos v/ familiares e amigos.

Teremos um buffet de frios e quentes que será certamente do v/ agrado. Teremos rifas, algumas surpresas e prometemos bom convívio e muita conversa sobre cães, esses nossos grandes amigos.

As inscrições poderão ser feitas por telefone ou email para os seguintes contactos até ao dia 20 de Novembro:

934738758 – 214690075 ou para info@apca.org.pt

Segunda-feira, Novembro 16, 2009

Uma questão de honra

Opinião







JN 00h30m

Mark Felt foi um daqueles príncipes que o sólido ensino superior norte-americano produz com saudável regularidade. Tinha uma licenciatura em Direito de Georgetown e chegou a ser uma alta patente da marinha dos Estados Unidos. Com este formidável equipamento académico desempenhou missões complexas no Pentágono e na CIA.

Durante a guerra do Vietname serviu no Conselho Nacional de Segurança de Henry Kissinger. Acabou como Director Adjunto do equivalente americano à nossa Polícia Judiciária. Durante vários anos foi Director Geral interino do FBI. Foi nesse período que Mark Felt se tornou no Garganta Funda. Muito se tem escrito sobre as motivações de um alto funcionário do aparelho judiciário americano na quebra do segredo de justiça no Watergate. Todo o curriculum de Felt impunha-lhe, instintivamente, a orientação clássica de manter reserva total sobre assuntos do Estado. Hoje é consensual que Mark Felt só pode ter denunciado a traição presidencial de Nixon por uma razão. Para ele, militar e jurista, acabar com o saque da democracia americana era uma questão de honra. Pôr fim a uma presidência corrupta e totalitária era um imperativo constitucional. Felt começou a orientar em segredo os repórteres do Washington Post quando constatou que todo o aparelho de estado americano tinha sido capturado na teia tecida pela Casa Branca de Nixon e que, com as provas a serem destruídas, os assaltos ao multipartidarismo ficariam impunes. A única saída era delegar poder na opinião pública para forçar os vários ramos executivos a cumprir as suas obrigações constitucionais. Estamos a viver em Portugal momentos equiparáveis. Em tudo. Se os mecanismos judiciais ficarem entregues a si próprios, entre pulsões absurdamente garantisticas, infinitas possibilidades dilatórias que se acomodam nos seus meandros e as patéticas lutas de galos, os elementos de prova desaparecem ou são esquecidos. Os delitos ficam impunes e uma classe de prevaricadores calculistas perpetua-se no poder. Face a isto, há quem no sistema judicial esteja consciente destas falhas do Estado e, por uma questão de honra e dever, esteja a fazer chegar à opinião pública elementos concretos e sólidos sobre aquilo que, até aqui, só se sussurrava em surdinas cúmplices. E assim sabe-se o que dizem as escutas e o que dizem as gravações feitas com câmaras ocultas que registam pedidos de subornos colossais. Ficámos a conhecer as estratégias para amordaçar liberdades de informação com dinheiro do Estado. E sabemos tudo isto porque, felizmente, há gente de honra que o dá a conhecer. Por isso, eu confio no Procurador que mandou investigar as conversas de Vara com quem quer que fosse. Fê-lo porque achou que nelas haveria matéria de importância nacional. E há. Confio no Juiz que autorizou as escutas quando detectou indícios de que entre os contactos de Vara havia faces até aqui ocultas com comportamentos intoleráveis. E, infelizmente o digo, confio, sobretudo, em quem com toda a dignidade democrática e grande risco pessoal, tem tomado a difícil decisão de trazer ao conhecimento público indícios de infâmias que, de outro modo, ficariam impunes. A luta que empreenderam, pela rectificação de um sistema que a corrupção e o medo incapacitaram, é muito perigosa. Desejo-lhes boa sorte. Nesta fase, travam a batalha fundamental para a sobrevivência da democracia em Portugal. Têm que continuar a lutar. Até que a oposição cumpra o seu dever e faça cair este governo.

Domingo, Novembro 15, 2009

Casamento abençoado

"Não há divórcio que entre!"

Jantares grátis!


(Carregue nas imagens e espante-se!)
Pública - Jornal Público - 15-11-2009
NO COMMENTS!

Aonde vamos parar?




(carregue nas fotos para ler as declarações de Isabel Meirelles)

Na viagem de regresso a Lisboa, para passar o tempo, resolvi ler os jornais. Dei de caras com uma reportagem na revista "Pública" que acompanha o jornal ao domingo, intitulada "Isaltino - Eu próprio me questiono se votaria num cidadão condenado".

Desenganem-se aqueles que pensam que vou reproduzir no OL a reportagem, quiçá encomendada pelo gabinete de comunicação do edil.
Na realidade estou muito farta dos repetidos argumentos nomeadamente o terem sido votados em eleições, para se escudarem à responsabilidade de prestar contas pelos actos ilícitos que praticaram. No caso de Isaltino Morais esses até foram confessados pelo próprio.

Mas, se a reportagem descrevia lugares comuns, banalidades tristes, ressalta o depoimento de Isabel Meirelles. Põe o dedo na ferida e claramente dá nome identificando aqueles que, sem um pingo de ética, militam apenas para o emprego. E Isaltino é um "mãos largas" no que toca a distribuir benesses.

Até agora, não "choro" o meu voto em Isabel Meirelles, que tem tido a coragem de dizer alto e bom som o que pensa, doa a quem doer.

E porque ninguém fala e todos se calam volto a perguntar:
  • Quantos acordos com o IOMAF fez o PSD nas Juntas de Freguesia?
  • Quais as Juntas de Freguesia que a "so called" oposição PSD se juntou ao IOMAF de Isaltino a troco de alguns lugares?

Responda quem quiser. Está aberta a discussão.

E já agora sr. Isaltino Morais responda lá à questão que Isabel Meirelles coloca: "Qualquer dia é permitido matar em nome da obra? Aonde vamos parar?

Movimento de apoio a Gonçalo Amaral lança petição na Net

Maddie: Movimento de apoio a Amaral lança petição na Net

O movimento "Cidadãos apoiam Gonçalo Amaral", ex-inspector da Judiciária que investigou o caso "Madeleine McCann", informou hoje, sábado, que colocou duas petições online para entregar na Assembleia da República, Parlamento Europeu e no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.
Imagem DN

Assine a Petição aqui

A verdade da semana

"O jogo começou zero a zero"


(Carlos Queiroz, seleccionar nacional, há minutos na Sic notícias)

O TEMPO DO MUNDO ÀS AVESSAS

Artigo de Opinião - Diário de Noticias - 4/2/2008
(Enviado por mão amiga)


João César das Neves
professor universitário
naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

Dona Fernanda, então por aqui? Agora me lembro, ainda não lhe dei os parabéns pelo seu homem. Vi-o no concurso da televisão. Que honra! Muitos parabéns! Fiquei orgulhosa como se fosse meu!

