domingo, 2 de outubro de 2011

AS MANIFESTAÇÕES DE HOJE [1.10.2011] FORAM CONTRA QUEM?

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Lá coerentes, eles são, sim senhor!

O governo da vilarista criatura, que arrastou o País para a situação em que se encontra, já não está em funções;

O actual governo foi empossado há 100 dias, pelo que é evidente que não teve ainda tempo para alterar de modo profundo as coisas, no sentido que se pretende e está acordado com quem nos empresta o dinheirinho de que necessitamos para comer;

Assim sendo, cabe perguntar: as manifestações de hoje foram contra quem?

Arrisco uma hipótese, aliás a mais verosímil: contra o país, os portugueses e, entre eles, os próprios manifestantes.

Que ganham os portugueses e Portugal com estas duas manifestações de hoje, em que o governo causador das desgraças está fora do Poder e o actuaL, que não foi tido nem achado para tal situação, está a tentar resolver a crise?

Nada. Muito pelo contrário, apenas perdem.

A Grécia começou exactamente assim. Hoje, está como está.

Mas os sindicalistas querem lá saber disso.

A única coisa que os move são os interesses que não confessam, mas que bem se sabe quais são: não abrir mão da rédea curta dos sindicalizados e fazerem o maior ruído possível, para que aqueles dela não se percebam.

Isto, para além de terem de obedecer aos patrões. Sim, que eles também têm patrões e e estes são dos que não brincam em serviço nem deixam que se brinque.


Ruben Valle Santos via Facebook

27 comentários:

Isabel Magalhães disse...

Boa pergunta, Ruben!

Clotilde Moreira disse...

...e o actuaL, que não foi tido nem achado para tal situação, está a tentar resolver a crise?
Desculpem: foi tido e achado porque nunca se opôs fortemente contra ao que se estava a passar. Foi tido e achado porque membros seus no passado ajudaram a acabar com muitas industrias. E até assinou como eles queriam e não salvarguardando os interesses nacinaos. etc etc
...Está a tentar resolver...??? aumentado tudo o que prejudica quem tem menos?
Mais uma vez desculpe.Mas não posso aceitar as suas palavras.
Clotilde

Anónimo disse...

A querer sacudirem a água do capote Sr. Ruben e Sra. Isabel?!? A responsabilidade desta calamidade é toda do PSD, é de quem não tem atitude e se verga ao poder da Toika e das saias da Sra. Merkel. Soluções? 1º Não pagar aos grandes banqueiros e ao grande capital a especulação que fazem nos mercados. 2º Sair do Euro JÁ. 3º Fomento da indústria e do crescimento sustentado com exportações de base industrial. 3º Regresso em força ao MAR. Reactivação da frota pesqueira, dizimada com o dinheiro de Bruxelas e com os nossos bancos de pesca entregues aos espanhois e chineses. 4º Reforma agrária.
É tão simples, são estes os 3 vectores: Indústria, Pesca e Agricultura. Isto traduz-se em emprego, saldo positivo na balança comercial e riqueza a ser distribuida de forma mais igualitária.
PS, CDS E PSD é tudo a mesma coisa, vergam-se ao poder de Bruxelas e do Capital. É preciso dizer basta!

Pedro Correia

Anónimo disse...

A culpa não é dos sindicalistas. É da economia. O destino de Portugal já está traçado. E é igual ao da Grécia.

Anónimo disse...

Clotilde Moreira,

Apoio tudo o diz, super acertivo! Lembra-se com certeza da indústria pesqueira que tinhamos, a nossa frota, uma das maiores do mundo. Lembra-se também que foi nos governos do Cavaco Silva que se pagou aos pescadores para estes abaterem os seus navios, Cavaco incentivou o fim desta indústria. Tinhamos a maior indústria de conservas de sardinha do mundo, hoje tudo isso é um sonho passado. Os governos PSD são todos eles cumplices e co-responsáveis por tudo o que hoje se está a passar! O povo hoje já não cai na esparrela do "a culpa é do anterior governo" porque todos os anteriores governos têm sido culpados e acusados por todos os novos governos e o português já não cai nessa, ora não cai não!

Pedro Correia

Isabel Magalhães disse...

Estas manifs estão atrasadas 2 - dois - 2 anos assim como o pedido de ajuda económica que o Zé Sócrates devia ter feito em 2009..

Fora o pedido feito há dois anos e os juros seriam muito menores.

Isabel Magalhães disse...

