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sexta-feira, 9 de março de 2012
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Sócrates falado no primeiro dia de julgamento
Sócrates falado no primeiro dia de julgamento
- 11h57
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Ricardo Rodrigues vai ser julgado por atentado à liberdade de imprensa - Sociedade - PUBLICO.PT
Furto de gravadores a jornalistas da Sábado
Ricardo Rodrigues vai ser julgado por atentado à liberdade de imprensa
12.07.2011 - 21:03 Por PÚBLICO
O deputado socialista Ricardo Rodrigues vai responder em julgamento pelo crime de atentado à liberdade de imprensa, por ter furtado dois gravadores a jornalistas da revista Sábado durante a realização de uma entrevista em 2010.
Rodrigues sustentou que os gravadores não eram necessários à actividade jornalística (Daniel Rocha)
O também vice-presidente da bancada socialista na Assembleia da República incorre numa pena que pode ir de três meses a dois anos de cadeia ou a uma multa de 25 a 100 dias.
Segundo a Sábado, Ricardo Rodrigues sustentou a sua defesa que os gravadores de que se apoderou não eram necessários à actividade jornalística e por outro lado, afirmou que agiu “em acção directa, uma vez que pretendia preservar uma prova do conteúdo da entrevista” para posteriormente apresentar uma providência cautelar no sentido de impedir a publicação. As premissas foram rejeitadas pelo TIC.
“Se os gravadores não fossem necessários à actividade jornalística, os jornalistas não os usariam”, pode ler-se no despacho de pronúncia citado pelo Sábado.
No que respeita ao exercício da “acção directa” e respectiva finalidade, o juiz acrescentou: “Não pode considerar-se que a situação em causa o justificasse, em primeiro lugar, porque a acção não era indispensável ao exercício do direito, isto é, o arguido podia, perfeitamente, sem os gravadores, recorrer aos tribunais (...) e, em segundo lugar, porque havia a possibilidade de em tempo útil recorrer aos meios coercivos normais, fosse a instauração de uma providência cautelar, fosse até o recurso à polícia.”
O PÚBLICO tentou, sem êxito, contactar Ricardo Rodrigues.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Caso Isaltino Morais Ministério Público recorre da decisão da Relação - Visao.pt
O Ministério Público decidiu recorrer da decisão da Relação após a anulação da suspensão de perda de mandato e da redução da prisão efetiva
Com Lusa
13:17 Quarta feira, 8 de Set de 2010
José Caria/VISÃO
O Ministério Público decidiu recorrer da decisão da Relação no caso Isaltino Morais, depois de em julho esta instância ter anulado a suspensão de perda de mandato e de ter baixado para dois anos a condenação a prisão efetiva do autarca.
Em junho, o Tribunal da Relação de Lisboa aplicou a Isaltino Morais uma pena de dois anos de prisão, pelos crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais, mas anulou a pena de perda de mandato.
Em instância anterior, no Tribunal de Sintra, o autarca de Oeiras tinha sido condenado a sete anos de prisão e a perda de mandato por fraude fiscal, abuso de poder e corrupção passiva para ato ilícito e branqueamento de capitais.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Marques Mendes: Isaltino não tem condicções de credibilidade
O ex-presidente do PSD Marques Mendes disse hoje que, à semelhança do que defendeu em 2005, continua a considerar que Isaltino Morais "não tem condições de credibilidade indispensáveis a uma candidatura política".
"Considerei então e continuo a considerar hoje que o doutor Isaltino Morais não tinha nem tem condições de credibilidade indispensáveis a uma candidatura política", declarou à Agência Lusa Marques Mendes, após o seu nome ter sido hoje mencionado pelo presidente da Câmara Municipal de Oeiras, que acusou o Ministério Público (MP) de ter sido “permeável a certas influências do PSD” ao longo do julgamento em que o autarca é arguido.
