Mostrar mensagens com a etiqueta Manifestação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Manifestação. Mostrar todas as mensagens

domingo, 1 de abril de 2012

Eu estive lá! Em 31 de Março

 
E comigo muitas mil



Todos os presentes trouxeram particularidades do seu dia a dia, da sua vida nas suas Freguesias. Os tambores, os bombos, as gaitas de foles, os acordeões, as bandas de música, Os estandartes dos Centros de Dia, dos ATL, as bandeiras das Freguesias.

O desfile acabou com um grupo “comandado” por uma jovem decidida que empurrava um corta relva. Tirei umas fotos, que a jovem até parou um momento para a fotografia, mas com tanta infelicidade que tudo ficou escuro.

Eu vi a Av da Liberdade cheia, eu vi durante mais de duas horas as pessoas a passarem, juntas tornando aquela avenida num mar imenso de cor, idades, fatos folclóricos. Eu vi uma enchente de cantares até ao Rossio sem se ver o fim lá longe no Marquês. Para mim foram muito mais das 200 mil que anunciam e além daquelas ali havia, há um Portugal disperso do Minho ao Algarve.

As Freguesias sempre nasceram e se fundiram conforme os ritmos das Terras, a mando das condições e movimentos das suas gentes. O que não aceitam é que alguém de fora venha mandar em quem não conhecem e em terras onde nunca foram. Eu estive lá!
Imagens da net

sábado, 24 de março de 2012

Chiado Manifestação 22.3.2012



Este é o filme da primeira fase (provocação) que antecedeu e desencadeou a segunda fase (repressão) para permitir entrar na terceira fase (vitimização). Agora vem aí a quarte fase (indignação). 




Violência. Polícias atribuem responsabilidade a quem deu ordem de actuar | iOnline

Violência. Polícias atribuem responsabilidade a quem deu ordem de actuar | iOnline


Violência. Polícias atribuem responsabilidade a quem deu ordem de actuar

 

Por Ricardo Paz Barroso, publicado em 24 Mar 2012 - 03:10


“As imagens são muito fortes para que a PSP não faça nada”, reconheceu o porta-voz. A condenação foi unânime




  • Patrícia Melo agredida
(foto Hugo Correia/Reuters)

“Quando dão a ordem para avançar, é quase impossível travar-nos, já não ouvimos ninguém, deixa de haver uma linha de pensamento, e a questão de serem fotojornalistas ou cidadãos nem se nos coloca naquele momento: a nossa função é limpar o local”, confessou ao i um agente do Corpo de Intervenção (CI) que pediu o anonimato.


Depois da escalada de violência entre PSP e manifestantes na greve geral de quinta-feira, com uma detenção e três feridos (dois deles fotojornalistas), ontem foi a vez da escalada mediática das consequências. E a condenação pública foi unânime (ver caixa).


Mesmo a PSP, através do seu porta-voz, Paulo Flor, reconheceu aos jornalistas que “as imagens são muito fortes para que a PSP não faça nada”, referindo-se às fotografias e vídeos que ontem circularam mundo fora, via redes sociais e a imprensa. Emblemática passou a ser a fotografia da Reuters em que um agente espanca uma fotojornalista da AFP, Patrícia de Melo Moreira, também colaboradora do i. Paulo Flor revelou ainda que a PSP “já está a recolher todas as imagens e notícias para analisar o sucedido”, pois “quer perceber o que se passou”.


Patrícia de Melo Moreira foi agredida por agentes da Equipa de Intervenção Rápida da PSP, mas já o fotojornalista da Lusa, José Sena Goulão, que recebeu assistência hospitalar, foi agredido por três elementos do CI, que actuou depois de perdido o controlo. “E bateram para magoar”, garantiu Sena Goulão.


Segundo Ricardo Noronha, uma testemunha ouvida pelo i, “tanto o polícia agressor como a fotojornalista agredida já nos acompanhavam desde a praça do Saldanha, era impossível o agente não saber quem ela era quando a agrediu no Chiado”. Segundo Noronha, os incidentes surgiram “quando a PSP tentou deter um dos manifestantes”. Os restantes “tentaram pacificamente impedir e foi aí que a PSP começou à bastonada”. A resposta “foi o arremesso de garrafas de água e cerveja”, seguindo-se “a entrada da polícia de choque, que até senhoras de idade agrediu”.