Ó sr "Pedro";

Vocemecê não se enerve, homem! Olhe que quando vc se enerva o seu português sai todo trocado; não acerta o sujeito com o predicado ou lá como raio a coisa se chama agora com a TLEBS.

Não se acanhe, pode escrever em Russo que o Google tem um tradutor automático. Pensando melhor, para ler a forma rude da sua escrita o melhor é nem ler nem traduzir...

PS (o scriptum) - Se eu não vivesse cá gostava de ver o país governado por si.

Pedro Correia a primeiro ministro. Já! :D

Anónimo disse...

Foi tido e achado porque «Se não foste tu foi o teu pai», como na história do lobo e do cordeiro .
Estes comunistas são loucos !

José António Baptista disse...

"O pior cego é o que não quer ver" diz-se, e eu acrescento-lhe: mais o que emprenha pelos ouvidos...

Isabel Magalhães disse...

Eu "adoro" os "democratas" que não permitem opiniões diferentes.

Ruvasa disse...

Viva, Clotilde!

Está no seu direito de não aceitar. E eu respeito esse seu direito. Como não podia deixar de ser.

Encurtando razões, se me permite, esclareço essa minha afirmação que tanto parece tê-la horrorizado.

Pedro Passos Coelho teve algo que ver com os desmandos vilarísticos ou mesmo com os anteriores à vilarista criatura? E Vítor Gaspar? E Álvaro Santos Pereira? E Paulo Macedo? E Pedro Mota Soares? E Assunção Cristas? E... São estes os ministros que estão a tentar resolver a tremenda alhada em que o país foi mergulhado. Sabe de que algum deles tenha responsabilidades governativas anteriores que tenham contribuído para o descalabro?

Responsabilidades próximas ou longínquas.

Tanto quanto se sabe, apenas Paulo Portas teve. E esse até nem tem estado metido nos verdadeiros assados em que os colegas foram metidos. Nem sequer aparece, para mostrar que está vivo e mexe.

Por vezes, somos levados, talvez por questão de tresleitura ou mera fogosidade, a não cuidar bem do que o agente a quem respondemos escreveu. Também já me aconteceu e não raras vezes. Por isso, não cuido de valorizar mais do que deve ser valorizado, até porque a questão me faz recordar a história do lobo e do cordeiro. "Não me turvaste a água, porque te seria impossível por estares do lado errado? Então foi o teu paisinho ou o avôzinho, ou o Afonso Henriques, sei lá!...

A cada qual as culpas que verdadeiramente tem, Clotilde. Não metamos no mesmo saco, responsabilidades bem distintas ou, pior, não responsabilidades. Em grau e gravidade. Porque essa è a forma mais "eficaz" de desculpar todos os patifórios e vigaristas que por aí têm andado.

Cumprimento-a com amabilidade, até porque continuo a gostar muito de lê-la na sua certeira assertividade.

Ruben Valle Santos

Ruvasa disse...

Caro Pedro!

Depois de ter respondido à Clotilde, pensei em responder-lhe a si, pelo que fui ler o que escreveu.

Logo desisti. É muito difícil responder-lhe porque os seus argumentos são, na verdade, tão irrespondíveis que a gente até fica sem respiração.

Por isso, não lhe respondo. Mas... não só por isso. Também porque responder.lhe seria colocá-lo ao nível da Clotilde. Ora, uma patifaria dessas +e que eu não tenho o direito de fazer à Clotilde.

E, depois, o caro Pedro é tão "super acertivo"! Foi pena não ter explicado como, saindo do Euro, iria comer todos os dias... ou mesmo dia-sim, dia-não...

Cumprimento-o com votos de boa estadia fora do euro. Mas faça um favor à sua família, que, antecipo, não terá responsabilidades na sua esclarecida política: não a leve consigo.

Ruben Valle Santos

Oeiras disse...

Era mesmo o que estes senhores queriam, que os trabalhadores já não pudessem manifestar-se... vamos pôr alguém a determinar se as manifestações têm razão de ser ou não. Ah, e já agora o direito à greve também deverá depender de um decisor qualquer... lembram-se do lápis azul?

Isabel Magalhães disse...

Caro Oeiras;

Estou a ficar preocupada consigo. Estarei a ver mal ou anda por aí um grande défice de interpretação?

E então as 'manifs' não têm que ter razão de ser? É assim tipo: hoje acordámos com vontade de fazer uma 'manif' vamos lá organizar mais uma... ou duas; mesmo que sejam serôdias ou extemporâneas.

