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sábado, 17 de novembro de 2012

PS Oeiras propõe redução do IMI e IRS, maioria liderada por Isaltino Morais recusa | iOnline

PS Oeiras propõe redução do IMI e IRS, maioria liderada por Isaltino Morais recusa | iOnline



O PS de Oeiras propôs ao executivo municipal liderado por Isaltino Morais que reduzisse as taxas de IMI e que concedesse aos trabalhadores residentes no concelho um benefício de IRS, mas as propostas foram rejeitadas pela maioria.

Em comunicado enviado hoje, a concelhia do PS de Oeiras, liderado por Alexandra Moura, informou que apresentou duas moções, na terça-feira, em Assembleia Municipal, a propor ao executivo uma reavaliação das taxas de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e IRS a aplicar em 2013.

O objetivo das propostas era reduzir a taxa de IMI a aplicar aos prédios urbanos ainda não reavaliados para 0,675%, bem como a taxa a aplicar aos prédios urbanos reavaliados para 0,325%.

Os socialistas propuseram ainda que, sobre o IRS, seja concedido aos trabalhadores residentes no concelho um benefício fiscal de 0,25%.

Depois de, em outubro, a Assembleia Municipal de Oeiras ter aprovado o aumento de 5% no IRS sobre singulares com morada fiscal no concelho (que passou de 4,75 % para 4,80 %) e retirado o desconto de 0,25% no IMI (que assim passou de 0,375 para 0,2 %) nos imóveis avaliados, o PS local propôs que essas taxas fossem revistas.

"Entendemos que num tempo de grandes incertezas e receio quanto ao futuro, como o que vivemos, cabe às autarquias minorar os efeitos corrosivos da austeridade que vivemos, particularmente junto dos mais desfavorecidos e carenciados", referiu Alexandra Moura.

A líder socialista local adiantou ainda que tomou como exemplo o que tem sido feito em outros municípios da Área Metropolitana de Lisboa, de diminuir as taxas de IMI e IRS, e por isso manifestou "indignação" por ter visto as suas moções rejeitadas pela maioria Isaltino, Oeiras Mais à Frente (IOMAF).

"O executivo da câmara é responsável pela desestruturação do tecido social de Oeiras, não sendo capaz de cumprir a sua função de mitigação dos efeitos das políticas centrais, pelo contrário, está a reforçá-las, numa atitude igualmente insensível do ponto de vista social", sustenta.

*Este artigo foi escrito ao  abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

sábado, 20 de outubro de 2012

IMI - Uma informação

Senhorios de arrendamentos antigos: veio na VISÃO de 11/17 de Outubro um artigo chamando a atenção da possibilidade de reduzir o IMI para senhorios com arrendamentos antigos. Para beneficiar deste regime especial o proprietário tem até ao fim deste mês de Outubro para entregar ao Fisco cópia do contrato de arrendamento e dos recibos da renda (canhotos) – Portaria 240/2012. Nas finanças terá ainda de preencher impresso de declaração de renda e o modelo 1 (vetustez) 


sábado, 6 de outubro de 2012

O ESCÂNDALO DO IMI

Aqui


(Cont.)


  • Gostaria de esclarecer (...) que está a ser feito em Cascais (redução das taxas) e em outros municípios, que já o anunciaram publicamente. O facto de não ter referido Cascais ou qualquer outro município, em nada invalida a minha sugestão e apelo, que é geral e não particularizada. Essa referência a Cascais está feita e abundantemente pela Câmara. De qualquer modo não deixo de referir que ainda não vi qualquer Presidente de Câmara, incluindo o Dr. António Costa no discurso de ontem (omitiu tudo o que respeitava ao Poder Local), a manifestarem o seu desacordo e protesto perante esta ofensiva indecorosa do Governo contra o contribuinte em matéria de IMI e lesiva dos mais elementares princípios da autonomia do Poder Local. Veremos se ao menos a ANMP (se é que ainda existe) vem a terreiro comentar a abolição da cláusula de salvaguarda. Veremos se o PSD e os seus Deputados têm a coragem de retomar essa cláusula aquando do debate e votação do orçamento. Se isso não suceder, acredito que poderá surgir um movimento de desobediência civil generalizada ao pagamento do imposto.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O ESCÂNDALO DO IMI


  • O ESCÂNDALO DO IMI

    Uma das medidas deste novo “pacote” de austeridade que mais me repugnou prende-se com a inqualificável abolição da cláusula de salvaguarda que limita o aumento do imposto ao máximo de €75.
    Ora, as taxas máximas do IMI subiram uma décima para 0,5 (prédios avaliados) e 0,7 (não avaliados), o que representa, à partida, agravamentos de 25% e de 17%, respectivamente. Entretanto estão em avaliação até ao final do ano cerca de 5,3 milhões de fogos. Estas medidas provocarão aumentos brutais do imposto (três, quatro vezes ou mesmo mais sobre o valor pago no antecedente)!
    Apesar de anunciado um regime especial de protecção às famílias de mais baixos recursos, a verdade é que a maioria dos proprietários vai ser confrontado com valores simplesmente insuportáveis e imorais.
    Trata-se de uma receita municipal, mas creio este “brinde” às autarquias não passa de um presente envenenado. De facto, o Governo prepara-se para reduzir a seu favor pelo menos o valor correspondente ao aumento potencial do imposto em cada Município, retendo para o efeito outras prestações devidas pela administração central às Câmaras. E suspeito que o saldo não será neutro pois o Governo tenderá a subtrair o equivalente à subida potencial do IMI em cada Município e é evidente que o valor efectivamente cobrado será muito inferior face ao previsível aumento generalizado dos incumprimentos. As famílias preocupam-se prioritariamente, como se compreende, com as contas da alimentação, do ensino, da farmácia, da energia, da água, deixando para as calendas o IMI.
    Perante esta situação escandalosa fica a exigência, se o Governo não recuar, de que a maioria na Assembleia da República reponha a cláusula de salvaguarda e alargue o regime especial de protecção às famílias de mais baixos recursos. Por seu lado, as Câmaras devem repudiar a taxa máximo e aplicar a taxa antes em vigor ou mesmo inferior a esta, se possível, em ordem a atenuar a monstruosidade da carga fiscal sobre os seus residentes. É o mínimo que se espera daqueles representantes dos cidadãos!
     
