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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

PSD quer substituir o actual sistema de avaliação de professores mas não sabe por qual

Pedro Rodrigues, presidente da Juventude Social Democrata, JSD, frisou, em declarações à Rádio Renascença, que, tal como Manuela Ferreira Leite já afirmou, se o partido ganhar as eleições o actual sistema de avaliação dos professores é para suspender “o mais rápido possível”. Só não sabe é por qual.
“Ainda não temos modelo alternativo a apresentar, porque o Partido Social-Democrata está a reflectir sobre ele e a discutir com os parceiros de educação”, disse Pedro Rodrigues.
Segundo a Renascença, o programa eleitoral do PSD sugere outros modelos internacionais como fonte de inspiração. Paulo Mota Pinto, coordenador do programa eleitoral, acrescenta que o partido vai fomentar o diálogo com as partes envolvidas para definir um modelo de transição, reconhecendo que não há uma estratégia definida e que tal pode levar um ano a alcançar.

O cheque em branco. O vazio.

sábado, 7 de março de 2009

Professores regressam às ruas de Lisboa com cordão humano, sindicatos esperam 10 mil

Educação

Lisboa, 07 Mar (Lusa) - Os professores regressam hoje aos protestos de rua, desta vez para a realização de um cordão humano que irá ligar em Lisboa "os responsáveis pela crise que se vive no sector da Educação", no qual são esperados cerca de 10 mil docentes.

"A grande luta dos professores neste momento é a que se está a travar nas escolas e também nos tribunais. Este cordão surge porque entendemos que era altura de voltar a dar visibilidade pública à luta dos professores", afirmou o porta-voz da Plataforma Sindical de Professores, em declarações à Agência Lusa.

Segundo Mário Nogueira, a ideia é "unir e apontar os responsáveis pela crise que se vive no sector da Educação", portanto o Ministério da Educação, a maioria socialista na Assembleia da República e o Governo, simbolizado pela residência oficial do primeiro-ministro.

A organização estima a presença de cerca de "10 mil professsores" e justifica-se ainda mais o protesto pelo facto de a tutela, durante a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), não estar a dar resposta às reinvindicações dos docentes: "O ministério reafirma a divisão da carreira, a avaliação de desempenho, as quotas e tudo o que é negativo no ECD".

Por outro lado, Mário Nogueira sublinha que "as grandes acções de luta de rua dos professores" deverão ficar reservadas para o final do terceiro período, coincidindo com os procedimentos finais da avaliação de desempenho.

O protesto conta com três locais de concentração, pelo que o trânsito estará cortado durante a tarde para a passagem dos docentes nas Avenidas 05 de Outubro e Fontes Pereira de Melo, nas Ruas Braancamp, Alexandre Herculano e de São Bento, no Marquês de Pombal, Largo do Rato, Calçada da Estrela e o espaço em frente à escadaria da Assembleia da República, onde ao final da tarde serão feitas intervenções pelos dirigentes sindicais.

Os sindicatos serão recebidos por todos os grupos parlamentares, à excepção do socialista, não tendo recebido igualmente resposta dos gabinetes do primeiro-ministro, José Sócrates, e da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, a quem também solicitaram audiências.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Milú zangada ... enfurecida ... descontrolada...

Os professores não desistem... e a Milú não aceita tamanha manifestação de dignidade !