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domingo, 16 de agosto de 2009

2009 – Algés - 26



A derrocada da Ribeira – Segundo informação de ontem, da Sra. Vereadora Madalena Castro, acabaram de chegar “os elementos técnicos que nos permitem contratualizar o trabalho que de facto é necessário fazer. Mas também este trabalho tem que ser objecto de procedimento de consulta, estimativa de custo e contratualização nos termos das regras da contratação pública para as situações de urgência”, e acrescenta que “A nossa preocupação prende-se não só com a circulação na zona, mas principalmente com a vantagem de fazer toda a obra antes da época das chuvas que podem ocorrer já em Setembro e agravar a situação.”

Ficamos à espera que, sem atropelar as leis, se façam as obras e se reponha a circulação rapidamente.

O cheiro da Ribeira – Acontece todos os anos: com o calor este bocado da ribeira deita mau cheiro. Quanto a mim resulta, em grande parte, do leito não estar limpo. Os detritos, as descargas, o deixar que as plantas cresçam e se decomponham, a pouca água que corre nesta altura contribuem para uma podridão e maus cheiros. Não vale a pena reclamar mais, pois acabamos por receber umas explicações: ah! nasce noutro concelho, ah! são entidades que fazem descargas de óleos, ah! limpar o leito, como?

Estivemos, em 22 de Maio, numa Oficina Participativa realizada por Oeiras 21+ e tomámos conhecimento de estudos e propostas para as ribeiras. Continuamos à espera que se concretizem os princípios lá enunciados.

Pode ser que em Outubro venha gente que entenda destas coisas miúdas (Não são "centros de congressos", nem "altos de boas viagens", mas dava muito jeito que as ribeiras corressem límpidas)

Pensamento: Façam o favor de serem Felizes (Raul Solnado)