17.12.09
Por Joaquim Letria
“FILHAS DE PUTICE” do guterrismo e socratismo estão a ser reunidas em relatório para serem apresentadas em instâncias europeias enquanto a Justiça portuguesa parece estar a julgar os casos que já recorreram aos tribunais portugueses.
Há funcionários públicos a receberem metade do vencimento, outros retirados das suas funções em situação de mobilidade especial, pessoas enviadas para casa, recebendo gradualmente parcelas cada vez mais pequenas do vencimento. Alguns funcionários recebem menos dum terço do seu vencimento, descontando o mesmo valor para a Segurança Social para, na reforma, poderem habilitar-se a pensões por inteiro.
Por trás destas situações estão simpatias políticas, discriminações, colocações a quilómetros de casa, acções de formação inúteis, favorecidos conhecidos mesmo antes de falsos concursos, perseguições psicológicas e favorecimentos partidários.
Estas e outras sevícias fazem parte dum repertório iniciado no tempo de Guterres e aprofundado, com requintes de malvadez, no tempo de Sócrates, alguns destes casos por ordens e instruções superiores. As instâncias comunitárias e a Organização Internacional do Trabalho estão ao corrente das situações.
«24 horas» de 17 de Dezembro de 2009
Por Joaquim Letria
“FILHAS DE PUTICE” do guterrismo e socratismo estão a ser reunidas em relatório para serem apresentadas em instâncias europeias enquanto a Justiça portuguesa parece estar a julgar os casos que já recorreram aos tribunais portugueses.
Há funcionários públicos a receberem metade do vencimento, outros retirados das suas funções em situação de mobilidade especial, pessoas enviadas para casa, recebendo gradualmente parcelas cada vez mais pequenas do vencimento. Alguns funcionários recebem menos dum terço do seu vencimento, descontando o mesmo valor para a Segurança Social para, na reforma, poderem habilitar-se a pensões por inteiro.
Por trás destas situações estão simpatias políticas, discriminações, colocações a quilómetros de casa, acções de formação inúteis, favorecidos conhecidos mesmo antes de falsos concursos, perseguições psicológicas e favorecimentos partidários.
Estas e outras sevícias fazem parte dum repertório iniciado no tempo de Guterres e aprofundado, com requintes de malvadez, no tempo de Sócrates, alguns destes casos por ordens e instruções superiores. As instâncias comunitárias e a Organização Internacional do Trabalho estão ao corrente das situações.
«24 horas» de 17 de Dezembro de 2009
