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Na passada quarta-feira, os deputados portugueses (não a totalidade, felizmente) deram não uma mas duas mostras de cobardia.
A primeira foi a recusa em votarem nominalmente a
proposta de lei do Orçamento do Estado para 2013 para sabermos quem
subscreve ou não o documento mais violento em matéria fiscal que alguma
vez o povo português teve de suportar.
A segunda foi a antecipação do fim do debate e imediata
votação na parte da manhã, com conivência da presidente da Assembleia
da República, para evitar que tal ocorresse à tarde, quando estavam
preparadas várias manifestações à frente do Parlamento.
Foram duas inequívocas provas de cobardia e de quem tem medo de assumir as suas responsabilidades.
Quando em democracia, os deputados eleitos pelo povo
têm medo desse mesmo povo que os elegeu, algo está mal e profundamente
errado. Num momento em que os portugueses mais esperariam explicações
dos representantes do povo, estes fogem cobardemente dos eleitores. É
lamentável. E é o princípio do fim de alguma coisa.
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Palavras-chave deputados, Orçamento, manifestações, Parlamento, Blogues
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
José Sócrates pediu ao PS que vote contra o Orçamento.
Há sempre um momento em que um vigarista se desmascara. É quando começam a surgir indícios claros e inequívocos das falcatruas que praticou ou ajudou a praticar. Creio que esta asserção se deva extrair da notícia saída hoje no Público que nos dá conta de que José Sócrates pediu ao PS que vote contra o Orçamento.
O pedido, segundo aquele diário, terá ocorrido durante um almoço com António José Seguro, em Paris, na Quinta-feira da semana passada, mais concretamente dia 20 de Outubro, naquele que foi o primeiro encontro entre o actual e o anterior líder do PS.
Entretanto já houve vozes do PS a desmentir esta notícia, constando que há outras que apoiam o “SOS” socrático, José Lello, Isabel Santos, André Figueiredo, Sérgio Sousa Pinto, juntamente com esse indefectível socialista que dá pelo nome de Basílio Horta. Sustentam estes que o que está em causa não é o conteúdo do Orçamento em discussão, nem mesmo os cortes nos subsídios dos funcionários públicos, mas o facto de os apoiantes de Sócrates considerarem que a viabilização, com o voto a favor ou com uma abstenção do OE, será a aceitação tácita da tese do Governo de que houve um “desvio colossal” de mais de três mil milhões de euros. O que seria o enterrar pelos socialistas da herança do último governo e o reconhecimento de que, afinal, os PEC de Sócrates, em particular o PEC IV, não eram solução para a situação económica do país. Precisamente.
Via Facebook
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Cavaco Silva: corte dos subsídios é a “violação de um princípio de equidade fiscal” - Economia - PUBLICO.PT
Corte salarial para grupos específicos é “um imposto”
Cavaco Silva: corte dos subsídios é a “violação de um princípio de equidade fiscal”
19.10.2011 - 10:52 Por Ana Rita Faria
Cavaco apelou a “um debate aprofundado” sobre as propostas do Governo para o Orçamento de 2012
“Mudou o Governo, mas eu não mudei de opinião”, afirmou hoje o Presidente da República, contestando a eliminação dos subsídios de férias e de Natal para funcionários públicos e pensionistas, que vê como a “violação de um princípio de equidade fiscal”.
(...)
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Chamem os antigos politicos para serem julgados!
Quatro meses de Governo é que desequilibraram o país? Ou foram seis anos de mentira?
Sem partidarismos, fosse este partido ou o outro ou outra coligação que lá estivesse. Não nos enganem mais...
Em relação à situação a que chegamos até agora eu continuo a espera que os responsáveis, como aconteceu em outros países, sejam chamados a dizer-nos porque é que fizeram negócios do estado absolutamente ruinosos.
E o Sr. Procurador da Republica foi avisado por Juízes ou ex-Juízes do Tribunal de Contas, que tem os relatórios todos, de que é que esta à espera para se pôr a investigar a sério o que é que foi feito?
Que se chamem pessoas que continuam - alguns no Parlamento - a justificar o injustificável e que respondam não só em termos políticos mas em termos judiciais, respondam ao país, que foi muito grave o que fizeram. E aqui há governantes, ministros, secretários de estado e outros que já haviam de estar a responder por isto...
"José Gomes Ferreira"
segunda-feira, 17 de maio de 2010
RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010
Diário da República nº 28 – I série- datado de 10 de Fevereiro de 2010
– RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010
Poderão aceder através do site http://www.dre.pt/
Vamos ler:
Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da República
- Vencimento de Deputados ………………………12 milhões 349 mil euros
- Ajudas de Custo de Deputados……………………2 milhões 724 mil euros
- Transportes de Deputados ………………………3 milhões 869 mil euros
- Deslocações e Estadas …………………………2 milhões 363 mil euros
- Assistência Técnica (??) ………………………2 milhões 948 mil euros
- Outros Trabalhos Especializados (??) ……………3 milhões 593 mil euros
- RESTAURANTE, REFEITÓRIO, CAFETARIA…………..961 mil euros
- Subvenções aos Grupos Parlamentares……………..970 mil euros
- Equipamento de Informática …………………….2 milhões 110 mil euros
- Outros Investimentos (??) ……………………..2 milhões 420 mil euros
- Edificios ……………………………………2 milhões 686 mil euros
- Transfer’s (??) Diversos (??)………………….13 milhões 506 mil euros
- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R. ………………16 milhões 977 mil euros
- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS ….73 milhões 798 mil euros
Em resumo e NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é:
€ 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 euros e 61 cêntimos)
– Ver Folha 372 do acima identificado Diário da República nº 28 - 1ª Série - de 10 de Fevereiro de 2010.
Vamos lá então ver se isto agora já o começa a incomodar um “bocadinho”.
Vamos lá então ver se isto agora já o começa a incomodar um “bocadinho”.
Repare:
Cada deputado, em vencimentos e encargos directos e indirectos custa ao País, cerca de 700.000 Euros por ano. Ou seja cerca de 60.000 Euros mês.
E depois pedem sacrifícios ao povo.
Cada deputado, em vencimentos e encargos directos e indirectos custa ao País, cerca de 700.000 Euros por ano. Ou seja cerca de 60.000 Euros mês.
E depois pedem sacrifícios ao povo.
(Via e-mail)
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Será Verdade que há dois mil anos diziam isto? Só uma coisa vai ser difícil de fazermos – trabalhar: onde, se eles fecham tudo?
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