- É verdade, dona Cátia. Estamos muito contentes. Foi muito bom, até para compensar a desgraça da minha irmã. Não sabe? Imagine que o marido dela é administrador de um banco.

- Não me diga! Que vergonha! Mas qual? Daquele criminoso, o BCP?

- Olhe nem sei bem. Mas aquilo é tudo a mesma gente. Coitada da minha irmã, anda muito ralada! Felizmente que o amante está muito bem. Era segurança num bar, mas agora conseguiu ficar dado como deficiente por causa de uma sova que levou e o subsídio é excelente.

- Ainda bem! Que sorte! Olhe, essa sorte não tenho eu. Ando muito preocupada com o meu sobrinho. Não, não é com o homossexual. Não, esse está óptimo. Foi ao estrangeiro casar com o amigo e agora até estão a pensar adoptar uma criança por lá. O que me preocupa é o outro, o Zé. Tem um restaurante, imagine. Um restaurante de luxo.

- Ai, coitado! Em que se havia de meter! E tem tido muitas queixas?

- Pois. Calcule que nem sequer usava sabão líquido nas casas de banho e os exaustores são de baixa extracção. Estou com medo que mais cedo ou mais tarde acabe na cadeia, pobrezinho!

- Compreendo, compreendo. As ralações que temos! E então o que é que a traz por cá? Eu vou agora ali à direcção da escola queixar-me. Veja lá que a minha filha me disse que lá na escola não há máquinas de distribuição de preservativos na casa de banho das raparigas. Só na dos rapazes. Não é uma vergonha?

- Um escândalo. Depois se há problemas a culpa é dos pequenos! Eu também tenho de lá ir mas, infelizmente, é derivado ao comportamento do meu Ronaldinho.

- Não me diga que ainda é por causa da gravidez?

- Não, que ideia. Isso está tudo resolvido. Eles os dois trataram a questão com muito bom senso. Nem pareciam ter 13 anos! O aborto correu muito bem e o meu rapaz até já arranjou outra namorada bastante mais velha. Não, o que me preocupa é aquele grupo com que ele anda.

- Qual? A banda de rock satânico? Oh, minha amiga não se apoquente com isso. Nós lá em casa até dissemos ao nosso rapaz para criar uma. Antes isso que andar pelos ATL da paróquia com aqueles beatos a meter patranhas na cabeças dos miúdos. Na banda é muito mais seguro e saudável. Não só é artístico, como abre horizontes e um dia, quem sabe... Olhe, não me preocuparia nada com isso.

- Não, não é isso. Nós também estamos muito satisfeitos por ele andar com a banda. É um excelente meio de educação. Ao princípio ainda me chocavam um bocado as letras das canções, a falar de suicídio e sangue, mas agora até acho graça. Rapazes são rapazes, não é? Não, é muito pior. Ele também anda metido em coisas mesmo graves com aquele outro grupo clandestino. Já ouviu falar, não? Aquele grupo de fumadores que no outro dia até apareceu no jornal por um deles fumar dentro do metro.

- Que horror! O seu filho fuma? Mas isso faz imenso mal à saúde e polui o ambiente. Então ele não pensa no aquecimento global? Esta juventude está perdida!

- Eu sei, eu sei! Tentámos tudo para o afastar do vício, mas nada. O meu marido até quis ver se o interessava em blogs pornográficos, chats neonazis e outras coisas que fossem também um bocadinho subversivas e clandestinas mas não fizessem tanto mal. Mas nada! Ele não larga o cigarro! A culpa é do meu homem e eu já lhe disse. Imagine que quando o miúdo era pequeno lhe dava pistolas e outros brinquedos de violência. Claro que tinha de ter esta consequência, não era?

- Que horror! Imagino como anda apoquentada. E nos estudos, que tal anda ele? Os meus antigamente era um castigo. Davam muitos erros de ortografia mas isso agora, com este novo programa para o insucesso escolar, deixou de criar problemas porque já não conta. E, mesmo na Matemática, o que interessa é a criatividade dos miúdos. Se os professores explicam mal que culpa têm os pequenos?

- Eu digo o mesmo. Se eles depois acabam todos no desemprego, ao menos gozem a juventude.

CDS/PP: Portas acusa PSD de "ceder" ao PS na avaliação dos professores

14 de Novembro de 2009, 18:36

Golegã, Santarém, 14 Nov (Lusa) - O presidente do CDS-PP acusou hoje o PSD de ter "cedido" ao PS na matéria da avaliação dos professores e recusou falar do "caso das escutas" alegando que o seu partido tem uma "agenda focada".

Paulo Portas, que hoje visitou a Feira Nacional do Cavalo, na Golegã, disse estar "focado" em questões como a não entrada em vigor a 01 de Janeiro do Código Contributivo, a suspensão do modelo de avaliação dos professores e na salvação do Programa de Desenvolvimento Regional (Proder).

"Uns têm como agenda as escutas, eu tenho problemas focados", disse, recusando comentar o caso das escutas ao primeiro-ministro e criticando o facto de, na mesma semana, o PSD "praticamente ter chamado corrupto ao PS" e depois "ceder na questão dos professores".

Jornal do Pau Para Toda A Obra: EM CHEIO

Jornal do Pau Para Toda A Obra: EM CHEIO

Sábado, Novembro 14, 2009

2009 – Algés – 38

Vicissitudes de um caixote de lixo

Aqui há dias o caixote de lixo da Rua Conde Rio Maior ficou sem tampa.

Avisei a CMO e a Junta de Freguesia que me confirmaram terem tomado boa nota do assunto.

Hoje, sábado, pelas 11:00 chegou uma camioneta.

Saiu um funcionário que imediatamente colocou a tampa no seu lugar e verificou a anomalia.

Voltou à camioneta.

E com novas ferramentas

tentou consertar a fixação da tampa, mas não conseguiu. E o funcionário e a camioneta foram-se embora levando a tampa e ficou o caixote sozinho e destapado.


Pensamento: Roma e Pavia não se fizeram num dia (O caixote sem tampa tem os dias contados).

Sexta-feira, Novembro 13, 2009

Jornal do Pau Para Toda A Obra: CARMINDICES

Jornal do Pau Para Toda A Obra: CARMINDICES

Fundação Marquês de Pombal

Linda-a-Velha - Estação de Serviço em prédio de habitação

Da caixa de comentários


2009/11/11 Anónimo

Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "BANCO DE VOLUNTARIADO":

a junta de freguesia de linda-a-velha, que funciona tão bem como diz para aí um senhor, só é pena que não resolva o problema das bombas de gasolina instaladas em plena Av.25 de Abril, uma zona por si só já com um nível de poluição bastante elevado e como se não bastasse 2 bombas instaladas junto a habitações.
Será que o Sr. presidente da junta não tem noção do perigo e dos danos causados a quem aqui vive.......

