Caro
Carlos Moreira, presidente da JFLV, digníssimo político de proximidade,
e que tal dar uma palavrinha à C M Oeiras? É só uma ideia... é para
melhorar o aspecto da Vila de todos nós.
Um ponto de encontro. Um espaço de cultura. Um local onde falamos do concelho de Oeiras, de Portugal e do Mundo.
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sexta-feira, 12 de julho de 2013
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
2012 – Algés - 32
Abriu
A Esplanada do Jardim do Palácio Anjos aqui abriu este fim de
semana. Fui lá hoje tomar um café.
Imaginem que foi colocado um “tecto”
transparente em cima das ripas que cobrem a esplanada protegendo dos chuviscos
destes dias de Inverno e das folhas das árvores que os ventos nos presenteavam.
Eu tinha falado nesta protecção há bastante tempo mas a resposta era que se
tratava de uma obra arquitectónica registada e não se podia alterar.
As mesas e cadeiras são modernas e existem umas mantas para
serem utilizadas nos dias mais frios. Esta esplanada chama-se Astúrias e podem
saber mais em www.asturiascafe.com/.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Reunião Pública da CMO – 27/Abril/2011

Às 15h45 quando cheguei fui informada, por pessoas que já lá estavam, que iria começar tarde (?) pois estava a decorrer uma apresentação. Estas reuniões públicas estão marcadas desde o princípio do ano para as 16h00. Claro que nunca começam a horas mas estar à mesma hora a decorrer outra reunião… Bem, pelas 17h00 saíram, endireitaram-se as cadeiras, arrumaram o equipamento da apresentação e começou a sessão da CMO.
Deram logo a palavra aos inscritos que não passavam de meia dúzia e chegou a minha vez:
- Perguntei se já haveria uma perspectiva para a abertura do café/esplanada do Jardim de Paço de Arcos e quando cortariam as folhas secas das palmeiras aqui.
A resposta deu-me alguma esperança: depois de se cumprir os regulamentos dos concursos sem êxito, foi adjudicado a um restaurante e estão a ser iniciadas obras de modernização de instalações, mas vai ter esplanada. Quanto às palmeiras parece que houve avaria na plataforma elevatória mas o Sr. Presidente interveio para pormenorizar como podem ser cortadas as folhas das palmeiras de abano.
Vamos a ver se é ainda neste fim de Primavera que vamos tomar um café na esplanada do Jardim de Paço de Arcos.
Deram logo a palavra aos inscritos que não passavam de meia dúzia e chegou a minha vez:
- Perguntei se já haveria uma perspectiva para a abertura do café/esplanada do Jardim de Paço de Arcos e quando cortariam as folhas secas das palmeiras aqui.
A resposta deu-me alguma esperança: depois de se cumprir os regulamentos dos concursos sem êxito, foi adjudicado a um restaurante e estão a ser iniciadas obras de modernização de instalações, mas vai ter esplanada. Quanto às palmeiras parece que houve avaria na plataforma elevatória mas o Sr. Presidente interveio para pormenorizar como podem ser cortadas as folhas das palmeiras de abano.
Vamos a ver se é ainda neste fim de Primavera que vamos tomar um café na esplanada do Jardim de Paço de Arcos.
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domingo, 13 de setembro de 2009
Uma pequena achega
"C.M.O. vs Freguesia de Algés"
São 10h00 – acabo de ir ver a tal construção no Jardim de Algés a seguir ao Caravela d’Ouro junto à Marginal.
Está uma camioneta com materiais a servir de apoio a uma equipa de trabalhadores que estão a acabar a “obra”. Tal é a pressa que até trabalham ao domingo.
Afinal o barulho continuará a ser bastante, com os carros e os comboios, que deste lado serão mais agressivos.
O espaço tem um ar encurralado tapando as vistas para a Marginal (tapando as vistas diminuirá o barulho?)
Haverá inauguração? Isto é Oeiras Valley portuguesa?
São 10h00 – acabo de ir ver a tal construção no Jardim de Algés a seguir ao Caravela d’Ouro junto à Marginal.
Está uma camioneta com materiais a servir de apoio a uma equipa de trabalhadores que estão a acabar a “obra”. Tal é a pressa que até trabalham ao domingo.
Afinal o barulho continuará a ser bastante, com os carros e os comboios, que deste lado serão mais agressivos.
O espaço tem um ar encurralado tapando as vistas para a Marginal (tapando as vistas diminuirá o barulho?)