Não só a PSP vai averiguar internamente as decisões que levaram a esta violência. Também a Inspecção-Geral da Administração Interna o vai fazer. Estes inquéritos juntam-se aos de 24 de Novembro de 2011, data da última greve geral, em que também se registaram agressões policiais, uma delas também a um colaborador do i, o fotojornalista Eduardo Martins. Segundo fonte policial, “um inquérito deste género demora no mínimo seis meses, mas pode ir até ano e meio, pois ouvem-se todos os envolvidos, polícias e queixosos”.


Os processos de averiguação “são prejudiciais para os agentes, a suspeita de irregularidades afecta a carreira, o que até trava os agentes mais impulsivos”, revelou o mesmo agente do Corpo de Intervenção. “Tenho a certeza de que, 20 minutos depois da bastonada à jornalista, o agente arrependeu-se e muito, pois a cara dele está nos jornais”, acrescentou.


Este polícia de choque lembrou que “na greve de 24 de Novembro detivemos um homem que estava a dar pontapés nas grades frente à Assembleia da República, mas quando já estava algemado disse que pertencia às brigadas de investigação criminal da PSP”. Recordou o episódio a rir para lembrar que “às vezes basta um polícia para lançar a confusão, basta uma acção individual precipitada para tudo descambar, pois estamos ali muitas horas, sem saber se vamos entrar em acção, é stressante”. Este agente não tem dúvidas de “que a violência das manifestações vai aumentar a partir daqui”. Ainda assim, garantiu que “as chefias recomendam- -nos sempre calma, pois não querem raspanetes do director nacional [da PSP], que por sua vez não quer raspanetes do ministro [da Administração Interna]”.


Repúdio   Ontem foi dia de “repúdio”. Cerca de 80 jornalistas, muitos deles da Agência Lusa, cuja direcção de informação apresentou queixa pela agressão a Goulão, estiveram frente à Direcção Nacional da PSP em protesto. Entregaram uma carta a repudiar a acção policial e exigiram desculpas formais.
Também o Sindicato de Jornalistas (SJ) pediu um inquérito “rigoroso” e “condenou a acção policial”. Quanto à sugestão feita pela comissária Carla Duarte, da PSP, para que os jornalistas passem a usar coletes, o SJ diz que o uso de coletes não pode tornar-se lei, pois “os jornalistas passam a ser um alvo a abater”.


Já o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, quer uma reunião com o SJ e com os directores de informação para definir as regras que identifiquem os jornalistas.

Ministro espera dados do inquérito (COM VIDEO)

Ministro espera dados do inquérito (COM VIDEO)
 

Lisboa
16º 
Hugo Correia

De bastão extensível em punho, o agente da PSP Manuel Pinto atingiu a fotojornalista Patrícia Melo durante

Jornalistas apresentam queixa e IGAI abre processo

Ministro espera dados do inquérito (COM VÍDEO)

 

 

O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, foi "o primeiro a lamentar" os confrontos entre manifestantes e a polícia na quinta--feira, durante os quais ficaram feridos dois jornalistas, mas não vai agir enquanto não forem apurados os factos.

Por: José Rodrigues com M.C.


Questionado pelo CM se tenciona proceder a demissões, dada a severidade da carga policial, Miguel Macedo disse que fez "o que tinha a fazer", em cumprimento da lei: ordenar um processo de averiguações à Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI), entidade independente, sem o prejuízo das diligências que a PSP vai fazer. "Na parte do ministério, no que tem a ver com a intervenção policial, não posso fazer mais nada", disse o ministro. Num plano proactivo, o ministro disse que vai reunir-se com o Sindicato dos Jornalistas na segunda-feira e depois com directores dos órgãos de Comunicação Social, com o objectivo de se encontrarem soluções e procedimentos a adoptar para que não volte a acontecer o mesmo. Macedo fala mesmo numa melhor identificação dos jornalistas, que poderiam usar, por exemplo, coletes. Macedo disse ainda que a comparação com a Grécia "é completamente desajustada". 