Publicada por Anónimo em OEIRAS LOCAL a 11 de Novembro de 2009 11:49


No dia 11 do corrente reenviámos o comentário supra ao actual executivo da JFLaV.

Sócrates mentiu ao Parlamento sobre a TVI



Face Oculta

Por Ana Paula Azevedo e Felícia Cabrita



As escutas do processo ‘Face Oculta’ provam que o primeiro-ministro faltou deliberadamente à verdade quando disse no Parlamento que desconhecia o negócio da compra da TVI pela PT, avança a edição do SOL desta sexta-feira »»»

Greve de apetite

Opinião





00h31m

Hugo Marçal é uma das mais patuscas notoriedades do processo Casa Pia, onde já ocupou diversas posições (primeiro foi advogado, depois, arguido; e, dando largas à imaginação, só não foi juiz porque entretanto chumbou no acesso ao CEJ…). Quando o processo Casa Pia der origem ao filme que se impõe, uma tragicomédia, Marçal há-de ser uma dessas personagens secundárias que, como o anjo de segunda classe Clarence de "It's a wonderful life", de Frank Capra, valem, por si só, um filme. Desta vez Marçal saltou para as páginas dos jornais em notícia a 3 colunas do "24 horas" com o título de "Hugo Marçal fez greve de fome até ao almoço". Inconformado com um processo disciplinar de que está a ser alvo, sentou-se, supõe-se que cerca das 11 da manhã, à porta da Inspecção-Geral de Educação declarando-se "em greve de fome". E ali ficou até à hora do almoço, altura em que decidiu terminar a greve e ir comer qualquer coisa. Não foi bem uma greve de fome, foi mais uma greve de apetite. Também faço greves dessas várias vezes ao dia. Como é que nunca me lembrei de aproveitar para exigir qualquer coisa ao Governo?

Quinta-feira, Novembro 12, 2009

Portugal Tóxico


Estive fora deste concelho duvidoso e deste país ainda mais duvidoso durante algumas semanas.

De vez em quando faz-me falta respirar um pouco de ar puro e oxigenar a mente. Regresso mas rapidamente fico com vontade de embarcar de novo e zarpar.


Depois do acto masoquista a que os Oeirenses se prestaram nas últimas eleições dou de caras com o lamaçal tóxico em que se encontra o Governo da República ou a Central de Negócios (como ouvi alguém chamar) do sr Arquitecto, perdão, sr Engenheiro José Sócrates.


Nas ruas deste país manhoso só de máscara tal o cheiro nauseabundo que paira no ar.
Não há nada a fazer. Esta espécie de país não tem futuro.

Num país de tradição agrícola e vocação marítima, permitimos a destruição da agricultura e o abate da nossa frota a troco de fundos que foram parar a bolsos sem fundo, maltratamos as nossas crianças (Casa Pia), abandonamos os nossos velhos, permitimos que destruam o nosso património natural centenário (caso dos sobreiros), emparedamos a nossa orla marítima ao sabor dos patos-bravos, permitimos o roubo descarado dos nossos impostos (submarinos, contentores... ), etc. etc. etc.

Vivemos num país duvidoso de gente manhosa, minado pela corrupção e pela falta de princípios básicos de civilidade e educação.

Não há nada a fazer. Esta espécie de país não tem futuro.

Da vida real

12 Novembro 2009 - 09h00

Mudou-se


Não gosto nem da forma nem da substância da actividade governativa do primeiro-ministro.

Sou adversária política do Partido Socialista. Esse facto nunca me impediu de reconhecer – quando me deparei com ela – a qualidade de alguns dos seus agentes políticos e até o mérito das respectivas acções. O mesmo vale para os demais partidos do espectro político nacional. E o facto de ser militante do PSD também nunca me inibiu de discordar do meu Partido quando a minha consciência ou o que eu entendia ser a prossecução do interesse público assim o ditavam.

Quer isto dizer que não confundo adversários políticos com inimigos, nem diferenças de ideias com guerras. Nem para mim, o que outrem faz, apenas porque provém de outro partido, está mal por definição. Longe disso. Uma boa medida ou um bom projecto são bons para o País e para as pessoas, ou não. E se são, há que apoiar. Se não são, há que criticar e apresentar alternativas.

Isto clarificado, tenho de dizer que não gosto nem da forma nem da substância da actividade governativa do primeiro-ministro, basicamente porque não lhe reconheço um projecto digno desse nome para o País e porque a arrogância me incomoda. Aliás, sempre entendi a arrogância como uma espécie de fraqueza.

Mas gosto ainda menos de ver uma das mais altas individualidades do Estado envolta em suspeitas e dúvidas (justas ou injustas), corrosivas da confiança dos Cidadãos na Democracia e demolidora para as Instituições. As desgraças dos adversários políticos não me contentam nem um pouco. E ainda se fossemos um País com um tecido social forte, sempre a sociedade teria respostas independentes e lá estaria, por si. Agora, um País habituado a depender dos Poderes Públicos, estando parte das estruturas e agentes políticos, ao mais alto nível, sob suspeita, é insustentável. Há clarificações que a transparência exige. Mesmo que o Governo apareça agora aparentemente tão dócil, tão dialogante, nada apaga esta situação dramática.

Como dramática é a cautela e o meio silêncio de quase toda a Oposição, em torno de mais um processo de dimensões demenciais. E o ponto é que nada disto vai ficar por aqui, como veremos.

Há demasiadas faces ocultas cuja máscara ainda não caiu. No Portugal de hoje, nós, todos, desconfiamos.

E a confiança é um factor essencial ao desenvolvimento económico e cívico; mas essa, agora, não mora aqui.

Procurou locais menos poluídos.


Paula Teixeira da Cruz, Advogada

Isabel Alçada e a avaliação

"Comunicaremos com as escolas para que não haja trabalho que não corresponda às necessidades efectivas, que não tenha consequências", declarou a ministra da Educação, Isabel Alçada, em conferência de imprensa, ao final da tarde de ontem, depois de ter recebido 13 organizações sindicais de professores numa verdadeira maratona de nove horas.

Esta abertura negocial traduz a vontade do Governo de continuar a liderar um processo onde jogou parte do seu capital político na última legislatura, não deixando à oposição grande margem de manobra para suspender a avaliação. Mas também é fruto das novas condições de governação, já sem maioria absoluta e onde dificilmente a nova equipa ministerial conseguirá impor modelos de cima.
Público

Cronologia de um golpe

Por Pedro Lomba


Acto I. Estamos a 3 de Outubro de 2004 e José Sócrates é eleito líder do PS. A 9 de Outubro, Armando Vara regressa à direcção do partido pela mão de Sócrates. A 20 de Fevereiro de 2005, o PS vence as legislativas com maioria absoluta. A 2 de Agosto de 2005, há mudanças na Caixa Geral de Depósitos: Teixeira dos Santos afasta Vítor Martins e Vara integra o "novo" conselho de administração. A maioria dos membros desse conselho é afecta ao PS.

