Um ponto de encontro. Um espaço de cultura. Um local onde falamos do concelho de Oeiras, de Portugal e do Mundo.
terça-feira, 7 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
MADRUGADA DA POESIA
MADRUGADA
DA POESIA
10 de
MAIO 2013 a
partir das 21h00
BIBLIOTECA OPERÁRIA
OEIRENSE
R. Cândido dos Reis, 119 – OEIRAS
Tel: 21 442 66 91
Podem inscrever-se, como habitualmente pelo telefone: 21 442 66 91, de segunda a sexta das 15h00
às 19h00 E como também haverá uma confraternização alimentícia podem
acrescentar à vossa poesia uns bens comestíveis ou “bebíveis”.
O convite recebido termina com Almada Negreiros num ano
em que se celebram intensamente os seus 120 anos e que pode ser relembrado com
o saudoso Mário Viegas a dizer Almada: http://www.youtube.com/watch? v=bm0JxtLdZfk e também com uma entrevista
de Almada Negreiros no também ele saudoso programa da RTP Zip Zip.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Apoio ao Sobreendividamento

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Apoio ao Sobreendividamento A Junta de Freguesia, consciente dos atuais desafios sociais e financeiros que se colocam aos nossos fregueses, desenvolveu uma parceria com a Dignus Capital, uma empresa especializada em Sobreendividamento e Renegociação de Créditos/Dividas. Esta parceria permite que os Fregueses de Linda-a-Velha, interessados neste apoio possam ter uma consulta gratuita (nas instalações da Junta de Freguesia) com a análise personalizada e adequada a cada uma das situações. A marcação de consulta gratuita poderá ser feita presencialmente na Junta de Freguesia, através de telefone (214 141 895), ou através do Sitio da Junta de Freguesia – www.jf-linda-a-velha.pt (em Serviços / Atendimento ao Sobreendividamento). | ||
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"LinDanças" - Festival Urbano da Primavera
"LinDanças" - Festival Urbano da Primavera ![]() Mais informações – programa e preços de acesso – em: https://www.facebook.com/ | ||
quarta-feira, 1 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
PP Fora de Validade
Produto fabricado pelos manos Luzes, apadrinhado pelo amigo Isaltino, pelo mentor Carreiras (apelido adequado) e pelo ex-doutorado em férias, este rapaz que reconheci em 2009 na campanha da Isabel Meirelles numa rara aparição (única, diga-se em abono da verdade) em acção de campanha no jardim de Oeiras (sempre distante da candidata IM como se ela tivesse alguma doença contagiosa), veio a integrar o governo da república fazendo jus às quotas que as distritais sempre impõem após o trabalho das 'bases' ou dos boys, como se queira.
Anónimo na campanha da IM mas sempre festivo nas várias eleições do Isaltino, manteve-se anónimo no trabalho governativo e, sem padrinhos à altura (a festa está a acabar), caiu redondo.
Coincidência para emoldurar, sai quase em simultâneo com as "férias" do Relvas e a reclusão do padrinho Isaltino.
Só falta o Carreiras (bom apelido).
O artigo* é apenas a cereja no cimo do bolo.
AMC
ps. Isabel, regressei do exílio.
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PSD Oeiras
domingo, 28 de abril de 2013
Algés – 2013 – 8
Água a correr no Jardim
Ontem, sábado pela manhã, estava água a brotar do solo no início
do Jardim de Algés. Vi dois Agentes da Policia Municipal a quem alertei para o
caso, mais um Funcionário do Jardim e deixei uma mensagem no telefone do
Ambiente.
Hoje lá estava a água a correr e um Agente da Policia
Municipal informou-me que os SMAS já estavam alertados mas o piquete ainda não
tinha aparecido. Bem: apareceu pelas 10h00 e o brotar de água do solo acabou. Mas,
claro, o solo, o empedrado do passeio foi abaixo e está vedado um buraco. Quanto
tempo irá esperar para ser consertado? Sim, porque quem fecha a água não
remenda passeios. Agora entra a burocracia e vamos esperar.
