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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Os inventores xuxialistas


O sr. Sousa Chavez, cuja foto se reproduz, mistura elegante de Hugo Chavez e José Sócrates, criou mais um computador no âmbito do Plano Tecnológico, o "canaima magalhães". Políticos assim desenvoltos e criativos só mesmo em Portugal e na Venuzuela. Não chegava serem estadistas de pacotilha, tinham ainda de associar a esta qualidade tão rara o serem mitómanos.

Mas, isto é relevante porque o Perestrello que segue sempre as pisadas do seu chefe, está já a trabalhar no âmbito do prometido Parque Tecnológico de Oeiras, num mini "Magalhães".

O "OL" sabendo da situação, na entrevista que lhe fez sentado num sofa rosa-alface, instiga-o a pronunciar-se sobre o computador do sr. Sousa Chavez. Perestrello afirma que "obviamente ponderava tal situação porque as 40 escolas que prometeu abrir no concelho necessitam de equipamento moderno para funcionarem, bem como, se for eleito, o que espera que aconteça a 1 de Abril, providenciará para que os seus assessores funcionem só com esse equipamento informático. Espero manter o que o mesmo tem de mal e o que está bem. Num sussurro envergonhado disse, em tom de inconfidência, que lhe chamará "marquitos morais". Desde que o Comandante Vicente Moura lhe afiançou que era difícil vencer Isaltino Morais "porque prestou serviços relevantes ao concelho" que ele acha que tem de o homenagear singelamente.

(Off the record e de gravador fechado diz: Se Moita Flores condecora Sócrates e ganha a Câmara de Santarém para o PSD, ele também poderá fazer esta gracinha com o antigo PCMO. Pode ser que tenha sorte !)

sexta-feira, 13 de março de 2009

Ainda o "Magalhães"...

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O Magalhães e a treta
A "PEN" DA REPOSIÇÃO
por Alberto Machado - Sábado, 24 Janeiro 2009

Parece que os "Magalhães" começaram a chegar, finalmente, a algumas escolas e, logo para começar, vi-me confrontado com um problema que, como se verá, era de difícil solução. Direi mesmo, de muito difícil solução. Assim: Hoje veio ter comigo à escola sede do agrupamento de escolas onde trabalho - Alfragide) - um pai com um computador "Magalhães" na mão. Tratava-se, então, do seguinte:

1º - O pai tinha recebido o "Magalhães" no dia anterior (20/01/2009). Depois de o ter desempacotado, ligou-o, acedeu ao sistema operativo "Windows", viu que estava tudo em ordem, e entregou o computador à filha.

Nos ensaios preliminares que efectuou, não chegou a activar a ligação à Internet.

2º - A filha, após experimentar alguns programas, resolveu introduzir a sua "pen" USB no computador. Ao fazê-lo acabou por constatar que a dita "pen" estava infectada com vírus. O anti-vírus AVAST, apesar de desactualizado denunciou a existência de vírus sem no entanto conseguir eliminá-lo, o que pode acontecer, e aconteceu neste caso. A última actualização do anti-vírus AVAST instalado naquele computador datava de Setembro do ano passado. Sem ligação à Internet, o anti-vírus permaneceu desactualizado, tendo a infecção da "pen" passado para o sistema operativo "Windows" do "Magalhães".

3º - Apercebendo-se da situação, o pai resolveu efectuar uma reposição do sistema. Pensou, e bem, que, não havendo ainda ficheiros de trabalho no computador, nada mais rápido e limpo do que fazer imediatamente uma reposição do sistema. Se bem pensou, melhor o fez.

4º - Após a reposição, verificou que lhe tinham desaparecido vários programas, entre os quais, a aplicação de "controlo parental". Isto significa que a "imagem" de reposição existente no "Magalhães", não corresponde à totalidade dos programas que, de fábrica, equipam o computador.

5º - Constatando isto, o pai ligou, uma primeira vez, para o telefone de assistência indicado nas "costas" dos "Magalhães". De lá ter-lhe-ão dito mais ou menos o seguinte: "Isso não constitui problema algum. O senhor vai à escola sede do agrupamento onde a sua filha estuda e contacta com o professor coordenador TIC, que tem uma "pen" capaz de lhe repor todo o "software" de forma a que o seu computador fique novamente como saiu de fábrica".

6º - O senhor dirigiu-se então à minha escola e pediu-me que lhe fizesse a reposição com a "pen" supostamente existente em meu poder.

7º - Ora acontece que o meu agrupamento nunca recebeu a mencionada "pen", nem eu alguma vez fui informado de que isso iria acontecer.

8º - Disse então ao pai da aluna que não tinha a tal "pen", mas prontifiquei-me a telefonar, na sua presença, para a linha de assistência que ele já havia utilizado. Ambos presumimos que estaríamos a falar para a JP Sá Couto, uma vez que foi a empresa a quem foi adjudicada a empreitada dos "Magalhães".

9º - Atenderam-nos em cerca de 3 minutos.

10º - Colocámos o telefone em "alta-voz", explicámos o problema e ouvimos as explicações com toda a atenção.

11º - Disseram-nos que, do Ministério, os tinham informado que os agrupamentos já teriam essas "pens" de reposição em seu poder. Disseram-nos também que não nos sabiam dizer nada sobre quando chegaria essa tal "pen" à minha escola, e "que isso já não era com eles". Ainda sugeri à senhora que nos atendeu que não voltasse a dizer aos pais que as ditas "pens" já se encontravam nos agrupamentos, e até que telefonasse para o Ministério.
Mas, "isso já não é connosco" foi a resposta pronta.

