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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Um verdadeiro artista e outros contos.



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Ficheiro enviado pelo nosso leitor Engº Leite Pereira com pedido de publicação.



sábado, 7 de julho de 2012

Professores de três cadeiras de Relvas nunca o avaliaram


"(...) Eu, por acaso, também penso que tudo estará nos conformes se o diploma for uma receita do médico da especialidade."



Docentes garantiram ao Expresso que nunca viram o atual ministro adjunto na Universidade Lusófona.


quarta-feira, 4 de julho de 2012

ILEGALIDADES À PARTE

ILEGALIDADES À PARTE
 
 
 

Faça como o Relvas, traga o currículo profissional e leve uma licenciatura!


Depois desta publicação, baseada numa notícia do Jornal Crime, (https://www.facebook.com/photo.php?fbid=255277221251474&set=a.174483689330828.35196.158466324265898&type=3&theater) ter começado a circular no Facebook e ter tido um alcance considerável de partilhas, surge agora a verdade (parte?) pela mão de outros jornais! Resumindo parece que incomodar dá alguns resultados...


Resumindo:


Faça como o Relvas, traga o currículo profissional e leve uma licenciatura! Num ano, claro! Para quê perder tempo a estudar!


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Segundo a notícia do Público de 3/7/2012:

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"Miguel Relvas fez licenciatura num ano por causa do “currículo profissional”


"O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas fez em apenas um ano uma licenciatura que tem um plano de estudos de 36 cadeiras, distribuídas por três anos. Relvas requereu a admissão à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa) em Setembro de 2006. E concluiu a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Outubro de 2007."




©RebelPen

 
 
 
 
 

Doutor Miguelito,… esmiuçando uma licenciatura!


Doutor Miguelito,…
esmiuçando uma licenciatura!

1984
“Inscrição no curso de Direito da Universidade Livre (instituição que daria origem à Universidade Lusíada), uma instituição privada.” Público, 3/7/2012

1985
“Finaliza a Cadeira de Direito. Concluiu após frequência escrita e prova oral, a disciplina de Ciência Política e Direito Constitucional, com 10 valores.” Público, 3/7/2012

Set. 1985
“Pede transferência para o curso de História. Matriculou-se em sete disciplinas mas não fez nenhuma.” Público, 3/7/2012

1995/96
“Pediu reingresso na Lusíada para o curso de Relações Internacionais. Não frequentou nenhuma cadeira.” Público, 3/7/2012

2006
“Requereu admissão à Lusófona. O plano de estudos da licenciatura de Ciência Política e Relações Internacionais,...” Público, 3/7/2012

2007
“Concluiu uma licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Outubro de 2007, com 11 de classificação final.” Público, 3/7/2012

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“Fui admitido, por despacho do director do curso de Ciência Política e Relações Internacionais em Outubro de 2006. Foi-me conferido o diploma de licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Dezembro de 2007, nos termos do Processo de Bolonha, através de seis semestres”

“Fiz os exames que me foram exigidos. Foi uma experiência interessante, sentar-me nesses exames ao lado de outros alunos pertencentes a uma geração posterior à minha.”

“Encurtado por equivalências reconhecidas e homologadas pelo Conselho Científico da referida universidade em virtude da análise curricular a que precedeu previamente.”

“Tirei o curso de Ciência Política e Relações Internacionais, na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, em Lisboa, depois de ter frequentado, na década de 80, os cursos de Direito e de História.”

Miguel Relvas, ionline, 3/7/2012

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“Feliciano Barreiras Duarte, actualmente seu secretário de estado adjunto, era PROFESSOR no mesmo curso.” Ionline, 3/7/2012

CV no Parlamento: http://www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/Biografia.aspx?BID=1619

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“Uma lei publicada em Março de 2006, meses antes de o actual ministro ser admitido naquela instituição de ensino, prevê que as universidades e politécnicos possam reconhecer “através da atribuição de créditos, a experiência profissional” de pessoas que já tendo estado inscritos no ensino superior pretendam prosseguir estudos. Esse diploma (Decreto-Lei 74/2006) diz que cabe às instituições de ensino definir os procedimentos a adoptar nestes casos.” Público, 3/7/2012

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“A entrada na Lusófona, contudo, só ocorreu em 2006 – quase dois anos depois de ter sido secretário de Estado da Administração Local no Governo de Durão Barroso.” Ionline, 3/7/2012

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Fontes

http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/licenciatura-de-relvas-curso-num-ano-nao-e-de-todo-vulgar-1553290?p=1

http://www.publico.pt/sociedade/miguel-relvas-fez-licenciatura-num-ano-por-causa-do-curriculo-profissional-1553153

http://www.ionline.pt/portugal/caso-ministro-regressou-faculdade-20-anos-depois


©RebelPen
https://www.facebook.com/pyka.miolos

Apoio ao mui ilustre académico Doutor Miguel Relvas

Apoio ao mui ilustre académico Doutor Miguel Relvas
Fui colega do Miguel Relvas na Lusófona e acho uma pouca vergonha o que andam prá a dizer sobre a licenciatura do Miguel.
Fizémos num ano o que muitos não conseguem fazer em quatro ou em seis , fruto de muitos telefonemas e alguns jantares e cunhas pelo meio, já para não falar do trabalho que tivémos em mudar de universidade, contornar os buracos da lei e escolher um curso que, está demonstrado é de uma utilidade extrema, Ciência Política e Relações Internacionais.
Vejam o excelente desempenho que o Miguel tem tido como ministro.
Acho que os portugueses dizem mal só por dizerem e, se não fossem as universidades, como a Lusofona e a Moderna, o país tinha perdido muito, pois o ministro Relvas tem feito muito por este Coelho, aliás é Público (o relatório Magno comprova-o) as voltas que ele tem dado para que não lhe falte nada.
Deviam ter vergonha e limpar aos mão aos aventais, em vez de caluniarem um cidadão que faz tudo para que este país seja reconhecido pelos irmãos chineses e angolanos, que muito nos têm ajudado nos saldos patrocionados pelo governo.
Vejam o exemplo do engº que está em Paris, um homem de sucesso a quem muito devem os srs. que constituem a troika, pelo dinheiro que lhes dá a ganhar.
Fico revoltado quando as pessoas são acusadas injustamente só porque fazem tudo para terem um Dr. antes do nome, daí este meu testemunho abonatório.
Honoris Jumento Burro
(Mestre, Professor Doutor)