Quantos litros de água se perderam durante estas horas?
sábado, 27 de abril de 2013
Lei é taxativa. Isaltino não pode dirigir a câmara a partir da cadeia | iOnline
Lei é taxativa. Isaltino não pode dirigir a câmara a partir da cadeia
Por Sílvia Caneco, publicado em 26 Abr 2013 - 03:10 | Actualizado há 1 dia 8 horas
Alguém condenado em definitivo a uma pena de prisão fica automaticamente suspenso de funções públicas nesse período
Assinaturas via correio azul? Reuniões de câmara através do Skype? Ao contrário do que deu ontem a entender Paulo Vistas, número dois da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais não vai poder continuar ao comando da autarquia a partir da prisão. A ideia de que o autarca poderia continuar a dirigir o município enquanto cumprisse a pena de dois anos de prisão a que foi condenado em 2010 é “totalmente descabida”, diz o especialista em direito penal e administrativo Paulo Saragoça da Matta.
Se essa fosse a ambição de Isaltino Morais, desde logo colidiria com o artigo 67 do Código Penal. Embora não tenha sido condenado a perda de mandato e os seus crimes não tenham sido cometidos no exercício de funções, esta norma determina que “o arguido definitivamente condenado a pena de prisão, que não for demitido disciplinarmente de função pública que desempenhe, incorre na suspensão da função enquanto durar o cumprimento da pena”. Ou seja, enquanto Isaltino continuar na prisão a cumprir a pena pelos crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais devido às três contas que tinha na Suíça e não declarou ao fisco, não pode exercer as suas funções. E esse impedimento é automático: não precisa de ser determinado por um tribunal ou pelo Ministério Público. Basta ser detido para cumprir uma pena.
Mesmo que a lei não o determinasse, o bom senso diria não ser exequível. “A lei não tem de dizer se alguém que partiu um braço ou uma perna pode continuar a exercer funções para se saber que num determinado período não pode. É por isso que existe um vice-presidente”, ilustra Saragoça da Matta, acrescentando que, ao contrário do que acontece numa situação de doença, que “é involuntária”, “a pena de prisão, para todos os efeitos, é um castigo”.
Neste caso não se trata de uma perda de mandato, mas de uma suspensão de funções. As consequências jurídicas são semelhantes às da perda de mandato: o arguido condenado não pode continuar a exercer e deixa de receber salário e outros benefícios derivados do cargo. Só que, ao contrário do que acontece com a perda de mandato - que é definitiva -, se Isaltino viesse a ser libertado antes do fim do mandato poderia voltar a exercer o cargo de presidente da Câmara de Oeiras.
Acontece que, se se confirmar que os recursos que tem pendentes não suspendem a pena de prisão e o seu pedido de libertação for recusado, na melhor das hipóteses o autarca só poderá ser libertado quando cumprir dois terços da pena. E essa data só chegará depois das próximas eleições autárquicas, que deverão ser em Outubro.
Mas há ainda outra hipótese: que por arrastamento dos impedimentos derivados da suspensão de funções venha também a perder o mandato por faltas injustificadas, já que uma pena de prisão não faz parte do leque de causas que justificam as ausências de reuniões de câmara ou de sessões da assembleia municipal. Para quem está do lado da oposição em Oeiras, Isaltino passou a ser uma carta fora do baralho. “Até pode dar opiniões ou consultas ao vice-presidente, mas isso é mais uma figura de retórica do que governar.”
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Não foi para isto que se fez o 25 de Abril!
Não
sou um "herói de Abril". Estava, é verdade, no Quartel em Mafra quando
ocorreu aquela "gloriosa madrugada". Mas o pelotão de armas pesadas de
infantaria, especialidade que me tinha sido atribuída graças a uma
informação da solícita PIDE/DGS, a de que eu "não dava garantias de
cooperar na realização dos fins superiores do Estado" - informação
rigorosamente verdadeira, aliás - era comandado por um tenente que não
era afecto ao MFA, donde, por causa dele, ficámos esse dia retidos no
quartel, cujas unidades rumaram a Lisboa.
