Hoje fui ao Tagus Park de transportes públicos. Fui de Algés de comboio até Oeiras e aí, apanhei a camioneta 112 e regressei da mesma maneira.
A OEINERGE organizou, com a RENAE e a C.M.O. o 4º encontro das Agências de Energia conforme o Oeiras Local informou em devido tempo.
A viagem é muito agradável e tomamos contacto com o nosso Município. Fiquei descansada pois ainda há muito terreno livre e, em tempo de crise, há sítio para plantarmos umas batatas. Mas da camioneta vislumbra-se muita construção a emergir até onde a vista chega. São “bairros” com prédios alinhados como irmãos gémeos, muitas casas por habitar, aqui e ali um vaso na varanda.
E também aglomerados a caírem com ar de terem sido restos de quintas, restos rurais de épocas não muito longínquas.
E, as paragens dos transportes sem qualquer identificação (só a CMO abriga-o) não sabemos se já estamos em Porto Salvo ou em Leião, se já passámos Carnaxide, se será Leceia. Mas porque é que o nosso Município não afixa nas paragens o nome da terra / localidade a que respeita e a designação local da paragem? Assim, sabíamos por onde íamos e ligávamos o que vemos à terra por onde passamos.
Já bati tanto nesta tecla, que qualquer dia o Município deve mandar-me internar. Já agora o bilhete é caro para menos de meia hora de passeio: 2,60 euros cada viagem. Foi um dia diferente que em termos antigos custou mais de mil escudos. É pena, pois se fosse mais barato iria passear mais. Lembrei-me agora: vou ver quanto custa o Combus para passeios pelo meu Município.
Maria Clotilde Moreira / Algés