Já referi este assunto mais de uma vez, mas o problema está tão “mais” pior, que não será demais voltar a ele. Refiro-me à entrada/saída de Paço de Arcos pela Av. Miratejo: é uma ligação da Marginal que dá acesso à Rua Costa Pinto a seguir ao Quartel e, por exemplo, à Escola Náutica.
Por terem colocado pilaretes no lado do Passeio Marítimo o estacionamento selvagem ficou muito reduzido e assim, na passada 5ª feira 12 de Maio pelas 17h30, com uma bela tarde de sol e calor, os carros estavam estacionados não só no separador central mas invadindo cantos e recantos, mesmo o passeio quase na Marginal. Agora pensem como será ao fim de semana ou quando chegarmos ao Verão.
Ninguém fala em encontrar uma solução para esta falta de estacionamento, mas apenas que o Passeio Marítimo vai ser prolongado até à Cruz-Quebrada. Antes desta obra de prolongamento não seria mais sensato resolver o perigo em Paço de Arcos? E o que dizem as autoridades da Protecção Civil, da Segurança, dos Bombeiros? E os Responsáveis Autárquicos?
Se calhar não sabem resolver este problema. Quase me atrevo a sugerir que consultem uma “troika” que trate de garantir a segurança dos cidadãos. Assim como assim, se é preciso chamar estrangeiros para coisas económicas, talvez também haja uns especializados em segurança rodoviária.
Por terem colocado pilaretes no lado do Passeio Marítimo o estacionamento selvagem ficou muito reduzido e assim, na passada 5ª feira 12 de Maio pelas 17h30, com uma bela tarde de sol e calor, os carros estavam estacionados não só no separador central mas invadindo cantos e recantos, mesmo o passeio quase na Marginal. Agora pensem como será ao fim de semana ou quando chegarmos ao Verão.
Ninguém fala em encontrar uma solução para esta falta de estacionamento, mas apenas que o Passeio Marítimo vai ser prolongado até à Cruz-Quebrada. Antes desta obra de prolongamento não seria mais sensato resolver o perigo em Paço de Arcos? E o que dizem as autoridades da Protecção Civil, da Segurança, dos Bombeiros? E os Responsáveis Autárquicos?
Se calhar não sabem resolver este problema. Quase me atrevo a sugerir que consultem uma “troika” que trate de garantir a segurança dos cidadãos. Assim como assim, se é preciso chamar estrangeiros para coisas económicas, talvez também haja uns especializados em segurança rodoviária.
Maria Clotilde Moreira / Algés
Publicado hoje no Correio dos Leitores do JO
