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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Este vai ser o Natal mais pobre dos últimos 32 anos - Especiais - DN
Este vai ser o Natal mais pobre dos últimos 32 anos - Especiais - DN
Descalabro na economia portuguesa vai precipitar um empobrecimento rápido e violento. Economistas dizem que este Natal começa oficialmente a época de austeridade.
O "Jornal de Notícias" escreve que a economia vai sofrer uma contracção real de 3% a 4% no último trimestre deste ano face a igual período de 2010, naquele que será o empobrecimento mais rápido e violento de que há memória para os portugueses.
Serão as famílias, por via de cortes a fundo no consumo, motivados pela nova taxa sobre os subsídios de Natal deste ano e pela falta de crédito bancário, que vão pagar a maior parte do ajustamento. O consumo das famílias vale cerca de 60% da riqueza total da economia. Os economistas avisam que será agora, no Natal, época em que muitas famílias abriam mais os cordões à bolsa por causa do 14º mês, que começa oficialmente a època de austeridade.
Fotografia © Tony Gentile - Reuters
Serão as famílias, por via de cortes a fundo no consumo, motivados pela nova taxa sobre os subsídios de Natal deste ano e pela falta de crédito bancário, que vão pagar a maior parte do ajustamento. O consumo das famílias vale cerca de 60% da riqueza total da economia. Os economistas avisam que será agora, no Natal, época em que muitas famílias abriam mais os cordões à bolsa por causa do 14º mês, que começa oficialmente a època de austeridade.
Fotografia © Tony Gentile - Reuters
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
RTP paga a politicos para comentarem em programas
RTP paga a politicos para comentarem em programas
Polémica
RTP paga a políticos para comentarem em programas
Quarenta e nove personalidades públicas têm avenças semanais na RTP e RDP.
Polémica
RTP paga a políticos para comentarem em programas
Quarenta e nove personalidades públicas têm avenças semanais na RTP e RDP.
sábado, 15 de outubro de 2011
Onde cortamos?
Luís Marques Mendes fala sobre a situação financeira de Portugal (mais ou menos há um ano)
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Chamem os antigos politicos para serem julgados!
Quatro meses de Governo é que desequilibraram o país? Ou foram seis anos de mentira?
Sem partidarismos, fosse este partido ou o outro ou outra coligação que lá estivesse. Não nos enganem mais...
Em relação à situação a que chegamos até agora eu continuo a espera que os responsáveis, como aconteceu em outros países, sejam chamados a dizer-nos porque é que fizeram negócios do estado absolutamente ruinosos.
E o Sr. Procurador da Republica foi avisado por Juízes ou ex-Juízes do Tribunal de Contas, que tem os relatórios todos, de que é que esta à espera para se pôr a investigar a sério o que é que foi feito?
Que se chamem pessoas que continuam - alguns no Parlamento - a justificar o injustificável e que respondam não só em termos políticos mas em termos judiciais, respondam ao país, que foi muito grave o que fizeram. E aqui há governantes, ministros, secretários de estado e outros que já haviam de estar a responder por isto...
"José Gomes Ferreira"
sábado, 29 de maio de 2010
Onde é que me inscrevo?
Eu quero o meu Porche!!!
Luís Campos e Cunha (ex-Ministro das Finanças de Sócrates o Português, acaba de entrar na imortalidade com a afirmação:
Luís Campos e Cunha (ex-Ministro das Finanças de Sócrates o Português, acaba de entrar na imortalidade com a afirmação:
“Não sei para que é que querem gastar dinheiro no TGV se podem perfeitamente oferecer um Porsche a cada português gastando menos”.
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travar o TGV
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Pedido de Ajuda II (ele ainda anda aí!!!)
Pedro Santana Lopes estava à espera de ser agraciado com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo mas saiu-lhe uma carica de Sumol de ananás presa por uma fita amarela e preta que a EMEL usa para enfaixar os carros.
(aqui)
domingo, 15 de março de 2009
230 mil pessoas com dívidas nas farmácias

Os idosos gastam, para além das comparticipações do Estado, uma média de 60 a 80 euros mensais em medicamentos. São cada vez mais os que revelam grande dificuldade em pagar, na hora, a factura da farmácia
Crise: 230 mil pessoas com dívidas nas farmácias
Crise: 230 mil pessoas com dívidas nas farmácias
Reformados já pagam remédios a prestações
Já são mais de 230 mil os portugueses, sobretudo idosos e com reformas baixas, que revelam dificuldades em pagar os medicamentos que, por prescrição médica, são obrigados a tomar todos os dias. Alguns optam por adquirir menos quantidade do que a receitada, sobretudo nos remédios mais caros, como os de combate ao colesterol, e outros, a maioria, estão a optar pelo pagamento da receita em prestações, solicitando esse tipo de crédito à farmácia onde são clientes habituais.
Correio da Manhã
Correio da Manhã
sábado, 13 de dezembro de 2008
"Crisis? What crisis?"
Da caixa de comentários (aqui)
Oeiras disse...
Ou como diriam os Supertramp:
"Crisis? What crisis?"
A palavra "crise" já é em si mesma um "fait divers" usado por toda a gente para se desculpar das dificuldades que ainda não têm mas acham que virão a ter.
São os particulares a dizer que não investem e não compram nada porque "a crise vem aí", são os governos a inventar mais impostos para "fazer face à crise que vem aí"... é extraordinário.
Começo a acreditar naquele livro "O Segredo": só quando tivermos pensamentos positivos nos começarão a acontecer coisas boas.
Já agora, alguém me explica porque é que empresas que continuam a ter centenas de milhões de euros de lucro (embora menos lucro que nos anos anteriores) dizem que têm que despedir trabalhadores? Eu percebi mal ou essas empresas continuam a dar lucros das arábias? Os seus accionistas não poderiam ficar um ano sem ganhar tantos milhões e manter os postos de trabalho de quem lhos dá a ganhar?
Oeiras disse...
Ou como diriam os Supertramp:
"Crisis? What crisis?"
A palavra "crise" já é em si mesma um "fait divers" usado por toda a gente para se desculpar das dificuldades que ainda não têm mas acham que virão a ter.
São os particulares a dizer que não investem e não compram nada porque "a crise vem aí", são os governos a inventar mais impostos para "fazer face à crise que vem aí"... é extraordinário.
Começo a acreditar naquele livro "O Segredo": só quando tivermos pensamentos positivos nos começarão a acontecer coisas boas.
Já agora, alguém me explica porque é que empresas que continuam a ter centenas de milhões de euros de lucro (embora menos lucro que nos anos anteriores) dizem que têm que despedir trabalhadores? Eu percebi mal ou essas empresas continuam a dar lucros das arábias? Os seus accionistas não poderiam ficar um ano sem ganhar tantos milhões e manter os postos de trabalho de quem lhos dá a ganhar?
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sábado, 13 de janeiro de 2007
Mais uns quantos...
.
que são "mais iguais" do que os outros!
Governo: Ajudas de custo para habitação
Defesa: Grupo de trabalho para a
empresarialização do Arsenal do Alfeite
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