Ruvasa disse...

Caro/a Oeiras!

"Estes senhores", quem?

Presumo que serei eu, o autor do texto.

Claro que os trabalhadores têm todo o direito a manifestar-se. Até contra quem diz "protegê-los", como o Carvalho da Silva e compagnons de route.

E claro que o direito à greve também é um dos seus direitos inalienáveis.

Nem sei por que razão puxou esses direitos à colação, se ninguém neles falou nem sequer os invocou. Menos ainda os tentou coarctar.

Pavlov?

Mas, repito a pergunta inicial:

Contra quem foram as manifestações? Quem é que vai perder com elas? Os trabalhadores, supostos protegidos de Carvalho da Silva e outros que tal.

Manifestar-se, sim, mas com um objectivo e um alvo. Neste caso não existe nem um nem outro. O que me faz lembrar o Raul Solnado.

- Então, você quer comunicar?
- Tá visto!
- E o que quer você comunicar?
- Comunicação, pôs atão!...

Ora, caro/a Oeiras, substitua comunicar e comunicação, por manifestar e manifestação. Já viu o que deu? Nada, rigorosamente nada, o nada mais zero, redondo e absoluto possível sequer de imaginar.

Já agora, que estamos com a mão na massa:

Sabe por que razão Carvalho da Silva e correlativos, sabendo que o país está como está e que todos os portugueses vão ser chamados a tentar endireitar tudo o que foi entortado, têm a suma lata de "exigir" que os aumentos de ordenados para 2012 sejam de 4%?

Acha que é para defender os trabalhadores, sabendo ele que o que "exige" (excelsa terminologia!) é impossível?

Pois bem: criar ilusões, esconder da vista dos seus "defendidos" a rédea curta em que persiste em mantê-los.

E também por isto:

Porque, se por qualquer imponderável do destino houvesse um idiota qualquer que aumentasse como eles querem - ou sequer aumentasse - que bom seria! As quotizações sindicais também subiriam, para lhes pagar a eles. E eles bem precisam de mais massas para as almoçaradas festivas. Pagas pelos "protegidos", claro!

Finalmente e para que o tempo não seja desperdiçado.

Já reparou que os partidos comunistas europeus, que eram bem fortes, foram todos à vida? O PCI, de Enrico Berlinguer, o PCF, de George Marchais, o PCE, de Santiago Carrillo, desapareceram do mapa, porquê? Pela defesa intransigente dos direitos dos trabalhadores, tá visto!

E por aqui me fico.

Ruben Valle Santos

Clotilde Moreira disse...

Rui
As Manifestações do dia 1 tinham um fim: mostrar que o caminho que estão a seguir não é o melhor para as pessoas. Um dia talvez possamos tomar um café e debater. O Sr. Passos e os seus ministros não estavam directamente mas também não fizeram grande coisa para impedir que os outros o fizessem.
Obrigada pela pela sua boa educação.
Clotilde

Anónimo disse...

Em vez de irem protestar contra este Governo na Av. da Liberdade, se fossem prender o outro a Paris mais a respectiva corja, era o que faziam melhor.

Ruvasa disse...

Caro Anónimo das 16,15!

Isso que diz e, em muitos casos, se fossem trabalhar como deve ser, cumprindo os deveres a que todos estamos obrigados.

Porque se todos tivéssemos diligentemente cumprido, certamente que não seriam os desmandos da criatura e mais dos anteriores que nos trariam a esta desgraceira.

Pois...

Ruvasa disse...

Clotilde!

A boa educação não se agradece. Faz-se jus a ela. É o seu caso.

Duvido que as manifestações mostrem que o caminho não é o melhor. Se não houvesse já o exemplo grego, ainda se poderia duvidar; mas, infelizmente, os gregos abriram caminho...

Tudo estava mal, mas o governo grego escondeu e não tomou medidas (como, aliás, o governo da vilarista criatura).

Estão, foram-lhe marcados objectivos. Que fez o governo grego?

Em vez de corrigir o que estava mal e foi aconselhado a corrigir, positivamente marimbou-se para o assunto e continuou alegremente (tal como a vilarista alma...).

Por sua vez, que fizeram os gregos, em geral?

Acalmaram-se e tentaram juntar-se e unir esforços para sair da "marmelada"?

Qual quê?

Desataram em grandes manifestações e nada de trabalhar, que custa que se farta!

O resultado está à vista... desarmada.