Haverá inauguração? Isto é Oeiras Valley portuguesa?
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Paço de Arcos 3
.


Faz-me pena ver o Jardim de Paço de Arcos sem o seu Café a funcionar. Como já disse anteriormente tenho boas recordações do tempo que lá passámos, principalmente na sua esplanada nas noites quentes de verão.
Já há uns anos, o serviço de esplanada era feito “às três pancadas”. Estavam mais voltados para restaurante. Falei nisso numa reunião pública da CMO. Não terá melhorado nada e depois foi estiolando até que fechou.
Na última reunião pública - 22/10 - da CMO voltei a pedir para resolverem este assunto: o Jardim de Paço de Arcos precisa que o seu Café, a sua Esplanada funcionem. Do que disseram percebi: é preciso cumprir as regras instituías para que haja transparência. As regras não podem ser atropeladas, há prazos e procedimentos… Ainda invoquei o Simplex, mas há regras e pronto.
Se calhar, dada uma certa desertificação da baixa desta freguesia, este Café terá pouco lucro mas tendo presente o valor social de algumas instituições, a CMO poderia pensar na adjudicação mais como ancora de ponto de encontro e menos para equilibrar as suas finanças. Estarei a explicar-me bem?
Claro que dantes eram outros tempos e aquele espaço estava cheio de criançada que ali brincava livre: só precisava de ir perguntando as horas no Café ou na mercearia do Sr. Freitas para rumar a casa na hora certa.
Já há uns anos, o serviço de esplanada era feito “às três pancadas”. Estavam mais voltados para restaurante. Falei nisso numa reunião pública da CMO. Não terá melhorado nada e depois foi estiolando até que fechou.
Na última reunião pública - 22/10 - da CMO voltei a pedir para resolverem este assunto: o Jardim de Paço de Arcos precisa que o seu Café, a sua Esplanada funcionem. Do que disseram percebi: é preciso cumprir as regras instituías para que haja transparência. As regras não podem ser atropeladas, há prazos e procedimentos… Ainda invoquei o Simplex, mas há regras e pronto.
Se calhar, dada uma certa desertificação da baixa desta freguesia, este Café terá pouco lucro mas tendo presente o valor social de algumas instituições, a CMO poderia pensar na adjudicação mais como ancora de ponto de encontro e menos para equilibrar as suas finanças. Estarei a explicar-me bem?
Claro que dantes eram outros tempos e aquele espaço estava cheio de criançada que ali brincava livre: só precisava de ir perguntando as horas no Café ou na mercearia do Sr. Freitas para rumar a casa na hora certa.
Imagem: Guia de Oeiras
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
O Jardim de Queijas
----- Original Message -----
From: A. Baptista
To: oeiraslocal.blogspot@gmail.com
Sent: Wednesday, August 13, 2008 9:31 AM
Subject: O Jardim de Queijas
Comentário a "Uma visita a Queijas" da Clotilde
Sou a amiga que a Clotilde Moreira visitou em Queijas. Impelida pelo "pontapé de saída" que o seu dinamismo e bom-senso a levaram a por a nossa indignação em local visível, venho não só agradecer-lhe como ainda pormenorizar umas questões.
1. Tendo sido o jardim todo arrasado, bancos arrancados, lago desfeito ( vão fazer outro, aquele estava mal feito, disseram os homens que lá estavam - responsabilidade e erro inicial interessa?), instalaram-lhe um WC canino que vai dominar um quarto da área total. Fazia muita falta, mas logo ali, a uns escassos 4 m dum prédio a construir que vai ter como área de arejamento um WC a céu aberto ? Por que não por trás do campo de jogos da Escola Noronha Feio, que é uma área que não vai ter construção? Uma zona para cães só vai ter protecções de madeira.
2. Nos restantes 3/4 do jardim todas as plantas, pequenas árvores e arbustos foram arrancados e levados, calculo eu, para deitar fora. Centenas de Euros em espécies por acaso bem bonitas foram arrancadas porquê? Porquê o princípio de arrancar tudo, refazer tudo nada aproveitar?
3. Ainda pior. Muito antes de se ver algum fim à vista, de as divisões com aço com que andam a esquartejar o jardim estejam prontas, vieram as 7 palmeiras , que depois de 3 semanas com as raízes ao sol e com aspecto de que dificilmente sobreviriam, levaram-nas. Poucos dias depois chegaram mais de uma centena de pequenos vasos que há mais de 15 dias estão alinhados à espera de colocação, que , pelo andamento dos trabalhos, não se prevê para breve. De vez em quando levam uma regadela, as que não são roubadas lá se vão aguentando, umas espigadas, outras viradas.
