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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Grande Isabel Meirelles

Assisti ontem a uma cena indigna do eleito PSD [Jorge] Pracana que, ao tomar a palavra, criticou a anterior vereação PSD atribuíndo a descida ao castigo dos eleitores. A meu ver estava a colar-se ao Presidente.

Ao contrário a Dr.ª Isabel, teve uma atitude digna, levantou-se e saiu. Foi vertical. Parece-me que não vai ter a vida fácil.

Imagens de antes e depois, muito mazinhas.


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Recebido por e-mail.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A seriedade dos manipuladores


O Marquitos escolheu para candidato a Presidente da Assembleia Municipal o ministro Vieira da Silva, o tal do código do Trabalho, da Flexisegurança, da Segurança Social entre outros mimos legislativos que brindou quem trabalha nomeadamente "cortar nas reformas e no Subsídio de Desemprego"
Ora dois reparos me parecem pertinentes:
  1. O ministro é também candidato a deputado pelo circulo de Setúbal - Logo aqui dois tachos. "Vale mais dois pássaros na mão que um a voar". Podem é voar os dois e ficar de mãos vazias. Isso é que era uma grande alegria.

  2. As funções da Assembleia Municipal são, entre outras, acompanhar e fiscalizar actividade da CMO, dos serviços municipalizados e das empresas municipais. Ora será que todos nós acreditamos que este senhor vai fiscalizar o Perestrello e as suas nomeações? Claro que não. São confrades da mesma confraria. Sempre em bicos de pés para um tachinho e ainda por cima, o Ministro Vieira da Silva quer lá saber de Oeiras. Ele anda a aprender geografia pelos tachos que ocupa...

Pois então este é o novo cartazito do Marquitos. Tem duas funções numa, como a lâmina de barbear: Fazer propaganda ao Governo Socialista; auto promover-se porque está muito bem colocado nos "Corredores do Poder e até tem um futuro ex-ministro xuxialista" e enganar os Oeirenses pensando que ele é um homem forte cheio de poder.

Quando virem o cartaz lembrem-se disto.

Não gosto. Eu sou uma mulher de gostos simples: Para Oeiras quero o melhor! E olhe, sabe Marquitos, comigo o miúdo vai sempre atrás!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Festa de Leceia

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Programa do PSD

Menos impostos para as empresas e suspensão «imediata» do TGV

Manuel Ferreira Leite apresentou esta quinta-feira o programa eleitoral do PSD, centrado na economia, solidariedade, justiça, educação e segurança. Destaque para a promessa de suspensão «imediata» do TGV, da avaliação dos professores e o fim das taxas moderadoras. Os impostos baixam, mas só para as empresas


em desenvolvimento

Reduzir para 10% a taxa de IRC das empresas que se fixem no interior e das PME em que sejam maioritários os jovens empresários, reduzir dois pontos percentuais a Taxa Social Única e apoiar a contratação de trabalhadores a termo e a contrato com uma redução da Taxa Social Única em 35% e 70% e rever regime de reembolso do IVA.

Estas são algumas das medidas fiscais do programa eleitoral do PSD, apresentado quinta-feira em Lisboa.

«Não procurem soluções mágicas, medidas bandeiras e belas frases no nosso programa. Tudo o que é prometido será rigorosamente cumprido», afirmou Manuela Ferreira Leite, que se comprometeu ainda a estender, com carácter extraordinário, o tempo do subsídio de desemprego.

A líder do PSD defende «um novo modelo económico que rompa com o modelo socialista e dirigista dos últimos anos, que nos conduziu ao endividamento», aliado a uma prometida «revisão radical da política de investimento público», que passa pela suspensão do TGV e a desaceleração do projecto do novo Aeroporto de Lisboa.

Para além da economia, as prioridades do programa laranja passam pela solidariedade, justiça, educação e segurança.

No capítulo da justiça, PSD defende a contingentação dos processos judiciais, a alteração do sistema remuneratório dos magistrados judiciais em função do mérito e a aplicação efectiva da prisão preventiva.

É ainda proposta a revisão «profunda» do Código do Processo Civil.

Uma novidade e inversão nas linhas programáticas do PSD é a criação de uma conta individual de poupança facultativa junto da Segurança Social, que poderá ser movimentada como uma conta bancária em caso de reforma, desemprego ou doença.

Ferreira Leite elege «a família como eixo de todas as políticas sociais».