À saída do julgamento, Isaltino Morais escusou-se a concretizar as acusações, mas adiantou aos jornalistas que “todos se recordam do que Marques Mendes disse” acerca dele quando assumiu a candidatura à Câmara de Oeiras.
Reagindo às declarações do autarca, Marques Mendes referiu à Lusa que, ao contrário do que foi dito, nunca teve "qualquer contacto com o MP sobre este assunto".
"É completamente falso por isso mesmo que tenha feito qualquer pressão. Verdade sim é a decisão que tomei em 2005 de impedir que o doutor Isaltino Morais fosse candidato do PSD", vincou o ex-presidente do PSD, acrescentando: "Dessa decisão não me arrependo. Se voltasse atrás, voltaria a fazer o mesmo".
Marques Mendes reiterou ainda que Isaltino Morais continua a não reunir condições de credibilidade indispensáveis a uma candidatura política, seja à Câmara de Oeiras ou outra.
Nas alegações finais do Ministério Público, a 9 de Julho, o procurador Luís Eloy pediu a condenação do autarca de Oeiras a uma pena efectiva de prisão superior a cinco anos e a inibição de exercício de cargos públicos durante o mesmo período de tempo.
Na quarta-feira o advogado de Isaltino Morais pediu ao colectivo a absolvição de todos os crimes imputados ao autarca, e criticou o MP, considerando que este processo “foi uma tentativa de assassinato cívico e político”.
Neste processo estão ainda envolvidos a irmã do autarca, Floripes Almeida, acusada de branquear capitais, o jornalista Fernando Trigo, acusado de branqueamento e participação em negócio, e os empresários Mateus Marques e João Algarvio, acusados de crimes de corrupção activa.
O colectivo de juízes marcou para 3 de Agosto a leitura do acórdão.
Diário Digital / Lusa
«O Ministério Público foi permeável a certas influências do PSD»

Há 1 hora
Caso Isaltino
Por Igor Costa
No início das suas declarações, o presidente da Câmara de Oeiras disse que ia deixar «três ou quatro notas», mas a verdade é que deixou ‘três ou quatro acusações’.
A primeira, que se prolongou por todo o depoimento, ao Ministério Público (MP): «Como é que é possível em Portugal assistirmos ao MP que temos? A partir de hoje tenho vergonha de dizer que sou magistrado do MP aposentado. Direi que sou funcionário público aposentado».
Isaltino Morais acusou o procurador Luís Eloy de não o ter tratado com respeito, falando em «situações de jocosidade». «O MP tem de procurar a verdade, mas procurador nada fez para procurar a verdade. Escondeu documentos», acusou: «Alguém está a dar ordens para fazer vista grossa».
Depois, atacou Paula Nunes, que foi sua colaboradora na autarquia, acusando a «testemunha fabulosa» de mentir quando disse ter depositado dinheiro de Isaltino Morais nas suas contas a pedido do edil, que então se divorciava.
Relativamente ao jantar dos seus 50 anos, Isaltino disse ter sabido no julgamento que foi Paula Nunes a pagar a conta na Fortaleza do Guincho e acusou o MP de «insistir que foi José Guilherme quem pagou».
Referindo-se ao dinheiro usado para despesas partidárias e em campanhas do PSD concelhio, o edil voltou a acusar: «Ela roubou o dinheiro do cofre. Ela tinha acesso. Eu desconfiava, só não sabia que tinha sido tanto».
À porta, confrontado pelos jornalistas quando saía, o arguido concretizou a acusação inicial de que se tratava de «um julgamento político» e incitou a que se ouvissem as declarações de Marques Mendes no início do julgamento.
«Repesquem lá as declarações do Dr. Marques Mendes à época para verem se ele estava ou não a pressionar» , rematou.
Igor.costa@sol.pt
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Alegações finais da defesa de Isaltino Morais
Caso Isaltino
Defesa pede absolvição e fala em «tentativa de assassinato cívico e político»
Por Igor Costa / SOL
quinta-feira, 9 de julho de 2009
MP pede pena prisão efectiva de Isaltino superior a 5 anos
O procurador do Ministério Público pediu hoje a condenação de Isaltino Morais numa pena efectiva de prisão superior a cinco anos e a inibição de exercício de cargos públicos durante o mesmo período de tempo.