Avancemos no tempo. Grande plano. No primeiro semestre de 2007, a Caixa financia accionistas hostis ao conselho de administração em funções no BCP. Cresce o peso do banco do Estado no maior banco privado português. Vara e Santos Ferreira são incluídos em lista concorrente nas eleições para o conselho executivo. O jornais falam no financiamento da Caixa ao empresário Manuel Fino que apoia Santos Ferreira.

A 15 de Janeiro de 2008, Armando Vara é eleito vice-presidente do BCP. Segundo documento divulgado pelo próprio banco, ficam a seu cargo as competências executivas mais relevantes. Armando Vara coloca-se precisamente no coração dos movimentos de créditos, dívidas, compras e vendas de acções e activos. No centro do fluxo de todos os interesses e influências.

Chegados aqui, com os actores certos nos papéis certos nas duas maiores instituições de crédito nacionais (CGD e BCP), tudo se torna possível. O primeiro golpe foi concluído. Começou então o segundo.


Acto 2. Com as possibilidades que o controlo do BCP oferece, o recém-chegado grupo Ongoing, que entretanto adquirira o Diário Económico e já tinha uma posição no grupo Impresa (SIC, Expresso, etc.), é financiado para novas acções. Com o grupo Ongoing: José Eduardo Moniz sai da TVI e controla-se a Media Capital, depois de uma tentativa de aquisição pela PT abortada pelo Presidente e pela oposição. Em Fevereiro de 2009 torna-se possível ajudar o empresário Manuel Fino a aliviar os problemas financeiros (em parte criados pelo reforço da posição no BCP) junto da CGD prestando uma dação em pagamento com acções suas valorizadas cerca de 25 por cento acima do preço de cotação e com opção de recompra a seu favor. Torna-se também possível ajudar o "amigo Oliveira" a resolver os problemas financeiros do seu grupo de media (Diário de Notícias, TSF, Jornal de Notícias).

Tudo factos do domínio público que muitos a seu tempo denunciaram. Sócrates respondia com a cassete familiar: "quem tem procurado debilitar os órgãos de supervisão, lançando críticas à sua actuação no BCP, está a fazer "política baixa"".

Política baixa, diz ele. Estamos perto do fim desta operação bem montada. Sócrates ganhou de novo as eleições. Mas este encadeamento todo precisava de confirmação. Incrivelmente, nas escutas a Armando Vara no caso Face Oculta, eis que surge a arma do "crime" libertando fumo: "O primeiro-ministro e o "vice" do BCP falaram sobre as dívidas do empresário Joaquim Oliveira, da Global Notícias, bem como sobre a necessidade de encontrar uma solução para o "amigo Joaquim". Uma das soluções abordadas foi a eventual entrada da Ongoing, do empresário Nuno Vasconcellos, no capital do grupo. Para as autoridades, estas conversas poderiam configurar o crime de tráfico de influências". (Correio da Manhã, 7 de Novembro).

Escutas nulas, disse o Supremo. Os factos, meus amigos, é que não são. Jurista


A partir de hoje, Pedro Lomba passa a assinar esta crónica no PÚBLICO, neste espaço, duas vezes por semana, às terças e quintas-feiras

Quarta-feira, Novembro 11, 2009

"As dúvidas não se resolvem destruindo provas"

Ferreira Leite (act.)
Pedro Latoeiro
11/11/09 16:55


Ferreira Leite quer que Sócrates esclareça o país sobre este caso.

A presidente do PSD disse hoje no Parlamento que "as dúvidas políticas não se resolvem destruindo provas", referindo-se às escutas entre Sócrates e Vara que foram dadas como nulas pelo Supremo Tribunal.

Na Assembleia da República, Ferreira Leite pediu ainda ao primeiro-ministro que esclareça o país sobre este caso.

"O primeiro-ministro tem consciência da necessidade de esclarecer o país", declarou a social-democrata durante uma discussão no Parlamento sobre corrupção. "As dúvidas políticas não se resolvem adiando investigações e destruindo provas", acrescentou.

Trata-se de uma referência directa às escutas entre Sócrates e Armando Vara, arguido no processo 'Face Oculta', que foram ontem dadas como nulas pelo Supremo Tribunal de Justiça, o que as torna inutéis para o caso.

A decisão motivou ainda um desentendimento público entre o Supremo Tribunal e a Procuradoria-Geral da República. E sobre este caso, a líder do PSD disse ainda que "a crise das instituições afecta o sistema de Justiça e os seus órgãos superiores".

2009 – Algés – 37

REPORTAGEM - Aqui em Algés acontecem coisas giras.

A Rua Victor Duarte Pedroso tem trânsito da Carreira – 114 que vai para a Amadora

Esta Rua começa na Rua Francisco Duarte Pedroso (continuação da Av. da República)


e continua para Linda-a-Velha


É estreita: de um lado casas e do outro um muro, estacionamento em espinha… e tem uma paragem para as camionetas que vêm chegando a Algés.


Como não havia lugar onde esperar a carreira 114 alguém colocou estas cadeiras e até dois vasinhos com flores.



Pensamento: Viva o desenrascar.

Para Algés com amor (V)

E – Em Algés está a acontecer

Os nossos prédios: Depois da reunião noticiada aqui em 24 de Outubro, efectuámos hoje, um pequeno reconhecimento de prédios degradados na Av. da República.






É triste ser confrontados com esta realidade. Esta via era bordeada deste pequenos prédios, alguns com vistas deslumbrantes. Agora aguardam projectos megalómanos. Está na moda vender vistas do Tejo. Entre eles haverá até algum da responsabilidade da Freguesia.
Constatou-se a falta de parqueamento e os carros em cima dos passeios que se tornam perigosos empecilhos para uma boa mobilidade dos Algesinos, e a errada politica seguida nos últimos anos de autorizar construções enormes (como o imóvel onde está o Centro Cultural) que além de descaracterizar a zona aumentou a necessidade de estacionamento.

E assim confirmou-se a resolução já anteriormente tomada por unanimidade dos responsáveis de accionar os mecanismos existentes para que nos próximos quatro anos sejam todos reabilitados mantendo a volumetria e a traça inicial, autorizando-se apenas alterações que possibilitem parqueamentos próprios.

(Era bom que fosse verdade…)

Post dedicado aos votantes no amigo Sócrates | FLISCORNO

Crónica hoje no Público:


Carga fiscal: um aumento pela calada
Pedro Pereira - 2009-11-11

Mais uma vez o Governo encontrou uma forma de aumentar a carga fiscal sobre os portugueses

No Diário da República de 16 de Setembro de 2009, já em período pré-eleitoral, foi publicada a Lei n.º 110/2009 - o Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social - sem que a comunicação social em particular, e a opinião pública em geral, lhe tenham dado a devida importância, e que na prática vem promover o aumento de impostos, ou melhor, neste caso, um aumento significativo das contribuições para a Segurança Social dos trabalhadores e das empresas.

