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quinta-feira, 17 de março de 2011

Um Governo preocupado com Oeiras


Têm iate? Então leiam com atenção o artº. 29º. do Cap. II da Portaria 117-A de 8 de Fevereiro de 2008

http://www.dgaiec.min-financas.pt/NR/rdonlyres/FDD31E61-0700-40A0-BFB6-9A162CB969DF/0/Portaria_117_a_2008_Isencoes_ISP.pdf

Dizem que o preço do gasóleo praticado ajuda o Turismo e traz receitas importantes para o nosso País.

E o Golfe? O IVA também não sobe, o que vai permitir continuar a receber receitas destes desporto.

Com estas decisões o Governo está a contribuir para a continuação do nosso Município de Oeiras no topo dos destinos de luxo. E o nosso Executivo não brinca em serviço. É por estas razões que continuam a apostar em mais marinas e campos de Golfe.

sábado, 18 de setembro de 2010

Análises de rotina vão acabar

Análises de rotina vão acabar

Ministério quer poupar 13 milhões de euros por ano nos meios de diagnóstico


Pedir ao médico de família para fazer análises de rotina para saber como estão os níveis do colesterol, anemia, diabetes ou pedir uma TAC (tomografia axial computorizada) ou um raio-x porque se sente uma dor são situações com os dias contados.

(...)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

“Este teste foi uma chachada”

Educação


Os alunos ouvidos ontem pelo CM na Escola Josefa de Óbidos, em Lisboa, consideraram todos que a prova de Língua Portuguesa do 9º ano do Ensino Básico foi fácil. "Foi mais fácil do que os testes que fiz ao longo do ano", disse Filipa Silva, de 16 anos, enquanto Madalena Abreu foi mais longe: "Este teste foi uma chachada, muito mais fácil do que o exame do ano passado

(...)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O Zé do Cacilheiro


O Gabinete de Imprensa do governo socialista informou esta 4ª feira que o PM José Sócrates irá à África do Sul, acompanhado de uma vasta comitiva de ministeriáveis, empresários e 'beautiful people', cumprimentar os jogadores da selecção nacional. Para o efeito foi fretado um Cacilheiro a bordo do qual será realizada uma cerimónia condigna do excelente estado das finanças nacionais.


CNN - Crazy News Network*
* Esta sigla é registada por AMC


Pode ler também:

Imagem da net

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Sócrates sabia de “operação conspirativa”



Sócrates sabia de “operação conspirativa” Económico


O PSD está certo de que houve em 2009 uma operação política de carácter conspirativo, com conhecimento do primeiro-ministro para controlar órgãos da comunicação social.


"Não temos dúvidas, fundamentadas nos materiais enviados à comissão de inquérito, da existência no ano de 2009 de uma operação política de carácter conspirativo de controlo de órgãos da comunicação social, desenvolvida com conhecimento do primeiro-ministro por quadros do PS nas empresas em que o Estado tem participação", declarou Pacheco Pereira.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

400 CARROS PARA O EMPREGO

Pau Para Toda A Obra: 400 CARROS PARA O EMPREGO

O Instituto do Emprego e a ministra da tutela deviam ter-se sentado ontem mesmo no banco dos réus, acusadas de extorquir o dinheiro do povo. Compraram 400 carros novos e uma dezena de topo de gama.Isto acontece, quando o Estado (Finanças) realiza todas as semanas leilões de carros em bom estado de conservação e muitos de topo de gama.

domingo, 4 de abril de 2010

Governantes acumulam casa em Lisboa com subsídio

Sol

Governo

Três secretários de Estado de Sócrates acumulam apoio do Estado para alojamento, mesmo tendo casa em Lisboa
(...)
A lei que atribui o subsídio de alojamento tem 30 anos. A antiguidade nota-se: o diploma considera que os encargos da mudança para a capital são «agravados pela rarefacção de habitações passíveis de arrendamento».

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Post dedicado aos votantes no amigo Sócrates | FLISCORNO

Crónica hoje no Público:


Carga fiscal: um aumento pela calada
Pedro Pereira - 2009-11-11

Mais uma vez o Governo encontrou uma forma de aumentar a carga fiscal sobre os portugueses

No Diário da República de 16 de Setembro de 2009, já em período pré-eleitoral, foi publicada a Lei n.º 110/2009 - o Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social - sem que a comunicação social em particular, e a opinião pública em geral, lhe tenham dado a devida importância, e que na prática vem promover o aumento de impostos, ou melhor, neste caso, um aumento significativo das contribuições para a Segurança Social dos trabalhadores e das empresas.

