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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Associação de Moradores de Nova Oeiras e a Fundição

expressodalinha deixou um novo comentário na sua mensagem "Jazz no OL":

Agora o jazz é outro!
Só para informar que as posições da Associação de Moradores de Nova Oeiras sobre Fundição podem ser consultadas no site da AMNO http://www.novaoeiras.com/ Há um parecer inicial e uma adenda, ambas produzidas no âmbito do inquérito público sobre o projecto de loteamento.
Obrigado.


Publicada por expressodalinha em OEIRAS LOCAL a 8 de Setembro de 2008 21:21

sábado, 30 de agosto de 2008

1 de Setembro – último dia da discussão pública do projecto de loteamento da Fundição de Oeiras

de Morador NO fundicao.de.oeiras.e.seu.termo@gmail.com
para Isabel Magalhães

data 30 de Agosto de 2008 23:18
assunto 1 de Setembro –
último dia da discussão pública do projecto de loteamento da Fundição de Oeiras




Cara Isabel,

Venho pedir-lhe o favor de publicar a informação do adiamento do fim da discussão pública do projecto de loteamento da Fundição de Oeiras para segunda-feira dia 1 de Setembro de 2008 inclusive.

À semelhança do que aconteceu com várias pessoas que contactaram pela primeira vez com a notícia deste projecto de loteamento ao regressarem de férias durante a semana que agora acaba, o mesmo acontecerá certamente com muitas outras quando chegarem de férias este fim-de-semana.

Assim, quem não tenha tido até agora oportunidade de o fazer pode, portanto, consultar o processo 67/2007 até à próxima segunda-feira, no edifício principal da Câmara Municipal de Oeiras entre as 08:30 e as 17:30.

De facto, continua a ser muito importante consultar o processo nas instalações da CMO e deixar, no livro existente para o efeito, uma opinião forte sobre este projecto e as consequências negativas que tem para a população local bem como aí colocar questões directas à CMO sobre o mesmo.

Mais uma vez, muito obrigado,

Morador NO
http://fundicaodeoeiraseseutermo.blogspot.com/

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

LOTEAMENTO DA FUNDIÇÃO DE OEIRAS

Câmara teve de alargar consulta

19.08.2008 - Jornal PÚBLICO - pág 14



Isaltino Morais determinou o alargamento do prazo da discussão pública até 31 de Agosto depois de sete munícipes lhe terem dirigido um requerimento em que alegavam, entre outras coisas, que a câmara só estava a disponibilizar a consulta de três dos 11 volumes do processo. Apesar das férias, já 36 pessoas estiveram na câmara a ver o projecto, deixando registado no livro legalmente destinado a esse fim dezenas de páginas de violentas críticas à densidade de construção, à altura dos edifícios, ao impacte do empreendimento na rede viária, na circulação de peões e na paisagem envolvente. Para lá das críticas aí manifestadas, também vários blogues relacionados com Oeiras têm espelhado a condenação que o projecto está a merecer. É o caso do afundiçãodeoeiraseoseutermo, do Oeiraslocal e do Oeirasnalinha (este ligado ao CDS/PP). Também as associações Quercus e Civitas já se mostraram contra o empreendimento, bem como a Associação de Moradores de Nova Oeiras, que produziu um parecer de quatro páginas em que põe em causa o conceito global do projecto. Particularmente significativo é o contributo do conhecido arquitecto e professor de Urbanismo José Manuel Fernandes, que na qualidade de morador no vizinho bairro de Nova Oeiras defendeu, num parecer enviado a Isaltino Morais, uma "redução considerável da área de construção total pretendida" pelos promotores. "A densidade de ocupação edificada parece claramente excessiva em relação ao mais importante e exemplar conjunto urbano confinante com o pretendido, criando um profundo e indesejável desequilíbrio, uma errada assimetria, na relação com Nova Oeiras, em termos de qualidade do ambiente urbano". José Manuel Fernandes afirma que as duas torres de 25 pisos previstas "podem ser facilmente substituídas" por duas torres "com não mais do que 10 a 12 pisos, muito mais próximas da escala humanizada das seis torres de Nova Oeiras (existentes, nove pisos cada)". O docente da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa salienta que Nova Oeiras tem 400 fogos em 39,5 hectares, enquanto este projecto prevê 266 fogos em 8,2 hectares, sem contar com uma área superior para comércio e serviços. J.A.C.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Projecto de Loteamento da Fundição de Oeiras

Vista aérea actual: Google Earth

Vista aérea antiga, emoldurada: Fotografia exposta na FO, obtida por José António Baptista em 15 SET 2007, 09:44 no decorrer da visita guiada realizada pela 'Espaço e Memória'. (A foto tem data provável da década de 50 - o bairro velho da Medrosa já existia, vê-se a espreitar no canto superior esquerdo a seguir ao quartel)



Da caixa de comentários

A questão é precisamente como a descreve José António. O problema central é um problema da qualidade de vida dos moradores da zona e arredores que irá, obviamente, piorar, já que partimos de uma situação em que a pressão populacional e de tráfego automóvel já ultrapassou os limites do aceitável.

