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quinta-feira, 6 de junho de 2013

SE ME CONTASSEM NÃO ACREDITAVA!


Quem terá sido o artista que teve a ideia brilhante de roubar espaço à faixa de rodagem para pôr este monumento?



Por ocasião do Dia do Município, a Câmara Municipal de Oeiras vai proceder à inauguração de um Monumento em Linda-a-Velha.


O Monumento de “Homenagem à Paz e à Concordia entre os Povos” fica situado na Av. Duque de Loulé, perto dos Bombeiro...Ver mais





Foto: Por ocasião do Dia do Município, a Câmara Municipal de Oeiras vai proceder à inauguração de um Monumento em Linda-a-Velha.

O Monumento de “Homenagem à Paz e à Concordia entre os Povos” fica situado na Av. Duque de Loulé, perto dos Bombeiros Voluntários do Dafundo.

O Monumento em questão é inaugurado pela ocasião da efeméride do atentado a Diplomatas Turcos, ocorrido a 7 de junho de 1985, em Linda-a-Velha, precisamente no local onde vai agora ficar esta obra.

A inauguração decorrerá no próximo dia 7 de junho, pelas 16h00.



terça-feira, 17 de julho de 2012

Inauguração do Canil provisório de Vila Fria.


Filomena Marta publicou no grupo OeirasPets
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Filomena Marta 13 de Julho de 2012 15:26
Caros amigos, no final da semana passada foi enviada uma carta ao Dr. Isaltino Morais, na sequência da inauguração do Canil provisório de Vila Fria. Na passada quarta-feira foi enviada a mesma Carta Aberta, por mail e com Cc o presidente da Câmara, ao vereador Emg. Ricardo Barros. Após um prazo razoável para que pudessem ler e analisar a mensagem, aqui fica a Carta Aberta ao Dr. Isaltino Morais, avisando que é extensa. Ainda não há resposta a esta missiva.




Carta Aberta
ao Exmo. Senhor Presidente
da Câmara Municipal de Oeiras
Dr. Isaltino Morais