*****
Tribunal de Sintra
MP pede cinco anos de prisão para Isaltino
Por Igor Costa
O Ministério Público entende que ficaram provados quase todos os crimes de que Isaltino Morais é acusado e, por isso, pede um mínimo de cinco anos de prisão para o arguido
À excepção de um dos três crimes de corrupção imputados ao autarca de Oeiras, o procurador Luís Elói não tem dúvidas quanto à prática dos outros dois crimes de corrupção passiva, um de abuso de poder, um de participação económica em negócio, um de branqueamento de capitais e um outro de fraude fiscal. Apesar de tudo, o MP entende que este caso é «apenas a ponta de um iceberg».
Sol
Caso Isaltino: Alegações finais (Actualização)
Diário de Notícias
O procurador do Ministério Público no julgamento de Isaltino Morais deu hoje como comprovadas as relações de "benefícios pessoais" entre o autarca de Oeiras, acusado de seis crimes, e os arguidos Fernando Trigo, João Algarvio e Mateus Marques.
"O arguido Fernando Trigo trabalhou arduamente durante sete anos como assessor e nunca ninguém se lembrou de lhe arranjar um local de trabalho, uma secretária e um computador", questionou o procurador Luís Elói, referindo-se ao trabalho desenvolvido pelo jornalista Fernando Trigo, que colaborou com a câmara de Oeiras enquanto assessor contratado por Isaltino Morais.
O procurador adiantou ainda que o arguido "beneficiou da amizade" com o autarca, com prejuízo para a Câmara de Oeiras.
"Ganhou 32 870 contos em sete anos de serviços prestados à Câmara. Fernando Trigo não prestou serviços que justificassem os montantes auferidos", adiantou.
Quanto aos empresários do ramo imobiliário João Algarvio e Mateus Marques, o procurador do Ministério Público deu como comprovado que a sua actuação com Isaltino Morais teve como "objectivo obter benefícios patrimoniais".
Relativamente a um terreno cedido pelo autarca do município de São Vicente, em Cabo Verde, Luís Elói referiu que Isaltino Morais se "aproveitou do ascendente que tinha sobre os autarcas de Cabo Verde" para construir uma moradia própria na praia do Calhau.
"Aproveitou-se das vantagens do cargo que ocupa e por força do exercício das suas funções obteve para si próprio benefício. Comprova-se que houve benefício ilegítimo. Usou funções públicas para beneficiar de uma casa à beira-mar", disse.
A sessão da tarde, na qual o procurador do Ministério Público continuará as alegações finais, começa às 14:15.
Alegações finais começam hoje no tribunal de Sintra
O Ministério Público inicia hoje as alegações finais do julgamento que envolve o presidente da câmara de Oeiras, Isaltino Morais, acusado de corrupção passiva, branqueamento de capitais, abuso de poder e fraude fiscal.
A sessão de hoje começa às 9:15 no tribunal de Sintra e será dedicada às alegações do Ministério Público, que acusa o autarca de Oeiras de um total de seis crimes: um de participação económica em negócio, três de corrupção passiva, um de branqueamento de capitais, um de abuso de poder e outro de fraude fiscal.
Neste processo estão ainda envolvidos a irmã do autarca, Floripedes Almeida, acusada de branquear capitais, o jornalista Fernando Trigo, suspeito de branqueamento e participação em negócio, e os empresários Mateus Marques e João Algarvio, acusados de crimes de corrupção activa.
O MP acusa o autarca de Oeiras de depositar mais de 1,32 milhões de euros em contas da Suíça quando, entre 1993 e 2002, Isaltino Morais auferiu, enquanto presidente da câmara, 351.139 euros.
