Pode fazer-se barulho nos dias úteis, das 08h00 às 20h00, nos prédios onde moramos: deitar armários abaixo, mudar os azulejos, levantar o chão… e tudo o que se quiser desde que não interfira com a estrutura do prédio. Podem ser consideradas obras de conservação.
Vem isto a propósito de umas obras de adaptação de uma cave que começam depois das 08h00 e terminavam às 17h00 mas agora estão a prolongar-se até às 20h00. Os intervenientes tinham informado que podiam fazer obras naquele horário, sem qualquer licença, por não afectar a estrutura do prédio. Pediu-se confirmação à CMO pois alguns ainda duvidavam desta informação e foi confirmado.
Ora aí está porque há vizinhos que aspiram e arrastam móveis desde muito cedo até ao jantar: estão a fazer obras de conservação. Mais considerações para quê? É uma terra na parte ocidental da Europa.
Esclarecimento – o projecto das obras no canil /gatil municipal foi o mais votado pelos lisboetas no Orçamento Participativo de 2009/2010. Neste momento, está para votação o Orçamento Participativo de 2010/2011 que até tem direito a cartazes de rua. Em 3 de Maio o Vereador Sá Fernandes declarou na RTP1, no programa «Portugal em Directo», que as obras no canil/ gatil se iriam iniciar em finais de Setembro/Outubro.
Agora, a 26 de Outubro, uma munícipe de Lisboa recebe um e-mail da Equipa do Orçamento Participativo, junto da qual protestou dizendo que “até deviam ter vergonha de falar neste orçamento participativo quando ainda não iniciaram os projectos aprovados no passado ano”, informando que o “ Projecto 3ª Fase de Construção do Canil/Gatil Municipal, um dos Projectos Vencedores do OP2009/2010, está a seguir os trâmites normais, estando o Projecto de Execução concluído e aguarda o Lançamento da Empreitada “.
Ou seja, quando reunimos com a CML em 1 de Julho foi-nos dito que o projecto tinha ido para a Divisão de Obras para o lançamento do concurso de empreitada e 4 meses depois, pelos vistos, aí continua bem paradinho.
Entretanto, as condições em que continuam os animais podem ser vistas neste vídeo feito em Outubro de 2010. Só não se sente o cheiro nauseabundo nem se ouve o choro incessante dos animais.
Oeiras, Lisboa, 23 jun (Lusa) -- As obras numa zona de 9 mil metros da segunda fase do Parque dos Poetas foram embargadas por decisão do tribunal, depois de um alegado proprietário da área ter interposto uma providência cautelar.
Segundo disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, as obras foram embargadas no seguimento de uma providência cautelar interposta em tribunal por uma pessoa singular que afirma não só que "é proprietária, por usucapião, daquela área", como "utilizava a zona para ter lá uns ovelhas e umas galinhas".
Isaltino Morais afirmou que esta decisão foi tomada "sem que a autarquia tivesse sido ouvida pelo tribunal" e garantiu que "a Câmara é proprietária daquela zona e tem todos os registos".
Não só as cortam sem explicação à população como ainda as querem matar de sede...ainda que o tempo esteja a ser um grande, o melhor amigo!
Terá passado um ano.
Andaram aqui no bairro uns operários a arrancar calçada para instalação de sistema de rega automática que permitisse irrigar as árvores plantadas nas caldeiras.
Fantástico! Pensei eu. Finalmente uma obra com pés e cabeça (é verdade que podiam ter pensado nisso quando construíram o bairro e a pequena praceta, colocaram as caldeiras, etc mas enfim...estamos em Portugal e basta ver o que fazem a EDP, o SMAS, a GALP, etc, que ora abrem ou fecham alternadamente os passeios ou vias, que nunca mais ficam como a original e provam o planeamento às3 pancadas a que estamos habituados).
Obra terminada e aí estavam as pequenas árvores a beneficiar periodicamente do precioso líquido vital.
As pobres nem tiveram tempo de festejar. Passaram + - 15 dias e a torneira secou. O sistema nunca mais debitou uma gota que fosse e aí estão de novo à mercê dos caprichos da natureza. Deficiência do sistema? Vandalismo?
É da responsabilidade da empresa a quem se terá adjudicado a manutenção dos espaço verdes (mais um negócio florescente nos municípios portugueses, um nicho de mercado como está agora na moda apelidar)? É da CMO?
