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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Face Oculta: "O CM? Isso compra-se"

Face Oculta: "O CM? Isso compra-se"


Nova escuta ouvida ontem na audiência de julgamento 


Face Oculta: "O CM? Isso compra-se"

 

"Há um activo que está à venda", diz Rui Pedro Soares a Armando Vara, numa escuta interceptada pela Polícia Judiciária de Aveiro, a 21 de Junho de 2009, no âmbito do processo ‘Face Oculta’. "Qual?", pergunta o ex-ministro socialista, então braço-direito de José Sócrates, ao administrador da PT. "O Correio da Manhã", responde Rui Pedro Soares prontamente, recebendo também uma resposta rápida do então administrador do BCP: "O CM? Isso compra-se." 

(...)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A verdade não é para se saber

Casa de investigador do Face Oculta assaltada e revirada - Sociedade - PUBLICO.PT


A residência de um dos inspectores da Polícia Judiciária (PJ) de Aveiro, envolvido nas investigações do caso Face Oculta, foi alvo de um estranho assalto, na passada semana. Tudo porque o apartamento foi revirado, de uma ponta à outra, sem que tenha sido furtado um único objecto do seu interior.

sábado, 12 de novembro de 2011

Face Oculta: Escutas revelam poder de Armando Vara

Face Oculta: Escutas revelam poder de Armando Vara


Polémica

Face Oculta: Escutas revelam poder de Armando Vara

 

A audição de duas escutas marcou o quarto dia do julgamento da Face Oculta, onde se mostra que Armando Vara tinha a capacidade de travar demissões em empresas públicas.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Sócrates falado no primeiro dia de julgamento

Sócrates falado no primeiro dia de julgamento


Julgamento Face Oculta, em Aveiro


Sócrates falado no primeiro dia de julgamento

 

Ricardo Sá Fernandes, advogado de Paulo Penedos, foi o único advogado a referir o nome do antigo primeiro-ministro José Sócrates, no início do julgamento que decorre desde manhã em Aveiro. 

  • 11h57
Por: Tânia Laranjo/Ana Isabel Fonseca

O advogado lembrou que quer a defesa, o juiz ou o Ministério Público entenderam que todas as escutas deviam estar no processo, mas que o presidente do Supremo Tribunal da Justiça o impediu.

Ricardo Sá Fernandes referia-se às escutas de Vara com Sócrates tendo vaticinado que o coveiro deste processo será a arrogância e prepotência de Noronha do Nascimento.

(...)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Vara e Sócrates falavam por telefone secreto

Vara e Sócrates falavam por telefone secreto


José Manuel Fernandes
Há vários dias que o Correio da Manhã anda a divulgar dados importantes sobre o caso Face Oculta que o resto da comunicação social tem ignorado olimpicamente. Hoje, por exemplo, essa investigação era manchete daquele jornal e a Antena Um (a rádio que nós todos pagamos) conseguiu fazer a revista de imprensa toda sem citar essa manchete. Espantoso como certas coisas continuam a acontecer.
 Via FB

Sócrates envolvido em cunha de Godinho



Escutas


Sócrates envolvido em cunha de Godinho

 

Novas conversas de Armando Vara revelam pressões para evitar demissão

  • 1h00
Por: Eduardo Dâmaso/Tânia Laranjo

sábado, 5 de novembro de 2011

Investigação a Sócrates reaberta




Decisão

Investigação a Sócrates reaberta

 

O processo Face Oculta, cujo julgamento começa terça-feira, conhece novos desenvolvimentos: está em aberto a investigação ao crime de atentado contra o Estado de Direito.
  • 1h00
Por: Eduardo Dâmaso / Tânia Laranjo / Catarina Gomes de Sousa
 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Sócrates avisado de investigação