Na saúde, é defendido o fim das taxas moderadoras e o combate às listas de espera, sob o desígnio de universalizar o acesso aos cuidados clínicos.

No campo da educação, destaque para a suspensão «imediata» do actual modelo de avaliação dos professores e a revisão do Estatuto de Carreira Decente.

Ferreira Leite quer ainda um novo Estatuto do Aluno que promova uma «cultura de exigência e rigor», responsabilizando também os encarregados de educação pelas infracções dos estudantes.

SOL

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A encruzilhada de Oeiras


Estamos perto das eleições autárquicas. Os partidos andam em campanha e cada um, legitimamente, "puxa a brasa à sua sardinha".

Mas Oeiras está numa encruzilhada.

Com um presidente de câmara que foi condenado a 7 anos de prisão e perda de mandato, só ainda continua a exercer funções porque meteu recurso. Aparvalhado e atrapalhado não conseguiu perceber que só tinha um caminho ético a seguir: Não se recandidatar e ficar no seu canto.

Mas Isaltino é um dinossauro e como tal, tinha armadilhado tudo. No PSD seu partido de origem conseguiu arranjar apoiantes em troca de "favores/emprego/mordomias". Mas isso não chegava para ser dono e senhor. Em nome da "sua democracia mercantilista" conseguiu também "comprar", com a mesma estratégia, os "políticos do PS" e assim, apoiaram-no incondicionalmente, mesmo que a fachada fosse dissimulada numa oposição doce.

Na CMO, colocou os seus "amigos", deu-lhes emprego, o sustento, a alegria de estarem bem na vida. No município foi fazendo... porque só fazendo poderia obter dividendos. Quanto mais fazia, mais receberia, mesmo que fossem elefantes brancos como o SATU.

Com a desenvoltura de muita prática e impunidade foi seguindo o seu caminho convicto que nada lhe aconteceria. Idealizava até, uma reforma dourada em Cabo Verde.

Mas, nem tudo acontece como se programa. Foi mesmo a Tribunal e foi condenado. Recorre à vitimização: "Querem fazer de mim, bode expiatório de um Portugal corrupto. Vamos a votos" diria, cheio de desfaçatez. Mas esqueceu-se que não são os votos que culpabilizam ou inocentam os actos ilícitos praticados. É tão sómente a Justiça, e essa, na primeira instância condenou-o. Mesmo que ganhe as eleições (longe vá o agoiro!), se a Justiça mantiver a condenação, irá para a cadeia. Ficará na CMO "o saco de gatos" que ele criou.

E, vamos nós munícipes assistir incrédulos à "saga Isaltinica"?

Isto dura há 20 anos. Pois, meus amigos é tempo de dizer: JÁ CHEGA!

Para o Isaltino e os seus infiltrados que se venderam por um prato de lentilhas, pondo de lado as convicções e os grupos de pertença, é tempo de saída. É tempo de abandonarem, sem honra nem glória, todos os lugares para que foram nomeados por compadrio.

Porque é que acham que alguns (poucos) afirmam continuar a votar em pessoas assim, com o passado manchado e com o futuro em suspenso? Estes não estão interessados no concelho mas só na sua "vidinha".

Precisamos de um/a Presidente da CMO que seja capaz de fazer uma limpeza, que tenha convicções e que não ceda perante as contrariedades nem perante as impunidades.

Aviso já que o PS com o seu candidato "Marquitos", mais conhecido como "His master's voice" não me dá confiança. É o tentáculo do sr. Sousa, um "betinho" de uma qualquer jota que subiu na vida só porque tem um cartão do partido. Mais, quer ser "o califa em lugar do Califa ". Lembrem-se que está sem emprego certo...

Mas, o meu voto, e dado que só tenho um, ou irá para aqueles que me possam dar a confiança e esperança que apostem na transparência, na ética, na dignidade e na honestidade... ou nada feito. A ser assim, prefiro anular, em forma de protesto, o meu voto.

Esta é a encruzilhada que nós, munícipes de Oeiras, enfrentamos.

Tenhamos a coragem de obrigar os candidatos a esta definição e transparência para que a tomada de decisão seja assumida e digna.

