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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Ainda "As árvores de Santo Amaro de Oeiras – reunião"
Da caixa de comentários:
Leite Pereira deixou um novo comentário na sua mensagem "As árvores de Santo Amaro de Oeiras – reunião":
àrvores em Santo Amaro
Pelos anos 90 era eu chefe de divisão dos espaços verdes foi efectuado um levantamento, que deveria cobrir todo o concelho, relativamente às árvores existentes, sua classificação, seu estado fitossanitário, compasso entre as mesmas, local e distância às casas e, posteriormente o Gabinete de Estudos executou um programa informático onde toda a informação foi colocada e ficava georeferenciável. Sei que por falta de verbas o levantamento não foi concluido mas as freguesias de Santo Amaro, Oeiras e pelo menos uma outra que me mão recordo ficaram com o levantamento concluido. Este trabalho era efectuado no verão por um grupo de arquitectos paisagistas e coordenado pela arq. Paisagista Isabel Torres pessoa muito competente e que tive o prazer de a ter como minha sulalterna e as verbas para o efeito constam do orçamento da CMO . Desse estudo concluiu-se que grande parte das árvores de Santo Amaro estavam doentes e deveriam ser abatidas, criteriosamente, isto é, não abatê-las todas de seguida, pois nem todas estavão doentes. Pelas fotografias que me foi dado ver verifico que há ruas em que as árvores foram abatidas na sua totalidade mas os "tarolos" ficaram. Não me admira quando temos como vereadora uma ex-secretária que não tem qualquer preparação para o exercício deste cargo. Gostaria de saber o que vai suceder quando começarem a tirar os ditos "tarolos" e os muros das vivendas vierem atrás. Em meu entender esta operação deveria ser efectuada com algum critério e devidamente coordenada com a divisão das obras municipais para logo após o abate de uma árvore as raízes serem retiradas o passeio reposto e nova árvore adequada ao local plantada. Como desabafo, pois não gosto de que se apropriem do trabalho que a minha equipe efectou e, foi o Rui Freitas que chamou a atenção para tal há dias a propósito, ou melhor sem propósito, foi falado na SIC com o Isaltino e o Lisboa sobre os vinhos de Carcavelos e sem qualquer ligação a este assunto falaram no tal estudo dando a entender que o mesmo era recente. Para não ser desagradável direi que é feio apropriarem-se do trabalho efectuado por outros.
Em Conclusão: A maioria das árvores está doente mas tem que haver um critério e coordenação entre serviços para que se proceda ao seu abate e não abter as existentes numa rua inteira conforme vi numa fotografia (só se foi fotomontagem)
Publicada por Leite Pereira em OEIRAS LOCAL a 19 de Setembro de 2011 14:54
Leite Pereira deixou um novo comentário na sua mensagem "As árvores de Santo Amaro de Oeiras – reunião":
àrvores em Santo Amaro
Pelos anos 90 era eu chefe de divisão dos espaços verdes foi efectuado um levantamento, que deveria cobrir todo o concelho, relativamente às árvores existentes, sua classificação, seu estado fitossanitário, compasso entre as mesmas, local e distância às casas e, posteriormente o Gabinete de Estudos executou um programa informático onde toda a informação foi colocada e ficava georeferenciável. Sei que por falta de verbas o levantamento não foi concluido mas as freguesias de Santo Amaro, Oeiras e pelo menos uma outra que me mão recordo ficaram com o levantamento concluido. Este trabalho era efectuado no verão por um grupo de arquitectos paisagistas e coordenado pela arq. Paisagista Isabel Torres pessoa muito competente e que tive o prazer de a ter como minha sulalterna e as verbas para o efeito constam do orçamento da CMO . Desse estudo concluiu-se que grande parte das árvores de Santo Amaro estavam doentes e deveriam ser abatidas, criteriosamente, isto é, não abatê-las todas de seguida, pois nem todas estavão doentes. Pelas fotografias que me foi dado ver verifico que há ruas em que as árvores foram abatidas na sua totalidade mas os "tarolos" ficaram. Não me admira quando temos como vereadora uma ex-secretária que não tem qualquer preparação para o exercício deste cargo. Gostaria de saber o que vai suceder quando começarem a tirar os ditos "tarolos" e os muros das vivendas vierem atrás. Em meu entender esta operação deveria ser efectuada com algum critério e devidamente coordenada com a divisão das obras municipais para logo após o abate de uma árvore as raízes serem retiradas o passeio reposto e nova árvore adequada ao local plantada. Como desabafo, pois não gosto de que se apropriem do trabalho que a minha equipe efectou e, foi o Rui Freitas que chamou a atenção para tal há dias a propósito, ou melhor sem propósito, foi falado na SIC com o Isaltino e o Lisboa sobre os vinhos de Carcavelos e sem qualquer ligação a este assunto falaram no tal estudo dando a entender que o mesmo era recente. Para não ser desagradável direi que é feio apropriarem-se do trabalho efectuado por outros.
Em Conclusão: A maioria das árvores está doente mas tem que haver um critério e coordenação entre serviços para que se proceda ao seu abate e não abter as existentes numa rua inteira conforme vi numa fotografia (só se foi fotomontagem)
Publicada por Leite Pereira em OEIRAS LOCAL a 19 de Setembro de 2011 14:54
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
As árvores de Santo Amaro de Oeiras – reunião
Como anunciado ocorreu ontem, no auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras, uma reunião presidida pela Vereadora Madalena Castro, Arquitecto Paisagista Alexandre Lisboa e mais responsáveis pelos Espaços Verdes, com cerca de 90 moradores e amigos.
Havia estudos de 1995, confirmados em 2009, que apontavam para abates dados os problemas fitossanitários detectados. Também o mau estado dos passeios etc. etc. Mas estas razões continuaram a não convencer muitos moradores que tinham visto os restos dos troncos e entendiam que muitos não mostravam tais doenças. Nem a promessa de requalificação dos passeios, nem as promessas das novas espécies mostradas, pareceram acalmar o nervosismo dos presentes.
Compromissos pessoais obrigaram-me a ter de sair pelas 18h15. A minha opinião pessoal: tudo teria sido mais fácil – dada a dimensão da intervenção – se a CMO, em conjunto com a Junta de Freguesia, tivesse dinamizado reunião com os moradores para, previamente, lhes dar conta da necessidade de derrubar as árvores.
Faço um apelo não só aos Presidentes das Juntas de Freguesia, mas também à C.M.O. para previamente informarem, informarem… e informarem localmente as intervenções do abate das árvores.
Havia estudos de 1995, confirmados em 2009, que apontavam para abates dados os problemas fitossanitários detectados. Também o mau estado dos passeios etc. etc. Mas estas razões continuaram a não convencer muitos moradores que tinham visto os restos dos troncos e entendiam que muitos não mostravam tais doenças. Nem a promessa de requalificação dos passeios, nem as promessas das novas espécies mostradas, pareceram acalmar o nervosismo dos presentes.
Compromissos pessoais obrigaram-me a ter de sair pelas 18h15. A minha opinião pessoal: tudo teria sido mais fácil – dada a dimensão da intervenção – se a CMO, em conjunto com a Junta de Freguesia, tivesse dinamizado reunião com os moradores para, previamente, lhes dar conta da necessidade de derrubar as árvores.
Faço um apelo não só aos Presidentes das Juntas de Freguesia, mas também à C.M.O. para previamente informarem, informarem… e informarem localmente as intervenções do abate das árvores.
domingo, 11 de setembro de 2011
Contra o abate de árvores em Santo Amaro de Oeiras
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