Oeiras 03 Julho 2012


Exmo. Sr. Dr. Isaltino Morais,

Aceite as nossas melhores saudações.
É muito provável que não receba esta nossa mensagem com o maior agrado e que o simples facto de ver o nome do nosso grupo o coloque numa disposição desconfortável, antecipando a possibilidade de críticas ou queixumes. Pedimos-lhe, portanto, a gentileza de nos dedicar alguma atenção e tentar ler esta mensagem até ao fim com o espírito aberto e observador, que queremos acreditar que tem.
Queremos, também, acreditar que o Sr. Dr. não nos tem na conta de uns quantos pobres de espírito que nada mais têm a fazer na vida que não seja preocupar-se com cães e gatos, mas sim de cidadãos conscientes, activos, inteligentes e civilizados, para quem a protecção dos mais fracos e dos indefesos é uma prioridade.
Cuidar dos animais é uma demonstração de civilização. Quanto mais inteligente e civilizada for uma pessoa, for um povo, for um país, mais se preocupa com o bem-estar, a segurança e a protecção dos animais. Em última análise, é precisamente disso que se trata: de uma questão de inteligência.
Repare que todas as vozes que se têm erguido no mundo, ao longo das épocas, em defesa dos direitos dos animais, são de grandes homens, que tiveram os seus nomes inscritos na História da humanidade. Pensadores, grandes estadistas, filósofos, cientistas, mentes brilhantes que advogaram a defesa dos animais e da sua dignidade.
Repare, também, que os povos mais atrasados, os países mais incivilizados, são aqueles onde os animais mais sofrem e mais são desprezados. Não há dúvidas, como bem mencionou Ghandi, que "a grandeza de uma nação e o seu progresso moral podem ser avaliados pelo modo como os seus animais são tratados."
Quem queremos ser, e a forma como queremos ser recordados, está nas nossas mãos. Muitas vezes, temos de caminhar sozinhos, contra correntes retrógradas e incivilizadas. Outras vezes encontramos no nosso caminho ajuda inesperada. Gente que não se importa de estar ao nosso lado para nos ajudar a alcançar um bem maior e engrandecer o nosso nome. Creia em nós como essa gente que quer ajudá-lo, ajudando os animais, demonstrando ao país e ao mundo a inteligência e a civilização de um governo local, que pode demonstrar ser maior e mais eficiente do que o próprio Estado. Acompanhe-nos, também, e ajude-nos a ser melhores e a fazer melhor.
Somos, sem dúvida, um país atrasado em muitas vertentes. Um país de gente desinformada e às vezes até ignorante. Mas é dever de quem sabe mais, de quem vê mais longe, ensinar, orientar, liderar.
Mas só é possível ajudar quem quer ser ajudado.
Lamentavelmente, os anos vão passando e as alterações, as soluções, as melhorias, não acontecem. Será porquê, Sr. Dr.? Tem ao seu lado gente capaz? Será altura de fazer mudanças naqueles que o acompanham e aconselham? Ou trata-se apenas de falta de vontade, pura e simples?
Dir-nos-á que houve agora uma melhoria. Que se inaugurou um canil com melhores condições. Que continuamos a queixar-nos e que nada nos serve… não. Não nos serve, Sr. Dr., tal como não deveria servir-lhe a si. Os seus olhos e a sua inteligência não são diferentes dos nossos. Vemos as mesmas coisas e temos a mesma capacidade para pensar sobre elas.
É melhor? Qualquer coisa é melhor do que o matadouro onde se amontoaram animais nas mais ignóbeis condições durante tantos anos.
Isto chega? Não. Não chega. Dir-nos-á que é uma situação de carácter transitório, mas mesmo para um carácter transitório não chega.
Não está bem feito, não assegura o bem-estar dos animais que dependem inteiramente do nosso cuidado e protecção. Que dependem de si. De si, senhor Doutor, porque o senhor é a figura máxima do Concelho. Não são os seus vereadores, é o senhor. A derradeira responsabilidade é sua. O nome em cheque é o seu.
Comecemos pelo princípio, e o princípio foi mau.
Uma inauguração feita a uma quinta-feira às onze da manhã impede qualquer cidadão activo e trabalhador de estar presente.
Quem desenhou, analisou, concebeu e desenvolveu este projecto de canil provisório? As pessoas que conhecem bem a realidade e as necessidades dos animais foram consultadas?
Não nos parece, porque existem erros crassos na concepção dos espaços. Qualquer falta de consulta e pedido de aconselhamento e orientação só pode dever-se a falta de Vontade, porque todos os que protegem e cuidam de animais no nosso círculo estão à inteira disposição da sua Câmara e dos Vereadores responsáveis pela área dos animais.
Para a Câmara Municipal de Oeiras os animais valem menos do que um apartamento T1 numa zona pobre? A Câmara só tinha 20 mil euros para gastar num projecto desta importância e envergadura?
O senhor, que tem com toda a certeza um bom poder de análise e raciocínio, olhou para a obra feita e considerou-a adequada e suficiente?
O senhor sabe que existe Lei definida sobre as condições mínimas para alojamento de animais?
Sabe que os animais são seres vivos com necessidades básicas de protecção que têm de ser cumpridas? Que sofrem com o calor e com o frio?
O senhor, no seu discurso de inauguração do canil “provisório”, levantou (talvez inconscientemente, mas o nosso subconsciente tem muito que se lhe diga) uma questão pertinente ao dizer “estão ali os homens dos animais, eu espero que eles gostem de animais, quem não gosta tem dificuldade…”
Como são escolhidas as pessoas que lidam com os animais? Que competências têm? Que sensibilidade, conhecimentos e formação têm?
Acreditamos que nem o senhor saiba isso, porque não diria “espero que gostem de animais” se assim fosse, e porque é inconcebível ter gente a tratar de animais sem gostar deles!
Mas houve outra coisa dita por si que nos preocupa quanto ao carácter “provisório” deste pseudo-canil: “Agora as palmeiras estão pequeninas, mas vão crescendo.”
Esperamos que os animais não estejam onde estão quando as palmeiras crescerem, Sr. Dr., porque uma palmeira demora pelo menos dez anos a crescer. Este canil, mesmo com melhores condições do que aquelas que agora apresenta, só deverá manter-se por um ano, no máximo 18 meses, contando com atrasos na construção das instalações definitivas.