Se é da empresa privada a responsabilidade da instalação e manutenção dos espaços verdes, quem fiscaliza o trabalho destas empresas?
Adjudica-se, paga-se e até um dia destes que há mais obra para fazer?
Se é da CMO, ninguém vistoria o sistema periodicamente?
Se sobrarem uns trocos do peditório para a tinta das marcações de estacionamento fica prometido que aplicaremos aqui o diferencial.
"C.M.O. vs Freguesia de Algés: Via Verde para o Disparate"
Existe um grupo de seniores em Algés que se habituou ao longo dos anos a reunir em amenas tertúlias no Jardim da Freguesia que acabam normalmente num jogo de cartas.
Indo ao encontro do desejo destes fregueses, a Junta de Freguesia intercedeu junto da C.M.O. para a instalação de um espaço com essa vocação. O equipamento foi instalado há alguns anos (1ª fotografia).
Com a utilização veio a verificar-se que o local da instalação e o próprio equipamento não reúnem condições adequadas para aqueles eventos (ruído pela proximidade excessiva à via de circulação dos eléctricos, restante trânsito rodoviário e ainda o pouco conforto provocado pela inexistência de qualquer protecção às surpresas da meteorologia).
Detectado o problema e face ao apelo deste grupo de fregueses, a Junta de Freguesia solicitou à C.M.O. o estudo de nova localização e equipamento que reunisse melhores condições que as actuais.
Sugestão aceite, o novel espaço já está em instalação junto da lateral oeste do restaurante "Caravela D'Ouro" (restantes fotos).
Visitei o local com uma arquitecta amiga. Esta limitou-se a sorrir perante o meu ar de espanto…
Em vez de um obra enquadrada no espaço de lazer oferecido pelo Jardim de Algés, instalaram, aquilo que me pareceu, à primeira vista, uma cavalariça em tamanho XXXXL…, limitando a visão da zona ribeirinha e sem qualquer nexo para a função e muito mais exposta que o equipamento que pretende substituir (a não ser que embrulhem -a obra- em papel celofan por causa dos ventos…)
Indaguei junto da Presidente da Junta de Freguesia de Algés, Sra. D. Alda Lima e mais uma vez obtive como resposta o desconhecimento do projecto de arquitectura, tão pouco do local exacto da instalação e a perplexidade por mais uma obra desconexa.
A pergunta que me façorecorrentemente , enquanto residente em Algés e no Concelho, é a razão de não existir interligação entre os serviços da Câmara responsáveis por estes verdadeiros atentados ao bom senso e os respectivos da Freguesia que solicitaram a obra.
Quem melhor conhece a Freguesia, as suas necessidades, os seus anseios, os seus problemas, a sua idiossincrasia que não os fregueses e os seus representantes!?
Todas as Juntas de Freguesia apresentam no seu organograma a atribuição de funções ao seu executivo relacionadas com todos os temas que afectam os fregueses no seu dia a dia: recolha de resíduos, trânsito, espaços verdes, cultura, obras, etc, etc.
De que servem estas funções se os seus responsáveis não são consultados e convidados a emitir um parecer ou a acompanhar os projectos desde o seu início?
Se as Juntas de Freguesia servem apenas para emitir atestados, encerrem-se e abram uma ou duas Loja do Cidadão (resignado) no Concelho, poupem o erário público e reduzam os impostos municipais.
Nada faz sentido. Sei o que significa delegação de competências e o uso discricionário que dela fazem algumas câmaras mas recuso-me a aceitar este exercício unilateral de (in)competências para o disparate exercido pela C.M.O. na minha freguesia nos últimos anos. Já basta ter de me resignar com a cobrança coerciva deimpostos municipais e o seu uso que ninguém fiscaliza.
Todos conhecemos a Associação de Municípios e os interesses que defende junto do Governo Central.
Existe uma Associação de Freguesias (ANAFRE); Gostaria de saber para que serve.
Em resumo, ou se altera este estado de prepotência cega, esta autêntica Via Verde para o disparate atribuído às Câmaras para executar obra sem prestar contas às Freguesias ou este caos nunca vai acabar.
Obras da Ribeira - Primeiro estiveram a escavar mais o buraco. Depois estiveram a fazer como que umas paredes/margens no leito da ribeira que entra para debaixo do Largo Comandante Augusto Madureira.
