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sábado, 14 de agosto de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
Rixas de praias do Estoril atingem Algés
Grupos invadem supermercado, agridem pessoas e saem sem pagar antes de apanharem comboio para a praia
As ocorrências de rixas, agressões e assaltos que se têm registado desde há uma semana nos comboios da linha de Cascais e nas praias daquela costa levaram ontem à mobilização de mais polícias, principalmente para o Tamariz, no Estoril, onde dois grupos se envolveram em confrontos no domingo (ver caixa). O policiamento alargou-se também ao supermercado Minipreço de Algés, alvo de furtos e desacatos praticados pelos mesmos grupos que frequentam os comboios da linha de Cascais antes e depois de irem à praia.
O empregado de um bar perto do supermercado, defronte da estação de Algés, explicou ao DN que "esses grupos de africanos vêm da Buraca e da Amadora no autocarro 750. Saem aqui e, antes de apanharem o comboio para a praia, vão abastecer-se ao Minipreço. São grupos de dez ou 15, mas só um ou dois é que compram alguma coisa. Os outros levam tudo sem pagar".
Clientes do supermercado queixam-se que "esses grandes grupos entram e levam tudo à frente. Insultam e empurram as pessoas, dão-lhes encontrões, falam aos gritos e dizem palavrões". Às vezes "até tentam roubar malas e carteiras das pessoas que andam aqui às compras", alertaram.
Pedro Barbosa Viana, director de comunicação da Dia Portugal, da cadeia Minipreço, confirmou ao DN estas situações, que considera "bastante graves. Estamos preocupados com a segurança dos nossos clientes e funcionários".
Explicou que "este problema está a agravar-se desde o Verão. Eles entram em grupos, furtam coisas e assustam as pessoas".
"Apanham o que querem e saem sem pagar. E não são os nossos empregados que lhes vão fazer frente, pois até têm indicações da empresa para não o fazer, pois as consequências poderiam ser ainda mais graves", referiu.
"Já tivemos várias reuniões com o comando policial da zona e resolvemos contratar polícias gratificados, pagos pela empresa, para garantir a segurança no supermercado", revelou Barbosa Viana.
Ontem já era visível o efeito dessa decisão. Pelas 16.00, três polícias rondavam o interior do supermercado. De uma carrinha da PSP estacionada perto, debaixo do viaduto da CRIL, saiu meia dúzia de agentes. Espalharam-se pelas imediações do supermercado e à porta. No exterior, grupos de jovens de ascendência africana olhavam, com ar desconfiado, para todo aquele aparato policial. Um grupo desses foi impedido de entrar no supermercado.
(...)
quinta-feira, 11 de março de 2010
Ladrões mais à frente em Oeiras
Caixa ATM roubada durante sarau da PSP em Oeiras
Quatro a cinco homens encapuçados e armados com caçadeiras de canos serrados roubaram ontem à noite, no Centro Comercial Alto da Barra, em Oeiras, uma caixa de levantamento automático de dinheiro.
Desconhece-se a quantia que estava no interior do aparelho. A cerca de um quilómetro de distância, na Alameda Conde Oeiras, a maior parte do efectivo da esquadra da PSP local estava escalada para vigiar o parque de estacionamento onde se recolhiam as viaturas das entidades oficiais convidadas para assistir a um concerto da banda daquela polícia.
O concerto da banda da PSP, que decorreu no Auditório do Centro da Juventude, integrava-se nas comemorações de mais um aniversário daquele comando policial. Devido ao grande número de convidados foi decidido mobilizar uma parte significativa do efectivo (fontes policiais que contactaram o PÚBLICO disseram que foram requisitados para a tarefa cerca de 80 por cento dos polícias disponíveis) para exercerem vigilância junto ao parque de estacionamento onde ficaram os automóveis dos convidados.
Indiferentes ao concerto (talvez até desconhecendo a realização do mesmo), os assaltantes deslocaram-se ao centro comercial distante cerca de um quilómetro e, mediante o arrombamento de portas e a apresentação das armas, acabaram por sair de lá com uma caixa automática de levantamento de dinheiro.
A ocorrência foi participada à Polícia judiciária, que procede a mais averiguações.
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quarta-feira, 27 de dezembro de 2006
AINDA A INSEGURANÇA E PERIGO NA VIA PÚBLICA
ERRELEFE said...
O problema dos assaltos nesta e noutras circunstâncias não é fácil de resolver e os meliantes sabem-no perfeitamente.
Enquanto os senhores do poder tiverem a sua segurança própria e de seus familiares (paga por nós) não teremos solução; o seu egoísmo ultrapassa todo o conceito de cumprimento de dever em benefício da comunidade - mas nós continuamos a elegê-los!!!
E se a Constituição permitisse que fossem publicados todos os comentários constantes dos boletins de voto que são NULOS por conterem a expressão da revolta do Eleitor? Que lindo seria! Estúpidos somos! E não arranjamos soluções nas urnas, nem em manifestações de rua, porque o cidadão comum não tem, enquanto tal, qualquer força revindicativa e desperdiça-a nas urnas.
Somos culpados porque as utilizamos mal e acreditamos em todo o desconhecido "gato sapato" que se candidata, seja para o que fôr.
Só com um 26 de Abril que não cometesse tantos e tantos erros quantos os evidenciados na experiência resultante do 25.
Um sonhador e não Saudosista.
17 Novembro, 2006 19:46
17 Novembro, 2006 19:46
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