Oeiras precisa de ser um município asseado.

sábado, 8 de agosto de 2009

Da caixa de comentários


"Conversa entre duas amigas da CML":

Acho um erro a inclusão de António Preto, Helena Lopes da Costa e Maria José Nogueira Pinto. Sobre o 1.º deveria ter havido o cuidado de o não incluir devido ao episódio da "mala"; quanto a Helena Lopes da Costa acredito que o processo não vai dar em nada, pois é fácil um vereador atribuir uma casa depois do processo ter sido filtrado nas assistentes sociais, técnicos e técnicos superiores do Departamento de Habitação. Sobre Maria José Nogueira Pinto, de quem sou admirador (foi ela que tirou a Santa Casa do buraco) entendo que não deveria entrar nas listas por razão óbvia: como se pode apoiar o PSD em 27 de Setembro e apoiar o PS em 11 de Outubro? Os lugares de deputado, vereação e assembleia de freguesia deverão ser para aqueles que efectuaram trabalho no terreno, que conhecem as populações, que as acompanham diariamente entre legislaturas. Uns trabalham como a formiga, os militantes de base, outros esperam pelo fruto maduro, os parasitas. Quem dividiu o partido, mais uma vez, foi Manuela Ferreira Leite, não foram Carlos Carreiras, Mendes Botas, Bruno Vitorino e os presidentes das outras distritais que foram desautorizados e, sobretudo, IGNORADOS. Em 2005, em Oeiras, Teresa Zambujo lutou praticamente sozinha, sem apoio interno das secções de Oeiras e Algés; com o episódio das listas para o Parlamento arriscamo-nos a que as Distritais e Concelhias ignoradas não façam campanha. Já estou a ver o filme: se as Distritais e concelhias maltratadas fizerem campanha e o PSD ganhar, vão dizer que MFL tinha razão; se perder, vão apontar as baterias a Carlos Carreiras, Bruno Vitorino, Mendes Botas e outros injustiçados. Interessa saber quem vai apagar o fogo, quem vai conseguir unir o que Manuela Ferreira Leite e o aparelho de Marques Guedes conseguiram desunir. Ainda vamos a tempo? Nós, militantes de Oeiras, 100% empenhados na campanha e crentes na vitória da Coligação MAIS OEIRAS, liderada por Isabel Meirelles, aguardávamos que a vitória do PPD/PSD nas legislativas fosse o prenúncio da vitória da COLIGAÇÃO MAIS OEIRAS, perante este novo cenário sentimo-nos atraiçoados. NENHUM município tem esta tarefa gigantesca, titânica, que é desalojar um "dinossauro" político, mais forte que Valentim Loureiro ou Fátima Felgueiras. A desautorização das propostas da Distrital de Lisboa são também uma punhalada em Carlos Carreiras, que está de corpo e alma com os candidatos a Lisboa e a Oeiras. Pelo seu empenho, pela sua inteligência e argúcia, Carreiras não merecia isto. Fico na expectativa, sabendo que GANHAR OEIRAS era difícil e que perante o novo cenário divisionista mais difícil ficou.

Publicada por Carlos Silva em OEIRAS LOCAL a 8 de Agosto de 2009 18:05

sábado, 1 de agosto de 2009

Isaltino Morais formaliza recandidatura com cerca de 10 mil assinaturas

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Isaltino Morais formalizou hoje, [31.7.2009] pelas 14h00, a sua candidatura independente Presidência da Câmara Municipal de Oeiras, concorrente às eleições autárquicas do próximo mês de Outubro.

SIC


Acompanhado do candidato à Assembleia Municipal de Oeiras e dos candidatos às dez Juntas de Freguesia do Concelho, Isaltino Morais entregou no Tribunal Judicial de Oeiras cerca de dez mil assinaturas de cidadãos eleitores recenseados em Oeiras, recolhidas por todo o Concelho desde meados de Junho, tal como previsto no arranque do movimento, de acordo com uma nota enviada às redacções .

O texto refere que, de acordo com a actual legislação eleitoral, uma candidatura independente pode ser formalizada com apenas quatro mil assinaturas.

O número de assinaturas recolhidas, necessárias dado trata-se de um movimento independente, e o curto espaço de tempo em que foram recolhidas, "são demonstrativos da capacidade de mobilização do actual autarca bem como do sentimento que os Oeirenses continuam a manifestar pelo seu presidente", sublinha o documento.

À semelhança do sucedido nas eleições autárquicas de 2005, o movimento que suportará esta candidatura terá a designação de "Grupo de Cidadãos Eleitores Isaltino - Oeiras Mais Frente".