Depois fizeram umas 4 placas grandes de cimento na área da margem da ribeira que estava a servir de estacionamento selvagem.
Choveu na 4ª feira e a ribeira, por algumas horas correu cheia de água. Nada, felizmente, aconteceu de especial. Mas têm sido máquinas a chegar e a ir, mais umas pessoas a consertar no fundo do buraco.
Hoje uma máquina muito grande chegou e com ajuda de outra colocaram as 4 placas em cima das paredes/margens formando como que um túnel. As grandes máquinas foram-se embora ao fim da tarde. Agora esperamos que coloquem a terra, depois o alcatrão e que abram esta via ao tráfego que está a fazer muita falta.
1ª foto – a máquina guindaste que movimentou as placas de cimento
2ª foto - a máquina em actuação erguendo uma placa.
Fomos informados que a CDU vai fazer uma visita ao Jamor e às obras para o campo de golfe no dia 5 de Julho, domingo, às 11h00, que contará com a presença do deputado à Assembleia da República Miguel Tiago e do vereador na CMO Amílcar Campos.
O Tribunal Administrativo de Circulo de Lisboa mandou parar as obras relativas ao novo modelo de circulação da Baixa e que englobam o projecto de remodelação para o Terreiro do Paço/Praça do Comércio.
A decisão do Tribunal surge na sequência da providência cautelar apresentada pelo Automóvel Clube de Portugal (ACP) contra o projecto de remodelação da Câmara Municipal de Lisboa para o Terreiro do Paço/Praça do Comércio.
Fui avisada que a Rua João Chagas ia estar em obras (Algés/Linda-a-Velha). Desde quarta-feira que vou e que faço o desvio junto ao Elefante Azul até aos semáforos da Rua Francisco José Vitorino inicio da Av. Tomás Ribeiro e vice-versa. Nada de especial, dirão. Pois!
Mas venho dar esta informação porque, para meu grande espanto, as várias vezes que tenho ido tenho sempre visto polícia tanto no inicio deste desvio como na Av. Tomás Ribeiro, o que me dá segurança. De quem terá sido esta boa ideia?
Gostava de saber o que estão a fazer exactamente para haver necessidade de cortar o trânsito. É que a berma norte da Ruas João Chagas está tão sobrecarregada de construções que, como já disse anteriormente, qualquer dia este percurso só é possível de Asa Delta.
Os Contentores em Algés de Cima estavam abandonados ao sabor de um qualquer acidente.
Hoje estão em vias de ser reparados. Falta apenas cintá-los convenientemente com segurança. (Deve ser outro departamento da Junta com competência a fazê-lo , mas em bom rigor a obra ainda decorre.)
Irá ser outro asseio. Dará gosto pôr o lixo à vontade, com elegância e confiança .
E mais, reparai caros munícipes, que não foram só os contentores citados os arranjados. Foram também outros nas mesmas condições .
(Percebe-se aqui que, dado o número de contentores a reparar, aconteceu um arreliadora falta de material, mas resolver-se-á, estou certa, a seu tempo)
Aliás, na freguesia de Algés fervilham de obras, arranjos e melhoramentos há muito devidos, e só agora concretizados. (Com a devida segurança...)
Fervilham também anúncios de quem as executa. É justo.
A sra Presidenta assim que viu a notícia no blog " Oeiras Local " pensou logo:
" Alda que se faz tarde".
'Et pour cause', aqui deixo o meu agradecimento sincero às gentes do "Oeiras Local" porque foi, com eles no seu espaço e com a sua militância de remar contra a maré, contra o nacional porreirismo e nacional comodismo , que este problema se resolveu de imediato.
Sra presidenta, como vê, não custou nada resolver a situação.
A VEXA, como munícipe, não tenho de estar agradecida por ter cumprido o seu dever. Ficava-lhe todavia bem, ter tido a cortesia de responder ao mail enviado. Como sabe manda a boa educação institucional fazê-lo. O silêncio é sinal de constrangimento ou inoperância .
Para a próxima, é melhor fazer a reclamação no "Livro Amarelo", e assim fica obrigada, em vez de cortesia institucional, a obrigação legal.
Desabafo à parte, fiquei contente por o problema já estar em vias de resolução.