CHEFE DA PSP FICOU FERIDO
O chefe Libânio, colocado numa Equipa de Intervenção Rápida da PSP da Amadora, ficou ferido durante a carga policial de anteontem na manifestação do largo do Chiado, em Lisboa. O graduado, que comandava uma equipa que carregou sobre os manifestantes, foi atingido com uma chávena na cara, tendo sido suturado com vários pontos.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Lisboa / Chiado

 
Não vi esta foto em Jornal nenhum... Porquê?

 
E isto não conta???
Ou só conta as imagens em que os agentes exercem a força estritamente necessária para cessar as ameaças?!
Por: Hélio Teixeira







Um polícia a bater numa foto-jornalista Patrícia Melo, hoje, [ontem] durante a Greve Geral... (foto Hugo Correia/Reuters)

Esta continuo a não perceber e a não aceitar. 

Qual é a 'ameaça' de uma foto-jornalista?


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Afinal quantos estiveram no Terreiro do Paço?

 
Afinal quantos estiveram no Terreiro do Paço?


Via FB
.

Isto são os 300.000 manifestantes da CGTP...

Isto são os 300.000 manifestantes da CGTP de ontem aos olhos do jornalismo de causas, ao qual a realidade pouco interessa. Para esses senhores o Terreiro do Paço cheio na missa do Papa Bento XVI em Maio de 2010 correspondia a 80.000 pessoas.




.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

A VERDADE DOS ESPAÇOS - MANIFESTAÇÃO DA CGTP

Qualquer pessoa minimamente lúcida sabe bem que era impossível meter 300 mil pessoas no T. Paço. Nem mesmo 200.000.

Com contas, porém, fica mais claro!

A VERDADE DOS ESPAÇOS - MANIFESTAÇÃO DA CGTP

Ao contrário do que vindo a ser vinculado venho esclarecer a verdade das áreas e a ocupação possível dos espaços.

Primeiro avanço com uma noticia da visão onde é possível ver o Terreiro do Paço a abarrotar de pessoas quando da visita do Papa, e nesta o palco estava fora da Praça, o número avançado de pessoas no Terreiro do Paço - cerca de 100.000.

http://aeiou.visao.pt/fotos-a-missa-no-terreiro-do-paco=f558827

http://ultimosegundo.ig.com.br/cs/Satellite?blobcol=urldata&blobkey=id&blobtable=MungoBlobs&blobwhere=5797217842523&ssbinary=true

A metodologia empregue foi: nas ruas e em movimento 2 pessoas/m2, nas praças 0,5/m2, na praça do comércio 3 pessoas/m2. Estes valores sao por excessos porque estou a considerar tudo com uma ocupação de 100%, sem descontar estátuas, zonas ajardinadas, candeeiros, carros e camionetas estacionados, mobiliário urbano diverso, etc.

- Rua Augusta -7.300m2 - 14.600 pessoas
- Av. Infante D. Henrique (junto ao Terreiro do Paço) - 6.000m2 - 12.000 pessoas
- Av.Ribeira das Naus (junto ao Terreiro do Paço) - 8.500m2 - 17.000 pessoas
Rua da Alfandega (junto ao Terreiro do Paço) - 2.000m2 - 4.000 pessoas
Martin Moniz - 12.500 m2 - 6.250 pessoas
Praça da Figueira - 16.000m2 - 8.000 pessoas
Terreiro do Paço - 36.000m2 - 118.000 pessoas

O que dá a soma de 179.800 pessoas. um valor por excesso e muito abaixo do vinculado

Para 300.000 pessoas dava 3.4 pessoas/m2. Mas nós desde o Guterres que sabemos a habilidade para as contas da esquerda, e conforme ele disse "Façam as contas"... E nós fizemos :)))))

E porque nada deve ser anónimo

Rui Peres, Arquitecto.

aeiou.visao.pt
Veja as imagens da homilia que juntou cerca de 100 mil pessoas em Lisboa

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Da caixa de comentários

Rui Freitas deixou um novo comentário na sua mensagem "AS MANIFESTAÇÕES DE HOJE [1.10.2011] FORAM CONTRA ...":




Rui Freitas disse...