    Via FB

ISTO É UM ASSALTO!





  • Isabel Magalhães partilhou a foto de Marcos Sa.

    Os Metralhas [Coligação governamental e Câmara Municipal de Oeiras (IOMAF e PSD)] decidiram limpar de vez as carteiras dos Munícipes de Oeiras.
    Vejamos: Ontem ao mesmo tempo que o Governo anunciava o aumento de 34,6% no IRS, Paulo Vistas, candidato à Câmara Municipal de Oeiras aumentava também (com o apoio do PSD) o IRS do próximo ano retirando o benefício concedido nos últimos anos aos munícipes por proposta da PS (esta medida vai afectar milhares de famílias e representa cerca de 1 milhão de Euros). Mas há mais! Na semana passada o PS propôs uma diminuição do IMI em Oeiras, pois sabíamos que as receitas deste imposto vão aumentar significativamente devido à reavaliação patrimonial de todos os prédios urbanos efectuada pelo fisco em Oeiras. Não quiseram, e a este brutal aumento decidido pelo actual Executivo Camarário o Governo somou ontem mais um escandaloso aumento do IMI!
    A Câmara Municipal de Oeiras decidiu não ser solidária com os seus munícipes neste momento difícil! Optou antes por somar à austeridade do Governo, a sua própria austeridade municipal.
    Dizem-se independentes mas afinal estão juntos na receita e nas políticas. E juntos, estão a ser políticos completamente irresponsáveis. Isto já não é austeridade, mas sim uma tentativa de "assassinato" das nossas famílias!



  • quarta-feira, 16 de maio de 2012

    IMI. Erros grosseiros das Finanças nas avaliações de imóveis com base no Google | iOnline

    IMI. Erros grosseiros das Finanças nas avaliações de imóveis com base no Google | iOnline


    Por Isabel Tavares, publicado em 16 Maio 2012 

    Até agora contestadas 500 avaliações. Os Assuntos Fiscais chamam-lhe rigor. Os proprietários dizem que é medo


    Os avaliadores de imóveis das Finanças estão a cometer erros grosseiros e há casos em que os proprietários reclamaram e o imposto baixou 50 mil euros. Num complexo habitacional com 28 casas, a revisão em baixa resultou em menos 1 milhão de euros em matéria colectável, que ia ser cobrada indevidamente.


    Aconteceu na zona de Carnaxide, em Lisboa. De acordo com as notificações recebidas, os proprietários passariam a pagar, a partir de 2013, quase o triplo do imposto municipal sobre imóveis (IMI). Um dos moradores, Adriano Oliveira, encontrou falhas na avaliação e foi contestar o valor numa repartição de Finanças em Algés. Descobriu que a avaliação tinha sido feita com base em fotografias do Google e que ninguém tinha confirmado se se tratava de facto de um condomínio fechado, que não é, ou a quem pertencia a piscina colectiva, entre outros itens de conforto. Ninguém foi ao local.


    “O processo de avaliação está a ser feito com ligeireza”, considera Adriano Oliveira, acrescentando que em muitos casos as pessoas aceitam o valor sem contestar”, ou por receio ou por falta de informação.
    Não foi o seu caso e a reavaliação veio dar-lhe razão. “As Finanças ligaram-me num sábado ao fim da tarde a dizer que iriam corrigir os valores, mesmo dos condóminos que não tinham reclamado”, conta Adriano Oliveira. Lembra-se de ter estranhado ser um sábado e comentar o facto, ao que o fiscal respondeu que devido ao pouco tempo que resta para completar as avaliações se trabalha “sábados, domingos e feriados”.

    (...)

    sábado, 3 de março de 2012

    Actualização do imposto municipal sobre imóveis

     
     
    As finanças estão a receber milhares de reclamações de proprietários a contestar a actualização do imposto municipal sobre imóveis - o IMI. Em média, está ser avaliado 20% acima do valor real.


    Não há técnicos suficientes das finanças para avaliar os imóveis no local, por isso, muitas das actualizações do IMI estão a ser feitas com base em matrizes fornecidas pelas autarquias que contêm dados incorrectos
     
    www.tvi24.iol.pt
     
    Milhares de reclamações contestam actualização do imposto municipal sobre imóveis

    segunda-feira, 10 de maio de 2010

    Avaliações de prédios pelas Finanças declaradas ilegais

    Sol

    IMI
    Avaliações de prédios pelas Finanças declaradas ilegais

    As avaliações de prédios que as Finanças têm vindo a fazer, desde 2004, altura em que entraram em vigor as novas regras de tributação do património, são ilegais