Sócrates avisado de investigação


Processo: Director da Polícia Judiciária de Aveiro apresentou queixa

Sócrates avisado de investigação


Os amigos de José Sócrates foram avisados de que estavam a ser investigados no âmbito do processo ‘Face Oculta’ a 25 de Junho de 2009, apenas três dias depois de Teófilo Santiago, director da Polícia Judiciária de Aveiro, ter feito uma participação criminal à Procuradoria, de forma a accionar os mecanismos necessários para investigar o primeiro-ministro.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Face Oculta: Governo tem de dar "explicação cabal e suficiente"

12 de Fevereiro de 2010, 11:34


O eurodeputado social democrata Paulo Rangel considerou hoje que o Governo deve "dar um esclarecimento" e prestar "uma explicação cabal e suficiente" sobre o seu envolvimento numa alegada tentativa de "controle ou capturação da comunicação social".

Lusa

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Suspeitos foram avisados das escutas

Face Oculta

Por Felícia Cabrita

Os arguidos no ‘processo Face Oculta’ deixaram de usar os seus telemóveis habituais a partir de 25 de Junho, no auge da polémica causada pelo negócio PT/ TVI, existindo a suspeita de uma fuga de informação nessa altura, quando começaram a chegar a Lisboa as primeiras certidões enviadas pelo DIAP de Aveiro

Armando Vara volta a prestar esclarecimentos após ter alegado inocência


A Polícia Judiciária conseguiu, porém, descobrir os novos contactos dos arguidos e restabelecer as escutas, que se prolongariam durante pelo menos mais dois meses.

O empresário Manuel Godinho, figura-chave no caso, alguns dos seus mais próximos colaboradores e Armando Vara estão entre esses arguidos. A mudança de telefones pode confirmar-se pelas conversas que envolvem o primeiro-ministro, que constam das certidões enviadas ao procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro.

Segundo o SOL apurou, nos últimos dias de Junho – quando, perante a polémica levantada pela possível compra da TVI pela PT, José Sócrates anunciou que decidira vetar o negócio –, os contactos passaram a realizar-se através de telemóveis ‘descartáveis’ (ou seja, sem assinatura e que só se podem localizar se os carregamentos forem efectuados com cartões de crédito).

Alguns arguidos passaram a usar não só novos cartões como também novos aparelhos. Mas Manuel Godinho e outros, com menos ‘ciência’ policial, apenas mudaram os respectivos cartões. Só que a PJ montara escutas também ao número de série identificador do aparelho – e assim, à medida que o empresário foi fazendo telefonemas, a Polícia foi identificando os novos números dos outros arguidos e de José Sócrates, conseguindo reconstituir toda a rede de contactos.

felicia.cabrita@sol.pt

sábado, 21 de novembro de 2009

Juiz de Aveiro recusa ordem para destruir escutas

Caso 'Face Oculta'

por CARLOS RODRIGUES LIMA
Hoje

António Gomes, juiz de instrução do processo, respondeu ao despacho do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, afirmando que Noronha do Nascimento não tem competência para dar ordens para um processo que lhe é alheio. Hoje, o procurador-geral da República vai anunciar qual o destino de mais cinco escutas entre Armando Vara e José Sócrates.

António Costa Gomes, juiz de instrução do processo "Face Oculta", não vai cumprir o despacho do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, que ordenou a destruição das escutas que envolvem José Sócrates e Armando Vara. O DN sabe que o magistrado de Aveiro já enviou uma resposta ao presidente do Supremo, na qual terá afirmado que o presidente do STJ não tem competência para dar ordens a outro juiz. Contactada pelo DN, a LPM, agência de comunicação que trabalha para o Supremo, apenas disse que Noronha do Nascimento não pretende fazer comentários e prestar declarações sobre o processo.

A argumentação utilizada por António Costa Gomes passará pela tese já defendida publicamente por Manuel da Costa Andrade, professor catedrático de Direito Penal na Universidade de Coimbra. No fundo, o juiz deverá argumentar que o presidente do Supremo não tem competência para interferir nos actos por si praticados, uma vez que - ao contrário do Ministério Público - os juízes não estão integrados numa estrutura hierarquizada. Tal como diz a lei, os juízes são independentes. Os seus actos apenas podem ser sindicados em sede de recurso.

