Um ponto de encontro. Um espaço de cultura. Um local onde falamos do concelho de Oeiras, de Portugal e do Mundo.
Mostrar mensagens com a etiqueta Público. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Público. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
segunda-feira, 1 de julho de 2013
sábado, 15 de junho de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
SEM EMPREGO NÃO HÁ IMPOSTOS
Parágrafo não publicado:
Todos sabem que os professores estão
sobrecarregados com o número de alunos por turma ou com tarefas administrativas
mas o que dá manchetes na comunicação social é que vão despedir professores. Há
também uma cega disposição para fechar e despedir na função pública mesmo
quando os serviços são necessários e muitas vezes transformando em escravos os
funcionários pela sobrecarga de tarefas ou horas de trabalho.
Artigo de Maria Clotilde Moreira / Algés
Labels:
Cartas à Directora,
Maria Clotilde Moreira,
Público
sábado, 26 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
sábado, 22 de setembro de 2012
"Os factos batem sempre à porta de quem os ignora"
"Os factos batem sempre à porta de quem os ignora, e foi isso que aconteceu na última semana, mas os responsáveis são os políticos e não os tecnocratas se os deixam à solta.
Que "os de baixo já não querem" é uma evidência, mas quem criou esta situação não foram os números de Gaspar, mas a política de Passos Coelho, o continuado e sistemático desprezo pela realidade a favor de meia dúzia de ideias simples e erradas que cobrem os exercícios de Excel dos tecnocratas por um programa em que as "empresas" são boas e os trabalhadores são maus, os diligentes empreendedores querem "democracia económica" sem direitos e os "piegas" querem manter prebendas a que chamam direitos. Desde o primeiro dia até à Nini cantada, Passos Coelho deu lições de moral que eram a preto, o que as de Louçã eram a branco. Só que Passos manda e Louçã não. E a mistura de ignorância, ideias feitas, incompetência e completa falta de sentido de justiça, e de empatia pela dor alheia, veio desaguar na TSU, como se fosse uma colectiva bofetada na esmagadora maioria dos portugueses. E eles são cristãos, mas não gostam. E estão agora a retribuir."
JOSÉ PACHECO PEREIRA, in Público ComunicaçãoVia FB
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Não toquem nos ricos
Artigo publicado hoje no Jornal Público
1º (…)
E ainda há “Salute Per Aqua” – spa que os ricos continuam a
procurar.
2º (…) ou
importam com saída de euros, nem que haja uma boa produção nacional
Labels:
Cartas à Directora,
Maria Clotilde Moreira,
Público
quarta-feira, 20 de junho de 2012
sábado, 19 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
A participação criminal do ACP
1º corte (…) E a nossa Marinha Mercante? E
quem estagnou a nossa agricultura entregando umas migalhas aos lavradores,
encheu os bolsos a meia dúzia de latifundiários e colocou o País na dependência
das importações?
2º” corte (…)
pelas
decisões que nos estão a conduzir a esta vaga de desemprego, a este fecha-fecha
de tantas empresas que bem geridas podiam continuar a ser o sustento do nosso
País e até assegurar um lugar nas exportações.
Artigo publicado no jornal Público desta data
Labels:
Cartas à Directora,
Maria Clotilde Moreira,
Público
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Já falou acordês hoje?
Segunda-feira 4 Julho 2011
Em Público
Há dias, na televisão, duas doutas meninas diziam, sorridentes, que os professores estão "inevitavelmente receptivos" ao Acordo Ortográfico (AO). Não espantaria se dissessem, em seguida, que os antigos condenados também estavam "inevitavelmente receptivos" ao patíbulo. O sorriso nos seus rostos dizia tudo. Recordam-se da TLEBS, aquela coisa cujo nome lembrava algo a cair por umas escadas abaixo? Pois a TLEBS foi dar ao AO. O que até faz sentido: TLEBS, AO. Primeiro a queda, depois o grito. O pior virá quando as doutas meninas tiverem de enfrentar as pequenas feras da sua aula. "S'tôra, porque é que quem nasce no Egito se chama egípcio e não egitiano?" Ou: "Porque é que eu escrevo concessão e leio concessão e escrevo conceção e leio concéção?