Já não falamos sequer no facto de a escolha de árvores ter sido inadequada, pois as palmeiras não são árvores de sombra, tão necessárias para refrescar o ambiente, principalmente em locais que albergam animais.
Outra questão de extrema importância reflecte-se numa ausência notória: qual é o espaço destinado à protecção dos gatos?
Não há gatil. Não há instalações para acolher gatos, nem há sinais de instalações que possam estar a ser construídas para esse fim. Através das fotografias tiradas no local verificamos a existência de uma espécie de jaula inacabada e vazia que não poderá, em absoluto, servir para o fim de acolhimento de gatos. Portanto, não há infra-estruturas concebidas ou adequadas a manter gatos em protecção. Há estas estruturas projectadas? Em que moldes? Para quando?
Todos os canis e gatis devem possuir duas áreas distintas, uma interior e outra exterior, e de preferência serem construídos junto a zonas arborizadas, para usufruírem da sombra, ou terem árvores plantadas na área circundante.
As zonas interiores devem possuir uma cama/repouso, comedouros e bebedouros e, no caso dos gatos, zonas de ginásio para trepar e arranhar as unhas. Devem ter espaço suficiente para os animais se moverem, boa circulação de ar e devem ser climatizadas, permitindo aos animais proteger-se da chuva, do frio e do calor.
As zonas exteriores devem ser construídas voltadas a nascente, de modo a usufruir dos raios de sol matinais, mas tendo protecção de sombra a partir das onze horas da manhã. O parque exterior dos canis deve ter espaço suficiente para o animal se exercitar, e o dos gatis deve ter zonas de sol e sombra e diferentes níveis em altura. O exterior deve ser concebido com escoamento de água da chuva e de lavagens, geralmente constituído por um ralo ou rasgo que conduza a escoadouro principal.
Em anexo enviamos-lhe alguns exemplos do que deve ser um canil e um gatil. Estes modelos deveriam ter sido seguidos neste canil provisório de Vila Fria, usando materiais modulares e pré-fabricados que posteriormente poderiam ser desmontados e integrados no projecto final, em complemento das estruturas definitivas que fossem criadas em alvenaria. Poderiam, inclusive, tornar-se posteriormente áreas de quarentena, por exemplo. Portanto, um investimento reaproveitável.
Em resumo, o canil “provisório” agora apresentado em Vila Fria não satisfaz, é apenas o mínimo exigível (apesar de ser obviamente melhor do que as condições absolutamente deploráveis e desumanas que existiam em Paço de Arcos), e as condições que apresenta não protegem os animais nem zelam pelo seu bem-estar. É um canil obviamente não legalizado e não-legalizável. Considerando que os animais devem ser naturalmente tratados com dignidade, suscita admiração a satisfação que demonstrou por esta obra.
Estará a pensar que “é provisório”. Tem razão, a indicação dada é essa, mas suscita nova questão: se este é provisório, para quando o canil/gatil definitivo? E para onde?
No seu discurso referiu que o processo estava inquinado pelo problema do terreno que “tinha vindo à posse da Câmara Municipal numa espécie de doação, a empresa que o tinha entregue à Câmara faliu”… a que terreno estava a referir-se? À Quinta Carbone? À Serra de Carnaxide? Ao Bairro dos Navegadores em Porto Salvo? O da Serra de Carnaxide não será, pois é pertença da Câmara… portanto, que mais se está a passar com a Quinta Carbone e o Instituto Zoófilo, no já longo rol de transacções, vendas milionárias, promessas de permuta, avanços e recuos que têm acontecido de há 12 anos a esta parte?
Na mesma sequência, que “espécie de doação” é referida? Será o incidente com a Quinta Carbone…? Há escrituras? Há protocolos?
Estamos certos que o Sr. Dr. considera, como nós, ter já sido ultrapassado todo o limite de decência, bom-senso e paciência nos atrasos reiterados e sucessivos na criação de condições dignas e capazes para os animais do nosso Concelho.
Temos todas as condições para ser um exemplo para o nosso país e até para o Mundo, criando condições para o tratamento e alojamento dos animais recolhidos pela Câmara, com uma boa divulgação para adopção, e para a implementação da figura do animal comunitário, principalmente no que refere colónias de gatos, que podem e devem ser tratadas, testadas a doenças transmissíveis entre felinos, esterilizadas, estabilizadas e posteriormente protegidas, alimentadas e monitorizadas. Pelo que nos foi transmitido em reunião com o Digmº. Vereador, sabemos que estamos no bom caminho, mas continuamos a esperar os desenvolvimentos do tão importante programa RED (Recolha, Esterilização e Devolução), que irá marcar o início de uma nova era na protecção, tratamento e monitorização dos animais no Concelho de Oeiras.
A única explicação para que Oeiras ainda esteja na Idade da Pedra da Protecção Animal é a falta de Vontade dos políticos e responsáveis. É uma vergonha para o Concelho a que o Sr. Dr. preside a forma como os animais são maltratados e desprezados, porque não tenha dúvida que a civilização de uma Nação e de um povo se vê na forma como os seus animais são tratados.
Os políticos deviam sempre lembrar-se de uma coisa: os animais não votam, mas nós votamos. E todos os grandes movimentos da História começam com apenas uma voz, que se multiplica e cresce, e que pode tornar-se num clamor de muitos milhares de vozes.
Nós não desistimos, Senhor Doutor.
Porque eles não têm voz. Porque são frágeis e indefesos. Porque dependem de nós. Porque não há cães vadios, há cães que os donos abandonaram nas ruas. E porque “a compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de carácter e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais, não pode ser um bom homem.”
Ficamos a aguardar a sua amável e rápida reacção a esta nossa missiva, e a sua resposta a todas as questões que aqui lhe são colocadas.
Estamos à sua total disposição para um encontro informal, ou uma reunião formal, como preferir, para de uma vez por todas podermos chegar a bom porto com esta questão tão importante.

