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sábado, 14 de março de 2009

Governo adia indefinidamente construção da sede do Porto de Lisboa em Algés

Oeiras, 13 Mar (Lusa) - A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, enviou esta semana uma carta à Câmara de Oeiras onde anuncia que a construção da sede da Administração do Porto de Lisboa (APL) em Algés foi "adiada" indefinidamente.

"A obra [...] foi adiada, uma vez que se considerou que apenas deveriam ser concretizadas obras que revelem maiores benefícios sociais, ambientais e económicos tendo em conta o actual contexto de crise económico-financeira", refere o documento, a que a Lusa teve acesso.

A responsável não adianta uma nova data para o avanço dos trabalhos, preferindo também não confirmar a sua execução.

"Quando e se o Governo entender que a obra deve ser retomada, serão, certamente, respeitados todos os instrumentos de gestão territorial aplicáveis, designadamente os planos de ordenamento definidos pela autarquia para o local e será contactado o executivo municipal", assegura.

(...)

Para o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais (independente), a carta de Ana Paula Vitorino revela um "bom senso" de que o administrador da APL, Manuel Frasquilho, não partilhou nas últimas semanas. Ainda assim, o líder concelhio acredita que o responsável "recuou a tempo", deixando de lado "algum capricho", uma vez que o território em causa pertence, no fundo, à comunidade. 

"O que quer que seja que o Governo faça ali, fá-lo-á em colaboração com a Câmara, portanto acho que a senhora secretária de Estado interpretou bem o sentimento da autarquia", disse à Lusa.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Ponto da situação

PETIÇÃO 
POR UM TEJO SEM BARREIRAS

350 assinaturas até ao momento

Escritórios com vistas para o mar

(carregue na fotografia para ampliar)

É interessante saber que a "obra está em fase de elaboração de projecto de execução , e não tem de ser submetida à aprovação do município".
in Jornal "Público" 8-2-2009

domingo, 8 de fevereiro de 2009

eles (também) 'andem' aí...

... mesmo que com razão:

«Oeiras: Petição contesta nova sede do Porto de Lisboa

A salvaguarda do «livre acesso ao Tejo» é o objectivo de uma petição lançada hoje pelo vereador social-democrata Pedro Simões, entre outros, para contestar o projecto da Administração do Porto de Lisboa para o Passeio Marítimo de Algés.

Para o vereador social-democrata Pedro Simões, de Oeiras, a proposta da nova sede implica a interposição de uma parede de betão entre os munícipes, de Algés sobretudo, e o rio, impondo barreiras no acesso a uma área que deveria estar ao dispor das pessoas, em linha com a construção do terminal de contentores de Alcântara.

Para contestar o projecto, o responsável pela Gestão do Espaço Público, entre outros pelouros, lançou na Internet a petição «Tejo Sem Barreiras» (http://www.petitiononline.com/oer2009/) e esteve hoje de manhã na baixa de Algés para alertar a população e recolher assinaturas.» (notícia completa aqui)

Geralmente, petições on-line não dão em nada, mas não custa nada assinar aqui. Os oeirenses, em geral, e o candidato do PSD à CMO Pedro Simões, em particular, agradecem.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Optimus Alive! fora de Algés?

"A edição deste ano do festival musical Optimus Alive! não vai poder decorrer no Passeio Marítimo de Algés. A decisão foi anunciada pela Administração do Porto de Lisboa (...).

Os terrenos junto ao Passeio Marítimo de Algés – onde em 2008 a Everything is New também fez um concerto de Leonard Cohen – podem vir a receber o edifício da nova sede da APL.

Em Julho do ano passado, depois do encerramento do último Optimus Alive!, Álvaro Covões avançou que a edição do ano seguinte iria decorrer a 9, 10 e 11 de Julho, "de novo no concelho de Oeiras", referindo-se ao facto de 2009 ser o ano em que se comemora o 250º aniversário do município presidido por Isaltino Morais."

A notícia completa aqui

Mais lamentável do que o festival Alive! sair do passeio marítimo de Algés é a razão para o fazer: a construção da sede da APL, cujas fotos são estas (tendo em conta as informações disponíveis aqui, que datam de 2006):
 


Também vamos ter direito aos nossos "contentores"?