A leitura deste documento suscita (ou deve suscitar) enorme preocupação. Já em 2010, e de forma progressiva até 2012, as contribuições para a Segurança Social irão aplicar-se a todos os tipos de rendimentos auferidos: salário (o que obviamente já acontecia no passado), mas agora também ao subsídio de almoço, às participações nos lucros, aos bónus, às viaturas, às despesas de representação e às ajudas de custo.

Se por um lado se pode considerar como justo e razoável o aumento do "perímetro" de rendimentos sujeitos a tributação, ajustando-o à prática remuneratória, o que não é justo nem razoável é que o trabalhador e a empresa vejam os seus descontos aumentados, sendo que, no caso do empregador, tal aumento vai repercutir-se directamente nos custos do factor trabalho (qualificado, na grande maioria dos casos), com repercussões directas na competitividade das empresas; quanto ao trabalhador, não terá qualquer contrapartida ao nível da sua pensão de reforma.

Vejamos. Para as empresas, o que esta alteração legislativa implica é um forte incremento dos custos dos quadros qualificados, pois, como é sabido, o peso destes fringe benefits na remuneração dos trabalhadores é significativa. Assim, desta forma os descontos para a Segurança Social vão aumentar substancialmente, tanto mais quanto maior o peso destas variáveis (os referidos fringe benefits) em relação ao salário na remuneração total do trabalhador. Como será difícil às empresas reduzir e/ou alterar estes benefícios, o que elas vão enfrentar é, num contexto particularmente adverso como o que hoje vivemos, um aumento dos seus custos, o que pode pôr em causa a sua (frágil) sustentabilidade financeira e degradará a sua competitividade.

Por outro lado, para os empregados, a reforma também não lhes traz qualquer vantagem. Para todos os trabalhadores que entraram no regime de Segurança Social antes de 2001, a sua pensão de reforma é calculada tendo como limitação o valor de 12 IAS (indexante de apoios sociais - aproximadamente o valor do salário mínimo). Assim, o resultado prático das alterações agora introduzidas é muito simples: o trabalhador irá descontar mais, o que pode não se traduzir em qualquer benefício na sua pensão de reforma que continuará limitada aos 12 IAS.

Em suma, mais uma vez o Governo encontrou uma forma de aumentar a carga fiscal sobre os portugueses e mais uma vez essa subida não nos trará qualquer benefício, destinando-se apenas a alimentar a pesadíssima máquina do Estado. Economista


Post dedicado aos votantes no amigo Sócrates FLISCORNO

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Nem sei que título hei-de escolher!


Marcos Perestrello
Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Victória do Partido Socialista






MAIS DO MESMO

por Vasco Graça Moura - 30 Setembro 2009


O povo português acaba de demonstrar a sua fatal propensão para viver num mundo às avessas. Não há nada a fazer senão respeitá-la. Mas nenhum respeito do quadro legal, institucional e político me impede de considerar absolutamente vergonhosa e delirante a opção que o eleitorado acaba de tomar e ainda menos me impede de falar dos resultados com o mais total desprezo.

Só o mais profundo analfabetismo político, de braço dado com a mais torpe cobardia, explica esta vitória do Partido Socialista.

Não se diga que tomo assim uma atitude de mau perdedor, ou que há falta de fair play da minha parte. É timbre das boas maneiras felicitar o vencedor, mas aqui eu encontro-me perante um conflito de deveres: esse, das felicitações na hora do acontecimento, que é um dever de cortesia, e o de dizer o que penso numa situação como aquela que atravessamos, que é um dever de cidadania.

Opto pelo segundo. Por isso, quando profiro estas e outras afirmações, faço-o obedecendo ao imperativo cívico e político de denunciar também neste momento uma situação de catástrofe agravada que vai continuar a fazer-nos resvalar para um abismo irrecuperável.

Entendo que o Governo que sair destes resultados não pode ter tréguas e tenciono combatê-lo em tudo quanto puder. Sabe-se de antemão que o próximo Governo não vai prestar para nada!

É de prever que, dentro de pouco tempo, sejamos arrastados para uma situação de miséria nacional irreversível, repito, de miséria nacional irreversível, e por isso deve ser desde já responsabilizado um eleitorado que, de qualquer maneira, há-de levar a sua impudência e a sua amorfia ao ponto de recomeçar com a mais séria conflitualidade social dentro de muito pouco tempo em relação a esta mesma gente inepta a quem deu a maioria.