Vi,
isso sim, muitos que estiveram, desde o ovo familiar, contra tudo o que
significou a democracia, a liberdade de expressão, em suma os direitos
cívicos, alinharem desde logo, pressurosos, com a revolução dos cravos e
com o socialismo como horizonte. Foi o vira-casaquismo que João Abel
Manta tão bem retratou num dos seus cartoons que o já extinto O Jornal
publicou. E surgirem, das rectaguardas da indecisão e do equívoco,
muitos "heróis" a clamarem por tudo quanto depois, com prodigalidade, se
distribuiu: reintegrações, medalhas, subvenções, lugares, cargos,
"tachos".
Não foi, porém, por causa disso que aqui vim escrever.
Deu
o 25 de Abril de 1974 em muita coisa. Tornou-se em outra coisa logo no
dia 1º de Maio seguinte. Em outra no 11 de Março de 1975. Em outra no 25
de Novembro do mesmo ano. Cada um tem o seu, houve quem os tivesse tido
a todos.
Quando, por trabalhar com
o Almirante Pinheiro de Azevedo, fiquei cercado na Residência Oficial a
São Bento, no tempo em que na Assembleia se discutia e aprovava a
Constituição de 1976 que substituiria a "plebiscitada" de 1933, senti
que, o poder na rua, a História acelerava rumo a um socialismo que eu
não queria. Quando, meses antes, assistira, como secretário do primeiro
ministro da Justiça da democracia, Francisco Salgado Zenha, às primeiras
transigências ante alguns que tinham servido também nos tribunais
plenários, pressenti que a formação de um novo regime passava por
cedências ao pior do que fora o anterior. E tanta coisa mais.
Estou
aqui apenas com uma frase e por uma frase. Ela sintetiza o que, olhando
para o País real que nos é dado sofrer e naquilo em que tudo isto se
tornou, o sentir, estou certo, da esmagadora maioria dos que estiveram
com Abril no dia em que Abril aconteceu: «não foi para isto que se fez o
25 de Abril».
O resto é, no
pardacento das comemorações oficiais, na nostalgia dos que já só
comemoram o dia com uns jantares de arrastado e tristonho saudosismo e a
dieta gastronómica, pois a idade já não perdoa o reumático e as
úlceras, na indiferença de todos os imensos outros, angustiados quantos
com o que irão dar de jantar aos filhos, nuns desfiles organizados pelo
partido que não desarma, o pútrido fim de um regime.
Esgotado,
vendido, endividado até às orelhas, pejado de oportunistas e de
medíocres, que rapa no fundo da gamela das escolhas, gerido pelos
administradores da insolvência culposa em que isto se tornou, o Estado
vergonhoso, o País triste, a Nação castrada.
José António Barreiros in A Revolta das Palavras
José António Barreiros in A Revolta das Palavras
Fazemos a Revolução
Em 2004, quando dos 30 anos do 25 de Abril, houve uma proposta do governo de então para se comemorar a data como Evolução. A minha resposta a esta proposta de se retirar o R.
Enquanto houver um
português sem emprego
Fazemos a Revolução
Enquanto houver um
português sem casa
Fazemos a Revolução
Enquanto os nossos
jovens não tiverem futuro
Fazemos a Revolução
Enquanto não
tivermos hospitais e escolas
Fazemos a Revolução
Enquanto os nossos
políticos servirem-se e não servirem
Fazemos a Revolução
Não tiraremos o R à Revolução
Enquanto uma
criança chorar com fome!
quarta-feira, 24 de abril de 2013
E POR FALAR DE REGOZIJOS...
Vou regozijar-me no dia em que a Justiça deixe de ser bicéfala e não proteja os ricos e poderosos.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
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