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terça-feira, 17 de maio de 2011

Paço de Arcos: de mal a “mais” pior

Já referi este assunto mais de uma vez, mas o problema está tão “mais” pior, que não será demais voltar a ele. Refiro-me à entrada/saída de Paço de Arcos pela Av. Miratejo: é uma ligação da Marginal que dá acesso à Rua Costa Pinto a seguir ao Quartel e, por exemplo, à Escola Náutica.

Por terem colocado pilaretes no lado do Passeio Marítimo o estacionamento selvagem ficou muito reduzido e assim, na passada 5ª feira 12 de Maio pelas 17h30, com uma bela tarde de sol e calor, os carros estavam estacionados não só no separador central mas invadindo cantos e recantos, mesmo o passeio quase na Marginal. Agora pensem como será ao fim de semana ou quando chegarmos ao Verão.

Ninguém fala em encontrar uma solução para esta falta de estacionamento, mas apenas que o Passeio Marítimo vai ser prolongado até à Cruz-Quebrada. Antes desta obra de prolongamento não seria mais sensato resolver o perigo em Paço de Arcos? E o que dizem as autoridades da Protecção Civil, da Segurança, dos Bombeiros? E os Responsáveis Autárquicos?

Se calhar não sabem resolver este problema. Quase me atrevo a sugerir que consultem uma “troika” que trate de garantir a segurança dos cidadãos. Assim como assim, se é preciso chamar estrangeiros para coisas económicas, talvez também haja uns especializados em segurança rodoviária.


Maria Clotilde Moreira / Algés


Publicado hoje no Correio dos Leitores do JO

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Proposta de inaugurações para 2011

[Artigo publicado hoje no Correio dos Leitores do J.O.]



De todos os lados chovem lamentos sobre a falta de meios para se acabar ou começar grandes obras. Há quem diga que nem há meios para pequenas coisas. E isto é muito mau para o nosso Município de Oeiras. Como será possível sobreviver num Município de excelência sem se fazerem inaugurações? Como manter o rácio de mais inaugurações por mandato? Tudo tem solução, é só utilizar a criatividade que a propaganda dos últimos anos tem incutido nos seus moradores.

Para ajudar sugiro que comecem rapidamente a replantar as muitas dezenas de árvores que cortaram em Algés e que informaram seriam repostas em Dezembro (pensávamos que era de 2010 mas até agora nada vimos). Já não digo inaugurar uma a uma, mas de cinco em cinco, ligada por uma fita, que será cortada ao som de uma banda, depois dos discursos habituais. Até se podia colocar entre as pedras dos passeios umas plaquinhas assinalando a efeméride. E, claro, não esquecer, de reportar estas acções nos sites autárquicos para exemplo de autarquias desertas.

Talvez ainda haja em armazém um pouco de alcatrão e porque não promover uma mega operação de tapar os muitos buracos do asfalto começando aqui por Algés – porta de entrada de quem vem da Capital. E também se podia inaugurar o empenho e o sucesso da autarquia na reorganização dos transportes que ligam as várias freguesias, e também a correcta pressão junto do Ministério da Educação para o preenchimento dos quadros de pessoal das várias escolas. E muito mais coisas que não sendo grandes investimentos podem melhorar a Vida dos que cá trabalham e vivem.


terça-feira, 29 de junho de 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Seis árvores em Algés

Na Avenida dos Combatentes têm sido cortadas e substituídas umas árvores que, nesta altura do ano, deitam muito “algodão” e irão deitar, de seguida, um género de resina que torna os passeios peganhentos. Desse género de árvores devem restar uma meia dúzia, grandes e frondosas que dão muita sombra mas, por causa do tal “algodão” são o desespero de muitos algesinos. Há muito que se houve falar que está programado o seu abate para desgosto de outros que sofrem com a morte das árvores e ainda têm presente a razia da Av. dos Bombeiros sem perspectiva da sua substituição.

Mas uns sons que nos chegam asseguram-nos que o bom senso está no programa do corte destas árvores: não se trata de abate! Elas serão substituídas de imediato por outras espécies que nos trarão sombra sem problemas. Estamos a torcer para que estes sons se transformem em realidade e já agora que seja aproveitada a ocasião para plantarem as falhas que cortes antigos deixaram vazios. Se isto acontecer assim há gente pronta a festejar.


Artigo publicado no Correio dos Leitores, J.O. 18.5.2010

domingo, 7 de outubro de 2007

O correio dos leitores

Cara Amiga Isabel,
Espero que tudo esteja bem consigo.
Recebi o texto abaixo por e-mail e achei-o muito curioso, interessante e deveras pedagógico. :)
Envio-lho porque talvez o queira publicar no seu blogue.
Grande beijoca desta sua Amiga,
Elsa

p.s.: A imagem em anexo, fui buscá-la ao Google. Acho que liga bem com o texto.


O IDIOTA E A MOEDA

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam-lhe a escolha entre duas moedas: - uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2000 REIS. Ele escolhia sempre a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos de todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e perguntou-lhe se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos. Eu sei, respondeu o tolo. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar a minha moeda."


Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa. A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é. A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história? A terceira : Se você for ganancioso, acaba estragando a sua fonte de rendimento. Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, o que realmente somos. "O maior prazer de um homem inteligente é armar-se em idiota diante de um idiota que se arma em inteligente".