E porque é que temos de escrever conceptual se conceção [a palavra mãe] não tem p?" "O que é corréu, é alguém que corre muito e foi parar ao tribunal por causa disso?" E logo as meninas, inevitavelmente "recetivas", dirão: "Cale-se, menino. É assim mesmo, é a lei."
Com o passar do tempo, porque a ortografia serve a fonética, sinalizando os vãos e desvãos da fala, ouviremos coisas destas: "A menina vai ao esp'táculo?" "Não, q'rido, o âtor é pouco conc'tivo e o esp'táculo tem pouca âção, uma má persp'tiva. E os bilhetes são para um s'tôr péssimo, não se vê nada." "Mas ao menos vai à reç'ção antes, não?" "O quê, com aquelas coisas penduradas no têto, com a sala com aquele aspêto? Vá sozinho, tenho outras opções." "Opções? Mas esse pê não é contra a nova ortografia?"
Em 1988, num interessante ensaio intitulado Que Futuro para a Língua Portuguesa em África?, o emérito africanista Manuel Ferreira escrevia que "os Cinco" [países africanos] partiam "do princípio de que a língua é um facto cultural", transformando o português "no plano da oralidade e no plano da escrita". Para ele, o futuro seria assim: "A língua não é de nenhum para ser de todos. Não há por conseguinte um patrão. Todos são patrões. E se há uma língua, que é a língua portuguesa, há várias normas e logicamente umas tantas variantes: a variante da Guiné- Bissau, a variante de Cabo Verde, de São Tomé e Príncipe, a variante de Angola, Moçambique, do Brasil, da Galiza, de Timor-Leste, a variante de Portugal." Isto escreveu um homem culto e inteligente.
Nessa altura já se discutia por aí o desastre que mais tarde a ignorância fez lei: o trambolhão nas escadas (TLEBS) e o grito na queda final (AO). A língua feriu-se. Ou pior. Quando Olavo Bilac escreveu que a língua portuguesa era a "última flor do Lácio, inculta e bela", sendo "a um tempo, esplendor e sepultura", adivinhava a propensão dos vindouros para a sepultura (a unificação falsa) em detrimento do esplendor (a diversidade óbvia, respeitadora das diferenças evolutivas). Assim está a flor do Lácio moribunda, porque a fizeram rejeitar todas as suas filhas legítimas (aquelas de que falava Manuel Ferreira) e trocá-las por um bastardo analfabeto. Porque não é português de Portugal (o europeu), nem do Brasil (essa variante viva e criativa), nem das Áfricas ou longínquos Orientes. Chamemos-lhe acordês, mescla intragável a que nunca estaremos "recetivos".
Nuno Pacheco
Jornalista
E porque é que temos de escrever conceptual se conceção [a palavra mãe] não tem p?" "O que é corréu, é alguém que corre muito e foi parar ao tribunal por causa disso?" E logo as meninas, inevitavelmente "recetivas", dirão: "Cale-se, menino. É assim mesmo, é a lei."
Com o passar do tempo, porque a ortografia serve a fonética, sinalizando os vãos e desvãos da fala, ouviremos coisas destas: "A menina vai ao esp'táculo?" "Não, q'rido, o âtor é pouco conc'tivo e o esp'táculo tem pouca âção, uma má persp'tiva. E os bilhetes são para um s'tôr péssimo, não se vê nada." "Mas ao menos vai à reç'ção antes, não?" "O quê, com aquelas coisas penduradas no têto, com a sala com aquele aspêto? Vá sozinho, tenho outras opções." "Opções? Mas esse pê não é contra a nova ortografia?"
Em 1988, num interessante ensaio intitulado Que Futuro para a Língua Portuguesa em África?, o emérito africanista Manuel Ferreira escrevia que "os Cinco" [países africanos] partiam "do princípio de que a língua é um facto cultural", transformando o português "no plano da oralidade e no plano da escrita". Para ele, o futuro seria assim: "A língua não é de nenhum para ser de todos. Não há por conseguinte um patrão. Todos são patrões. E se há uma língua, que é a língua portuguesa, há várias normas e logicamente umas tantas variantes: a variante da Guiné- Bissau, a variante de Cabo Verde, de São Tomé e Príncipe, a variante de Angola, Moçambique, do Brasil, da Galiza, de Timor-Leste, a variante de Portugal." Isto escreveu um homem culto e inteligente.