Ou seja, António Costa Gomes poderá contestar a decisão de Noronha do Nascimento que, de acordo com o último comunicado da PGR, ordenou "a destruição de todos os suportes" relativos às conversas. "O presidente do Supremo pode mandar destruir as escutas da certidão. Do processo original, a competência é do juiz de instrução", disse ao DN um juiz desembargador.

O caso das certidões está, como se tem observado, envolvido numa acesa polémica jurídica. A questão central é saber se foi ou não aberto um inquérito-crime. "Se não foi, a decisão do presidente do Supremo nem é nula, é inexistente", afirmou o mesmo magistrado de um tribunal da Relação. "Os actos dos juízes só têm validade nos processos e não em meros expedientes", precisou a mesma fonte. Neste sentido também se pronunciou o professor de Direito Penal Paulo Pinto de Albuquerque, ontem em artigo de opinião. O colunista do DN foi ainda mais longe: "Há dois magistrados no nosso país que fazem um juízo de valor gravíssimo sobre o conteúdo dessas escutas. A questão que qualquer cidadão comum se coloca é a seguinte: como é possível que sejam destruídas escutas que dois magistrados de duas magistraturas distintas entendem indiciarem a prática de um crime gravíssimo pelo primeiro-ministro sem que o povo português conheça o teor dessas escutas?" É mais uma pergunta (esta não jurídica) sem resposta na polémica.

O DN tem questionado a Procuradoria-Geral da República (PGR) se foi ou não aberto um inquérito-crime e se as certidões estão em segredo de justiça, pedindo autorização para consulta das mesmas. Perguntas simples, a que a PGR respondeu desta forma: "Os elementos recebidos não permitem, pela sua natureza, a solicitada cedência para qualquer tipo de consulta".

Para hoje está previsto um comunicado de Pinto Monteiro, que pretende revelar qual o destino de mais cinco escutas telefónicas entre José Sócrates e Armando Vara, que o Ministério Público de Aveiro considerou relevantes do ponto de vista criminal. Recorde-se que o Procurador-geral considerou as primeiras seis escutas sem relevância criminal, ao contrário do defendido pelo procurador do caso "Face Oculta" e do juiz de instrução. Estes eram da opinião que as primeiras conversas entre Armando Vara e José Sócrates indiciavam o crime de atentando contra o Estado de direito, previsto numa lei especial.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

PCP questiona Governo sobre falta de apresentação de rendimentos de José Penedos

Publicação: 18-11-2009 20:01 Última actualização: 18-11-2009 23:38







O PCP questionou hoje o Governo sobre a falta de apresentação de declarações de rendimentos do presidente da REN, José Penedos, junto do Tribunal Constitucional, considerando que o gestor não tem condições para continuar no cargo.

Numa pergunta dirigida ao ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, hoje entregue na Assembleia da República, o grupo parlamentar do PCP cita notícias de terça-feira segundo as quais o presidente das Redes Energéticas Nacionais (REN), José Penedos, "designado pelo anterior Governo", não apresentou quaisquer declarações de rendimentos e património nos últimos dez anos.

Segundo o PCP, o responsável não cumpre a lei que obriga os administradores de empresas de capitais públicos ou de economia mista a apresentar estas declarações no prazo de 60 dias contados da data do início das respectivas funções e a renová-las anualmente caso essas funções sejam executivas.

"Perguntamos ao governo como é que avalia esta situação de alguém nomeado pelo governo para gestor de uma empresa de capitais maioritariamente públicos que não cumpre uma lei e o que pensa relativamente à continuação (de José Penedos) como presidente da REN", explicou aos jornalistas o deputado comunista Agostinho Lopes.

Para o PCP, "a confirmar-se esta notícia, o actual presidente da REN não tem condições para continuar à frente da empresa".

Lusa