São esse triste espectáculo e esse resultado o que eu não gostaria de ver repetido em Portugal. Porque, se os gregos foram estúpidos, como nos classificar, agora que já vimos as casas os "partenons" a arder, se lhes seguíssemos as pisadas?

Até por uma questão de clareza mental temos que fugir a isso. Porque quem paga somos nós; nem sequer são aqueles que acusamos de tudo que o farão. Safam-se sempre. E enriquecem ainda mais. E, depois, vão para Paris estudar Filosofia e pagar almoços de 25 euros cada, a gente que nem conhecem. E quem cá fica a amargá-las? Nós. Tinha de ser!

Assim, em vez de tentarmos olhar racionalmente pelas nossas vidas, fechamos os olhos e atiramo-nos precipício abaixo?

* * *

In the other hand, que medidas são "esclarecidamente" preconizadas para substituição das que estão a ser implementadas?

Não pagamos! - BOA!
Saímos do euro! - MELHOR AINDA!

Só vejo uma solução para quem isso defende:
propor que apaguemos a luz, fechemos a loja e mudemos de ramo e instalações. Vamos vender marisco na Papuásia Oriental.

Cumprimentos

Ruben Valle Santos

Ruvasa disse...

Esclarecimento:

Evidentemente que os almoços que a vilarista criatura anda a pagar em Paris, a gente que nem conhece não custam 25 euros cada, mas sim 250€.

Até dá vontade de versejar em pé coxinho:

E com tão lauto manjar
bem pago por quem "o" tem
só causa espanto não pagar
em vez dele, a própria mãe...

Et maintenant, qu'allons-nous faire?
Eh bien, assobiar-lhe às botas... (coisa que não perdoo)

Anónimo disse...

Caro Ruvasa,

A sua lisura na resposta é demonstrativa da sua má vontade e falta de abertura ideológica para tentar ver mais além. Passo também por cima da forma pouco amigável com que me trata, mas isso parece que é comun a todos aqueles que querem estar de bem com a linha editorial deste blog, algo que já percebi há muito. Como a minha opinião difere sou mal tratado, como a minha opinião vai contra a opinião dominante sou considerado ignorante, maluco, e sabe-se lá mais o quê.
Mas indo a questões ideológicas: Sair do Euro. Pois bem, parece-me a mim que quem na realidade se preocupa com a saida do Euro são os banqueiros e aquelas pessoas que têm muito dinheiro no banco, essas sim estão em pânico porque vêem os seus euros transformarem-se em escudos e consequente desvalorização. Agora quem nada tem? Quem tem dividas aos banqueiros? Quem não tem emprego? Acha que esses se preocupam e querem o Euro? E já agora a indústria quer o Euro? Sabia que com o Euro Portugal deixou de ser um pais de industria e grande exportador, onde o desemprego era quase inexistente, e passou para taxas de desmprego de 12% e Portugal transformou-se num pais de serviços?! Um pais de aparências, de centros comerciais, de créditos e onde se deixou de trabalhar.
Agora pense, pense um pouco e liberte-se dessa amarração que a linha editorial deste blog lhe impõe. Pense.

Pedro Correia

Isabel Magalhães disse...

Viva, Ruben;

Pensei que 25 fosse ironia. ;)

Não sei quanto custou cada jantar mas sei que no tal restaurant um prato de massa custa 100 euros.

Et voilá!

Rui Freitas disse...