Nessa altura já se discutia por aí o desastre que mais tarde a ignorância fez lei: o trambolhão nas escadas (TLEBS) e o grito na queda final (AO). A língua feriu-se. Ou pior. Quando Olavo Bilac escreveu que a língua portuguesa era a "última flor do Lácio, inculta e bela", sendo "a um tempo, esplendor e sepultura", adivinhava a propensão dos vindouros para a sepultura (a unificação falsa) em detrimento do esplendor (a diversidade óbvia, respeitadora das diferenças evolutivas). Assim está a flor do Lácio moribunda, porque a fizeram rejeitar todas as suas filhas legítimas (aquelas de que falava Manuel Ferreira) e trocá-las por um bastardo analfabeto. Porque não é português de Portugal (o europeu), nem do Brasil (essa variante viva e criativa), nem das Áfricas ou longínquos Orientes. Chamemos-lhe acordês, mescla intragável a que nunca estaremos "recetivos".
Nuno Pacheco
Jornalista
Labels:
'aborto ortográfico',
Nuno Pacheco,
Público
domingo, 27 de junho de 2010
Já fecharam tudo?
Parece que não. Então haja esperança que o bom senso volte e o nosso País sobreviva pois o actual panorama é dantesco.
Além do fecho já concretizado de tanta coisa vai haver uma “realocação” dos psicólogos dos serviços do INEM. Há instabilidade na área dos Enfermeiros e já correm rumores que os hospitais militares vão ser reorganizados (ou fechados?). As urgências hospitalares? Somos um povo cheio de saúde e vai ser proibido adoecer.
Depois querem acabar com os portageiros e as portagens são pagas ou com chips ou com cartões na máquina. Hoje, praticamente, já não temos bilheteiras nas estações de comboios: na máquina compra-se um cartão e carrega-se os bilhetes no cartão. É só poupança: acabaram-se os trabalhadores.
E por este andar as escolas acabam de vez pois o ensino à distância vai ser uma realidade, tanto mais que o êxito do Magalhães facilita a transmissão de saberes sem sair de casa. É só ir comprando módulos conforme os anos.
Anda na net aquela “como caçar porcos selvagens” que faz lembrar a sabedoria de Brecht, a poesia de Eduardo Alves da Costa ou de Martin Niemöller e até o Acordai do nosso Lopes Graça. Todos eles nos chamam a atenção para estarmos informados e lutarmos para não nos enfiarem barretes.
Além do fecho já concretizado de tanta coisa vai haver uma “realocação” dos psicólogos dos serviços do INEM. Há instabilidade na área dos Enfermeiros e já correm rumores que os hospitais militares vão ser reorganizados (ou fechados?). As urgências hospitalares? Somos um povo cheio de saúde e vai ser proibido adoecer.
Depois querem acabar com os portageiros e as portagens são pagas ou com chips ou com cartões na máquina. Hoje, praticamente, já não temos bilheteiras nas estações de comboios: na máquina compra-se um cartão e carrega-se os bilhetes no cartão. É só poupança: acabaram-se os trabalhadores.
E por este andar as escolas acabam de vez pois o ensino à distância vai ser uma realidade, tanto mais que o êxito do Magalhães facilita a transmissão de saberes sem sair de casa. É só ir comprando módulos conforme os anos.
Anda na net aquela “como caçar porcos selvagens” que faz lembrar a sabedoria de Brecht, a poesia de Eduardo Alves da Costa ou de Martin Niemöller e até o Acordai do nosso Lopes Graça. Todos eles nos chamam a atenção para estarmos informados e lutarmos para não nos enfiarem barretes.
Maria Clotilde Moreira / Algés
[Cartas à Directora do jornal Público de hoje]
Labels:
Cartas à Directora,
Maria Clotilde Moreira,
Público
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















.jpg)