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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Cavaco Silva: corte dos subsídios é a “violação de um princípio de equidade fiscal” - Economia - PUBLICO.PT




Corte salarial para grupos específicos é “um imposto”

Cavaco Silva: corte dos subsídios é a “violação de um princípio de equidade fiscal”

19.10.2011 - 10:52 Por Ana Rita Faria



Cavaco apelou a “um debate aprofundado” sobre as propostas do Governo para o Orçamento de 2012


“Mudou o Governo, mas eu não mudei de opinião”, afirmou hoje o Presidente da República, contestando a eliminação dos subsídios de férias e de Natal para funcionários públicos e pensionistas, que vê como a “violação de um princípio de equidade fiscal”.


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terça-feira, 7 de junho de 2011

Cavaco defende clarificação dos cadernos eleitorais

Presidente da República, Cavaco Silva, considera que é "muito difícil" que existam mais de 8,5 milhões de eleitores. Clique para visitar o especial Portugal 2011


quinta-feira, 24 de junho de 2010

Vilhena, Cavaco e Isaltino: um bonito quadro para ver hoje

O Presidente da República visita oficialmente a Freguesia de Carnaxide, no concelho de Oeiras, amanhã, dia 24 de Junho, data em que se assinala também o 25º Aniversário da Associação de Solidariedade Social e Juventude “Assomada”.
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sexta-feira, 28 de maio de 2010

D. José Policarpo critica Cavaco no casamento 'gay'

D. José Policarpo critica Cavaco no casamento 'gay' - Portugal - DN


Cardeal-patriarca não percebe por que razão o Presidente não usou veto político.


O cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, criticou ontem duramente o Presidente da República por este ter promulgado a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo em vez de usar a arma do veto político. "Esperava que o Presidente usasse o veto político. Sabemos a fragilidade do veto político na nossa actual Constituição, mas ele, pela sua identidade cultural, de católico, penso que precisava de marcar uma posição também pessoal", disse o prelado, em entrevista à Rádio Renascença.

D. José Policarpo antecipou até custos eleitorais para a reeleição de Cavaco Silva: "Já não lhe exigíamos que fosse tão longe como o Rei da Bélgica, que abdicou por um dia para não assinar uma lei que não queria assinar. Mas, se o fizesse, ganhava as eleições."
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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Cavaco recebe nove ex-ministros das Finanças

Cavaco recebe nove ex-ministros das Finanças segunda-feira Económico


Pina Moura, Ferreira Leite e Bagão Félix são alguns dos antigos ministros das Finanças que serão recebidos pelo Presidente da República. O motivo do encontro? A actual situação financeira do país.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Freitas do Amaral: "O casamento gay é inconstitucional"

Fez um parecer que Cavaco juntou ao pedido de fiscalização da lei ao Tribunal Constitucional. "É inconstitucional", explica ao i Freitas do Amaral


O casamento entre pessoas do mesmo sexo é inconstitucional, ponto final. Freitas do Amaral, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de António Guterres, não tem dúvidas e sustenta esta sua certeza num parecer jurídico que acompanha o requerimento de fiscalização preventiva enviado há uma semana por Cavaco Silva ao Tribunal Constitucional.
Em declarações ao i, o professor de Direito garante que é muito simples: "Temos uma Constituição muito programática, que diz tudo sobre tudo, da política agrícola à dinâmica industrial, e portanto também sobre casamento, família e filiação. Quem a fez assim agora paga a factura: o casamento entre pessoas do mesmo sexo é inconstitucional." Por esta razão, Diogo Freitas do Amaral diz que o Presidente da República fez "muito bem" em remeter a lei para o Tribunal Constitucional.
Na sua opinião, a solução para este imbróglio jurídico é chamar-lhe outra coisa, menos casamento. "A proposta do PSD [que defende o nome 'união civil'] seria a única forma de legalizar a equiparação da união homossexual ao casamento, à face da letra da actual Constituição." Ou seja, apenas uma revisão constitucional permitiria que a união entre pessoas do mesmo sexo fosse qualificada como casamento.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Um discurso pesado



Foi um discurso claro e pesado. Desta vez ninguém pode acusar o Presidente da República de não ter conseguido explicar ao País as suas ideias. Cavaco não poupou nos adjectivos nem nas expressões duras. E ainda bem que o fez.



Ricardo Costa
Director Operacional de Canais SIC

opiniao@sic.pt


“A qualidade da nossa democracia sofreu um sério revés”. O estatuto foi aprovado por “razões meramente partidárias”. “Está em causa uma questão de lealdade entre órgãos de soberania". “É uma situação absurda”. Citações como estas não costumam fazer parte das mensagens que um Presidente da República faz ao país. Desta vez fizeram porque Cavaco Silva entende que a aprovação do Estatuto dos Açores levanta um precedente gravíssimo.

Esta questão é pouco relevante para o país. Mas não será irrelevante para as relações entre Belém e São Bento. A lealdade foi posta em causa e isso, normalmente, não se esquece. Vamos ter, seguramente, meses agitados entre o Presidente e a maioria socialista.


P.S. Quando, daqui por uns meses, o Tribunal Constitucional disser que o Estatuto está mal feito, o que é que o PS vai dizer?