Mostrar mensagens com a etiqueta orçamento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta orçamento. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A cobardia dos deputados

Nicolau Santos http://expresso.sapo.pt/
10:38 Segunda feira, 5 de novembro de 2012
 

Na passada quarta-feira, os deputados portugueses (não a totalidade, felizmente) deram não uma mas duas mostras de cobardia.
A primeira foi a recusa em votarem nominalmente a proposta de lei do Orçamento do Estado para 2013 para sabermos quem subscreve ou não o documento mais violento em matéria fiscal que alguma vez o povo português teve de suportar.
A segunda foi a antecipação do fim do debate e imediata votação na parte da manhã, com conivência da presidente da Assembleia da República, para evitar que tal ocorresse à tarde, quando estavam preparadas várias manifestações à frente do Parlamento.
Foram duas inequívocas provas de cobardia e de quem tem medo de assumir as suas responsabilidades.
Quando em democracia, os deputados eleitos pelo povo têm medo desse mesmo povo que os elegeu, algo está mal e profundamente errado. Num momento em que os portugueses mais esperariam explicações dos representantes do povo, estes fogem cobardemente dos eleitores. É lamentável. E é o princípio do fim de alguma coisa.




segunda-feira, 31 de outubro de 2011

José Sócrates pediu ao PS que vote contra o Orçamento.

 
 
Há sempre um momento em que um vigarista se desmascara. É quando começam a surgir indícios claros e inequívocos das falcatruas que praticou ou ajudou a praticar. Creio que esta asserção se deva extrair da notícia saída hoje no Público que nos dá conta de que José Sócrates pediu ao PS que vote contra o Orçamento.


O pedido, segundo aquele diário, terá ocorrido durante um almoço com António José Seguro, em Paris, na Quinta-feira da semana passada, mais concretamente dia 20 de Outubro, naquele que foi o primeiro encontro entre o actual e o anterior líder do PS.


Entretanto já houve vozes do PS a desmentir esta notícia, constando que há outras que apoiam o “SOS” socrático, José Lello, Isabel Santos, André Figueiredo, Sérgio Sousa Pinto, juntamente com esse indefectível socialista que dá pelo nome de Basílio Horta. Sustentam estes que o que está em causa não é o conteúdo do Orçamento em discussão, nem mesmo os cortes nos subsídios dos funcionários públicos, mas o facto de os apoiantes de Sócrates considerarem que a viabilização, com o voto a favor ou com uma abstenção do OE, será a aceitação tácita da tese do Governo de que houve um “desvio colossal” de mais de três mil milhões de euros. O que seria o enterrar pelos socialistas da herança do último governo e o reconhecimento de que, afinal, os PEC de Sócrates, em particular o PEC IV, não eram solução para a situação económica do país. Precisamente.
 
Via Facebook

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Cavaco Silva: corte dos subsídios é a “violação de um princípio de equidade fiscal” - Economia - PUBLICO.PT




Corte salarial para grupos específicos é “um imposto”

Cavaco Silva: corte dos subsídios é a “violação de um princípio de equidade fiscal”

19.10.2011 - 10:52 Por Ana Rita Faria



Cavaco apelou a “um debate aprofundado” sobre as propostas do Governo para o Orçamento de 2012


“Mudou o Governo, mas eu não mudei de opinião”, afirmou hoje o Presidente da República, contestando a eliminação dos subsídios de férias e de Natal para funcionários públicos e pensionistas, que vê como a “violação de um princípio de equidade fiscal”.


(...)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Chamem os antigos politicos para serem julgados!


Quatro meses de Governo é que desequilibraram o país? Ou foram seis anos de mentira?
Sem partidarismos, fosse este partido ou o outro ou outra coligação que lá estivesse. Não nos enganem mais...

Em relação à situação a que chegamos até agora eu continuo a espera que os responsáveis, como aconteceu em outros países, sejam chamados a dizer-nos porque é que fizeram negócios do estado absolutamente ruinosos.
E o Sr. Procurador da Republica foi avisado por Juízes ou ex-Juízes do Tribunal de Contas, que tem os relatórios todos, de que é que esta à espera para se pôr a investigar a sério o que é que foi feito?

Que se chamem pessoas que continuam - alguns no Parlamento - a justificar o injustificável e que respondam não só em termos políticos mas em termos judiciais, respondam ao país, que foi muito grave o que fizeram. E aqui há governantes, ministros, secretários de estado e outros que já haviam de estar a responder por isto...

"José Gomes Ferreira"

segunda-feira, 17 de maio de 2010

RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010

Diário da República nº 28 – I série- datado de 10 de Fevereiro de 2010
– RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010

Poderão aceder através do site http://www.dre.pt/

Vamos ler:

Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da República

  1. Vencimento de Deputados ………………………12 milhões 349 mil euros
  2. Ajudas de Custo de Deputados……………………2 milhões 724 mil euros
  3. Transportes de Deputados ………………………3 milhões 869 mil euros
  4. Deslocações e Estadas …………………………2 milhões 363 mil euros
  5. Assistência Técnica (??) ………………………2 milhões 948 mil euros
  6. Outros Trabalhos Especializados (??) ……………3 milhões 593 mil euros
  7. RESTAURANTE, REFEITÓRIO, CAFETARIA…………..961 mil euros
  8. Subvenções aos Grupos Parlamentares……………..970 mil euros
  9. Equipamento de Informática …………………….2 milhões 110 mil euros
  10. Outros Investimentos (??) ……………………..2 milhões 420 mil euros
  11. Edificios ……………………………………2 milhões 686 mil euros
  12. Transfer’s (??) Diversos (??)………………….13 milhões 506 mil euros
  13. SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R. ………………16 milhões 977 mil euros
  14. SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS ….73 milhões 798 mil euros


Em resumo e NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é:

€ 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 euros e 61 cêntimos)
– Ver Folha 372 do acima identificado Diário da República nº 28 - 1ª Série - de 10 de Fevereiro de 2010.

Vamos lá então ver se isto agora já o começa a incomodar um “bocadinho”.

Repare:

Cada deputado, em vencimentos e encargos directos e indirectos custa ao País, cerca de 700.000 Euros por ano. Ou seja cerca de 60.000 Euros mês.

E depois pedem sacrifícios ao povo.


(Via e-mail)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

(Clique na imagem para ampliar)

Será Verdade que há dois mil anos diziam isto? Só uma coisa vai ser difícil de fazermos – trabalhar: onde, se eles fecham tudo?