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quinta-feira, 9 de junho de 2011

O GRANDE IGNORO DA DEPUTADA ANA GOM


2. Quem e como lançou o concurso dos submarinos?
• A primeira declaração de intenção para aquisição de novos submarinos é de 1993;
• O concurso para renovação da capacidade submarina foi lançado em 1998, era Primeiro-Ministro António Guterres;O presidente Jorge Sampaio
• O concurso lançado pelo governo socialista em 1998 previa a aquisição de 3 a 4 submarinos (número idêntico à esquadra anterior);
• O valor estimado, no concurso lançado em 1998, para a aquisição de 3 submarinos aproximava-se dos 2.000 milhões de euros;
• A Lei de Programação Militar previa recurso ao leasing em cerca de 70% dos valores das várias aquisições;
• O Governo PSD/CDS herdou o concurso já na sua fase final (2002);
• A decisão tomada foi a de reduzir a aquisição para 2 submarinos, baixando o custo de 2.000 M€ para 1.000M€; foi também tomada a decisão de reduzir para 50% o valor da Lei de Programação Militar previsto em leasing, de modo a evitar maiores custos financeiros;
• Quando, em 2004, a decisão final é tomada, a dívida pública portuguesa era de 58% do PIB, ou seja, dentro dos limites do Tratado; hoje, depois dos governos socialistas, essa dívida pública aproxima-se dos 97,3% do PIB , muito acima do aceitável.
• Todos os ministros da Defesa socialistas - Veiga Simão, Jaime Gama, Castro Caldas, Rui Pena, Luís Amado e Severino Teixeira foram favoráveis à aquisição de submarinos, e inscreveram-na em sucessivas Leis de Programação Militar.
• O consenso em torno desta capacidade sempre foi estendido ao PS, PSD e CDS (os partidos pró-atlantistas)
• Na Assembleia da República, a decisão de reduzir para 2 os submarinos a adquirir, foi criticada pelo PS, argumentando que isso colocaria a capacidade submarina de Portugal ao nível da Argélia;

Via e-mail

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Submarinos: procuradora-adjunta do processo mantém relação com presidente da Inteli

Submarinos: procuradora-adjunta do processo mantém relação com presidente da Inteli SIC Online

Publicação: 14-07-2010 20:55 Última actualização: 14-07-2010 22:19

O caso da compra dos submarinos volta a estar no centro das atenções. A relação próxima entre uma procuradora do Ministério Público e o presidente de uma empresa determinante para a compra dos submarinos e para a investigação criminal pode pôr em causa os respectivos processos judiciais. A procuradora é uma das responsáveis pela investigação e ele o responsável pela empresa que fez as perícias para o Ministério Publico. Em causa estão questões de ordem legal, mas, sobretudo, de ordem ética e deontológica. O procurador-geral da República diz que desconhece toda a situação, mas que vai investigar.