O autarca afirmou em julgamento que os depósitos efectuados na Suíça, numa "única conta nominativa", se referiam a alienações de património próprio, investimentos, heranças e cerca de 400 mil euros de sobras de campanhas, e que essa conta seria conjunta com a irmã e um sobrinho que reside na Suíça.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
O carteiro a caminho da Suíça
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Adiamento
A sessão de hoje do julgamento no qual o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, responde por um total de sete crimes, foi adiada para 16 de Junho, depois de a defesa ter solicitado adiamento devido à indisponibilidade das testemunhas para se deslocarem neste período a Portugal. Estava prevista a audição a Onésimo Silveira, ex-presidente da câmara de São Vicente, em Cabo Verde.Ler Notícia aqui
terça-feira, 12 de maio de 2009
Qualquer semelhança com a realidade é pura ficção
Era uma manhã fresca, lavada pela chuva de fim de Maio, essa indefinida estação em que não podemos deixar os agasalhos, mas por outro lado, estes são muito quentes para a brisa que sopra do lado do rio.quarta-feira, 6 de maio de 2009
Assessor confirma depósitos mas desconhece pormenores
Nuno Campilho, que exerceu funções de assessor de Isaltino Morais na câmara de Oeiras entre 1997 e 2002, confirmou ontem de manhã no tribunal de Sintra ter efectuado depósitos a pedido do autarca. O funcionário disse que «cumpria um pedido» que «achava natural», até pelo desempenho do autarca que não teria «tempo para essas funções».É UM SANTO!
"Queria dizer que o Isaltino não é aquilo que querem fazer passar. É uma pessoa íntegra e que não se deixa corromper", defendeu Maria Manuela Morais, ex-mulher de Isaltino Morais que ‘apertada’ pelo procurador do Ministério Público, Luís Eloy, acabou por admitir que esta é apenas "uma convicção pessoal" de quem viveu com o arguido "vinte e tal anos" e que, nesse sentido, "não acredita que haja negócios ilícitos da parte dele". Ler notícia
quarta-feira, 29 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Caso ‘Isaltino’
O Ministério Público (MP) já tinha avisado, no início do julgamento de Isaltino Morais, de que não existiam escutas "espampanantes, nem confissões redentoras", mas ontem surgiu a primeira referência a escutas, designadamente a uma em que o actual autarca manifesta a intenção de falar a Jorge Coelho (ex-dirigente do PS) para "segurar" três pessoas, que o MP apontou como sendo Armindo Azevedo, Vítor Castro e Pires Serpa.
O inspector da Polícia Judiciária, Pedro Vicente Pereira confirmou, no Tribunal de Sintra, que foram feitas escutas, num período em que o actual autarca não ocupava cargos políticos. Antes, a especialista do Núcleo da Assesssoria Técnica da Procuradoria-Geral da República, Lígia Vieira da Silva admitiu que é "difícil saber de onde vem o dinheiro em numerário". Hoje são ouvidos os filhos de Isaltino: Dora e Pedro »»»
A Família Morais
A mana do mano chegou ao Tribunal elegantemente penteada pela nora e transportada no táxi do filho. Sorriu para o fotógrafo e comentou, timidamente, que aguarda que a neta cresça para fazer a depilação facial .
No Tribunal soube-se que Floripes Morais Almeida, mana do mano, terá ganho milhares de contos a vender ouro.
Como ninguém percebeu se era uma actividade taxada e legal, teremos de presumir, alegadamente, que ganhava a vida como vendedora ambulante de ouro. É mais fino e limpo que vender "roupa contrafeita" e não precisava de fazer feiras e mercados nacionais. Só não pagou impostos mas, isso é "pedigree" da família Morais.
Que família tão unida,
Tão discreta e poupadinha
O mano era o autarca
A vendedora ambulante era a maninha!
O sobrinho é taxista
A mulher cabeleireira
Fugiam aos impostos
Poupavam dinheiro de outra maneira
São unidos como os dedos
Tem tudo partilhado
Contas na Suiça
E muitos afilhados