O voto nas legislativas revelou-se acomodatício e complacente com o status quo. Talvez por se tratar, na sua grande maioria, de um voto de dependentes directos ou indirectos do Estado, da expressão de criaturas invertebradas que não querem nenhuma espécie de mudança da vidinha que levam e que se estão marimbando para o futuro e para as hipotecas que as hostes socialistas têm vindo a agendar ao longo do tempo. O que essa malta quer é o rendimento mínimo, o subsídio por tudo e por nada, a lei do menor esforço.

Mas as empresas continuarão a falir, os desempregados continuarão a aumentar, os jovens continuarão sem ter um rumo profissional para a sua vida. Pelos vistos a maioria não só gosta disso, como embarcou nas manipulações grosseiras, nas publicidades enganosas, nas aldrabices mediáticas, na venda das ilusões mais fraudulentamente vazias de conteúdo.

A vitória foi dada à força política que governou pior, ao elenco de responsáveis que mais incompetentemente contribuiu para o agravamento da crise e para o esboroar da sustentabilidade, ao clube de luminárias pacóvias que não soube prevenir o desemprego, nem resolver os problemas do trabalho, nem os da educação, nem os da justiça, nem os da segurança, nem os do mundo rural, nem nenhuma das demais questões relevantes e relativas a todos os aspectos políticos, sociais, culturais, económicos e cívicos de que se faz a vida de um país.

Este prémio dado à incompetência mais clamorosa vai ter consequências desastrosas. A vida dos portugueses é, e vai continuar a ser, uma verdadeira trampa, mas eles acabam de mostrar que preferem chafurdar na porcaria a encontrar soluções verdadeiras, competentes, dignas e limpas. A democracia é assim. Terão o que merecem e é muitíssimo bem feito.

O País acaba de mostrar que prefere a arrogância e a banha de cobra. Pois besunte-se com elas que há-de ter um lindo enterro.

A partir de agora, só haverá mais do mesmo. Com os socialistas no Governo, Portugal não sairá da cepa torta nos próximos anos, ir-se-á afundando cada vez mais no pântano dos falhanços, das negociatas e dos conluios, e dentro de pouco tempo nem sequer será digno de ser independente. Sejam muito felizes.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Magalhães e o merchandising eleitoral

Ler na TSF:

Programa de distribuição do computador Magalhães suspenso
Um ano depois do Governo entregar nas escolas os primeiros Magalhães a TSF apurou que o programa está suspenso. Fonte do plano tecnológico da Educação adiantou mesmo não dispor de qualquer informação sobre a continuidade do projecto.
(...)
O Ministério da Educação limitou-se a remeter-nos para um comunicado divulgado em Junho e no qual se afirma que, até este momento, já tinham sido entregues cerca de 370 mil computadores Magalhães.


Recordo que aqui se tem defendido que o investimento nos Magalhães, no sentido de o computador ser propriedade dos alunos, não faz sentido. Com o mesmo dinheiro tinham-se comprado computadores de mesa para as escolas, com maior capacidade de cálculo (logo, que não se desactualizariam tão depressa) e que serviriam de um ano para o seguinte, não obrigando a repetir o mesmo investimento todos os anos. Mas isso não aliciava os pais de forma igual, pois não? Como em Maio escrevi, o Magalhães não é uma aposta na informática; é merchandising eleitoral.

Adenda: Lá está, Valter de Lemos acabou de me dar razão:

"A entrega do computador Magalhães implica uma despesa elevada e naturalmente que o Governo entende que deve ser o próximo executivo a tomar essa decisão, sendo que está tudo preparado para que ela possa ser tomada tão rapidamente quanto o novo governo desejar", justificou Valter Lemos, confirmando que as entregas estão em atraso para os alunos que entraram este ano para o ensino básico.

Magalhães e o merchandising eleitoral FLISCORNO

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Tribunal de Contas arrasa terminal de contentores de Alcântara

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Alcântara

Por Graça Rosendo / Luís Rosa

Hoje No relatório final sobre os contentores de Alcântara, o Tribunal de Contas não poupa críticas ao negócio que «só serviu os interesses do promotor», adianta o SOL desta sexta-feira.
Ler mais

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Manuel Pinho envia gesto polémico na AR

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Estado da Nação


Pinho pede desculpa e reconhece que se excedeu (Lusa)
O ministro da Economia, Manuel Pinho, pediu hoje desculpa pelo gesto que dirigiu ao líder parlamentar do PCP durante o debate do Estado da Nação, reconhecendo que se excedeu.

"Excedi-me, pedi desculpa", afirmou Manuel Pinho, quando questionado pelos jornalistas sobre o que tinha acontecido minutos antes no plenário da Assembleia da República.