Caro Pedro Correia, quando li o "post" e respectivos comentários, surgiu-me de imediato a vontade de lhe responder. Depois, perante as irrepreensíveis respostas do amigo Ruben (quem felicito pelas palavras e consideração que, tal como eu, tem pela amiga Clotilde), ainda duvidei. Mas não resisto!
Em primeiro lugar, dizer-lhe que, sendo colaborador do "Oeiras Local", nunca por nunca um texto ou comentário meu foi "censurado". Se mais provas não existissem, encontra aqui dois exemplos que fazer cair pela base a sua insinuação de parcialidade do "blog": os comentários da Clotilde, do Zé António e de outros.
Dizer-lhe também, que aceito ter o PSD alguma responsabilidade de governos anteriores; não este Governo, que apenas cumpriu pouco mais de cem dias. E dizer que são culpados, é pura demagogia.
Meu Caro, eu até posso aceitar a sua má-vontade pelos banqueiros (é "profissão" de que não gosto particularmente e a nível mundial), mas daí até concordar que não lhes paguemos, constitui uma grave falta de credibilidade. Com que então, quando V. Exa. pede dinheiro, sabe de antemão que não o quer pagar, é?
Meu Caro, goste ou não (e a Isabel já aqui o escreveu), a verdade é que Sócrates e o seu desgoverno reagiram tarde a e más-horas. Diria mesmo que não reagiram, pois não esqueço que, dois dias antes da chamada "troika" ter dito que viria analisar as nossas contas, Sócrates já o sabia mas insistiu em dizer que... "Jamais"!!! E foi o que se viu, o que se sabe e o que se vai sabendo todos os dias, para nosso mal.
Todos os Estados vivem dos impostos dos seus cidadãos; uns sabem aplicá-los e outros desbaratá-los. Com os desgovernos PS (Soares, Guterres, Sócrates - e até Sampaio, indirectamente), foi um fartar vilanagem.
Nem eu nem você, certamente, gosta de ser "espremido" mas, enquanto a sua "brilhante" solução é não pagarmos a quem nos emprestou e/ou sair da Zona Euro, a minha é tentar que este Governo cumpra aquilo a que Sócrates se comprometeu e o PSD "assinou em baixo"... descobrindo depois que havia mais buracos do que num queijo suíço!
Tudo o mais que refere no seu primeiro comentário, e apesar de concordar que a agricultura, a pesca e alguma indústria devia ser revitalizadas, são pura utopia; muito mais se saíssemos agora do Euro.
Termino, se me permite, com uma gargalhada. É que você ainda é mais "naif" do que eu, quando diz que a riqueza tem de ser distribuída de forma mais igualitária. Acredita mesmo no que escreve?
Se sim, tem uma excelente opção: emigre para a Coreia do Norte ou mesmo para a Líbia (a educação, os tratamentos na saúde, o ensino superior eram gratuitos mas... as valas comuns começam agora a aparecer. Vá lá, não se vergue ao "poder do capital"... emigre!

domingo, 2 de outubro de 2011

AS MANIFESTAÇÕES DE HOJE [1.10.2011] FORAM CONTRA QUEM?

.




Lá coerentes, eles são, sim senhor!

O governo da vilarista criatura, que arrastou o País para a situação em que se encontra, já não está em funções;

O actual governo foi empossado há 100 dias, pelo que é evidente que não teve ainda tempo para alterar de modo profundo as coisas, no sentido que se pretende e está acordado com quem nos empresta o dinheirinho de que necessitamos para comer;

Assim sendo, cabe perguntar: as manifestações de hoje foram contra quem?

Arrisco uma hipótese, aliás a mais verosímil: contra o país, os portugueses e, entre eles, os próprios manifestantes.

Que ganham os portugueses e Portugal com estas duas manifestações de hoje, em que o governo causador das desgraças está fora do Poder e o actuaL, que não foi tido nem achado para tal situação, está a tentar resolver a crise?

