

(carregue nas fotos para ler as declarações de Isabel Meirelles)
Na viagem de regresso a Lisboa, para passar o tempo, resolvi ler os jornais. Dei de caras com uma reportagem na revista "Pública" que acompanha o jornal ao domingo, intitulada "Isaltino - Eu próprio me questiono se votaria num cidadão condenado".
Desenganem-se aqueles que pensam que vou reproduzir no OL a reportagem, quiçá encomendada pelo gabinete de comunicação do edil. Na realidade estou muito farta dos repetidos argumentos nomeadamente o terem sido votados em eleições, para se escudarem à responsabilidade de prestar contas pelos actos ilícitos que praticaram. No caso de Isaltino Morais esses até foram confessados pelo próprio.
Mas, se a reportagem descrevia lugares comuns, banalidades tristes, ressalta o depoimento de Isabel Meirelles. Põe o dedo na ferida e claramente dá nome identificando aqueles que, sem um pingo de ética, militam apenas para o emprego. E Isaltino é um "mãos largas" no que toca a distribuir benesses.
Até agora, não "choro" o meu voto em Isabel Meirelles, que tem tido a coragem de dizer alto e bom som o que pensa, doa a quem doer.
E porque ninguém fala e todos se calam volto a perguntar:
- Quantos acordos com o IOMAF fez o PSD nas Juntas de Freguesia?
- Quais as Juntas de Freguesia que a "so called" oposição PSD se juntou ao IOMAF de Isaltino a troco de alguns lugares?
Responda quem quiser. Está aberta a discussão.
E já agora sr. Isaltino Morais responda lá à questão que Isabel Meirelles coloca: "Qualquer dia é permitido matar em nome da obra? Aonde vamos parar?