
Amiga Clotilde;
Não só as cortam sem explicação à população como ainda as querem matar de sede...ainda que o tempo esteja a ser um grande, o melhor amigo!
Terá passado um ano.
Andaram aqui no bairro uns operários a arrancar calçada para instalação de sistema de rega automática que permitisse irrigar as árvores plantadas nas caldeiras.
Fantástico! Pensei eu. Finalmente uma obra com pés e cabeça (é verdade que podiam ter pensado nisso quando construíram o bairro e a pequena praceta, colocaram as caldeiras, etc mas enfim...estamos em Portugal e basta ver o que fazem a EDP, o SMAS, a GALP, etc, que ora abrem ou fecham alternadamente os passeios ou vias, que nunca mais ficam como a original e provam o planeamento às 3 pancadas a que estamos habituados).
Obra terminada e aí estavam as pequenas árvores a beneficiar periodicamente do precioso líquido vital.
As pobres nem tiveram tempo de festejar. Passaram + - 15 dias e a torneira secou. O sistema nunca mais debitou uma gota que fosse e aí estão de novo à mercê dos caprichos da natureza. Deficiência do sistema? Vandalismo?
É da responsabilidade da empresa a quem se terá adjudicado a manutenção dos espaço verdes (mais um negócio florescente nos municípios portugueses, um nicho de mercado como está agora na moda apelidar)? É da CMO?
Se é da empresa privada a responsabilidade da instalação e manutenção dos espaços verdes, quem fiscaliza o trabalho destas empresas?
Adjudica-se, paga-se e até um dia destes que há mais obra para fazer?
Se é da CMO, ninguém vistoria o sistema periodicamente?
Se sobrarem uns trocos do peditório para a tinta das marcações de estacionamento fica prometido que aplicaremos aqui o diferencial.
Boas Festas!