12º - Passei então o telefone ao pai.

13º - O pai perguntou: "então, uma vez que a escola não recebeu a "pen", onde é que eu me posso dirigir para que me resolvam o problema?".
Resposta da senhora: " O Sr vem cá à nossa empresa, nós repomos a imagem, e o senhor paga 15 €". Nem o pai nem eu queríamos acreditar no que estávamos a ouvir. "Então", continuou o pai, "mas se o computador está na garantia, e se eu não tive culpa que a imagem de reposição que vem dentro do "Magalhães" não corresponda à sua configuração original, por que é que eu hei-de que pagar 15€?" Resposta: "A garantia só cobre "hardware" e não "software".
Perguntou, então, o pai: " Ora, admitindo que eu aceito pagar os 15€, onde é que são as vossas instalações para que eu me possa lá dirigir?". Resposta da senhora: "no Porto". O pai, ainda: "mas não existem umas instalações da JP Sá Couto em Tires? Seria mais perto, facilitava-me". A isto, a senhora respondeu que "sim", que existiam umas instalações da JP Sá Couto em Lisboa, mas que, a assistência não era com a JP Sá Couto, mas sim com a "ATInformática", (que era afinal com quem, sem o supormos, tínhamos estado a falar desde o início). Explicou-nos então que a "empreitada" da assistência técnica ficou a cargo da ATInformática, que, embora ligada à JP Sá Couto, era uma outra empresa independente. O pai: "então e não há nenhum site de onde eu possa descarregar a imagem de reposição do Magalhães?". A ATInformática: "Não, porque a imagem tem 8Gb... etc. etc.".

14º - O pai, já desesperado, pediu à senhora que passasse a chamada a um seu supervisor. A conversa, basicamente, foi idêntica à que decorreu com a senhora, com a agravante de o senhor supervisor falar com maior arrogância, numa atitude que parecia querer colocar o pai sempre como o responsável pela situação, em oposição à sua empresa de assistência que, embora não conseguindo resolver nada, "pouca culpa teria" nesta matéria.

15º - Por fim o pai perguntou: "então se eu quiser devolver o "Magalhães", por estar insatisfeito com o produto e com a assistência, como e onde o poderei fazer? Afinal de contas, embora o pedido date de Setembro, só ontem é que o recebi. Estou, portanto, ainda dentro do prazo legal para, se me aprouver, devolver o produto por insatisfação, contra devolução do dinheiro". O senhor supervisor: "Não, não o poderá devolver. O "Magalhães" não pode ser devolvido".

16º - Resumindo, com este episódio fiquei a saber o seguinte:
a) O Ministério da Educação devia, a esta altura, ter feito chegar às escolas sede dos agrupamentos uma "pen" com a imagem (completa) do software do Magalhães, coisa que ainda não aconteceu, pelo menos na minha escola.

b) Que, quando a dita "pen" chegar, caberá aos Coordenadores TIC fazerem a devida assistência aos "Magalhães", repondo as imagens, sempre que lhe aparecerem "clientes" encaminhados pela empresa ATInformática.

c) Que a imagem de reposição que vem residente no "Magalhães" não corresponde, à sua configuração de fábrica.

d) Que o aviso de alerta que precede a reposição do sistema não refere que essa mesma reposição provocará a perda de alguns programas.

e) Que a factura que os pais recebem quando lhes é entregue o "Magalhães" tem no cabeçalho o nome de uma outra empresa ou entidade que não é, nem a JP Sá Couto, nem a ATInformática, nem o Ministério da Educação, mas si a "Youtsu, ACE".

f) Que, na factura de compra que os pais recebem, a descrição referente ao artigo adquirido, tem apenas o seguinte texto: "MagalhÃes" (sic, com o último "A" maiúsculo) e nada mais. Em parte alguma é referido de que artigo se trata (se de um livro, de uma "pen" de um jogo etc), e muito menos são referidas quaisquer características técnicas do material, como por exemplo a capacidade do disco rígido ou a capacidade da memória RAM.

g) Que os clientes insatisfeitos não poderão devolver os artigos adquiridos, mesmo que o façam dentro do prazo legal.

h) Que a garantia do "Magalhães" apenas cobre o "hardware" e não o "software", mesmo que a "culpa" não seja do cliente, como é o caso do que acontece após a reposição da imagem que vem no próprio "Magalhães".

i) Que existe uma razão para o facto de esta imagem de reposição não corresponder à configuração de fábrica do "Magalhães". Segundo nos explicou o supervisor da ATInformática, a curta capacidade do disco rígido do computador "Magalhães" torna impossível lá alojar uma imagem completa que reponha todo o sistema tal como o computador vem equipado de origem.

Acho que já chega... por ora. Mas vamos só no princípio.

http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/

domingo, 28 de setembro de 2008

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

NO PAÍS DAS MARAVILHAS

"MAGALHÃES" DESPROTEGIDO

Primeiro Jornal 23-09-2008
Computador para crianças, mas sem filtros.
No "Magalhães" também é possível aceder a conteúdos "sensíveis" e pornográficos.
SIC online

A 'Milú' apanhada de surpresa, diz que vai averiguar!
E, depois, conjuga-se o verbo:

'Eu não fui, tu não foste, ele não foi...!'