Questionado se considera ter condições para continuar no Governo depois deste episódio, Manuel Pinho respondeu afirmativamente.


segunda-feira, 29 de junho de 2009

Luís Patrão ganha 7000 euros por mês na TAP

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Governo: Gestor acumula cargo com presidência do Turismo de Portugal

O ex-chefe de gabinete de José Sócrates ganhou, em 2008, como vogal do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da TAP 98 mil euros. Com este salário anual, referido no Mapa de Remunerações dos Órgãos Sociais, Luís Patrão, que é também presidente do Instituto de Turismo de Portugal (ITP) desde Maio de 2006, recebeu da TAP, durante 14 meses, um ordenado mensal fixo de sete mil euros, valor superior ao vencimento do próprio primeiro-ministro
Leia mais aqui

domingo, 12 de abril de 2009

EM DIRECTO

DITO & FEITO

10 April 09 09:00 AM

EM POUCOS dias, José Sócrates e o seu Governo avançaram com processos judiciais contra três jornalistas do Público, contra a TVI, contra o SOL, devido à divulgação de notícias relacionadas com o caso Freeport ou matérias afins. E até interpuseram uma queixa-crime contra um jornalista do DN por causa de um normal artigo de opinião, em tom de crítica irónica e corrosiva mas não ofensiva, que terá desagradado particularmente à irritadiça susceptibilidade do primeiro-ministro. Não há memória, no passado recente, de um chefe de Governo com tão exacerbado furor punitivo contra a comunicação social e com tamanha incompatibilidade de conviver com uma informação livre e plural, sem dependências nem constrangimentos, e, por isso, inconveniente para os poderes em exercício.

Sócrates revela-se um paroquial aprendiz de Berlusconi, na sua fúria antidemocrática contra a diversidade de críticas e opiniões que ponham em causa a sua figura, os seus actos, o seu transitório poder.

MAS este passo, o dos processos em tribunal e ameaças de pesadas indemnizações, é apenas o coroar de uma estratégia de condicionamento e intimidação da comunicação social não alinhada com o Governo. Estratégia que começou com pressões directas, de Sócrates e dos seus assessores, sobre vários jornalistas por ocasião das primeiras notícias sobre a sua estranha licenciatura na Universidade Independente. Que prosseguiu com manobras de coacção e de asfixia financeira sobre patrões e empresas de media. Que se acentuou, perante a sucessão de episódios mal esclarecidos da vida e da carreira de Sócrates, com intervenções e inquéritos da ERC em oportuna convergência com as reclamações do próprio.

E que culminou agora, já em desespero de causa devido ao continuado desgaste do caso Freeport, com pressões sobre magistrados e o poder judicial acompanhadas desta chuva de processos à la carte contra jornalistas e órgãos de comunicação social.

São sinais preocupantes de intolerância face a princípios e direitos basilares da vida democrática. E sintomas de uma perigosa deriva para o autoritarismo. Não era Mário Soares que falava dos riscos da «ditadura da maioria»? Mas é fácil e barato pôr acções intimidatórias em tribunal, para quem não suporta as custas dos processos e os honorários dos advogados. Sócrates e a sua maioria controleira decidiram, agora, usar advogados como novos coronéis do lápis azul da censura. Pagos, como dantes, pelo Estado.

jal@sol.pt

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

"O Planeta dos Homens"

Política
Sócrates recandidata-se a primeiro-ministro em nome da decência
Económico com Lusa
27/02/09 21:14


O secretário-geral do PS, José Sócrates, disse hoje que se recandidata a primeiro-ministro nas próximas eleições legislativas em nome de valores éticos e da decência na vida democrática em Portugal.




. "SÓ CONTARAM P'RA VOCÊ!"

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Centros vão cobrar mensalidade a deficientes



Pertencentes a instituições de solidariedade social



Os deficientes que frequentam os centros de actividades ocupacionais de instituições de solidariedade social vão ter de pagar uma mensalidade a partir do próximo ano. Uma decisão que surpreendeu os pais, alguns dos quais com filhos a frequentar estes estabelecimentos há mais de 20 anos sem nunca terem pago mensalidades.

A mensalidade terá como base a declaração de rendimentos das famílias e não deverá ultrapassar os 140 euros, noticia esta quinta-feira a rádio TSF.

O Ministério da Solidariedade Social, contactado pela rádio, indicou apenas que estes centros são apoiados pelo Governo mas pertencem a instituições de solidariedade social, remetendo para estas a responsabilidade da decisão.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Uma boa gargalhada

"Parece que vai ser difícil criar os 150 mil empregos prometidos."