Com os nossos melhores cumprimentos,

P’lo Oeiras 4Pets

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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Estádio Nacional. No início era o Estád(i)o Novo | iOnline

Estádio Nacional. No início era o Estád(i)o Novo | iOnline


Por Rui Catalão, publicado em 17 Maio 2012

Hoje é conhecido como a casa da final da Taça de Portugal. O i recupera o dia da inauguração do estádio, inspirado no modelo alemão dos Jogos de 1936



Os carros vêm às centenas e de todo o lado. A curiosidade é grande. Portugal tem, ao fim de anos e anos de espera, um estádio à imagem dos países desenvolvidos. Ao todo, 60 mil pessoas seguem até ao Jamor para assistir à inauguração do Estádio Nacional. É dia 10 de Junho de 1944, a festa da raça e de Camões. O público chega antes de António de Oliveira Salazar, que aparece às 17h00. É “o atleta número 1 naquela festa de campeões”, como se ouvirá mais tarde no documentário de António Lopes Ribeiro, o cineasta do regime. Pouco depois é a vez de Óscar Carmona, “o árbitro dos destinos da nação na competição da história.” Ambos são recebidos com o hino nacional e uma ovação do povo, enquanto são lançados morteiros e foguetes.


A festa está lançada. O palco serve de sublimação ao Estado Novo. Salazar queria-o desde que, por exemplo, viu o que a Alemanha fez com os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936. Hitler mandara construir um estádio com 100 mil lugares, pronto a dar uma imagem perfeita da nação nazi. Duarte Pacheco, ministro das Obras Públicas e Comunicações, encarrega-se de pensar e comandar a criação de uma réplica do conceito alemão. Tanto assim que foram contratados Konrad Wiesner e Georg Gunder, dois arquitectos paisagistas alemães ligados às olimpíadas nazis.


Ora, pela porta da maratona entram 3600 filiados da Mocidade Portuguesa. São “3600 rapazes saudáveis e confiantes, esperança do hoje e garantia do amanhã português”, de acordo com o documentário. Desfilam pela pista, entram no relvado e fazem exercícios de ginástica enquanto a banda militar toca. “Todos nos lembramos de quando nos parecia impossível apresentar em Portugal semelhante espectáculo, quando olhávamos cheios de patriótico ciúme para as imagens dos grandes festivais ginásticos estrangeiros que o cinema trazia até nós; para os skols de Praga, para os alemães, para os finlandeses, para os americanos.” O cenário parece o que o Estádio Nacional vai receber mais de 50 anos mais tarde, quando os portugueses se juntarem neste relvado para formar o maior logótipo humano e a maior bandeira humana.


Entretanto é tempo para as competições de atletismo. Nos 100 metros, Alfredo Abrunhosa e Manuel Núncio dão a vitória ao Sporting. Os leões ganham também nos 800 metros, com João Jacinto a ser o mais rápido. Logo a seguir entram as raparigas da FNAT (Federação Nacional para a Alegria no Trabalho), a quem cabe mais um momento lúdico, com muita ginástica. No filme de Lopes Ribeiro repetem-se vezes a fio as ideias do Estado Novo. “Já não vivemos, graças a Deus, naquela época em que parecia mal às mulheres portuguesas cuidarem da higiene e da saúde do corpo, não se preparando convenientemente para a sua altíssima função.”


