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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Ainda o Mercado de Algés

Sempre que se fala no Mercado de Algés somos informados dos grandes projectos que já estão feitos para tornar esta área “apetecível”. Porém ao tentarmos saber um pouco mais sobre os tais projectos ficamos assustados – é o termo – sobre a sua dimensão face à realidade que nos cerca e que incluiria esplanadas, mais lojas, envolventes pedonais… e afinal o que tem sido pedido são obras de conforto e o aproveitamento dos espaços (bancas) vazios.

Ora o que se podia e devia fazer era resolver o problema da erradicação dos muitos pombos que vão sujando tudo incluindo as pessoas que ali circulam. Para fazer obras também não seria preciso grandes soluções. Como há muitas bancas vazias pode-se programar o agrupamento das bancas em exercício e, sectorialmente, ir pintando e melhorando os espaços incluindo a revisão da cobertura para não chover lá dentro tendo em atenção que as últimas obras não terão sido bem feitas e muito ficou por resolver. Há muitos pequenos pormenores que podem ser melhorados sem que sejam precisos grandes estudos ou projectos: é apenas preciso ouvir os utilizadores e sensatamente reabilitar e modernizar o imóvel. Depois, aproveitar as bancas vazias (existem em número apreciável) e como é consensual disponibilizá-las aos produtos biológicos. Está marcada uma visita do Presidente da CMO a esta Freguesia: esperamos que estas pequenas sugestões o impressionem e seja possível começarem já as obras no mercado de Algés. Depois até haverá razão para uma inauguração a rigor.


Maria Clotilde Moreira / Algés


Artigo publicado no Correio dos Leitores do J.O. de ontem

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Mais árvores para Algés

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Via Jornal de Oeiras, 7 de Setembro / 2010

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Marcações no pavimento

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Via Jornal de Oeiras, 31 de Agosto / 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Seis árvores em Algés

Na Avenida dos Combatentes têm sido cortadas e substituídas umas árvores que, nesta altura do ano, deitam muito “algodão” e irão deitar, de seguida, um género de resina que torna os passeios peganhentos. Desse género de árvores devem restar uma meia dúzia, grandes e frondosas que dão muita sombra mas, por causa do tal “algodão” são o desespero de muitos algesinos. Há muito que se houve falar que está programado o seu abate para desgosto de outros que sofrem com a morte das árvores e ainda têm presente a razia da Av. dos Bombeiros sem perspectiva da sua substituição.

Mas uns sons que nos chegam asseguram-nos que o bom senso está no programa do corte destas árvores: não se trata de abate! Elas serão substituídas de imediato por outras espécies que nos trarão sombra sem problemas. Estamos a torcer para que estes sons se transformem em realidade e já agora que seja aproveitada a ocasião para plantarem as falhas que cortes antigos deixaram vazios. Se isto acontecer assim há gente pronta a festejar.


Artigo publicado no Correio dos Leitores, J.O. 18.5.2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

terça-feira, 25 de março de 2008

ELUCIDÁRIO DE ALGUMA OEIRAS - Jaime Casimiro


























Agradecemos ao Jornal de Oeiras, 25 de Março de 2008 e ao Autor

quarta-feira, 19 de março de 2008

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Um Homem na Cidade


Crónica de Carlos A. Saraiva

Jornal de Oeiras nº 191, 12 de Fevereiro / 2008