Caro Pedro Correia, quando li o "post" e respectivos comentários, surgiu-me de imediato a vontade de lhe responder. Depois, perante as irrepreensíveis respostas do amigo Ruben (quem felicito pelas palavras e consideração que, tal como eu, tem pela amiga Clotilde), ainda duvidei. Mas não resisto!
Em primeiro lugar, dizer-lhe que, sendo colaborador do "Oeiras Local", nunca por nunca um texto ou comentário meu foi "censurado". Se mais provas não existissem, encontra aqui dois exemplos que fazer cair pela base a sua insinuação de parcialidade do "blog": os comentários da Clotilde, do Zé António e de outros.
Dizer-lhe também, que aceito ter o PSD alguma responsabilidade de governos anteriores; não este Governo, que apenas cumpriu pouco mais de cem dias. E dizer que são culpados, é pura demagogia.
Meu Caro, eu até posso aceitar a sua má-vontade pelos banqueiros (é "profissão" de que não gosto particularmente e a nível mundial), mas daí até concordar que não lhes paguemos, constitui uma grave falta de credibilidade. Com que então, quando V. Exa. pede dinheiro, sabe de antemão que não o quer pagar, é?
Meu Caro, goste ou não (e a Isabel já aqui o escreveu), a verdade é que Sócrates e o seu desgoverno reagiram tarde a e más-horas. Diria mesmo que não reagiram, pois não esqueço que, dois dias antes da chamada "troika" ter dito que viria analisar as nossas contas, Sócrates já o sabia mas insistiu em dizer que... "Jamais"!!! E foi o que se viu, o que se sabe e o que se vai sabendo todos os dias, para nosso mal.
Todos os Estados vivem dos impostos dos seus cidadãos; uns sabem aplicá-los e outros desbaratá-los. Com os desgovernos PS (Soares, Guterres, Sócrates - e até Sampaio, indirectamente), foi um fartar vilanagem.
Nem eu nem você, certamente, gosta de ser "espremido" mas, enquanto a sua "brilhante" solução é não pagarmos a quem nos emprestou e/ou sair da Zona Euro, a minha é tentar que este Governo cumpra aquilo a que Sócrates se comprometeu e o PSD "assinou em baixo"... descobrindo depois que havia mais buracos do que num queijo suíço!
Tudo o mais que refere no seu primeiro comentário, e apesar de concordar que a agricultura, a pesca e alguma indústria devia ser revitalizadas, são pura utopia; muito mais se saíssemos agora do Euro.
Termino, se me permite, com uma gargalhada. É que você ainda é mais "naif" do que eu, quando diz que a riqueza tem de ser distribuída de forma mais igualitária. Acredita mesmo no que escreve?
Se sim, tem uma excelente opção: emigre para a Coreia do Norte ou mesmo para a Líbia (a educação, os tratamentos na saúde, o ensino superior eram gratuitos mas... as valas comuns começam agora a aparecer. Vá lá, não se vergue ao "poder do capital"... emigre!

Ruvasa disse...

Pedro!

1º - Eu nem lhe respondi como o caro Pedro merecia, em face da insensata provocação do seu primeiro comentário.

Antecipo-o jovem, muito jovem (talvez não na idade cronológica...) talvez metido a sabido, porque, se o não fosse, sabia mesmo que quem semeia ventos colhe tempestades.

2º - O seu arrazoado deste último comentário apenas vem reforçar a ideia de que se trata de um jovem muito jovem (talvez não na idade crono...). A teoria que tentou exprimir é um hino ao desconhecimento e à pesporrência.

Meu caro, com a saída do Euro, só advogada pelos dirigentes dos dois partidos comunistas com assento parlamentar, iria prejudicar muito mais os mais desprotegidos do que esses que o caro Pedro diz serem os mais prejudicados.

Mas o Pedro é assim tão jovem, tão jovem que ainda não conseguiu entender que, nas crises (e a saída do euro seria a mãe de todas as crises) quem já é poderoso e dispõe de bons capitais entra - com toda a facilidade entra - no restrito clube do multimilionários?

O Pedro tem andado por onde e lido o quê? Já era nascido em 1983 e tinha idade para perceber? Então porque não percebeu isso, com as fortunas que em menos de dois anos se fizeram em Portugal? E sabe como? Apenas porque em depósito bancário se tinha um razoável montante que se tornou irrazoável logo que Mário Soares fez subir os juros. Quem tinha dívidas pior ficou.

Acho que estou já a explicar-lhe mais do que aquilo a que o Pedro faz jus.

Cumprimentos

Ruben Valle Santos

Anónimo disse...

Caro Rui Freitas,

Quando observei a extenção do seu comentário nem o li. Não por desrespeito à sua pessoa, mas porque agora tenho que ir trabalhar. Mais logo com calma, leio o que escreveu e respondo-lhe, agora só espero que tenha escrito assuntos com interesse para rebater e que não tenha caido no ataque pessoal.

Pedro Correia

Isabel Magalhães disse...

Resposta ao anónimo [4 de Outubro de 2011 09:53];

Ainda bem que também considera os ataques pessoais assunto sem interesse porque lhe quero dizer o seguinte: Quando voltar a fazer insinuações patéticas a meu respeito, a respeito dos meus amigos e da imparcialidade do blogue não lhe publico o comentário.

Ruvasa disse...

Olha, olha, o Pedro não gostou. Picou-se!

Acontece, n'é?

Mas olhe que há muita contenção na resposta que lhe dei. Creia!