Estão previstos mais de 4500 novos lugares de estacionamento, sobretudo subterrâneos - já que os hoje existentes ao longo das vias serão eliminados com o alargamento das mesmas - 466 fogos de habitação e 125 quartos de hotel - correspondentes, grosso modo a 4000 moradores - que representam 50% da área de construção, sendo os restantes 50% destinados a comércio e serviços - incluindo uma grande superfície - pelo que não seria inesperado um acréscimo de mais alguns milhares de pessoas, para além dos referidos 4000 moradores, circulando diariamente pela zona.

Depois há as questões que se prendem com a descaracterização e desfiguração da paisagem natural e construída. Este é um projecto verdadeiramente monumental e sem qualquer relação com o património edificado circunstante em que há um efectivo exagero, um excesso de construção – de tal modo que não são mesmo respeitados as percentagens mínimas destinadas a espaços verdes e equipamentos de utilização colectiva exigidos por lei. Além disso, na tentativa de acomodar o tráfego acrescido verifica-se a amputação de uma porção do parque municipal – em que o portão principal junto à ribeira da Laje, do lado de Oeiras, recua 33 metros na direcção da ponte ferroviária, para dar lugar a uma hiperbólica rotunda de 3 faixas que atravessa a ribeira - e o consequente abate, tanto aí como na Rua da Fundição de Oeiras e Estrada da Medrosa, de numerosas árvores, todas elas, no mínimo, cinquentenárias; o fechar dos horizontes e a asfixia daí resultante; o alargar de estradas, que passam, sistematicamente, de 2 para 4 faixas; a implantação de novas e enormes rotundas, por todo o lado dificultando ou impedindo a circulação a pé, já que o actor principal passará, necessariamente a ser o automóvel.

Publicada por Morador NO em OEIRAS LOCAL, Segunda-feira, Julho 21, 2008 3:32:00 AM


Este comentador foca o cerne da questão com muita concisão e perspicácia. Diz o essencial e diz aquilo em que as pessoas devem reflectir para compreender qual é o verdadeiro problema - que não a construção mas as consequências que daí advêm.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Consulta pública do projecto de loteamento da Fundição de Oeiras

2008/7/21
De: João Carlos Neves

Cara Isabel,

Venho agradecer-lhe a amabilidade de ter publicado no Oeiras Local o texto que enviei sobre a fundição de Oeiras. Ainda sobre o mesmo tema gostaria de pedir-lhe o favor de, se possível, divulgar a seguinte mensagem:

Gostaria de chamar a atenção para o facto do projecto de loteamento da fundição de Oeiras - processo nº 67/2007 – se encontrar em discussão pública até dia 23 de Julho de 2008 – e não até dia 12 como foi afirmado -, podendo ser consultado no balcão de atendimento do edifício principal da Câmara Municipal de Oeiras, entre as 09:00 e as 17:30.

Julgo que é muito importante que o maior número possível de pessoas consulte o processo e inscreva a sua opinião no livro existente para o efeito, bem assim como sugestões e todas e quaisquer questões que queira ver esclarecidas, questões essas a que a Câmara será obrigada a responder por escrito.

A título de exemplo, importa, nomeadamente, indagar:
1 - Qual o mecanismo que torna possível construir com um índice de construção de 1,85 quando o PDM estipula 0,48 para esta zona?
2 - Porque não foi apresentado o necessário e importantíssimo estudo de impacte ambiental exigido por lei?
3 - Quais os motivos de força maior que justificam o desfigurar da paisagem natural e construída e o descaracterizar duma zona importante da história recente de Oeiras com a consequente degradação da qualidade de vida dos habitantes da vasta zona envolvente?
4 - Por que razão se encontram apenas disponíveis para consulta, no âmbito da discussão pública em curso, os volumes 9º, 10º e 11º do processo 67/2007 e não a totalidade dos volumes do referido processo, tal como é exigido por lei?

E já agora consultem o blogue
em que se debaterá este tema e se tentará dar conta das notícias que forem surgindo sobre o mesmo.


Mais uma vez, muito obrigado pela atenção.

Cumprimentos,

João Carlos Neves