A leitura deste documento suscita (ou deve suscitar) enorme preocupação. Já em 2010, e de forma progressiva até 2012, as contribuições para a Segurança Social irão aplicar-se a todos os tipos de rendimentos auferidos: salário (o que obviamente já acontecia no passado), mas agora também ao subsídio de almoço, às participações nos lucros, aos bónus, às viaturas, às despesas de representação e às ajudas de custo.

Se por um lado se pode considerar como justo e razoável o aumento do "perímetro" de rendimentos sujeitos a tributação, ajustando-o à prática remuneratória, o que não é justo nem razoável é que o trabalhador e a empresa vejam os seus descontos aumentados, sendo que, no caso do empregador, tal aumento vai repercutir-se directamente nos custos do factor trabalho (qualificado, na grande maioria dos casos), com repercussões directas na competitividade das empresas; quanto ao trabalhador, não terá qualquer contrapartida ao nível da sua pensão de reforma.

Vejamos. Para as empresas, o que esta alteração legislativa implica é um forte incremento dos custos dos quadros qualificados, pois, como é sabido, o peso destes fringe benefits na remuneração dos trabalhadores é significativa. Assim, desta forma os descontos para a Segurança Social vão aumentar substancialmente, tanto mais quanto maior o peso destas variáveis (os referidos fringe benefits) em relação ao salário na remuneração total do trabalhador. Como será difícil às empresas reduzir e/ou alterar estes benefícios, o que elas vão enfrentar é, num contexto particularmente adverso como o que hoje vivemos, um aumento dos seus custos, o que pode pôr em causa a sua (frágil) sustentabilidade financeira e degradará a sua competitividade.

Por outro lado, para os empregados, a reforma também não lhes traz qualquer vantagem. Para todos os trabalhadores que entraram no regime de Segurança Social antes de 2001, a sua pensão de reforma é calculada tendo como limitação o valor de 12 IAS (indexante de apoios sociais - aproximadamente o valor do salário mínimo). Assim, o resultado prático das alterações agora introduzidas é muito simples: o trabalhador irá descontar mais, o que pode não se traduzir em qualquer benefício na sua pensão de reforma que continuará limitada aos 12 IAS.

Em suma, mais uma vez o Governo encontrou uma forma de aumentar a carga fiscal sobre os portugueses e mais uma vez essa subida não nos trará qualquer benefício, destinando-se apenas a alimentar a pesadíssima máquina do Estado. Economista


Post dedicado aos votantes no amigo Sócrates FLISCORNO

Oeiras e a informação sobre transportes

Em Novembro de 1985 a CMO fez distribuir um pequeno Guia dos transportes do Concelho de Oeiras com os horários das várias carreiras, acompanhado de um mapa onde se informava dos percursos entre as localidades. Foi uma boa iniciativa que se perdeu por completo.

Há vários anos que lembro à CMO a necessidade de difundir os actuais transportes existentes sugerindo que sejam colocados em locais centrais de cada Freguesia mapas idênticos para informar e incentivar a utilização dos transportes públicos. Quem chega a Algés, por exemplo, vindo de Lisboa, dificilmente encontra informação sobre qual será a melhor ligação a Barcarena ou a Queijas, etc.

Também ajudaria que em cada paragem fosse afixado – com letra legível – o percurso de cada carreira e ainda que cada paragem estivesse claramente identificada com o nome da Freguesia e com o nome particular da zona e, assim, o viajante ia conhecendo o percurso e saber quando chegasse ao destino.

Quanto aos horários poderia optar-se pelo que é seguido pela Carris: hora de partida, acrescentando a previsão do tempo de deslocação entre cada paragem.

A este Município de excelência só falta mesmo é interesse em disponibilizar estas pequenas informações porque não têm nada de complicado, nem precisa de meios luminosos ou electrónicos.

Clique na imagem para ampliar

Artigo publicado no Correio dos Leitores - Jornal de Oeiras de 10.11.2009

Terça-feira, Novembro 10, 2009

Tudo novo! Pois claro!

(carregue na imagem para ampliar)

O Marquitos, "ajudante de Ministro" já anda a fazer das suas!

Chegou ao gabinete e não gostou. Vai daí resolveu mudar tudo inclusivé os sofás.

Eu não digo que o homem é um político português? Gosta de aparência e não de competência e não se incomoda de gastar dinheiro aos contribuintes por um "capricho saloio".

Aposto que o peito inchou só de ter um polícia à porta, para lhe guardar a casa. Até pensa com os seus botões: os vizinhos ficam contentes, e a valorização da habitação está de vento em popa.

O problema é que somos nós todos que pagamos estas mordomias...

STJ: escutas a Sócrates nulas e sem relevância criminal

Certidão extraída do caso 'Face Oculta'
STJ: escutas a Sócrates nulas e sem relevância criminal
por DN.pt Hoje


(Actualizada às 15:53h) O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decretou nula a certidão extraída da investigação do processo "Face Oculta" relativa a escutas entre Armando Vara, um dos arguidos neste caso, e José Sócrates. Segundo o despacho, as escutas não têm relevância criminal.

O órgão supremo da justiça portuguesa considerou inválidas as escutas ao primeiro-ministro (PM), pois, de acordo com o Código Penal publicado em 2007, o STJ tem de "autorizar a intercepção, a gravação e a transcrição" de conversas envolvendo o PM.


O DN apurou ainda que, segundo o despacho, o STJ considera que as escutas não têm relevância criminal.


Assim, de nada valerão indícios contra o chefe de Governo obtidos por acaso no âmbito de uma investigação que não envolve o titular deste cargo (ver relacionado), se esses indícios forem obtidos através de escutas não previamente autorizadas pelo STJ.

As certidões extraídas pelo DIAP (Direcção de Investigação e Acção Penal), relativas a indícios não relacionados directamente com a investigação principal do caso “Face Oculta”, foram enviadas à Procuradoria-Geral da República (PGR), onde estiveram vários meses sem que fosse tomada uma decisão quando ao lançamento de novos processos.

"É preciso apurar como foi ouvido o primeiro-ministro sem autorização do presidente do Supremo Tribunal de Justiça”, disse ontem o procurador-geral da República (PGR), adiantando que, relativamente às escutas a conversas entre Sócrates e Vara, emitiu um despacho em Setembro. Ontem, Pinto Monteiro também disse que já tinham sido emitidos dois despachos, um dele e outro do STJ, mas não divulgou o conteúdo.

O Erro de Medina Carreira

O Erro de Medina Carreira

Há coincidências

por Sílvia De Oliveira, Publicado em 10 de Novembro de 2009 Jornal I

Neste país o que parece quase nunca é, e qualquer suspeita tem de ser obra de mentes maquiavélicas, ou pior, manipuladas.