Nada. Muito pelo contrário, apenas perdem.

A Grécia começou exactamente assim. Hoje, está como está.

Mas os sindicalistas querem lá saber disso.

A única coisa que os move são os interesses que não confessam, mas que bem se sabe quais são: não abrir mão da rédea curta dos sindicalizados e fazerem o maior ruído possível, para que aqueles dela não se percebam.

Isto, para além de terem de obedecer aos patrões. Sim, que eles também têm patrões e e estes são dos que não brincam em serviço nem deixam que se brinque.


Ruben Valle Santos via Facebook

sábado, 29 de maio de 2010

Manif/CGTP: Central sindical prevê que protesto de hoje seja um dos maiores de sempre

Manif/CGTP: Central sindical prevê que protesto de hoje seja um dos maiores de sempre - Notícias Lusa - SAPO Notícias

29 de Maio de 2010, 06:15

Lisboa, 29 mai (Lusa) - A CGTP convocou os trabalhadores de todo o país para a manifestação que hoje realiza em Lisboa contra as medidas de austeridade e prevê que este seja um dos maiores protestos de sempre.

O secretário-geral da Intersindical estima que participem "muitos milhares de trabalhadores" e que esta "manifestação poderá ser uma das maiores de sempre".

Só o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) fretou 100 autocarros para transportar os seus associados que vão integrar a manifestação.

terça-feira, 25 de março de 2008

UMA QUESTÃO DE FEL

A quem diz que vai impõe-se contar o que viu. As imagens estão ainda na televisão e nos jornais e os comentadores já opinaram. Um ressuscita Alberoni para explicar a manifestação como um estado amoroso com zénite e nadir, ou alfa e ómega, ou princípio e fim. A ver vamos. Outro continua a libertar a verbosidade azeda com largos traços conclusivos, aparentemente tão clarividentes que destroem à nascença qualquer reflexão sobre o verdadeiro problema. Isto para falar apenas de dois daqueles que têm público garantido nos jornais e nas televisões.
A minha visão da manifestação é, como sabem, parcelar e instável, mas duas circunstâncias factuais são inegáveis: a onda de manifestantes professores que desaguou no Terreiro e o céu cinzento ameaçando chuva.
Se esta segunda circunstância parece irrelevante, embora a tópica romântica lhe atribua valor suficiente para explicar uma atmosfera de inquietação, a primeira deverá ser sem dúvida objecto de análise desapaixonada, apesar de estar em causa um objecto de muitas paixões. Não cabe aqui essa análise que vai sendo esgrimida nas televisões por aquela que diz estar aberta ao diálogo e todos aqueles que por direito ou por interesse assinam opiniões. No entanto, parece razoável entender que é preciso parar para pensar, apesar da inflexibilidade do gesto de quem diz estar aberto ao diálogo. Que vai continuar a trabalhar, acredito. Os que desceram ao Terreiro continuarão também, certos de que estar aberto ao diálogo é um chavão para português ver.
Amanhã todos eles regressarão ao horário oficial de trabalho. A realidade das escolas públicas exige-lhes a frieza de raciocínio e a estratégia dos afectos que as universidades não ensinaram mas que as vivências impuseram. O grito “ao terreiro” foi o exercício de um direito que é de todos, a manifestação foi bonita, e uma dúvida pairou no ar: com quem dialoga a que diz estar aberta ao diálogo?

ÁGUA VIVA


sábado, 8 de março de 2008

sexta-feira, 7 de março de 2008

Manifestação de professores


Alegre exige que Governo explique polícias nas escolas

Por Andreia Félix Coelho
O histórico socialista Manuel Alegre assina hoje um editorial no seu
site em que exige explicações ao Governo sobre a visita de dois agentes da PSP ontem à escola Ourém, notícia avançada SOL. «É preciso saber quem foi, quem mandou e para quê», diz Alegre ...

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

flexigurança, manifestação

.

imagem: © josé antónio / comunicação visual - CLIQUE PARA AMPLIAR
.