A parada prossegue com o desfile de praticantes de todas as modalidades: cavaleiros, pescadores de linha, caçadores, atiradores, tenistas, esgrimistas, remadores, velejadores, ciclistas, futebolistas, corredores, saltadores, lançadores de tudo e mais alguma coisa e até os atletas da academia coimbrã, cobertos pelas capas negras. É então que um atleta sobe ao púlpito para prestar homenagem aos chefes. Primeiro a Carmona – “sem vós, sem a continuidade da revolução, não teria sido possível o nosso ressurgimento, não teria sido possível, portanto, a construção do Estádio Nacional” – e depois a Salazar. “Devemos-te a esperança, devemos-te a paz, devemos-te o presente. Mas a partir de hoje a nossa dívida por vós é ainda maior. Devemos-te a certeza, devemos-te a alegria, devemos-te o futuro. Em nome de todos nós, em nome de todos aqueles que hão-de vir depois de nós, mais fortes e mais saudáveis, bem hajas, Salazar, por teres cumprido a tua promessa. Obrigado pelos séculos fora, obrigado para sempre.”


Só depois disto há espaço para o futebol. Sporting (campeão nacional) e Benfica (vencedor da Taça de Portugal) disputam dois troféus: a Taça Império (a Supertaça desta altura) e a Taça Estádio, criada pelo governo de Salazar. Nos leões, treinados por Joseph Szabo, vive-se a tragédia de António Marques, cuja mãe morre na véspera. Mesmo assim, e sem dormir, acaba por jogar, porque não há ninguém para substituí-lo.


O primeiro golo surge apenas na segunda parte, aos 60 minutos, por Peyroteo. O Sporting tem mais uma série de oportunidades para matar o jogo, mas não marca. Albano falha uma, falha outra e o Benfica empata, através de Espírito Santo, na sequência de um livre marcado por Albino. Ninguém desempata, por isso há prolongamento. Nessa meia hora, Peyroteo bisa e Eliseu faz o 3-1. O melhor que o Benfica consegue é um golo de Julinho para compor um pouco mais o resultado.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Escultura inaugurada em Miraflores - Algés


Imagens: Boletim Municipal Oeiras Actual Janeiro/Fevereiro 09

Autor da escultura: Mestre ESPIGA PINTO

sábado, 25 de outubro de 2008

Coisas de Algés - XXIV


Inauguração em Algés
Informação de última hora!

Eu sabia, eu sabia. Não vos contei (Coisas de Algés XXII – 5 do corrente) da pressa da CMO em receber parecer da Junta de Freguesia de Algés sobre a sua decisão de atribuir o nome do Arq. Francisco Caldeira Cabral ao Parque Urbano de Miraflores?

Pois, ontem foi colocado na vitrina da Junta de Freguesia uma informação que hoje, dia 25 – 100 anos do nascimento deste arquitecto – era inaugurada a placa que oficializa esta atribuição. E o site da Junta também lhe dá o respectivo destaque.

Era bom que a CMO tivesse a mesma pressa em decidir no arranjo dos buracos do asfalto e dos passeios.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Coisas de Algés IV



Inauguração do estacionamento da Ribeira

Pelas nove da manhã de hoje – 25 de Abril – o funcionário da Junta de Freguesia acompanhado de mais duas camionetas de caixa aberta e trabalhadores estavam a pintar as riscas da passadeira de peões que liga o Largo Com. Augusto Madureira à Av. dos Bombeiros e outros a procederem a outros trabalhos. Os caixotes do lixo do Largo não tinham lixo à vista.

É verdade que a envolvente está muito bonita. Na última quarta-feira – na reunião pública da C M O voltei a referir as minhas preocupações pelos previsíveis entrosamentos que podem acontecer no acesso a este parqueamento, “mapa” dos quais tinha enviado, em tempo, ao Sr. Vice-Presidente. Pois – tinha recebido.

Cerca das 12h20 começaram a chegar os envolvidos no evento e como estava muito calor concentraram-se numa sombra muito em cima da tal passadeira acabada de pintar (este lado é jardim e não tem passeio) e logo aí se viu que os carros que, entretanto, entravam e saiam de e para a Av dos Bombeiros tinham dificuldade em circular em simultâneo. O Sr. Presidente chegou perto das 12h45, deu uma volta pelo parque acompanhado pelos presentes e pelos fotógrafos que até pisaram o ajardinado para melhor enquadramento das fotos. Depois um Senhor veio guardar a bandeira do Município no carro de serviço e chegaram aos prédios próximos palavras de um discurso que pelo menos focou as árvores que estão a ser plantadas em Oeiras e o empenho dos trabalhadores das zonas verdes.

O calor era muito. Começaram alguns a procurar as sombras, outros aproveitaram para apaziguar a sede aqui no nosso café. O Senhor Presidente comprou o jornal aqui na loja local e perto das 13h20 tudo tinha terminado.

Depois, fui também tomar uma bica e rumei para Lisboa para descer a Av. da Liberdade.

Clotilde Moreira / Algés