As mesmas pessoas no mesmo sítio e à mesma hora. Pura coincidência.
Neste país o que parece quase nunca é, e qualquer suspeita tem de ser obra de mentes maquiavélicas, ou pior, completamente manipuladas. E nos últimos tempos as coincidências parecem não ter fim. Senão vejamos. José Sócrates e Armando Vara falaram ao telefone sobre o negócio de compra da TVI. Estariam, o primeiro-ministro e o vice-presidente do maior banco privado português, entretanto suspenso, pessoalmente interessados no futuro de um canal de televisão privado, aquele que mais incomodava o Governo? Ou haveria naquela conversa informação privilegiada, já que um dos interlocutores era vice-presidente de um dos principais financiadores da Ongoing, que acabou por fechar a compra de uma participação significativa da estação de Queluz? Não, claro que não. Tratou-se apenas de uma conversa de amigos, uma inconsequente troca de impressões, pura coincidência.

A Ongoing é um dos principais accionistas da Portugal Telecom, que tentou comprar aos espanhóis da Prisa a Media Capital, embora o negócio tenha acabado por ser travado por Sócrates. A Ongoing acabou por anunciar a concretização deste mesmo negócio, um dia depois das eleições legislativas que deram a vitória a José Sócrates, mas, claro, foi resultado de um mero encontro entre a oferta e a procura. No meio desta operação ficou também a saber-se que os fundos de pensões e de saúde da PT investiram dinheiro em sociedades veículos da Ongoing, mas que nem um cêntimo, garantiu a Ongoing, servirá para financiar a compra da Media Capital. Como o dinheiro é tanto fungível quanto divisível, estranho seria pensar o contrário. Não, a PT não financiou, ainda que indirectamente, o negócio de compra da Media Capital pela Ongoing. Nada de mal-entendidos.

E na Face Oculta, a quantidade de obras do acaso? Foram constituídos 15 arguidos por suspeitas de tráfico de influências e de corrupção, entre outros crimes; um deles, Manuel Godinho, foi detido e outros quatro já suspenderam as suas funções nas empresas públicas onde trabalhavam; os almoços, os encontros, os telefonemas escutados, os envelopes, as prendas, foram tudo meras coincidências ou esquemas inventados por gente ardilosa, com especial destaque para os investigadores do processo. Nada disto na Face Oculta faz sentido; aliás, os arguidos caem que nem tordos das suas empresas exclusivamente como prova sincera da sua seriedade e inocência. Neste país, os políticos e ex-titulares de cargos públicos passam para o sector privado sem que haja qualquer interesse dos primeiros na influência e no poder dos segundos. Quantos casos temos de ex-ministros que passaram a integrar os conselhos de administração de empresas privadas? Tantos... Mas que fique claro, é tudo uma questão de competência.

E o espaço não chega para mais coincidências, todas as que cabem num país de inocentes bem-intencionados, a de um país que afinal é tão pequenino que se está a tornar irrespirável.

Começa hoje com novo elenco

Educação


Admirável mundo novo

Opinião







00h00m
PSD, BE e PCP apresentaram na AR projectos de lei para revogar os diplomas que impõem a instalação de "chips" nos automóveis a partir de Janeiro de 2010.

A justificação dos "chips" seria permitir às concessionárias de "scuts" como a A28, a A29 ou a A42 cobrarem portagens sem terem despesas com a construção de praças e a contratação de pessoal. A ideia é, pois, boa, porque o que é bom para aumentar os lucros das grandes empresas é, como diz o pitoresco sr. Van Zeller, bom para o país. No caso com uma vantagem: assim o Governo e mais quem tiver acesso aos dados poderão saber a todo o momento por onde andam os cidadãos, a acrescentar ao que já sabem deles e da sua vida privada através de toda a parafernália electrónica por aí instalada e a instalar. Tenho uma vida previsível e q.b. desinteressante e marimbo-me que o Governo saiba por onde ando e o que faço. Mas estou como o almirante Pinheiro de Azevedo em 1975: "Não gosto de ser sequestrado. É uma coisa que me chateia, pá." Eu - e julgo que seja o caso da generalidade dos cidadãos - não gosto de sentir-me vigiado. É uma coisa que me chateia, pá.

Maus costumes



CM 09 Novembro 2009 - 09h00

Estado do Sítio



Não há dúvida nenhuma. O senhor presidente relativo do Conselho é um homem com muito azar. Não se pode dar um pontapé numa pedra e saltam logo para a ribalta tios, primos, mãe, pai, amigos íntimos, professores e, claro, o próprio senhor presidente relativo do Conselho. Foi assim no caso da Cova da Beira, nos projectos manhosos da Guarda, na licenciatura em Engenharia, no Freeport e agora na operação ‘Face Oculta’.


É evidente que o senhor presidente relativo do Conselho diz-se vítima de perseguições, ódios pessoais, invejas políticas e outras coisas mais. Também é evidente que o senhor presidente relativo do Conselho não tem sido penalizado por todos estes casos, tanto do ponto de vista político como judicial. Antes pelo contrário. Governou quatro anos e meio com maioria absoluta, ganhou as últimas eleições Legislativas e aí está de novo à frente de um Executivo que tem por missão principal preparar novas eleições para o partido do senhor presidente relativo do Conselho voltar a ter maioria absoluta. E em matéria de Justiça estamos devidamente conversados.

Na Cova da Beira, apesar de muitas suspeitas, o senhor presidente relativo do Conselho é apenas testemunha de uma das arguidas, os projectos da Guarda foram devidamente arquivados, a licenciatura ficou na gaveta do Ministério Público, no Freeport é o que se sabe e agora, na ‘Face Oculta’, as conversas com o arguido e amigo Armando Vara estão há quatro meses no baú do senhor procurador-geral da República, prontas para ser despejadas na lixeira mais próxima quando chegar o momento oportuno.

Para grande satisfação dos suspeitos do costume, que já andam por aí a dar gritinhos de indignação pelo simples facto de um arguido ter sido escutado a ter conversas menos próprias com o senhor presidente relativo do Conselho.

Como se previa, a normalidade está prestes a ser reposta neste sítio horrível, pobre, deprimido, corrupto, manhoso e obviamente cada vez mais mal frequentado. Uma normalidade execrável e podre que serve às mil maravilhas aos abutres do costume, que se alimentam todos os dias à mesa do Estado e atiram para a miséria milhões de indígenas sem presente e muito menos sem futuro.

O senhor presidente relativo do Conselho é, sem dúvida nenhuma, a pessoa certa para alimentar, proteger, compreender e consolar nos momentos difíceis todas essas almas sequiosas de poder e dinheiro. Custe a quem custar, doa a quem doer. Justiça lhe seja feita.