Que raio de descoordenação é esta? Quem é responsável por supervisionar tanto desmando?
A ordem é pobre e os frades são muitos, mas quem lhes gere o pequeno pecúlio não olha a poupanças!
Ana Maria Baptista, Queijas
From: A. Baptista
To: oeiraslocal.blogspot@gmail.com
Sent: Wednesday, August 13, 2008 9:31 AM
Subject: O Jardim de Queijas
Comentário a "Uma visita a Queijas" da Clotilde
Sou a amiga que a Clotilde Moreira visitou em Queijas. Impelida pelo "pontapé de saída" que o seu dinamismo e bom-senso a levaram a por a nossa indignação em local visível, venho não só agradecer-lhe como ainda pormenorizar umas questões.
1. Tendo sido o jardim todo arrasado, bancos arrancados, lago desfeito ( vão fazer outro, aquele estava mal feito, disseram os homens que lá estavam - responsabilidade e erro inicial interessa?), instalaram-lhe um WC canino que vai dominar um quarto da área total. Fazia muita falta, mas logo ali, a uns escassos 4 m dum prédio a construir que vai ter como área de arejamento um WC a céu aberto ? Por que não por trás do campo de jogos da Escola Noronha Feio, que é uma área que não vai ter construção? Uma zona para cães só vai ter protecções de madeira.
2. Nos restantes 3/4 do jardim todas as plantas, pequenas árvores e arbustos foram arrancados e levados, calculo eu, para deitar fora. Centenas de Euros em espécies por acaso bem bonitas foram arrancadas porquê? Porquê o princípio de arrancar tudo, refazer tudo nada aproveitar?
3. Ainda pior. Muito antes de se ver algum fim à vista, de as divisões com aço com que andam a esquartejar o jardim estejam prontas, vieram as 7 palmeiras , que depois de 3 semanas com as raízes ao sol e com aspecto de que dificilmente sobreviriam, levaram-nas. Poucos dias depois chegaram mais de uma centena de pequenos vasos que há mais de 15 dias estão alinhados à espera de colocação, que , pelo andamento dos trabalhos, não se prevê para breve. De vez em quando levam uma regadela, as que não são roubadas lá se vão aguentando, umas espigadas, outras viradas.
Que raio de descoordenação é esta? Quem é responsável por supervisionar tanto desmando?
A ordem é pobre e os frades são muitos, mas quem lhes gere o pequeno pecúlio não olha a poupanças!
Ana Maria Baptista, Queijas
[Recebido por e-mail com pedido de publicação]
Uma ida a QUEIJAS
Hoje fui a Queijas visitar uma amiga que me arrastou (é o termo certo) para ver uma coisa que não consegue entender. Entretanto apareceu mais uma moradora que evocando uma terceira (que está a comprimidos pela ansiedade que se instalou no peito) me relataram e mostraram umas obras que se estão a passar num jardim (que o foi) que há-de ser na zona da rua António Feliciano de Castilho/Alameda Sousa Bastos.
Dizem que havia ali um jardim, um verdadeiro jardim com flores e arbustos e um lago. Agora está todo vedado, arrancaram tudo, fizeram uma zona canina que vai ficar mesmo em frente de um prédio que já tem os alicerces a serem construídos, embora haja um recanto mais ao lado onde entendem que devia ser a tal zona dos wcs dos canídeos.
Contaram que chegaram sete palmeiras que ali ficaram ao sol e já foram levadas. Mostraram-me muitos vasinhos que estão à espera de serem colocados no solo, mas como está tudo em reboliço andam ansiosas esperando que não sequem.
E interrogam-se: porquê? O jardim era bonito, estava bem tratado.
A minha amiga todos os dias passeia naquela zona o seu cão (cumprindo os requisitos de asseio) e por isso conhece bem o sítio; a outra senhora confirmou a perplexidade de tal procedimento, que tem placa da CMO – Espaços Verdes, três meses de obras valor qualquer coisa como cerca de Euros 57 mil.
Lá que deve haver uma razão … mas parece ser difícil de entender… e uma destas até é licenciada e mãe de três filhos licenciados com mestrados e doutoramentos mas lá entenderem isto… está a ser difícil.
Maria Clotilde Moreira / Algés
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