Antonio Ribeiro Ferreira, Jornalista

Primo de Sócrates já prestou declarações

Caso Freeport

Por Felícia Cabrita e Ana Paula Azevedo
José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo do primeiro-ministro, prestou declarações hoje de manhã e negou ser ele o ‘Bernardo’ e o ‘Gordo’ referidos nos emails de administradores da Freeport


O primo de José Sócrates foi ouvido hoje de manhã pela equipa de investigadores coordenada pelos procuradores Paes Faria e Vítor Magalhães. José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, que tem estado ausente de Portugal (nomeadamente no Brasil e em Angola) compareceu no DCIAP (Departamento Central de Investigação e Acção Penal) depois de as autoridades o terem notificado na semana passada, na sua residência.

O primo do primeiro-ministro foi confrontado com as fotos divulgadas pela TVI na sexta-feira passada – em que aparece com José Sócrates –, mas indicou tratar-se do seu irmão António Pinto de Sousa, que se encontra em Angola, na província de Benguela (onde gere os negócios da família, nomeadamente salinas). José Paulo foi também confrontado com elementos constantes no processo (nomeadamente, nomes constantes em emails trocados entre administradores da Freeport PLC e Charles Smith, consultor do outlet), com a empresa Mecaso e uma offshore a que esta está ligada – a Sante Services Company, sediada em Gibraltar.

‘Conforme combinado com Bernardo’

José Paulo Bernardo Pinto de Sousa é primo de José Sócrates pelo lado paterno. Em 2006, Alan Perkins – um funcionário da Freeport PLC enviado de Inglaterra para investigar o rombo financeiro que o empreendimento de Alcochete provocara na empresa em Londres – filmou, durante duas horas e meia, uma conversa com Charles Smith. Na gravação em DVD, estes dois consultores da Freeport em Portugal referem várias vezes, como seu ' homem de mão', um primo de José Sócrates.

Inicialmente pensou-se que seria o primo que se encontra na China, Hugo Monteiro (filho de Júlio Monteiro, que revelou ao SOL ter posto o consultor Charles Smith em contacto com Sócrates), pois este chegou a enviar um emall ao Freeport em que invocava o parentesco com o primeiro-ministro para conseguir obter um contrato com o outlet.

Mas, segundo o SOL entretanto apurou, Charles Smith enviou um email a Manuel Pedro, a 18 de Maio de 2002, pedindo-lhe que contactasse, «conforme combinado com Bernardo», os administradores da Freeport PLC para que fossem transferidas 80 mil libras para pagar a 'Pinóquio' (um nome de código usado para designar outra figura-chave no processo, ainda não identificada).

Em Janeiro deste ano, no seguimento de uma investigação do SOL às empresas em que participa Maria Adelaide Monteiro (mãe do primeiro-ministro, que desde o início da investigação faz parte da lista de suspeitos), apareceu a empresa Mecaso. Esta sociedade já estava referenciada noutro inquérito, em que se investigam indícios de tráfico de influências, corrupção, financiamento a partidos e branqueamento de capitais, por uma rede de pessoas ligadas à Câmara Municipal da Amadora e a empresas de construção civil. No âmbito deste processo e em buscas efectuadas pela PJ, em 2004, a empresas e a vários serviços da Câmara da Amadora foi apreendido um computador com uma listagem de empresas que teriam recebido 'luvas'. Aí aparece a Mecaso, da qual são sócios José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, o pai deste (António Pinto de Sousa), o irmão e a mãe de José Sócrates.

Há alguns meses, em entrevista ao SOL, António Pinto de Sousa afirmou que a Mecaso é uma empresa «que nunca teve vida nenhuma». Mas, segundo o SOL apurou, continua a ser esta empresa a pagar um ordenado à mulher de Bernardo Pinto de Sousa.

felicia.cabrita@sol.pt e paula.azevedo@sol.pt

Segunda-feira, Novembro 09, 2009

A teia socialista

http://jornalodiabo.blogs.sapo.pt/36337.html

Segundo consta no processo “Face Oculta”: Comprar favores a socialistas de topo custa dez mil euros

http://jornalodiabo.blogs.sapo.pt/35268.html

Hoje, sou berlinense

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A cabeça do polvo

Opinião







JN 00h21m

O sistema judicial português enfrenta o imenso desafio de não deixar que o Face Oculta se torne numa segunda Casa Pia. Até aqui o processo tem tido um avanço modelar. Não houve interferências políticas. Lopes da Mota não veio de Bruxelas discutir com os seus pares metodologias de arquivamento e, no que foi uma excelente janela de oportunidade de afirmação de independência, não havia sequer Ministro da Justiça na altura em que o País soube da enormidade do que se estava a passar no mundo da sucata. Mas, há ainda um perturbante sinal de identidade com a Casa Pia. É que o único detido, até aqui, é o equivalente ao Bibi e Manuel Godinho, o sucateiro, no mundo da alta finança política não pode ser muito mais do que Carlos Silvino foi no mundo da pedofilia. Ambos serviram amos exigentes, impiedosos e conhecedores que tentaram, e tentam, manter a face oculta. É preciso ter em mente que as empresas públicas são organizações complexas. Foram concebidas para ser complicadas. Com os tempos foram-se tornando cada vez mais sinuosas. Nas EPs, as tecnoestruturas, que Kenneth Galbraith identificou e descreveu como o cancro das grandes organizações, ocupam tudo e têm-se multiplicado, imunes a qualquer conceito de racionalidade democrática, num universo onde não conta o bom senso ou a lógica de produtividade. Parecem ter um único fim: servirem-se a si próprias. Realmente já não são fiscalizáveis. Nas zonas onde era possível algum controlo foram-se inventando compartimentos labirínticos para o neutralizar, com centros de custos onde se lançam verbas no pretexto teórico de elaborar contabilidades analíticas, mas cujo efeito prático é tornar impenetráveis os circuitos por onde se esvai o dinheiro público. Há sempre mais um campo a preencher em formulários reinventados constantemente onde as rubricas de gente que de facto é inimputável são necessárias para manter os monstros a funcionar. Sem controlo eficaz, nas empresas públicas é possível roubar tudo. Uma resma de papel A4, uma caneta BIC, um milhão de Euros, uma auto-estrada ou uma ponte. Tudo isto já foi feito. Por isso mais de metade do produto do trabalho dos portugueses está a fugir por esse mundo soturno que muito poucos dominam. Por causa disso, grande parte do património nacional é já propriedade dos conglomerados político-financeiros que hoje controlam o País. Por tudo isto é inconcebível que Manuel Godinho tenha sido o cérebro do polvo que durante anos esteve infiltrado nas maiores empresas do Estado. Ele nunca teria conhecimentos técnicos para o conseguir ser. Houve quem o mandasse fazer o que fez. Godinho saberá subornar com de sacos de cimento um Guarda-republicano corrupto ou disfarçar com lixo fedorento resíduos ferrosos roubados (pags 8241 e 8244 do despacho judicial). Saberá roubar fio de cobre e carris de caminho de ferro. Mas Godinho não é mais do que um executor empenhado e bem pago de uma quadrilha de altos executivos, conhecedores do sistema e das suas vulnerabilidades, que mandou nele. É preciso ir aos responsáveis pelas empresas públicas e aos ministérios que as tutelam. Nas finanças públicas, Manuel Godinho não é mais do que um Carlos Silvino da sucata. Se se deixar instalar a ideia de que ele é o centro de toda a culpa e que morto este bicho está morta esta peçonha, as faces continuarão ocultas. E a verdade também.

Este país é para pobres

Opinião





JN 00h26m


Aumentar o salário mínimo para 500 euros não serve para nada. Não nos aproxima dos europeus, que ganham muito mais que isso, e afasta-nos dos chineses e indianos, que trabalham por uma malga de arroz. O que seria da nossa competitividade?


1 - Regressam os debates ao Parlamento, regressam as boas notícias. Mostrando um elevado sentido de responsabilidade social, o Governo anunciou que vai aumentar as pensões. Quanto mais baixa a pensão, maior será o aumento. No limite, pode chegar à loucura de subir 1,25%. Mais ainda, como oportunamente lembrou o primeiro-ministro: se a lei fosse cumprida, as pensões não só não aumentariam, como teriam de diminuir. Tudo por causa da inflação negativa. Ou seja, os pensionistas com pensões miseráveis terão um aumento real que chega aos 2%. E em tudo isto, o Estado vai gastar, de forma altruísta, 150 milhões de euros, que tanta falta fazem, por exemplo, para tapar o buraco do BPN, ou para a construção de uma terceira ponte sobre o Tejo. O senhor Silveira, reformado e residente em Torneiros, Vila Real, recebeu a notícia de forma efusiva. A sua pensão passará de uns míseros 374 euros, para uns abastados 378 euros. Poderá deixar a venda de couves e grelos que cultiva no quintal, para se dedicar a tempo inteiro a programas de turismo sénior.

2 - Nada como as sábias declarações de um antigo ministro das Finanças, ainda por cima também antigo administrador do Banco de Portugal, para acabar com a balbúrdia que se adivinhava no que diz respeito a aumentos salariais. Silva Lopes não esteve com meias tintas e qualificou os aumentos salariais, quaisquer que sejam, como "fábricas de desemprego". Um dia depois, José Sócrates mostrava ter tomado boa nota dos conselhos, deste ou de outros economistas. E no que lhe diz respeito, o aumento das pensões será mesmo a única loucura a cometer. Quanto ao salário mínimo, o melhor é renegociar os prazos, assume o primeiro-ministro. Porque o que estava aceite por sindicatos e patrões, agora já não convém aos patrões. Sendo que o que estava acordado era a ousadia de passar o salário mínimo de 450 para 475 euros em 2010, e para uns incríveis 500 euros já em 2011. Com nenhuma vantagem, como é evidente. Porque não só não nos aproxima dos europeus, que ganham muito mais que isso, como nos afasta dos chineses e dos indianos, que aceitam trabalhar por uma malga de arroz. Se começassem para aí a dar aumentos salariais, pequeninos que fossem, o que aconteceria à nossa competitividade?

3 - Os lucros da Corticeira Amorim aumentaram no terceiro trimestre do ano, pela terceira vez consecutiva. Foram 5,7 milhões de euros (3,6 milhões no mesmo período do ano passado). Lucros que só se conseguiram graças a vendas de 103 milhões de euros. E é aqui que bate o ponto. Porque, ao contrário dos lucros, as vendas apresentam valores mais baixos do que um ano antes. Assim, se há lucro, isso deve-se à diminuição dos custos da empresa. E como conseguiram os notáveis gestores da Corticeira Amorim diminuir os custos para aumentar os lucros? Com o despedimento de cerca de duas centenas de trabalhadores, pois claro. Mas atenção que a isto não se chama "fábrica de desemprego", chama-se visão estratégica.

Certidões do Face Oculta paradas quatro meses na PGR

Pinto Monteiro quer saber se há matéria que merece ser investigada


Público 08.11.2009 - 09:38
Por António Arnaldo Mesquita, Mariana Oliveira

As nove certidões que o Departamento de Investigação e Acção Penal de Aveiro extraiu do processo de investigação conhecido como Face Oculta estiveram perto de quatro meses na Procuradoria-Geral da República (PGR) sem que o procurador-geral, Pinto Monteiro, lhes desse um destino. »»»

Domingo, Novembro 08, 2009

Earth Song - Michael Jackson



EARTH SONG by MICHAEL JACKSON
O vídeo (censurado nos EUA) é do single de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, que não foi nem "Billie Jean", nem "Beat it", e sim a ecológica "Earth Song", de 1996.
Locais de filmagem: Africa, Amazónia, Croácia e New York.

Novo Programa de Português e a TLEBLS | FLISCORNO#more

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Há um ano: aconteceu em Lisboa e há fotos disso | FLISCORNO

Há um ano: aconteceu em Lisboa e há fotos disso FLISCORNO

A queda do Muro de Berlim

Muro/20 Anos: Galeria de "pedras" de dominó a lembrar Muro atrai dezenas de milhares de pessoas
Hoje

Berlim, 08 Nov (Lusa) - Dezenas de milhares de pessoas acorreram já à Porta de Brandeburgo para ver o gigantesco dominó com mil "pedras" que serão simbolicamente derrubadas na segunda-feira para evocar a queda do Muro de Berlim, há 20 anos.

Uma das mil "pedras" do dominó, que ocupam uma extensão de 1,5 quilómetros, ao longo do trajecto onde passava o Muro, no centro histórico de Berlim, foi concebida pelos alunos da Escola Luso-Alemã de Berlim, e será derrubada na segunda-feira pelo presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso. »»»

DN

Imagem da net

Sábado, Novembro 07, 2009

Galeria Casa de Santa Rita - Colares



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Blablart cria rede online com 10 mil museus e galerias de todo o mundo

Cultura

13h39m

Um sítio online dedicado à arte contemporânea, Blablart.com, acaba de ser criado para dar acesso a 10 mil museus e galerias de todo o mundo.

2009 – Algés – 36-B

Aditamento

Jardim – Parque Infantil: Demonstrando um rasgo de atenção por parte da supervisão deste espaço, verifiquei que o portão de acesso está aberto ladeado por barreiras amarelas bem ligadas entre si, dando acesso à tal casa de banho.

Bilhetes de Oeiras (II)


A Câmara Municipal de Oeiras, (leia-se IOMAF) queria colocar a secretariar o Gabinete do PSD na Câmara, o Gonçalo Teodósio que foi expulso do PSD por ter apoiado e entrado em listas do IOMAF.